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sábado, 12 de setembro de 2015

Sobre a Solidão




por Arthur Schopenhauer

Bastar-se a si próprio, ser um todo em tudo por si mesmo e poder dizer omnia mecum porto mea [levo comigo tudo que tenho] é, seguramente, a qualificação mais favorável à nossa felicidade. Daí a máxima de Aristóteles: felicitas sibi sufficientium est [a felicidade é dos que bastam a si mesmos (Ética a Eudemo, 7, 2)], que nunca devemos nos cansar de repetir. (No fundo, é a mesma idéia presente na sentença muito bem torneada de Chamfort, posta como epígrafe neste livro*.) Pois não se pode contar com certeza mais que consigo mesmo; ademais, as dificuldades e as desvantagens, os perigos e os inconvenientes que a sociedade traz consigo são inumeráveis e inevitáveis.

Não há caminho que nos distancie mais da felicidade que a grande vida, a vida de festas e banquetes, a high life; porque seu objetivo é transformar nossa miserável existência em uma sucessão de alegrias, de delícias e de prazeres, um processo que inevitavelmente culmina na decepção e na desilusão; assim como seu acompanhamento obrigatório, o hábito das pessoas de mentir umas para as outras. [1]

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

O homem “comum” vive na depressão!



Por “the Truth

Ultimamente se fala muito da depressão feminina, mas a realidade prova que a depressão masculina é muito mais comum do que a feminina!

Na virada de ano, observei bem o comportamento dos homens e das mulheres! O que eu percebi era que os homens manifestavam pelo olhar, uma tristeza e um vazio enorme. Enquanto isso, as mulheres pareciam felizes e animadas.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Como Quebrar uma Dialética


Décimo segundo e último artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo

Artigos anteriores desta teoria:
Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
Leitura Nº 10: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I
Leitura Nº 11: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte II


Por Adam Kostakis 

Leitura Nº 12

“O feminismo ajuda os homens também!” — Ditado popular do final do século 20

Se você dispôs, ainda que de um curto período de tempo, visitando os sites e blogs da esfera dos Direitos dos Homens, você, sem dúvida, já deve ter encontrado uma ou duas detratoras feministas afirmando que “Nem Todas as Feministas São Assim.” Isso se tornou tão comum que os Defensores dos Direitos dos Homens têm se referido a isso como “a defesa NTFSA”. Mas essa alegação deve ser assim, prontamente rejeitada? Dependendo do contexto, a feminista pode muito bem estar certa. Uma suposta feminista que tenha encontrado acidentalmente minhas duas últimas postagens, as quais apontam como conseqüência final do feminismo o extermínio físico dos homens, pode muito bem contestar que não é esse o futuro que ela espera, e, portanto, que ela Não É Assim — e ela não estaria necessariamente errada.

Naturalmente que a nossa suposta feminista não teria lido com o cuidado suficiente aquilo que eu claramente afirmei, que é mais provável que o extermínio físico dos homens venha a ser posto em prática como o resultado de um processo orgânico, começando com uma indiferença hostil, seguido da perseguição ativa mediante burocracias estatais, sem a exigência de que o extermínio seja conscientemente articulado ou defendido por mais do que um pequeno número de feministas. As outras só precisam pactuar com o programa; elas não precisam entender onde tudo isso vai acabar. No coração de tudo isso está a dicotomia entre as Feministas Bem-intencionadas e as Feministas Radicais.

domingo, 6 de julho de 2014

Introdução aos Grupos e Movimentos Pró-Masculinos e Antifeministas


Veremos a partir de agora algumas definições e caracterizações dos principais grupos e movimentos que tratam de questões e causas masculinas. Você, caro leitor, provavelmente já deve ter visto ao menos alguma coisa sobre esses grupos/movimentos, os quais lidam com direitos, questões e problemas dos homens. Tais definições, aliadas às diferenças entre tais grupos, e às diferenças em relação ao feminismo, poderão servir como um recurso para que o leitor reconheça o grupo com o qual se identifica mais.

Antes, quero só dizer que não sou a autoridade oficial no assunto, e que minha posição a respeito não é a palavra final sobre o mesmo. As seguintes definições e caracterizações são fruto do que aprendi com diversas figuras proeminentes dos respectivos grupos/movimentos, e baseadas na minha interpretação pessoal, tomando minha própria experiência como guia. Sinta-se à vontade para sugerir novas definições, corrigi-las ou ampliá-las.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Respondendo a uma “TrogloConservadora”


Por Charlton Heslich Hauer


Uma “trogloconservadora” postou o seguinte comentário aqui no blog:

Não entendi, qual é o propósito deste site? 
"Em toda a história da humanidade, as mulheres sempre tiveram mais privilégios que os homens. Foram sempre os homens os mais discriminados e massacrados. Foram sempre os homens que se sacrificaram e que carregaram esse mundo nas costas em benefício das mulheres" 
Como conservadora, gostaria de perguntar: como assim, privilegiadas? Seria porque, para ficar em um exemplo, homens são recrutados para defender sua nação em um conflito, e as mulheres não, aí você acha isso injusto porque o homem tem de se sacrificar? E então, o que você sugere, um alistamento militar obrigatório para mulheres? 
Ou então, por exemplo, eu estaria correta em dizer que você acha que somos um sexo privilegiado porque o homem tem a função de ganha-pão e a mulher fica em casa cuidando dos filhos? Mudar essa ordem é que não me parece conservador.

As mulheres são (e sempre foram) o sexo mais privilegiado, e se você olhasse para as evidências ao seu redor, concordaria comigo. Se ao olhar não conseguiu enxergar, sugiro humildemente que leia ao menos os artigos da seção “Leitura Sugerida” deste blog para ter uma idéia disso.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A Natureza Ecológica da Dificuldade


Por Fidelbogen

Há uma ecologia social masculina. Da mesma forma, existe uma ecologia social feminina. Mas antes, há uma ecologia social pura e simples para ambos, um grande círculo que envolve igualmente homens e mulheres, e que transita entre eles. Convenhamos: homens e mulheres vivem no mesmo planeta, suas fisiologias são majoritariamente as mesmas, bebem da mesma água e respiram o mesmo ar, são indispensáveis um ao outro como espécie, e o bem-estar de ambos está interligado em uma infinidade de maneiras que não precisamos ter a esperança de desvendá-las.

E sim, as feministas gostam de trombetear a idéia de que as mulheres são o sexo “ecológico”, aquele que encarna as virtudes de parentesco, de interdependência, de intuição, de sentimento holístico e assim por diante. Eu vou omitir “as mulheres” da discussão aqui, mas eu não posso perder a ironia monumental de que não há nada ecológico no feminismo, o qual sua práxis holística tem sido completamente feminino-solipsista, para não falar de supremacista. Por toda a sua retórica verde, o movimento das mulheres tem persistentemente agido alheio à natureza sexualmente interdependente de bem-estar humano.

Veja bem, o bem-estar das mulheres não é uma caminhonete Monster 4X a qual você pode dirigir em qualquer lugar que quiser, derrubando cercas e canteiros, e passando por cima do bem-estar dos homens, como se tal coisa existisse. Não, você não pode destruir metade de uma ecologia social, sem repercussão sobre a outra metade. Perdoe-me por insistir no óbvio, mas você não pode envenenar apenas metade de um poço. O veneno irá se espalhar rapidamente para a outra metade, e quando isso acontecer, você não pode culpar essa metade pelas conseqüências. Se você jogou o veneno dentro do poço, então VOCÊ é a única culpada.

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CF, Fidelbogen. The Ecological Nature of the Difficulty. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/the-ecological-nature-of-difficulty.html>. Acesso em 15 novembro 2013.

Tradução atualizada em: 23 abril 2014.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Sem o Feminismo Radical, não Haveria, absolutamente, nenhum Feminismo


Por Fidelbogen

Quando você expõe o feminismo radical à luz solar desinfetante do olhar do mundo, pelo menos, em teoria, você o mata. E você mata o resto do feminismo também. Os feminismos moderados devem sua existência à existência do feminismo radical. O feminismo radical é o elemento motriz que mantém TODO o feminismo, dinâmico. Subtraia o feminismo radical do resto do feminismo, e ele cresceria anêmico e desprovido de finalidade, e finalmente, desapareceria.

Isso lança uma luz instrutiva sobre o clichê de que “nem todas as feministas são assim”. Veja você, não é mesmo necessário que todas as feministas sejam “assim”, contanto que algumas feministas sejam. Basta apenas isso. O feminismo em conjunto ara seu sulco destrutivo pelo mundo pelo trabalho combinado de todos os feministas — mesmo os moderados. Mas os radicais são a verdadeira força motriz, dispostos a conduzir o empreendimento em direção a fronteiras inimagináveis. Os moderados, quer eles admitam ou não, servem principalmente para camuflagem, porque não importa o quão longe os radicais desafiem os limites, os moderados sempre irão parecer comparativamente razoáveis — como “bons policiais” nesse jogo imutável.

Compreenda, os feministas moderados não são muito de desafiar limites. Isso é o que os radicais fazem. Mas quando o limite, de fato, é desafiado, pode-se sempre contar com os moderados para preencher o espaço que os radicais insistentes abriram para eles. A corrente dominante está sempre migrando para uma direção mais radical, e por isso o futuro do feminismo liberal é sempre radical.

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CF, Fidelbogen. Without Radical Feminism, There Would be no Feminism at All. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/without-radical-feminism-there-would-be.html>. Acesso em 14 novembro 2013.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Morte aos Chavões Feministas!


Por Fidelbogen

Quase todo o jargão do feminismo deveria parar numa lata de clichês. Palavras soltas como “misoginia”, “patriarcado” e “igualdade” são usadas de uma forma mistificacionária, uma vez que o interlocutor sempre os emprega com liberdade criativa. Acho que as pessoas que apregoam esses termos, ou lhes falta clareza em suas mentes sobre o que elas estão dizendo, ou tentam, por motivos escusos, confundir uma coisa com outra coisa.

A palavra “misoginia” vai servir como um excelente exemplo. Praticamente nunca mais ela voltou a ser utilizada honestamente, e se tornou tipicamente uma forma de difamar ou silenciar indivíduos ou grupos que são considerados ter opiniões erradas sobre determinados temas. Mais vezes do que o contrário, as pessoas usam essa palavra como algo a esconder.

Como um exercício de higiene semântica e probidade intelectual, as pessoas deveriam repensar o uso desta palavra e até mesmo fazer um pouco de introspecção se isso for necessário. Toda vez que elas sentirem vontade para soltar um “misoginia” ou “misógino” em sua comunicação, elas devem parar e pensar cuidadosamente a respeito do que elas estão realmente tentando comunicar. Em seguida, elas devem escolher, entre a miscelânea de significados possíveis, um item que mapeie com precisão o seu pensamento real, e usar ou um termo exato ou uma frase curta descritiva para transmitir isso. Tal exercício pode forçar as pessoas a pensar fora da caixa, e pelo menos vai mantê-las no bom caminho. 

Levando isso para um nível ainda mais alto, por que não aplicar uma moratória sobre TODO o uso de “misoginia” ou seus derivados? O mesmo vale para quase todas as palavras-chave no léxico feminista. Afinal, estes são clichês, então por que não dar-lhes um descanso?

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Fidelbogen. Death to Feminist Buzzwords! Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/death-to-feminist-buzzwords.html>. Acesso em 13 novembro 2013. 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O que Deve ser Feito a respeito do Supremacismo Feminino?


Por  Fidelbogen

O feminismo, como sabemos, significa a mesma coisa que supremacismo feminino: esses termos são intercambiáveis de uma forma que poderiam muito bem ser algébricos. E o supremacismo feminino pode ser definido como a idéia de que a supremacia feminina deve ser instituída na prática. No entanto, eu gostaria de alertar a todos de que qualquer esforço para estabelecer a supremacia feminina como uma realidade viva acabará saindo pela culatra — e não apenas por sobre o feminismo e as feministas, mas sobre as mulheres em geral. E as consequências certamente serão feias: o “poder feminino” não vai ser tão divertido para as meninas como alguns querem acreditar. Em vez disso, dará origem a um mundo estressante, mesquinho e perigosamente hostil — um mundo roto, um mundo sem amor, um mundo de desolação moral a perder de vista.

E muitas mulheres, as quais eu chamo de “mulheres com consciência”, estão profundamente cientes de que isto é o que o futuro nos reserva, a menos que sejam tomadas medidas, e que em breve, as coisas se invertam. É para essas mulheres, em particular, que dirijo a pergunta crucialmente importante: “O que vocês sugerem fazer sobre isso?”

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Fidelbogen. What is to be Done About Female Supremacism? Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/what-is-to-be-done-about-female.html>. Acesso em 12 novembro 2013.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Questões de Confiança e Planos Feministas


Por Fidelbogen

Os homens não podem mais razoavelmente confiar nas mulheres: essa é uma realidade de importância subestimada hoje em dia, e eu culpo o feminismo por isso acontecer. Não é uma situação saudável, tenho certeza que você vai concordar, mas, dada a disposição do atual sistema jurídico, toda mulher é uma traidora em potencial de todo homem, e nenhum homem com algum auto-respeito ou algum entendimento para sua própria segurança não pode se dar ao luxo de ignorar isso.

Dito duma forma simples, os homens agora são cidadãos de segunda classe, de modo que não é razoável exigir uma atitude de primeira classe deles, não é? Não é razoável exigir que eles se importem, não é? As feministas adoram bater o gongo sobre a questão da “misoginia”, mas eu gostaria de manter o feminismo como o responsável, acima de todas as outras forças, pela criação de misoginia, por ter promovido as condições que garantiram o crescimento natural da mesma.

Os homens não podem mais razoavelmente confiar nas mulheres, enquanto simultaneamente vermos muitas mulheres se corrompendo pelo “empoderamento” que o feminismo tem garantido em seu nome. Não é preciso de modo algum um cérebro para entender que isso nunca vai promover uma atitude amorosa, pelos homens, para com as mulheres. Pelo contrário, só pode alimentar uma espiral de animosidade em ambos os lados. Mas as feministas desejam ver esta mesma coisa acontecendo. Para elas, isso tem uma importância vital, pois mantém o seu culto vivo.

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Fidelbogen. Trust Issues and Feminist Plans. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/02/trust-issues-and-feminist-plans.html>. Acesso em 11 novembro 2013.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O Crescimento do Mal-Estar entre os Sexos


Por Fidelbogen

O feminismo não tem dado razões para incentivar o crescimento da inteligência moral entre as mulheres em geral, mas, todos os motivos para incentivar o contrário — e culpar os homens pela disfuncionalidade social que se segue.

E o vazio do discurso edificante do feminismo se funde perfeitamente com a propensão humana a ser preguiçosa e desonesta. Esta propensão é comum a ambos, homens e mulheres, mas aqui a tendência é unilateralmente incentivada entre a população feminina: as mulheres são levadas a acreditar que nunca fazem nada de errado, enquanto os homens sofrem uma construção adversa por qualquer palavra ou ação.

Por todas estas razões, não é de admirar que muitos homens analisem as mulheres no conjunto e as vejam como ovelhas cúmplices na melhor das hipóteses, e como odiadoras de homens feministicamente aficionadas, na pior das hipóteses. É uma combinação de fatores que só pode gerar misoginia. Sim: sob certas condições o mofo cresce. Do mesmo modo, sob certas condições a misoginia irá crescer. Dadas as condições necessárias, podemos prever cada consequência.

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Fidelbogen. The Growth of Ill-Feeling Between the Sexes. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/the-growth-of-ill-feeling-between-sexes.html>. Acesso em 08 novembro 2013. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O “Bom” é Separável do Feminismo



As nobres ou respeitáveis peças do feminismo não compõem a alma do feminismo porque não pertencem quintessencialmente ao feminismo. Em vez disso, elas pertencem ao mundo em geral, ao universo do discurso humanista liberal, ao corpo da opinião tradicional sobre o jogo limpo, à decência comum, e afins. E se estas fossem desprendidas do feminismo, elas poderiam muito bem navegar sob sua própria bandeira. Certamente, elas não exigem um cognome ultramoderno como “feminismo”. E ainda assim elas obscurecem a presença vital daquele OUTRO feminismo, o tipo não-agradável, que opera apenas para impulsionar a agenda feminino-supremacista. 

Já posso ouvir um grito de protesto. “Não, isso NÃO é o que o feminismo realmente é!”

E eu respondo: “Azar o seu. Você teve ANOS para contar ao mundo o que o feminismo realmente é. Agora é o mundo que diz ao feminismo o que o feminismo realmente significa”. 


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Fidelbogen. The "Good" is Separable From Feminism. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/the-good-is-independant-of-feminism.html>. Acesso em 06 novembro 2013.  

sábado, 2 de novembro de 2013

Feministas e Tradicionalistas são Gêmeos Naturais


Por Fidelbogen

O lado obscuro da natureza feminina é rotineiramente varrido para debaixo do tapete, ou justificado, ou “enfeitado” de várias maneiras. Tal comportamento justificado (chamado muitas vezes de uma forma solta de “cavalheirismo”) tem raízes profundas na cultura em geral. Claramente, então, é muito anterior à década de 1960, quando então o regime radical feminista atual começou.

E esse regime feminista em si é muito mais um desdobramento da cultura historicamente existente do que qualquer outra coisa. Ele não se popularizou na humanidade assim do nada; ele cresceu a partir do que existia. E assim o princípio feminista de que as mulheres nunca fazem nada de errado se baseia na mesma ordem cavalheiresca “patriarcal” da qual ela surgiu. Ela se baseia no ginocentrismo profundo-estrutural da tradição do “açúcar e especiarias”* e perpetua essa tradição de forma dissimulada.

O feminismo não visa encerrar o assim chamado patriarcado, mas transformá-lo em algo controlado, primeiramente, por homens e mulheres feministas e, em segundo lugar, por “Cavaleiros Brancos” ginocentristas provenientes das fileiras dos tradicionalistas. Por fim, o grupo no meio do fogo cruzado será o daqueles homens que, qualquer que seja a combinação de métodos, estarão minimizando o controle feminino sobre suas vidas. Feministas e tradicionalistas ambos nutrem um antagonismo natural para com esse grupo.

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Nota do Tradutor:

"açúcar e especiarias": Refere-se a uma cantiga de roda que data do início do século XIX, atribuída ao poeta inglês Robert Southey, que dizia que meninas são feitas de açúcar e especiarias e tudo que há de bom, enquanto que os meninos são feitos de sapos, caracóis e rabos de cães. Vejamos a letra no original:

"What are little girls made of ? 
Sugar and spice, and all things nice, 
that's what little girls are made of. 

What are little boys made of ? 

Frogs and snails, and puppy dogs tails, 
that's what little boys are made of"

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Fidelbogen. Feminists and Traditionalists are Natural Bedfellows. Tradução e notas de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/feminists-and-traditionalists-are.html>. Acesso em: 02 nov. 2013.  

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O direito Baseado no Mérito


Por Fidelbogen

Atualmente, os cidadãos do sexo feminino desfrutam de um poder desproporcional para comprometer o bem-estar dos cidadãos do sexo masculino. Esse poder, sendo adquirido em leis e instituições, torna-se um poder político e faz das mulheres uma classe política. Isto faz tender o quadro político contra mim, e nesse contexto eu não tenho nenhuma obrigação política para dar apoio às mulheres como uma classe. Dadas as circunstâncias, por que diabos eu deveria?

Portanto, qualquer mulher em particular que eu encontrar terá consideração especial de mim apenas como um indivíduo, e somente se ela provar ser digna. E, claramente, algumas mulheres vão se revelar mais dignas do que outras. Esta maneira de pensar não implica uma “misoginia” porque não implica em nenhuma opinião, boa ou má, a respeito das mulheres como um grupo.

Agora, misoginia significa descontentamento com as mulheres independentemente. Assim, mesmo se você tivesse uma má impressão a respeito de cada pessoa do sexo feminino na Terra, isso não implicaria misoginia se você considerou cada caso em particular. Você só estaria guardando uma má impressão sobre essa mulher, sobre aquela mulher, e sobre a mulher seguinte — mas não sobre as mulheres.

Estou longe de conseguir avaliar todas as pessoas do sexo feminino na Terra, e eu sei que a minha vida é muito curta para fazer isso. Então, eu estou contente em dizer que eu não guardo um ponto de vista bom ou mau sobre a grande maioria das mulheres, mas, à medida que eu for conhecendo-as, eu vou avaliá-las, uma de cada vez. E sobre esse único fundamento, eu vou decidir o que, e se “devo” alguma coisa a elas.

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Fidelbogen. Worth-Based Entitlement. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/worth-based-entitlement.html>. Acesso em: 30 out. 2013.  

terça-feira, 29 de outubro de 2013

A Invasão Não-feminista ao Espaço Mental Feminista


Por Fidelbogen

No coração da revolução não-feminista, encontra-se o projeto para tirar o controle da narrativa cultural do feminismo. Nós chamamos este projeto de batalha pela alma do feminismo.

Assumir o controle dos meios narrativos significa, entre outras coisas, despejar uma realidade conceitual totalmente diferente sobre eles sem nenhuma explicação prévia ou preparação de qualquer tipo.  Para esses tais meios, seria como se eles saissem no meio de um filme — embora essa comparação dificilmente faça justiça à natureza radical do que estamos propondo. O ponto é que eles tiveram tempo mais do que o suficiente para dizer ao resto do mundo qual é a realidade. Agora é a vez de eles calarem a boca e experimentarem os efeitos desagradáveis da vida.

O tratamento que gostaríamos de compartilhar não difere em nenhum ponto essencial do modo como eles trataram o resto do mundo por quase meio século. De agora em diante, toda idéia fixa deles será empurrada no mercado comum de idéias como se fosse apenas uma coisa velha qualquer. Sem mais privilégio epistêmico de qualquer espécie, e sem mais paparicos a suas sensibilidades estéticas ou convenções lexicais. É assim que eles vão ser tratados. E eles vão engolir tudo, e vão gostar.

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Fidelbogen. The Non-Feminist Invasion of Feminist Mindspace. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/the-non-feminist-invasion-of-feminist.html>. Acesso em: 29 out. 2013. 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Controlar ou Ser Controlado


Por Fidelbogen

O significado do verbo “controlar” varia de acordo com o que a agenda feminista requer em um dado momento. Por exemplo, as feministas gostam de dizer que “os homens devem se controlar”, mas elas só dizem isso em um determinado contexto. Em um contexto diferente, um homem que realmente controla a si mesmo pode ser condenado por elas como alguém “obcecado por controle” ou algo semelhante. No entanto, elas não querem que o homem controle a si mesmo de maneira que as mulheres não possam mais regular a existência dele. Em outras palavras, elas querem que todos os homens governem a si mesmo sob a ocupação feminista — ou “trabalhem com o feminismo”, como elas costumam denominar. Mas não se enganem, elas não vêem com bons olhos qualquer homem que é espiritualmente autônomo e que tenha auto-respeito.

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Fidelbogen. To Control or to be Controlled. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/what-feminism-cant-argue-with.html>. Acesso em: 28 out. 2013. 

sábado, 26 de outubro de 2013

O que o Feminismo não Pode Contestar


Por Fidelbogen

Quando o termo “não-feminismo” se apresenta sem explicação e, no entanto, aparentemente exigindo respeito, como pode um feminista argumentar contra isso? A resposta é espinhosa, e dada com dificuldade.

Veja você, o “não-feminismo” diz muito e quase nada. Ele diz muito porque examina um grande território, e não diz muita coisa porque não sabemos muito sobre o que contém esse território. Nos é dito apenas que ele não contém o feminismo.

Então, o que há para argumentar?

Você pode seguir pelo resto de sua vida e nunca mais ter que chamar a si mesmo de qualquer coisa a não ser de um não-feminista. Talvez você jamais irá precisar ou se preocupar em usar qualquer outra identificação senão essa. Eu gostaria de insistir que você não precisa expressar sua oposição em termos de um movimento, manifesto, declaração de missão ou qualquer coisa positiva assertiva. Declarar-se não-feminista não é fazer mais do que localizar a si próprio fora do universo do feminismo — e isso é tudo que você precisa. É uma manobra pouco estimulante, mas carrega um enorme peso político.

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Fidelbogen. What Feminism Can't Argue With. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/what-feminism-cant-argue-with.html>. Acesso em: 26 out. 2013. 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O que é a Revolução Não-feminista?


Por Fidelbogen

A revolução não-feminista não é um “movimento”, mas, em grande parte, a ressurgência demográfica inconsciente de resistência ao feminismo e a suas conseqüências. É um processo objetivamente histórico, de caráter espontâneo, orgânico e amoral. Nós não instigamos esta “revolução”. Simplesmente nós a reconhecemos e demos a ela um nome.

Por fim, a revolução não-feminista não é um grupo humano alvo identificável. Pelo contrário, ela funciona como uma nuvem de forças que se manifestam através de ações humanas que podem por vezes ser politicamente ligadas umas as outras, mas outras vezes, não. E desde o reconhecimento da realidade objetiva da revolução não-feminista, a nossa preocupação tem sido a de aproveitar a energia da mesma, de modo a torná-la politicamente eficiente.

Tornar a revolução não-feminista politicamente eficiente significa tanto minimizar o tempo de trânsito de um mundo feminista para um mundo pós-feminista, quanto minimizar qualquer caos e miséria humana que possam aparecer nesse processo.

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Fidelbogen. What is the Non-Feminist Revolution? Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/what-is-non-feminist-revolution.html>. Acesso em 07 outubro 2013. 

domingo, 6 de outubro de 2013

O Esquerdo-Feminismo é um Chupador de Sangue


Por Fidelbogen

O Ginocentrismo é aquilo que liga o feminismo a ambos os lados do espectro político: da Esquerda à Direita. A Esquerda difere da Direita porque acrescenta uma mistura da ideologia esquerdista à ginocêntrica. A Esquerda “delega poderes” às mulheres para fazerem um monte de coisas que o tradicionalismo não permitiria. Pode-se dizer que a “Esquerda” dá às mulheres um novo conjunto de ferramentas de poder.

E, no entanto, observe que não há clamor geral feminista para que as mulheres desistam das vantagens tradicionais ginocêntricas da Direita (ou seja, do cavalheirismo). Isso faz todo o sentido, porque se as mulheres realmente desistissem dessas vantagens tradicionais, faria a versão do feminismo da Esquerda entrar em colapso e chegar ao fim.

Em última análise, a Esquerda feminista recebe a maior parte de seu suprimento de sangue da Direita feminista. E esse suprimento de sangue é nada menos que o velho ginocentrismo.

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Fidelbogen. Left-Feminism is a Blood Sucker. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/01/left-feminism-is-blood-sucker.html> Acesso em: 06 out. 2013.

sábado, 5 de outubro de 2013

O Femplex — A Cadeia de Suprimentos Cultural do Feminismo


Por Fidelbogen

O feminismo pode ser definido como “o projeto para aumentar o poder das mulheres”. Depois que tenhamos ancorado firmemente esse axioma no cérebro das pessoas o suficiente, as coisas podem começarem a avançar.

Em outras palavras, o feminismo é o SUPREMACISMO FEMININO.  E tudo aquilo que sustenta ou estimula o projeto de supremacismo feminino é uma parte da cadeia de suprimentos cultural do feminismo — também conhecida como Operações Complexas Feminísticas (ou, abreviando, “femplex”).

O femplex se estende ao longo de toda a cultura — toda ela, não apenas à “esquerda” ou à “direita” dela.

A palavra “feminismo” gera confusão, pois é aplicada a algumas partes do femplex, mas a outras partes, não. Em conseqüência, aqueles que se mobilizarem contra o que o feminismo tem feito, carecerão de um modo eficiente de pensar e falar sobre a situação. Obviamente, uma compreensão holística deve ser transmitida a tais pessoas.

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Fidelbogen. The Femplex — Feminism's Cultural Supply Chain. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/the-femplex-feminisms-cultural-supply.html> Acesso em 05 outubro 2013.