Ads 468x60px

Mostrando postagens com marcador Feministas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Feministas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Esta vai para os anais da dialética feminista…


A feminista Deputada Alice Portugal (PC do B) alegou, no dia 27/10/2015 na Comissão Especial do Desarmamento, que “15 milhões de mulheres são assassinadas todos os dias”. Ora, se 15 milhões de mulheres morressem assassinadas por dia, isso significaria que estariam morrendo, por ano, 15.000.000 x 365 = 5.475.000.000 de mulheres, ou seja, 5 bilhões e 475 milhões de mulheres por ano. O detalhe é que o nosso planeta inteiro tem cerca de 7 bilhões de pessoas, com pouco mais de 3,5 bilhões de mulheres no total. A não ser que ela esteja sabendo de algo que ninguém saiba, e que esteja se referindo a outro planeta ou galáxia onde haja mulheres como habitantes… hahaha.

Bom, vejamos o vídeo:



Isso porque ela só está contando o número de mulheres que morrem por assassinato… hahaha. Imagine se ela quiser adicionar ao número de mulheres que morrem por outras causas.

Moral da história

Depois de tantos anos lidando com feministas, sabemos que TODAS as estatísticas apresentadas por elas, ou são MENTIROSAS/FALSAS e/ou são UNILATERAIS, ou seja, expressam somente o lado da mulher e abordam com uma lente de aumento tudo aquilo que for do interesse apenas da mulher, enquanto ocultam e/ou banalizam tudo de ruim que acontece aos homens.

terça-feira, 3 de março de 2015

Violência Doméstica contra Homens e Meninos: “Vulnerável”, “sensível” e “frágil” MULHER FEMINISTA ESPANCA O FILHO DE 5 ANOS ATÉ A MORTE!


por Charlton Heslich Hauer

Mais uma “sagrada mãe” mulher feminista mata seu filho de forma cruel, monstruosa e criminosa. Adriano Ramos, de apenas 5 anos de idade, estava internado na Santa Casa de Franca desde quinta-feira. Ele não resistiu às graves agressões da “vulnerável mulher mãe” e teve morte cerebral na sexta; informação foi confirmada só no domingo. Ver matéria completa clicando aqui.



Fiquei sabendo que a mulher disse que o matou porque o filho era um “machista que vinha agredindo-a há muitos anos”. O delegado encarregado acreditou na versão da mulher, não a prendeu e disse que toda mulher deve responder seus crimes em liberdade. Toda a mídia feminista (ou, simplesmente, “toda a mídia”) publicou várias e várias matérias culpando o menino e incitando o ódio contra ele, e a sociedade festejou o assassinato demonstrando isso em milhares de comentários internet afora. 

Os direitisto-ginocêntricos acharam justo o assassinato, pois, para eles, “menino bandido bom é menino bandido morto”. Os esquerdisto-feministas comemoraram bastante o assassinato, fazendo uma marcha a favor do “holocausto masculino”. Nesta “marcha pelo holocausto masculino”, os esquerdisto-feministas levantaram faixas contra o “machismo” e lembraram que é um “direito das mulheres matar todo homem e menino que elas quiserem, seja lá qual for o motivo”, e cobraram do Estado para que o holocausto masculino fosse logo implementado, pois isso seria um avanço na “redução da discriminação de gênero” e um avanço “rumo à igualdade de gênero”. Os libertários até concordaram com a idéia dos feministo-esquerdistas de que “mulheres devem ter a liberdade de matar homens e meninos quando quiserem”, mas se irritaram profundamente com a idéia de “igualdade”.

A juíza que julgará o caso também esteve presente na “marcha pelo holocausto masculino” e prometeu que a mulher assassina será inocentada, e até gritou palavras de ordem como “machismo nunca mais”. O julgamento será no próximo dia 08 de março, o dia internacional da mulher. A presidente Dilma afirmou que nomeará a juíza para ministra do Supremo Tribunal Federal pelos belos serviços prestados.

Casos de crimes idênticos serão retratados no programa “casos de família”, com o título “bebês do sexo masculino devem ser exterminados”, onde a apresentadora do programa dará tiros de pistola 380 na cabeça de vários bebês. O Conar disse que, se houver denúncia contra o programa, este será absolvido por unanimidade, pois, para o Conar, o programa “não violaria nenhum pouco os Direitos Humanos de Homens e Meninos”.

O eterno presidente do Senado, Renan Calheiros, encomendou uma pesquisa e orientou que todos os casos como esse fossem contabilizados como “violência contra a mulher”.

A presidente Dilma e todos os demais políticos prometeram que o holocausto masculino deverá ser aprovado muito brevemente. 

Os defensores dos Direitos Humanos dos Homens e Meninos no Brasil preferiram não opinar sobre o assunto.

E “viva os direitos da mulher!”


Não gostou por achar que isso é sarcasmo com coisa séria? Pois, eu quero dizer que não é sarcasmo, não. São essas as discriminações e monstruosidades com as quais, verdadeiramente falando, homens e meninos sofrem todos os dias.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Como Quebrar uma Dialética


Décimo segundo e último artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo

Artigos anteriores desta teoria:
Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
Leitura Nº 10: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I
Leitura Nº 11: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte II


Por Adam Kostakis 

Leitura Nº 12

“O feminismo ajuda os homens também!” — Ditado popular do final do século 20

Se você dispôs, ainda que de um curto período de tempo, visitando os sites e blogs da esfera dos Direitos dos Homens, você, sem dúvida, já deve ter encontrado uma ou duas detratoras feministas afirmando que “Nem Todas as Feministas São Assim.” Isso se tornou tão comum que os Defensores dos Direitos dos Homens têm se referido a isso como “a defesa NTFSA”. Mas essa alegação deve ser assim, prontamente rejeitada? Dependendo do contexto, a feminista pode muito bem estar certa. Uma suposta feminista que tenha encontrado acidentalmente minhas duas últimas postagens, as quais apontam como conseqüência final do feminismo o extermínio físico dos homens, pode muito bem contestar que não é esse o futuro que ela espera, e, portanto, que ela Não É Assim — e ela não estaria necessariamente errada.

Naturalmente que a nossa suposta feminista não teria lido com o cuidado suficiente aquilo que eu claramente afirmei, que é mais provável que o extermínio físico dos homens venha a ser posto em prática como o resultado de um processo orgânico, começando com uma indiferença hostil, seguido da perseguição ativa mediante burocracias estatais, sem a exigência de que o extermínio seja conscientemente articulado ou defendido por mais do que um pequeno número de feministas. As outras só precisam pactuar com o programa; elas não precisam entender onde tudo isso vai acabar. No coração de tudo isso está a dicotomia entre as Feministas Bem-intencionadas e as Feministas Radicais.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A Natureza Ecológica da Dificuldade


Por Fidelbogen

Há uma ecologia social masculina. Da mesma forma, existe uma ecologia social feminina. Mas antes, há uma ecologia social pura e simples para ambos, um grande círculo que envolve igualmente homens e mulheres, e que transita entre eles. Convenhamos: homens e mulheres vivem no mesmo planeta, suas fisiologias são majoritariamente as mesmas, bebem da mesma água e respiram o mesmo ar, são indispensáveis um ao outro como espécie, e o bem-estar de ambos está interligado em uma infinidade de maneiras que não precisamos ter a esperança de desvendá-las.

E sim, as feministas gostam de trombetear a idéia de que as mulheres são o sexo “ecológico”, aquele que encarna as virtudes de parentesco, de interdependência, de intuição, de sentimento holístico e assim por diante. Eu vou omitir “as mulheres” da discussão aqui, mas eu não posso perder a ironia monumental de que não há nada ecológico no feminismo, o qual sua práxis holística tem sido completamente feminino-solipsista, para não falar de supremacista. Por toda a sua retórica verde, o movimento das mulheres tem persistentemente agido alheio à natureza sexualmente interdependente de bem-estar humano.

Veja bem, o bem-estar das mulheres não é uma caminhonete Monster 4X a qual você pode dirigir em qualquer lugar que quiser, derrubando cercas e canteiros, e passando por cima do bem-estar dos homens, como se tal coisa existisse. Não, você não pode destruir metade de uma ecologia social, sem repercussão sobre a outra metade. Perdoe-me por insistir no óbvio, mas você não pode envenenar apenas metade de um poço. O veneno irá se espalhar rapidamente para a outra metade, e quando isso acontecer, você não pode culpar essa metade pelas conseqüências. Se você jogou o veneno dentro do poço, então VOCÊ é a única culpada.

__________
CF, Fidelbogen. The Ecological Nature of the Difficulty. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/the-ecological-nature-of-difficulty.html>. Acesso em 15 novembro 2013.

Tradução atualizada em: 23 abril 2014.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Sem o Feminismo Radical, não Haveria, absolutamente, nenhum Feminismo


Por Fidelbogen

Quando você expõe o feminismo radical à luz solar desinfetante do olhar do mundo, pelo menos, em teoria, você o mata. E você mata o resto do feminismo também. Os feminismos moderados devem sua existência à existência do feminismo radical. O feminismo radical é o elemento motriz que mantém TODO o feminismo, dinâmico. Subtraia o feminismo radical do resto do feminismo, e ele cresceria anêmico e desprovido de finalidade, e finalmente, desapareceria.

Isso lança uma luz instrutiva sobre o clichê de que “nem todas as feministas são assim”. Veja você, não é mesmo necessário que todas as feministas sejam “assim”, contanto que algumas feministas sejam. Basta apenas isso. O feminismo em conjunto ara seu sulco destrutivo pelo mundo pelo trabalho combinado de todos os feministas — mesmo os moderados. Mas os radicais são a verdadeira força motriz, dispostos a conduzir o empreendimento em direção a fronteiras inimagináveis. Os moderados, quer eles admitam ou não, servem principalmente para camuflagem, porque não importa o quão longe os radicais desafiem os limites, os moderados sempre irão parecer comparativamente razoáveis — como “bons policiais” nesse jogo imutável.

Compreenda, os feministas moderados não são muito de desafiar limites. Isso é o que os radicais fazem. Mas quando o limite, de fato, é desafiado, pode-se sempre contar com os moderados para preencher o espaço que os radicais insistentes abriram para eles. A corrente dominante está sempre migrando para uma direção mais radical, e por isso o futuro do feminismo liberal é sempre radical.

__________
CF, Fidelbogen. Without Radical Feminism, There Would be no Feminism at All. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/without-radical-feminism-there-would-be.html>. Acesso em 14 novembro 2013.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Morte aos Chavões Feministas!


Por Fidelbogen

Quase todo o jargão do feminismo deveria parar numa lata de clichês. Palavras soltas como “misoginia”, “patriarcado” e “igualdade” são usadas de uma forma mistificacionária, uma vez que o interlocutor sempre os emprega com liberdade criativa. Acho que as pessoas que apregoam esses termos, ou lhes falta clareza em suas mentes sobre o que elas estão dizendo, ou tentam, por motivos escusos, confundir uma coisa com outra coisa.

A palavra “misoginia” vai servir como um excelente exemplo. Praticamente nunca mais ela voltou a ser utilizada honestamente, e se tornou tipicamente uma forma de difamar ou silenciar indivíduos ou grupos que são considerados ter opiniões erradas sobre determinados temas. Mais vezes do que o contrário, as pessoas usam essa palavra como algo a esconder.

Como um exercício de higiene semântica e probidade intelectual, as pessoas deveriam repensar o uso desta palavra e até mesmo fazer um pouco de introspecção se isso for necessário. Toda vez que elas sentirem vontade para soltar um “misoginia” ou “misógino” em sua comunicação, elas devem parar e pensar cuidadosamente a respeito do que elas estão realmente tentando comunicar. Em seguida, elas devem escolher, entre a miscelânea de significados possíveis, um item que mapeie com precisão o seu pensamento real, e usar ou um termo exato ou uma frase curta descritiva para transmitir isso. Tal exercício pode forçar as pessoas a pensar fora da caixa, e pelo menos vai mantê-las no bom caminho. 

Levando isso para um nível ainda mais alto, por que não aplicar uma moratória sobre TODO o uso de “misoginia” ou seus derivados? O mesmo vale para quase todas as palavras-chave no léxico feminista. Afinal, estes são clichês, então por que não dar-lhes um descanso?

__________
Fidelbogen. Death to Feminist Buzzwords! Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/death-to-feminist-buzzwords.html>. Acesso em 13 novembro 2013. 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Questões de Confiança e Planos Feministas


Por Fidelbogen

Os homens não podem mais razoavelmente confiar nas mulheres: essa é uma realidade de importância subestimada hoje em dia, e eu culpo o feminismo por isso acontecer. Não é uma situação saudável, tenho certeza que você vai concordar, mas, dada a disposição do atual sistema jurídico, toda mulher é uma traidora em potencial de todo homem, e nenhum homem com algum auto-respeito ou algum entendimento para sua própria segurança não pode se dar ao luxo de ignorar isso.

Dito duma forma simples, os homens agora são cidadãos de segunda classe, de modo que não é razoável exigir uma atitude de primeira classe deles, não é? Não é razoável exigir que eles se importem, não é? As feministas adoram bater o gongo sobre a questão da “misoginia”, mas eu gostaria de manter o feminismo como o responsável, acima de todas as outras forças, pela criação de misoginia, por ter promovido as condições que garantiram o crescimento natural da mesma.

Os homens não podem mais razoavelmente confiar nas mulheres, enquanto simultaneamente vermos muitas mulheres se corrompendo pelo “empoderamento” que o feminismo tem garantido em seu nome. Não é preciso de modo algum um cérebro para entender que isso nunca vai promover uma atitude amorosa, pelos homens, para com as mulheres. Pelo contrário, só pode alimentar uma espiral de animosidade em ambos os lados. Mas as feministas desejam ver esta mesma coisa acontecendo. Para elas, isso tem uma importância vital, pois mantém o seu culto vivo.

__________
Fidelbogen. Trust Issues and Feminist Plans. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/02/trust-issues-and-feminist-plans.html>. Acesso em 11 novembro 2013.

sábado, 2 de novembro de 2013

Feministas e Tradicionalistas são Gêmeos Naturais


Por Fidelbogen

O lado obscuro da natureza feminina é rotineiramente varrido para debaixo do tapete, ou justificado, ou “enfeitado” de várias maneiras. Tal comportamento justificado (chamado muitas vezes de uma forma solta de “cavalheirismo”) tem raízes profundas na cultura em geral. Claramente, então, é muito anterior à década de 1960, quando então o regime radical feminista atual começou.

E esse regime feminista em si é muito mais um desdobramento da cultura historicamente existente do que qualquer outra coisa. Ele não se popularizou na humanidade assim do nada; ele cresceu a partir do que existia. E assim o princípio feminista de que as mulheres nunca fazem nada de errado se baseia na mesma ordem cavalheiresca “patriarcal” da qual ela surgiu. Ela se baseia no ginocentrismo profundo-estrutural da tradição do “açúcar e especiarias”* e perpetua essa tradição de forma dissimulada.

O feminismo não visa encerrar o assim chamado patriarcado, mas transformá-lo em algo controlado, primeiramente, por homens e mulheres feministas e, em segundo lugar, por “Cavaleiros Brancos” ginocentristas provenientes das fileiras dos tradicionalistas. Por fim, o grupo no meio do fogo cruzado será o daqueles homens que, qualquer que seja a combinação de métodos, estarão minimizando o controle feminino sobre suas vidas. Feministas e tradicionalistas ambos nutrem um antagonismo natural para com esse grupo.

__________
Nota do Tradutor:

"açúcar e especiarias": Refere-se a uma cantiga de roda que data do início do século XIX, atribuída ao poeta inglês Robert Southey, que dizia que meninas são feitas de açúcar e especiarias e tudo que há de bom, enquanto que os meninos são feitos de sapos, caracóis e rabos de cães. Vejamos a letra no original:

"What are little girls made of ? 
Sugar and spice, and all things nice, 
that's what little girls are made of. 

What are little boys made of ? 

Frogs and snails, and puppy dogs tails, 
that's what little boys are made of"

__________
Fidelbogen. Feminists and Traditionalists are Natural Bedfellows. Tradução e notas de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/feminists-and-traditionalists-are.html>. Acesso em: 02 nov. 2013.  

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A Essência do Feminismo é Visível para os Leigos, Sejam quais Forem os seus Pontos de Vista


Por Fidelbogen

Se os feministas fossem honestos, eles chamariam a si mesmos do que realmente são: supremacistas femininos. Mas eles não podem se dar ao luxo de serem honestos porque eles estão jogando um jogo furtivo e eles precisam ser dissimulados. Assim, eles se chamam de “feministas” porque é mais fácil vender esse nome para o público em geral.

A completa fenomenologia de supremacismo feminino ultrapassa o que qualquer feminista reconhece abertamente ser o feminismo, e a própria palavra feminismo funciona como um desvio da atenção. Então, se nós mobilizarmos nossa compreensão de acordo com categorias feministas, nós nunca vamos parar de olhar para onde o dedo feminista está apontando, e aquele dedo nunca vai nos apontar para a vitória ou para a verdade. De fato, ele nunca vai nos apontar para qualquer coisa a não ser para um futuro supremacista feminino em constante evolução.

E é por isso que devemos muito rapidamente deixar de lado o que feministas dizem sobre o feminismo. Nós não-feministas em geral, os homens em particular, somos os vitimados pela inovação feminista. O impacto é sobre NÓS, por isso temos todo o direito de dizer o que o feminismo é ou não é do nosso próprio objetivo do negócio. Nosso investimento em cima desse ponto é tão válido quanto qualquer outro. Nós sabemos onde o sapato nos aperta.

__________
Fidelbogen. Feminism's Essence is Visible to Outsiders from Where They Stand. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/feminisms-essence-is-visible-to.html> Acesso em 03 outubro 2013.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Tomando o Controle da Definição e do Discurso


Por Fidelbogen

Em última análise, pretendemos estabelecer duas coisas: em primeiro lugar, o que o feminismo É… e em segundo lugar, se ele é DESEJÁVEL. Até agora, os feministas detiveram o monopólio do discurso neste campo, policiando o pensamento dos caminhos do diálogo que levam até ele ou fora dele, e transformando o mundo da respeitável opinião pública em uma câmara de ressonância, onde apenas as questões feministas são autorizadas a serem levantadas, e apenas as respostas feministas são autorizadas a serem formuladas.

Não é de surpreender, portanto, que feministas concluíram que o feminismo é tão desejável quanto digno de admiração. No entanto, eles sempre têm envolta em névoa a clara e simples definição de feminismo, disponibilizando várias assim chamadas “respostas”, aquelas tais respostas inadequadas, que de verdade não respondem absolutamente nada. E que, se me permite, é o ponto fraco deles em que nós, como candidatos a contrafeministas de verdade, devemos começar a infundir nossas operações.

__________
Fidelbogen. Taking Control of the Definition and the Discourse. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/01/taking-control-of-definition-and.html> Acesso em 01 outubro 2013.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Você não Pode Desmontar o Feminismo com Ferramentas Feministas


Por Fidelbogen

Rejeitamos qualquer método de estudar o feminismo que comece adotando a visão de mundo feminista, reconhecendo que qualquer definição feminista de feminismo só pode ser um produto daquela visão de mundo — uma visão de mundo que não compartilhamos! Como filósofos não-feministas, entendemos que você não pode começar dentro do feminismo e, em seguida, discutir o seu caminho para sair dele usando vocabulário e discurso feminista para pavimentar seu caminho.  Não. Como primeiro passo necessário, você deve declarar-se alheio ao feminismo; você deve ocupar a perspectiva Arquimediana e proceder a partir daí.

A feminista radical Audre Lorde uma vez notavelmente observou que “você não pode desmontar a casa do mestre com as ferramentas do mestre.” Como filósofos não-feministas, entendemos o feminismo em termos independentes, e não temos formulado nossas conclusões mediante qualquer cadeia de raciocínio feminista. Portanto, a nossa estratégia é a de reformular toda a discussão, forçando-os a se envolver com nossos problemas sob nossos termos, enquanto elas fazem barricadas nas suas habituais avenidas evasivas.

__________
Fidelbogen. You Can't Dismantle Feminism With Feminist Tools. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/you-cant-dismantle-feminism-with.html> Acesso em 27 setembro 2013.

sábado, 3 de agosto de 2013

O Keynesianismo Feminista


Por “the Truth”

No Brasil está em curso o keynesianismo feminista. Antes de tudo é necessário explicar o porquê disso!

As mulheres, desde que entraram no mercado de trabalho, reclamam que sofrem preconceito e ganham menos. Só que isso atualmente não teria sentido. As mulheres ganham o mesmo que os homens, em alguns casos, ganham até mais.

Qual é o problema então?

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Aquelas que Amaldiçoam o Feminismo, mas que, na Realidade, São Feministas


Por Fidelbogen

Existem mulheres tradicionalistas que protestam com veemência contra o feminismo, só porque as privou de algum benefício feminino que antigamente elas acreditavam possuí-lo. Nunca que elas dizem uma só palavra sobre o que o feminismo tem feito AOS HOMENS, particularmente. Essas mulheres são totalmente ginocêntricas, e não movem um só músculo a respeito das falsas acusações de estupro, por exemplo. Mas tende piedade de nós, como elas gostam de continuar falando a respeito da morte do cavalheirismo! Maldito seja o feminismo que está matando o cavalheirismo e transformando os homens em estúpidos inadequados para o casamento. Maldito seja o feminismo por levar os homens a objetificar as mulheres! MALDITO seja o feminismo!

Tais mulheres são feministas em tudo, menos no nome. Elas podem ser culturalmente de Direita, mas o feminismo é um produto igualmente de Direita e de Esquerda, já que seria impossível explorar os homens de maneira eficaz, se o ataque não fosse organizado por ambas as extremidades do espectro.

__________
Fidelbogen. De Facto Feminists Who Curse Feminism. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/de-facto-feminists-who-curse-feminism.html >. Acesso em: 27 fev. 2013.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Você Não Pode Voltar o Relógio


Por Fidelbogen

Se pudéssemos restabelecer o mundo exatamente como ele era, antes do feminismo, nós iríamos restabelecer as mesmas condições — ou as vulnerabilidades — que permitiram, sobretudo, que o mesmo feminismo assumisse o controle. E é exatamente aí onde os antifeministas “troglo-conservadores” (como, Jack Donovan) perdem a oportunidade; uma grande chance. Eles gostariam que o calendário retrocedesse para um determinado status quo pro ante [N. do T.: ou seja, para um específico estado em que se encontrava anteriormente], ignorando, assim, as lições da história. Ora, a essa altura, deveríamos ter aprendido que aquele antigo estado de vida foi, de um modo profundamente conseqüente, a base que deu toda a sustentação ao feminismo. Aquele estado de vida era como um sistema de computador com uma falha de segurança, que permitiu que hackers feministas se aproveitassem da situação. Assim, a fim de garantir que isso não volte a acontecer, temos que reconstruir o firewall do sistema, seguindo um plano muito diferente. E só mesmo uma mudança de paradigma cultural tornará isso possível.

Pois bem. Você deve esquecer a idéia de voltar aos imaginários bons e velhos tempos do “patriarcado”. Isso não irá acontecer, pessoal. Nós não temos para onde ir, a não ser, seguir adiante em direção ao futuro pós-feminista. E como será esse futuro? Bem, eu só posso lhe dizer uma coisa: as feministas irão odiá-lo, assim como os “troglos” também irão. Portanto, prepare-se para viver no fogo cruzado!

__________
Fidelbogen. You Can't Turn Back the Clock. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/you-cant-turn-back-clock.html>. Acesso em 22 fev. 2013.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

“A Fera da Penha”!


Por Charlton Heslich Hauer

Neyde Maria Lopes (Rio de Janeiro, 2 de março de 1937), que ficou nacionalmente conhecida como “A Fera da Penha”, é uma mulher que nos anos 60 foi acusada e condenada a 33 anos de prisão em regime fechado por sequestrar, assassinar e incendiar uma criança de 4 anos nos fundos do Matadouro da Penha, no bairro de mesmo nome no subúrbio do Rio de Janeiro.

 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Violência Doméstica: Mulher mata o filho, corta-o ao meio e o joga para os urubus!


Por Charlton Heslich Hauer

Mais um caso de violência contra o sexo masculino. Dessa vez, contra um menino recém-nascido.

A mulher Ana Paula Bastos, de 18 anos, foi presa, na manhã desta sexta-feira (23), acusada de ter cortado o próprio filho recém-nascido ao meio, com uma faca de cortar carne, no Bairro Morro da Onça, em Esperantina, município da região norte do Piauí. Até agora a polícia encontrou apenas uma das partes da criança, que havia sido jogada no fundo de uma capela. A população descobriu que a criança tinha sido assassinada, depois que viram urubus nos fundos da capela, devorando as vísceras do bebê. (Atenção: ao longo do texto aparecerão algumas cenas fortes).

domingo, 18 de novembro de 2012

Homem líder masculinista americano é recebido com violência por feministas!


Por Charlton Heslich Hauer
 

Nessa última sexta-feira (16), o americano ativista pelos direitos dos homens, autor do livro sobre questões dos homens, The Myth of  Male Power (O Mito do Poder Masculino), Doutor em Filosofia, Mestre em Ciência Política e Bacharel em Ciências Sociais, Warren Farrell, foi recebido com violência em Toronto, Canadá. Motivo: o líder masculinista foi fazer uma palestra sobre “Conscientização sobre as questões dos Homens na Universidade de Toronto”. O tema da palestra era: “De meninos a Homens: A crise para além dos meninos”, onde o Dr. Farrell foi tratar de assuntos como: por que os jovens do sexo masculino ficaram para trás na educação há cerca de 25 anos? Por que eles estão cometendo mais suicídio? Por que passam muito tempo jogando videogame? Por que não estão conseguindo sair da casa dos pais? E como podemos ajudá-los? 

sábado, 30 de junho de 2012

“Pig Latin”¹ – Brincando com as palavras


Vamos dar continuidade, então, à Teoria do Ginocentrismo. 

Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique aqui para ler a 2º artigo: A Mesma História Repetida
Clique aqui para ler a 3º artigo: Refutando o Apelo ao Dicionário


Por Adam Kostakis

Leitura N° 4

“É como se a língua comum que usamos todos os dias tivesse um conjunto oculto de sinais, uma espécie de código secreto” - William Stafford

Para recapitular o artigo anterior: os Defensores dos Direitos dos Homens não devem ter medo de brincar com as palavras; de redefinir o debate; de reformular a linguística convencional e usá-la como quiserem. Não tenham medo de fazer um jogo. Usem palavras — e os significados que vocês escolherem para atribuir a elas — para zombar, humilhar e confundir seus inimigos. Vejamos um bom exemplo — temos abaixo um tipo de uso de típica fraseologia feminista, mas com uma diferença importante:

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Feministas: Incitadoras e Incitadores de assassinatos!


Por Charlton Heslich Hauer

Atenção, caro leitor. Preste atenção nesse vídeo, se tiver “estômago” para isso.



Vejamos o que Christian J. fala a respeito (NT: citação traduzida do inglês):