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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Saiba como denunciar conteúdos misândricos exibidos na TV e no Rádio


Imagem: Reprodução Redes Sociais

por Charlton H. Hauer

Diariamente, diversos conteúdos exibidos pela TV brasileira têm sido altamente misândricos. Desde os programas de auditório, passando pelas telenovelas, até os telejornais, todos estes programas têm como freqüente conteúdo a retratação negativa dos homens, estereotipando-os como indivíduos violentos, vilões, preconceituosos, burros e como indivíduos dispensáveis e descartáveis. Em contrapartida, os meios de comunicação não sujeitam as mulheres ao mesmo tipo de representação. Pelo contrário. Até mesmo os maiores crimes hediondos cometidos por mulheres contra homens e meninos são ocultados ou justificados pela mídia brasileira, sobretudo pelas Redes de Televisão. E retratar os homens dessa forma e não sujeitar as mulheres à mesma representação é uma forma de marginalização dos homens, pois é o mesmo que dizer que os homens não são tão dignos quanto às mulheres. Esse tipo de discriminação, então, acarreta na “desumanização” de homens e meninos.

Dentre os programas mais misândricos da TV brasileira (eu poderia citar mais de uma dezena deles), destacam-se negativamente, ao nosso ver, os programas “Casos de Família” do Sbt, apresentado por Cristina Rocha, e o programa “Brasil Urgente” da TV Band, apresentado por José Luiz Datena. Homens são sempre retratados como vilões e monstros criminosos nestes programas, e as mulheres, sempre como vítimas deles.

Como denunciar tais programas?

Se você avalia que estes programas e estas emissoras estão cometendo abusos, agora você pode protocolar uma denúncia ao Ministério Público Federal, sem sair de casa, usando a Internet. A seguir, vamos mostrar um “passo a passo” do que você deve fazer:

1) Vá até a “Sala de Atendimento ao Cidadão” do Ministério Público Federal (MPF) clicando NESTE LINK.

2) Em seguida, clique em “REGISTRAR DENÚNCIA OU SOLICITAÇÃO”. Você será encaminhado à página onde a denúncia propriamente dita será feita. Esta página está sob o título “Cadastro Manifestação”.

3) No campo “Tipo”, você clicará em pessoa física ou jurídica. Aparecerão alguns campos solicitando seus dados pessoais. Preencha-os.

4) No campo “Tipo Manifestação” selecione “Denúncia”.

5) No campo “Descrição da Manifestação”,  escreva o conteúdo de sua denúncia. Aqui vão alguns exemplos do que você poderá relatar:

O programa “C”, veiculado pela Rede de Televisão “S” de “tal dia a tal dia” (coloque os dias e horários em que o programa é exibido), vem: discriminando os homens, cometendo sexismo, incitando o ódio contra homens e meninos, retratando negativamente os homens, vulgarizando as relações humanas,  discriminando e banalizando a conduta humana, desrespeitando a pessoa humana, etc.

6) No campo “Solicitação”, você deve escrever o que espera do MPF.  Você pode, por exemplo, pedir ao MPF que exija que a emissora e o Ministério das Comunicações prestem esclarecimentos com relação ao conteúdo que foi ou está sendo veiculado.

Além do MPF, você pode denunciar o programa também ao Ministério das Comunicações através do e-mail: <denuncia@comunicacoes.gov.br>.

O que acontece depois que o MPF recebe a denúncia?

Em primeiro lugar, o MPF enviará para o denunciante alguns e-mails informando: que a denúncia foi cadastrada com sucesso, o número dela para consulta e que ela será enviada à Procuradoria da República do estado do denunciante. Após a análise do setor responsável, depois de alguns dias, a denúncia retorna à Procuradoria de S. Paulo e ela será autuada como Notícia de Fato.

Em caso de deferimento, é iniciado um diálogo entre o MPF e a emissora, no sentido de uma retratação ou abrir espaço em sua programação para veicular campanhas educativas ou que possam dar voz ao grupo que se sentiu atingido pelo conteúdo. Se não for possível um acordo com a emissora, o MPF parte para uma ação civil pública com o objetivo de aplicar sanções.

Então é isso. Se você acredita que tais programas não podem continuar a incitar o ódio contra homens e meninos, impunemente, faça a sua parte. Denuncie, já! Não custa nada e não exige (praticamente) nenhum esforço. Cada denúncia é fundamental no combate à misandria na mídia.

Porque Direitos dos Homens e Meninos são Direitos Naturais (“Humanos”).

__________
Fonte: Portal EBC. Disponível em: <http://www.ebc.com.br/cidadania/2015/03/saiba-como-denunciar-conteudos-improprios-exibidos-na-tv-e-no-radio>. Acesso em 05 jun. 2015.

domingo, 6 de julho de 2014

Introdução aos Grupos e Movimentos Pró-Masculinos e Antifeministas


Veremos a partir de agora algumas definições e caracterizações dos principais grupos e movimentos que tratam de questões e causas masculinas. Você, caro leitor, provavelmente já deve ter visto ao menos alguma coisa sobre esses grupos/movimentos, os quais lidam com direitos, questões e problemas dos homens. Tais definições, aliadas às diferenças entre tais grupos, e às diferenças em relação ao feminismo, poderão servir como um recurso para que o leitor reconheça o grupo com o qual se identifica mais.

Antes, quero só dizer que não sou a autoridade oficial no assunto, e que minha posição a respeito não é a palavra final sobre o mesmo. As seguintes definições e caracterizações são fruto do que aprendi com diversas figuras proeminentes dos respectivos grupos/movimentos, e baseadas na minha interpretação pessoal, tomando minha própria experiência como guia. Sinta-se à vontade para sugerir novas definições, corrigi-las ou ampliá-las.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Página Feminista do Facebook Faz Incitação e Apologia ao Crime! DENUNCIE!


A Página de comunidade do Facebook “O Machismo nosso de cada dia” há muito tempo vem incitando o ódio e fazendo apologia ao crime contra todos os seres humanos do sexo masculino. Abaixo mais uma prova cabal de tal lamentável expediente. Este é o link da famigerada página: 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

URGENTE! Pedimos a Ajuda de Todos para Votar “NÃO” em Mais Duas Enquetes SUPREMACISTAS FEMININAS!


Por Charlton Heslich Hauer

Mais duas enquetes, dessa vez apresentadas no site VOTENAWEB, que não consideram os homens como seres humanos. Por isso, devemos “VOTAR NÃO”!

1ª ) Projeto de lei 5097/2013 da deputada FEMINAZISTA Aline Corrêa do PP para ampliar as penas de violência doméstica apenas quando o agressor for o homem e quando a vítima for mulher.

Cliquemos nessa página: http://www.votenaweb.com.br/projetos/plc-5097-2013

Cliquem em “Votar Não”, em seguida cliquem em “Conectar com o Facebook”, depois em “Entrar”, e pronto! Seu voto foi autenticado.

Se não tiver conta de Facebook, crie uma conta no próprio site. Ainda há mais algumas perguntas abaixo, tal como: “Como você classifica esse projeto de lei?” Clique nas opções “Sem Noção” e “Irrelevante”.

2ª) Projeto de lei 4972/2013 do deputado FEMINAZISTA Davi Alcolumbre do DEM que obrigaria os homens, acusados de violência contra a mulher, a usarem tornozeleiras, como se fôssemos ratos de laboratório ou cachorros de rua. Um tratamento dado ao homem como esse é tão absurdo quanto àqquele que os homens recebiam na prisão de Guantánamo.

Cliquem nessa página: http://www.votenaweb.com.br/projetos/plc-4972-2013

Depois façam o mesmo procedimento que o da enquete anterior.


Se esses projetos de lei tivessem algo de sério, no mínimo, eles INCLUIRÍAM OS HOMENS, TAMBÉM! Mas nunca fazem isso, o que demonstra mais uma vez que o que este blog sempre fala é a pura verdade: que o Estado brasileiro é SUPREMACISTA FEMININO. Que o que importa para a sociedade brasileira é conceder PRIVILÉGIOS, PROVISÃO e PROTEÇÃO APENAS para as MULHERES. Que o bem-estar das mulheres é a única coisa que interessa. QUE AS MULHERES SÃO VALIOSAS E OS HOMENS SÃO DESCARTÁVEIS!

VOTAR NÃO!

PORQUE DIREITOS DOS HOMENS E MENINOS TAMBÉM SÃO DIREITOS HUMANOS!


Atualizado em 10 mai 2013.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Advogada afirma que os homens continuam sendo discriminados!

 
Em 1999, a advogada, licenciada em Filosofia e então presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) em Caxias do Sul (RS), Eliana Giustopublicou um artigo denominado Guarda de Filhos — Homens Também São Discriminados.

Aproveito para fazer uma pequena crítica a ela, apenas com relação ao termo “tambémusado no subtítulo do artigo, já que para mim, esse termo já se configuraria, em si, uma discriminação contra os homens. Talvez ela tenha escrito dessa forma para não jogar muita luz nos olhos de quem não está acostumado, e assim, não gerar mais polêmica do que o próprio conteúdo do artigo geraria. Ou talvez, ao utilizar o também, ela tenha constatado algo que ela mesma não enxergava anteriormente. Bem, como seu artigo é grandioso, tentemos ignorar isso e nos concentrar apenas nos fatos constatados por ela em sua experiência como advogada.

No artigo em si  que pode ser encontrado em .PDF, no 2º link dessa página,  ou em visualização rápida, aqui  ela já afirmava que os homens são discriminados no Direito de Família. 

Que os homens são discriminados nesse ramo do Direito, e em quase todas as outras esferas da vida que consigamos pensar, não é nenhuma novidade para aqueles que possuem um real compromisso com os fatos, com a verdade. Mas como há inúmeras forças colossais pró-femininas e em detrimento dos homens, convenhamos que é preciso muita coragem para poder dizer a verdade nesse sentido.

Em 2008, ou seja, nove anos depois de ela ter publicado aquele artigo, ela publica um texto denominado E os homens? Continuam sendo discriminados , com o intuito de mostrar que até então não havia acontecido nenhuma mudança favorável aos homens nas questões de Direito de Família. 

Desde já, quero muito  parabenizar a doutora Eliana Giusto por ser uma das poucas pessoas nesse assunto a estarem compromissadas com a verdade num mundo cada vez mais misândrico e ginocêntrico. Enfim, vamos ao texto.


Por  Eliana Giusto  
 
Nove anos se passaram desde que, indignada, escrevi um artigo sobre a discriminação dos homens no Direito de Família.
   
Como nada mudou, pergunto-me: por quê?