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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Como Quebrar uma Dialética


Décimo segundo e último artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo

Artigos anteriores desta teoria:
Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
Leitura Nº 10: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I
Leitura Nº 11: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte II


Por Adam Kostakis 

Leitura Nº 12

“O feminismo ajuda os homens também!” — Ditado popular do final do século 20

Se você dispôs, ainda que de um curto período de tempo, visitando os sites e blogs da esfera dos Direitos dos Homens, você, sem dúvida, já deve ter encontrado uma ou duas detratoras feministas afirmando que “Nem Todas as Feministas São Assim.” Isso se tornou tão comum que os Defensores dos Direitos dos Homens têm se referido a isso como “a defesa NTFSA”. Mas essa alegação deve ser assim, prontamente rejeitada? Dependendo do contexto, a feminista pode muito bem estar certa. Uma suposta feminista que tenha encontrado acidentalmente minhas duas últimas postagens, as quais apontam como conseqüência final do feminismo o extermínio físico dos homens, pode muito bem contestar que não é esse o futuro que ela espera, e, portanto, que ela Não É Assim — e ela não estaria necessariamente errada.

Naturalmente que a nossa suposta feminista não teria lido com o cuidado suficiente aquilo que eu claramente afirmei, que é mais provável que o extermínio físico dos homens venha a ser posto em prática como o resultado de um processo orgânico, começando com uma indiferença hostil, seguido da perseguição ativa mediante burocracias estatais, sem a exigência de que o extermínio seja conscientemente articulado ou defendido por mais do que um pequeno número de feministas. As outras só precisam pactuar com o programa; elas não precisam entender onde tudo isso vai acabar. No coração de tudo isso está a dicotomia entre as Feministas Bem-intencionadas e as Feministas Radicais.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

O que é Ginocentrismo?




O Ginocentrismo (do grego, gino: “mulher, fêmea”) é a prática, consciente ou não, de fazer valer o ponto de vista feminino (ou especificamente feminista); de colocar a segurança, o conforto e o bem-estar geral das mulheres no centro da preocupação social ou política, e estruturar a vida na missão a serviço de tais interesses. Resumidamente falando, o Ginocentrismo é o sacrifício masculino para o benefício das mulheres. Esta idéia tradicional foi a norma histórica do mundo, e sempre esteve conosco desde os primórdios. Assim, o Ginocentrismo já existia muito antes do surgimento do feminismo propriamente dito.  Aos homens sempre lhes coube o dever de poupar as mulheres de qualquer sacrifício, e de privá-las e protegê-las de qualquer dor.  Mediante suas ações, os homens afirmaram (e renovaram) o Ginocentrismo, e se fizeram pela nobreza, pelos governos ou pelo Estado e suas respectivas forças coercitivas, pelo próprio instinto protetor, pela honra do nome, pelo cavalheirismo, ou pelo feminismo, o que se vê é que a essência do Ginocentrismo tem permanecido inalterada. Continua sendo um dever peculiarmente dos homens sacrificarem sua própria essência, seu ser, sua identidade, seu bem-estar e sua própria vida em nome das mulheres.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Respondendo a uma “TrogloConservadora”


Por Charlton Heslich Hauer


Uma “trogloconservadora” postou o seguinte comentário aqui no blog:

Não entendi, qual é o propósito deste site? 
"Em toda a história da humanidade, as mulheres sempre tiveram mais privilégios que os homens. Foram sempre os homens os mais discriminados e massacrados. Foram sempre os homens que se sacrificaram e que carregaram esse mundo nas costas em benefício das mulheres" 
Como conservadora, gostaria de perguntar: como assim, privilegiadas? Seria porque, para ficar em um exemplo, homens são recrutados para defender sua nação em um conflito, e as mulheres não, aí você acha isso injusto porque o homem tem de se sacrificar? E então, o que você sugere, um alistamento militar obrigatório para mulheres? 
Ou então, por exemplo, eu estaria correta em dizer que você acha que somos um sexo privilegiado porque o homem tem a função de ganha-pão e a mulher fica em casa cuidando dos filhos? Mudar essa ordem é que não me parece conservador.

As mulheres são (e sempre foram) o sexo mais privilegiado, e se você olhasse para as evidências ao seu redor, concordaria comigo. Se ao olhar não conseguiu enxergar, sugiro humildemente que leia ao menos os artigos da seção “Leitura Sugerida” deste blog para ter uma idéia disso.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A Conseqüência Final do Feminismo, Parte II


Penúltimo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Artigos anteriores desta teoria:

Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
Leitura Nº 10: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I

Por Adam Kostakis

Leitura Nº 11

“A propaganda1, como patriotismo invertido, alimenta-se dos pecados do inimigo. Se não houver pecados, ela inventa-os! O objetivo é fazer com que o inimigo pareça um monstro tão grande que ele perca os direitos de um ser humano.” — Sir Ian Hamilton

A destruição física do ser masculino é a consequência lógica da governança feminista. Quanto mais houver governança feminista, mais haverá perseguição antimasculina, e mais próximo do Holocausto nos encontraremos. Mais feminismo não irá resultar em uma maior igualdade entre homens e mulheres. Mais feminismo não é a solução para os problemas enfrentados pelos Ativistas dos Direitos dos Homens. O feminismo é o problema. E como poderia ser diferente? As feministas acreditam que há uma dívida para com elas de responsabilidade de todos os homens, e elas estão perfeitamente contentes em recuperar esta dívida em meio a sangue e sofrimento. Não importa quanta dor elas infligem ao mundo, isso nunca será o suficiente para saciar suas emoções violentas, vingativas. Pelo contrário, quanto mais mal elas infligem aos homens, mais normalizado isso se torna, e — como uma toxicodependência —  elas vão precisar de doses cada vez mais “altas” para satisfazer o ódio, culminando com a Punição Final, a erradicação total dos homens.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I


Décimo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo. 

Artigos anteriores desta Teoria:

Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 10

“Os fundadores de uma nova colônia, seja qual for a utopia sobre a virtude e a felicidade humanas que tenham projetado de partida, invariavelmente aceitam, como uma de suas primeiras necessidades práticas, escolher um pedaço de terra virgem para servir de cemitério e uma segunda porção de terreno para construir uma prisão” — Nathaniel Hawthorne 

Parece sensato, nesta fase, colocar a seguinte questão: por que tudo isso está acontecendo? A resposta que posso oferecer, para efeito da presente leitura, não é histórica, mas psicológica: ela oferece uma explicação mediante referência ao estado mental dos operadores do feminismo. Há, certamente, processos históricos em curso, explorados em outros campos, mas nenhum movimento social sobrevive unicamente por causa de sua história. Ninguém nasce feminista. Deve haver algum estímulo, ou estímulos, trabalhando previamente para remodelar homens e mulheres não-feministas em feministas atuantes. Mas não podemos explicar a conversão feminista em circunstância da agitação dos já existentes ativistas feministas. Podemos certamente acreditar que o ativismo feminista desempenha um papel no recrutamento, mas isso não é suficiente como explicação. Por que um indivíduo, então, compromete-se com o feminismo, em vez de com qualquer outro movimento social particular cujos defensores se engajem em agitação para efeitos de recrutamento ideológico?

domingo, 6 de outubro de 2013

O Esquerdo-Feminismo é um Chupador de Sangue


Por Fidelbogen

O Ginocentrismo é aquilo que liga o feminismo a ambos os lados do espectro político: da Esquerda à Direita. A Esquerda difere da Direita porque acrescenta uma mistura da ideologia esquerdista à ginocêntrica. A Esquerda “delega poderes” às mulheres para fazerem um monte de coisas que o tradicionalismo não permitiria. Pode-se dizer que a “Esquerda” dá às mulheres um novo conjunto de ferramentas de poder.

E, no entanto, observe que não há clamor geral feminista para que as mulheres desistam das vantagens tradicionais ginocêntricas da Direita (ou seja, do cavalheirismo). Isso faz todo o sentido, porque se as mulheres realmente desistissem dessas vantagens tradicionais, faria a versão do feminismo da Esquerda entrar em colapso e chegar ao fim.

Em última análise, a Esquerda feminista recebe a maior parte de seu suprimento de sangue da Direita feminista. E esse suprimento de sangue é nada menos que o velho ginocentrismo.

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Fidelbogen. Left-Feminism is a Blood Sucker. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/01/left-feminism-is-blood-sucker.html> Acesso em: 06 out. 2013.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Ginocentrismo e Ginonormativismo


Por Fidelbogen

O Ginocentrismo é a prática de colocar a segurança, o conforto e o bem-estar geral das mulheres no centro da preocupação social ou política, e estruturar a vida na missão a serviço de tais interesses. Estende-se não mais do que isso, e NÃO inclui a colocação do ponto de vista feminino no centro de sua visão de mundo. Ou seja, o ginocentrismo não viola o limite de espaço interno por exigir que uma pessoa (do sexo masculino em particular) pense e sinta de determinada maneira. Em suma, o ginocentrismo não é totalitário.

O Ginonormativismo dá um passo a mais. Usando o ginocentrismo como base, o ginonormativismo prioriza o ponto de vista feminino hierarquicamente dentro da cultura, tanto em nível político quanto interpessoal, e pressiona os homens, em particular, a adotar um sistema feminino de valores como um componente autêntico de sua própria personalidade. Desta forma, o ginonormativismo é totalitário. Temos que entender o feminismo como um projeto ginonormativo, embora reconhecendo que ele não poderia ter entrado em funcionamento sem uma base pré-existente de ginocentricidade na cultura tradicional.

A Ginonormativização é essencial para o estabelecimento da supremacia feminina.

__________
Fidelbogen. Gynocentrism and Gynonormativism.Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/gynocentrism-and-gynonormativism.html >  Acesso em: 04 set. 2013.


terça-feira, 2 de julho de 2013

Falsa Consciência e Manipulação-Kafka


Mais um notável artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Artigos anteriores desta Teoria:
Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris


Por Adam Kostakis

Leitura N º 9

“Não importa se Crítias ou Sócrates é a pessoa refutada. Concentre-se apenas no argumento em si, e pondere
, afinal, qual será o destino dele, caso seja examinado.” — Sócrates de Atenas

É necessário, neste momento, deixar de lado o fio da meada que eu vinha construindo, e fazer um desvio no extenso deserto da lógica feminista. A frase lógica feminista vai atingir a maioria dos meus leitores como um contra-senso — senão um oxímoro! — Então deixe-me tranquilizá-los sobre o que eu realmente quero dizer com tentativa de lógica feminista. E não há nada de lógico nisso, eu lhe asseguro.

Em primeiro lugar, por que o uso da lógica é tão ameaçador para as feministas? Sabemos, seguramente, que ela é — com algumas feministas chegando ao ponto de afirmar que a lógica não é outra coisa senão uma ferramenta do patriarcado. Naturalmente, isso é um absurdo. O argumento lógico é, por definição, um conjunto de inferências válidas — por isso, não é possível argumentar contra a lógica. Dito de outra forma, você não pode argumentar contra o raciocínio [lógico], porque a própria tentativa de fazer isso envolve o(a) (tentativa do) uso da razão. A única maneira de atacar a lógica sem usar (ou tentar usar) a lógica seria a de atacá-la mais aleatoriamente — isto é, sem o uso da implicação lógica. Os pontos argumentativos que você fizesse, em ataque à lógica, não deveriam ter nenhuma relação uns com os outros. Você não poderia dizer, por exemplo:
 

quinta-feira, 14 de março de 2013

A Inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha e o Destino dessa Lei


O artigo que veremos a seguir foi publicado pelo Dr. Arthur Luiz Pádua Marque há pouco mais de dois anos. Natural de Goiânia-GO, o Dr. Luiz Pádua é graduado em Direito pela Fundação Educacional de Votuporanga – SP em 2003, pós-graduado em Direito Público pela Faculdade de Direito Damásio de Jesus. Especialista em Interesses Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos pelo Complexo Jurídico Damásio de Jesus. Foi advogado de abril de 2004 a dezembro de 2007, em São Paulo. Tomou posse como Defensor Público do Estado do Tocantins em janeiro de 2008. Até Janeiro de 2010 exerceu suas funções na Defensoria Pública de Araguaçu, no Núcleo Regional da Defensoria Pública de Araguatins como Diretor; e atualmente é defensor Público da Comarca de Porto Nacional e Coordenador do Núcleo Especializado de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos.

Este artigo ganhou repercussão no meio dos operadores do Direito e nas instituições acadêmicas. Um dos sites onde o artigo foi publicado foi o R2Learning. Curiosamente, quase todos os links que encontrei sobre o artigo, além de serem direcionados para tal site, todos eles foram excluídos. Entrei em contato por e-mail com o R2Learning por duas vezes e eles me informaram que o artigo do Dr. Luiz Pádua tinha sido excluído do sistema e disseram não saber o porquê disso (mas nós sabemos muito bem que o artigo desapareceu porque ele vai de encontro ao SUPREMACISMO FEMININO).

Encontramos depois o mesmo artigo repostado neste blog: Brasil Direito.

Há outros artigos sobre a Inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha na web (inclusive há outro bem mais extenso, do próprio Dr. Luiz Pádua) que poderemos aqui exibi-los futuramente.

Vamos ao artigo, então.

A inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha
A lei 11.340 de 7 de agosto de 2006, em vigência desde 22 de setembro de 2006, popularmente conhecida por lei “Maria da Penha” chegou para complicar ainda mais a aplicação e interpretação de algumas normas constitucionais e infraconstitucionais, colocando em risco o principio da Supremacia da Constituição e ferindo de morte o art 5º, Inc I (Principio da Isonomia), e o artigo 226, parágrafo 8º da Carta Constitucional.
Preleciona o artigo 5º da CF: “Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações nos termos desta constituição”. Preleciona ainda o parágrafo 8º do art. 226 das CF: “O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações”. Diante destes dois preceitos Constitucionais é que faremos um raciocínio lógico respeitando o escalonamento normativo, estando a Constituição Federal no grau máximo da relação hierárquica das normas.
De inicio, devemos ressaltar a grande falha do legislador quando diz no intróito da lei 11.340/2006 e ainda no seu art. 1º que a referida lei tem a finalidade de regulamentar o parágrafo 8º do artigo 226 da CF, um vez que este dispositivo Constitucional não menciona o interesse em coibir a violência contra a mulher, mas fala claramente em coibir a violência no âmbito das relações familiares.
É do conhecimento de todos que nos dias hodiernos a violência contra a mulher ocorre mais freqüentemente.

Atençao! Pauso aqui para fazer uma ressalva de enorme importância.

As mulheres NUNCA foram as maiores vítimas da violência. Ao contrário. Os homens é que sempre foram a maioria esmagadora (nesse caso, eu usaria o trocadilho “maioria esmagada”) dos VITIMADOS por todos os tipos de violência. E em se tratando especificamente da Violência Doméstica, as mulheres também NÃO são as principais vítimas. Em quase todos os países do mundo, pesquisas científicas demonstram que mulheres e homens se agridem em proporções iguais. Já no Brasil, MULHERES SÃO MAIS VIOLENTAS QUE OS HOMENS E AGRIDEM MAIS DO QUE OS HOMENS, como mostra essa pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), publicada no Jornal Cidade:


http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/dia-a-dia/dia-a-dia/29204-Mulheres-agridem-mais-do-que-os-homens-durante-as-brigas-de-casais.


Destacamos também a recente pesquisa feita pelo Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves) da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e que foi publicada no portal da Revista Época, com o título: “Elas Batem. Eles apanham”. Este foi o maior levantamento já feito sobre violência amorosa entre jovens casais brasileiros, e que também ratifica que as moças agridem mais do que os rapazes:


http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2011/10/elas-batem-eles-apanham.html


Infelizmente, há muitos fatores que levam a sociedade a crer nas mentiras feministas e em seus dados NÃO-científicos. O apoio da mídia e dos governos ao SUPREMACISMO FEMININO (também conhecido como “feminismo”) e o doutrinamento feito por feministas durante cerca de 50 anos, são, sobretudo, os principais desses fatores.


Dessa forma, é difícil encontrar pessoas que saiam completamente ilesas do vírus de supremacismo feminino. Nem mesmo operadores do Direito, como, eventualmente, demonstrou o Dr. Arthur Luiz Pádua Marque naquela frase.


Vamos continuar com o artigo do Dr. Luiz Pádua:

Mesmo observando este dado, a lei ora comentada fala genericamente em “mulher”, ou seja, mãe, filha, avó, etc. Se um pai comente violência contra sua filha não terá ele vários benefícios da lei 9099/95 (Ex. Transação Penal, Suspensão Condicional do Processo) e será alcançado pela nova lei; mas se comete qualquer violência contra seu filho (menor, por exemplo) ou contra seu pai (idoso, por exemplo), terá, em tese, vários benefícios da lei 9099/95 e não será abrangido pela lei “Maria da Penha” contraindo ainda a importante proteção à criança ou adolescente e também ao idoso.
Diante do já mencionado, faço a seguinte indagação: Será que não há violência no âmbito familiar contra um filho (sexo masculino) Será que não há violência familiar contra um homem idoso? Será que uma criança de 5 anos de idade, que seja do sexo masculino, tem mais possibilidade de se defender do que uma outra da mesma idade que seja do sexo feminino? Será que um pai com 70 anos de idade não seria tão frágil quanto sua esposa com a mesma idade?
Estes são alguns exemplos que demonstram que a lei 11.340/06 é inconstitucional. Caso afirmem o contrário, deve-se afirmar também que pessoas do sexo masculino não fazem parte do âmbito familiar, pois nossa carta Constitucional (art. 226 parágrafo 8º supratranscrito) garantiu a proteção não só à mulher, mas à pessoa de um modo geral.
Não há nada de razoável nesta lei. O legislador, pensando apenas nos desentendimentos conjugais olvidou-se que no âmbito familiar não há apenas cônjuges; Há filhos, netos, idosos, e assim por diante. Da forma como trouxeram-nos estas normas, Magistrado, Promotores de Justiça, Defensores Públicos, Advogados e Delegados de policia aplicando esta lei no caso concreto estarão sempre contemplando a desigualdade.
Hoje podemos observar que a intenção esposada no principio da isonomia (Igualdade) de fato surtiu efeito. No decorrer das ultimas décadas, ou, para ser mais especifico, após a Carta Constitucional de 1988, as mulheres vêm ganhando cada vez mais o respeito da sociedade e conquistando alguns espaços que nos tempos remotos eram apenas dos homens. Isso é fantástico! O que não podemos permitir é que novas normas, como a lei “Maria da Penha”, ultrapassem o limite do razoável e venham a inverter o sentido da igualdade. Ora, se foi criada um norma pelo Poder Constituinte Originário ordenando que todos serão iguais em direitos e obrigações (cláusula pétrea), não podemos aceitar a aplicação de uma lei que absurdamente afronta o principio da Isonomia (Igualdade).
Em nosso sistema jurídico, quando uma norma infraconstitucional é contrária à Constituição Federal, dizemos que ela é inconstitucional. De acordo com a nossa melhor doutrina, a inconstitucionalidade pode ocorrer em dois momentos e de duas formas distintas. Quando houver vício na fase de iniciativa ou no decorrer do processo legislativo, dizemos que há uma inconstitucionalidade formal (ou nomodinamica).
Por outro lado, quando há incompatibilidade do conteúdo da norma já produzida com uma norma constitucional, dizemos que uma inconstitucionalidade material (ou nomoestática). É importante frisar estes dois aspectos para que fique claro que em nenhum momento houve vicio formal na produção desta lei, o que há, e isso é incontestável, é uma clara inconstitucionalidade material, ou seja, um contrariedade de conteúdo da lei ” Maria da Penha” (Que deveria ter sido rejeitada pelo Poder Legislativo ou vetado pelo Presidente da República em um veto jurídico) para com os art. 5º, inc. I, e art. 226, parágrafo 8º de nossa Carta Constitucional.
A situação atual da nova lei que veio para coibir a violência doméstica ou familiar contra a mulher é a seguinte:
“A partir do momento em que a lei foi votada pelo Poder Legislativo e não vetada pelo Presidente da República, passa-se à fase de promulgação e publicação da lei. A promulgação é apenas uma declaração da validade e executoriedade da lei. Como preleciona José Afonso da Silva em seu curso de Direito Constitucional Positivo, com o ato da promulgação a lei é válida, executória e potencialmente obrigatória. Apesar de existir no mundo jurídico, ela ainda deve ser publicada, uma vez que este é o ato que leva o conteúdo da nova lei ao conhecimento popular. Do ato da publicação tem-se estabelecido qual o momento em que o cumprimento da lei será exigido, ou seja, a partir de quando ela terá vigência”.
A lei “Maria da Penha” passou por todas estas fases. Hoje, encontra-se válida, vigente e aplicável. Tanto que juízes e Tribunais reiteradamente estão aplicando as normas contidas na lei 11.340/ 06.
Finalizando a tese da Inconstitucionalidade da comentada lei, entendo que dois são os possíveis caminhos a serem trilhados:
1º) Sem inviabilizar a aplicação das normas contidas na lei 11.340/06 e antes que a declarem inconstitucional, entendo que outra lei deveria ser produzida no sentido de serem feitas duas correções:
“Nos dispositivos onde está prevista a expressão “proteção à mulher” ou “ofendida”, que seja alterada para “proteção à pessoa” ou “à pessoa ofendida”.
Ao invés de dar a lei o nome de “Lei de Violência Doméstica ou Familiar Contra a Mulher” que lhe batize de “Lei de Violência Doméstica ou Familiar Contra à Pessoa”.
Não sendo produzida esta alteração:
2º) A aplicação da lei 11.340/06 deve ser inviabilizada através de um controle de constitucionalidade na via difusa (incidentalmente), discutindo a matéria do primeiro ao último grau de jurisdição, suspendendo a execução da lei através de resolução expedida pelo Senado Federal (V.52, Inc X da CF) e ainda através do controle de constitucionalidade concentrado, feito através de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade a ser julgada originariamente pelo Supremo Tribunal Federal, neste caso, declarando a invalidação da lei e expurgando-a do nosso sistema.
Creio que de uma forma ou de outra, com a contribuição da doutrina e dos que atuam na área jurídica, um desses caminhos serão seguidos. Assim sendo, será preservado o principio da Supremacia da Constituição evitando uma conseqüente afronta ao Estado Democrático de Direito.

Logo, A LEI MARIA DA PENHA FERE DIVERSOS PRINCÍPIOS E NORMAS CONSTITUCIONAIS, além de ter sido criada em cima de inúmeros pressupostos mentirosos, preconceituosos, sexistas, misândricos e supremacistas femininos. A existência de um paradigma de gênero explicativo da violência contra a mulher é FALSA. Repito: Quase todos os órgãos sérios, científicos e realmente comprometidos com a violência doméstica, de quase todos os países do mundo, provaram que mulheres e homens se agridem em proporções iguais (ver mais dados nas notas finais do texto). Não há diferenças significativas. E mesmo que houvesse (e repito, não há), não se poderia pagar o mal com o mal.

Outro discurso feminazista é o de dizer que sempre houve uma “histórica valorização dos papéis masculinos sobre os femininos”, e que por isso, qualquer discriminação “positiva” (é assim que ginocêntricos chamam) e qualquer ação afirmativa seriam benéficas; uma conferência de tratamento desigual, para fins de nivelamento, a quem está em situação de desigualdade.

Quem disse que todos os papéis masculinos eram privilegiados? Pelo contrário. A grande massa de homens sempre foi massacrada durante toda a história da humanidade. Os homens eram obrigados a trabalhar como burros de carga, em trabalhos completamente insalubres, sem nenhuma condição de trabalho. A grande maioria dos homens, sim, é que esteve em situação de desigualdade em quase todas as esferas da vida. E quem disse que, mesmo se houvesse uma valorização de tais papéis, isso seria motivo para proteger da violência apenas um grupo da população? Uma coisa não tem nada a ver com outra e NÃO EXISTE DISCRIMINAÇÃO POSITIVA. Discriminação é discriminação.

A conferência de tratamento desigual, para fins de nivelamento, a quem está em situação de desigualdade é a mais paradoxal, contraditória, discriminatória e preconceituosa de nossa sociedade, SOBRETUDO PORQUE ESSE TIPO DE TRATAMENTO DISCRIMINA  E VIOLA OS DIREITOS NATURAIS E INDIVIDUAIS DOS HOMENS; DIREITOS ESSES ONDE TODAS AS PESSOAS DEVERIAM O TER IGUALMENTE, TAIS COMO: O DIREITO À VIDA, À LIBERDADE, À PROPRIEDADE,  ETC. Além disso, é também discriminatório porque está se invertendo os grupos nessa situação. Na verdade, o grupo que sempre esteve em desvantagem foi o grupo dos homens, não o das mulheres. As mulheres sempre tiveram mais privilégios do que os homens. Elas sempre tiveram mais proteção do Estado e atenção dos governos e impérios. Suas vidas sempre tiveram mais importância que a dos homens. 

Notemos como esse tratamento é paradoxal e revelador de um supremacismo feminino. Onde um homem possuir, suposta ou verdadeiramente, algum privilégio (ainda que meritório, e portanto, legítimo) em alguma seara, o discurso utilizado por ginocêntricos, feministas e mulheres vitimistas é o de que há uma discriminação contra as mulheres e que essa “discriminação” deve ser extirpada através de coerção estatal. Mas quando as mulheres já possuem supremacia ou privilégio (já conquistados muitas vezes pela força de leis estatais, diga-se) sobre os homens, ainda que essa supremacia esteja na seara dos direitos naturais/individuais, onde todos deveriam o ter igualmente, A IGUALDADE PARA AS MULHERES NÃO É MAIS SUFICIENTE. O discurso de igualdade é jogado no lixo e qualquer discriminação contra os homens é considerada uma “discriminação positiva”. Traduzindo: Estamos diante de uma ideologia totalitária. Estamos diante do FEMINAZISMO! 

UM ESTADO QUE CONCEDE UMA LEI PARA PROTEGER DA VIOLÊNCIA APENAS UM GRUPO DA POPULAÇÃO, ESTÁ CONCEDENDO A TAL GRUPO PRIVILÉGIOS ILEGÍTIMOS. ESTÁ CONFERINDO SUPREMACIA DE UMA METADE DA POPULAÇÃO SOBRE A OUTRA METADE. NO MUNDO JURÍDICO, HOMENS E MULHERES DEVERIAM ESTAR EM IGUALDADE, JURIDICAMENTE. DIREITOS LEGÍTIMOS SÃO UNIVERSAIS E TODOS OS SERES HUMANOS DEVERIAM O TER IGUALMENTE. INFELIZMENTE, NUM PAÍS GINOCÊNTRICO E FEMINAZISTA COMO O NOSSO, OS DIREITOS NATURAIS DOS HOMENS (SEXO MASCULINO) E O QUE RESTOU DE SUA AUTONOMIA CORREM SERIÍSSIMOS PERIGOS.


__________
Citação e Fontes: <http://brasildireito.wordpress.com/2010/07/15/a-inconstitucionalidade-da-lei-maria-da-penha/>; <http://www.catolicaorione.edu.br/portal/seminario-juridico-cejur-to-2012-1/>


Notas:

• Tentamos entrar em contato com o Dr. Arthur Luiz Pádua Marque, e, depois de alguns meses, seu assessor disse que o Dr. Pádua só poderia nos atender se fosse pessoalmente. Infelizmente, não pudemos fazer isso, pois moro em outra região do país. 
• Números de violência doméstica nos EUA e em outros países:http://www.saveservices.org/reports/ http://www.saveservices.org/wp-content/uploads/Partner-Violence-Reduction-Act1.pdf http://www.csulb.edu/~mfiebert/assault.htm

Atualizado em 22 nov. 2014.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Perseguindo Arco-íris


Oitavo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 8

“Igualdade, corretamente entendida como nossos pais fundadores1 a entenderam, leva à liberdade e à emancipação de diferenças criativas; mal compreendida, como tem sido tão tragicamente em nosso tempo, leva primeiro à conformidade e, em seguida, ao despotismo." — Barry Goldwater

O que é que nos permite viver a vida de uma forma mais significativa? Esta é uma questão com uma longa história, e depois de mais de dois mil anos coçando a cabeça tentando encontrar as respostas, nossa espécie não está muito mais sábia quanto a isso. Respostas são descartadas tão facilmente quanto elas surgem. Talvez a única e verdadeira sabedoria a ser transmitida por séculos de busca espiritual é a de que a solução não pode ser reduzida à percepção de apenas um valor. Esforços para trazer um sistema social baseado em cima da percepção de um valor em particular — seja ele a doutrina religiosa, a vontade da nação, ou a igualdade social — invariavelmente resultaram em repressão generalizada, e não numa era de ouro de paz e virtude como postulada por seus ideólogos. Ao contrário disso, as sociedades que conseguiram criar e manter o espaço para que as pessoas vivessem o que poderíamos chamar de “vidas mais significativas” foram aquelas que mantiveram uma série de valores em equilíbrio. Esta não é uma solução muito empolgante, mas é melhor estar insatisfeito com os grandes mistérios da vida do que se tornar servo ou se transformar num “desaparecido” por um regime, em busca de um imperativo mais atraente.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O Pessoal em Contraste ao Político


Mais um espetacular artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo, do genial filósofo Adam Kostakis. Chegamos então a seu sétimo artigo de um total de doze. Mais abaixo estão os links dos artigos anteriores para aqueles que ainda não leram ou querem se lembrar de tudo o que foi feito até o momento. 

Leitura Nº 1: Teoria do Ginocentrismo — Olhando Fixamente para Fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 7

“Eles se orgulhavam de pertencer a um movimento, como algo distinto de um partido, pois sabiam que um movimento não deveria estar vinculado a um programa.” — Hannah Arendt

Na semana passada, vimos como o conceito de dominação tornou-se uma justificativa para a invasão do despotismo. Esse tipo de coisa não deve ser tomado como surpresa pelos leitores atentos, já que praticamente toda palavra-chave no léxico feminista é utilizada de forma semelhante. Se o termo que está sendo discutido é a misoginia ou o estupro ou o patriarcado, a tendência é a de ampliar o seu significado para cobrir o maior campo semântico possível, praticando o máximo possível de contrabando ideológico dentro de uma túnica de justiça. O efeito de tudo isso na vida real é restringir a autonomia masculina através da criminalização das ações dos homens. As possibilidades sem limites para o branqueamento semântico correspondem a longas penas de prisão e multas muito danosas. A intenção é criminalizar a norma. Todo movimento que um homem fizer deve causar um arrepio na espinha dele, deve forçá-lo a olhar por cima do ombro, com uma expressão tomada de pânico, perguntando-se: “qual a nova lei que eu infringi?” Os homens estão a viver em um perpétuo estado de vigilância e culpa presumida — uma existência panóptica1 em que são repetidamente castigados por terem feito o mal. Isto é, de acordo com um padrão moral invasivo e alienígena que eles são convidados a obedecer, não compreender, e certamente, não questionar ou refutar.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Vinho Velho, Garrafas Novas



Continuação da Teoria do Ginocentrismo

Por Adam Kostakis

Leitura n º 6

“O que esmaga a individualidade é o despotismo, seja lá o nome pelo qual isso possa ser chamado” — J.S. Mill 

Dominação. Muito da análise feminista gira em torno deste conceito. Um homem que bate em sua esposa não está apenas zangado com ela; ele está tentando dominá-la. Um homem que não concorda com uma mulher e discute com ela não está apenas sendo rude, ele está tentando dominá-la. Um estuprador não está realmente com vontade de fazer sexo; seu crime é uma demonstração de poder, ele só queria dominar a mulher.

Vejam vocês, o fato é que todos estes julgamentos absolutamente não são suficientes para aquelas que criticam fortemente o sexo masculino pelo mundo inteiro; pois elas sempre exigem mais combustível para a usina misândrica. Punir verdadeiros criminosos é uma coisa, mas isso, simplesmente, não é gratificante o suficiente para deixar como está — elas precisam articular o que sua “intuição feminina” sempre disse a elas, e vão para o ataque contra todos os homens. O problema, é claro, é que a grande maioria dos homens não ataca as mulheres de alguma forma perceptível qualquer. A solução, que feministas encontraram, é pegar o Dr. Freud e postular algo subconsciente, alguma motivação subjacente — uma mentalidade sombria, sexual, desviante e violenta, que atue como uma explicação universal para o comportamento masculino.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Anatomia de uma Ideologia da Vitimização


Chegamos a mais um grandioso artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo, desenvolvida pelo brilhante filósofo, Adam Kostakis, com o intuito de refutar a mentirosa e fraudulenta “Teoria do Patriarcado” e de ajudar a fortalecer a consciência em defesa dos Direitos mais básicos de Homens e Meninos.   

Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique aqui para ler o 2º artigo: A Mesma História Repetida
Clique aqui para ler o 3º artigo: Refutando o Apelo ao Dicionário
Clique aqui para ler o 4º artigo: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 5

“A maior fraqueza dos homens é sua fachada de força; a maior força das mulheres é sua fachada de fraqueza” — Warren Farrell

Entre os piores erros que os amantes da liberdade podem cometer, está o de estereotipar as feministas como um pequeno e heterogêneo grupo de lésbicas revoltadas que há muito deixaram de ser relevantes. Tome nota: esse estereótipo as ajuda.

Devo repetir: esse estereótipo as ajuda.

Deixemos isso bem claro. Toda vez que você subestimou as feministas, ao considerá-las um bando de bruxas velhas mal-humoradas que ninguém leva a sério, você ajudou a obscurecer o programa delas e, de fato, suas próprias existências como uma forma de poder organizado. Depreciá-las, você deve — mas fazê-lo de uma forma que as exponha, não que as obscureça! O feminismo está muito longe de ser uma relíquia do passado. O movimento feminista é levado muito a sério por aqueles que têm o poder de impor os seus principais objetivos:

sábado, 30 de junho de 2012

“Pig Latin”¹ – Brincando com as palavras


Vamos dar continuidade, então, à Teoria do Ginocentrismo. 

Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique aqui para ler a 2º artigo: A Mesma História Repetida
Clique aqui para ler a 3º artigo: Refutando o Apelo ao Dicionário


Por Adam Kostakis

Leitura N° 4

“É como se a língua comum que usamos todos os dias tivesse um conjunto oculto de sinais, uma espécie de código secreto” - William Stafford

Para recapitular o artigo anterior: os Defensores dos Direitos dos Homens não devem ter medo de brincar com as palavras; de redefinir o debate; de reformular a linguística convencional e usá-la como quiserem. Não tenham medo de fazer um jogo. Usem palavras — e os significados que vocês escolherem para atribuir a elas — para zombar, humilhar e confundir seus inimigos. Vejamos um bom exemplo — temos abaixo um tipo de uso de típica fraseologia feminista, mas com uma diferença importante:

sábado, 12 de maio de 2012

Refutando o Apelo ao Dicionário

Vamos ao 3º artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Clique a seguir para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique a seguir para ler o 2º artigo: A Mesma História Repetida



Leitura Nº 3

“Alguma vez você já olhou, realmente, a palavra feminista em um dicionário? Significa: igualdade entre os sexos. Não se trata de odiar os homens. Isto é muito simples e você saberia, se realmente tivesse olhado” – Diva

Na seqüência do artigo anterior, sobre a visão geral do Ginocentrismo do passado e atual, eu proponho haver um ponto comum de culto às mulheres, passando por, e ligando, concepções tradicionais de masculinidade — historicamente expressas naquilo que poderíamos chamar de “patriarcado” — e o feminismo, o qual se apoderou do Estado e de instituições supranacionais, e está prestes a desencadear a perseguição explícita aos homens.

terça-feira, 10 de abril de 2012

A Mesma História Repetida


Este é o segundo artigo (de uma série de doze) sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo


Leitura N° 2

"Não fui feito com o seu molde. Não leio a mesma história repetida" — Pennywise

Meus leitores devem compreender que as preocupações abordadas pela Teoria do Ginocentrismo não estão limitadas ao feminismo. O feminismo é ainda bastante novo em cena, enquanto que o Ginocentrismo tem estado ao redor do mundo desde que a História foi registrada. O Movimento dos Direitos dos Homens visa abordar problemas relacionados com o feminismo, mas não limita sua atenção para estes problemas. Muitos destes problemas já existiam antes do final do século 19, quando surgiu o feminismo propriamente dito, embora eles tenham sido ampliados e agravados desde então. O feminismo é apenas a embalagem moderna do Ginocentrismo, um produto antigo, tornado possível na sua forma atual pelas amplas medidas de bem-estar público do período pós-guerra.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Olhando Fixamente para fora do Abismo


Por Adam Kostakis

"Eu amo uma oposição que tenha convicções" Frederico, o Grande

Leitura Nº 1

A batalha dos sexos tem sido degenerada em uma guerra suja, e estamos, cada um de nós, sendo convocados para essa guerra por forças que não se importam nem um pouco com igualdade nem com justiça.

A propaganda [política], como uma ferramenta de controle, é eficaz somente na medida em que a visão do mundo que ela apresenta está em harmonia com a percepção do mundo vivenciado, dia a dia, por seus alvos. Quanto maior o fosso entre o mundo percebido e o da representação propagandística do próprio mundo, menos eficaz e portanto, menos útil a propaganda será, em última análise. Chegamos a uma conjuntura em que as mulheres estão cada vez mais rejeitando o feminismo por ser irrelevante ou inaplicável às suas vidas, porque o mundo que a ortodoxia feminista descreve não parece ser o planeta Terra. Ao mesmo tempo, estamos nos aproximando do auge do controle feminista sobre o mundo real habitado, o qual combina repressão estatal com tribalismo de gênero, ambas as forças se intensificando exponencialmente à medida que usam umas às outras como alavanca para subir cada vez mais alto.

domingo, 29 de agosto de 2010

"Sexo Privilegiado - O Fim do Mito da Fragilidade Feminina"

REVISTA VEJA Edição 1822 . 1° de outubro de 2003
Entrevista: Van Creveld
O sexo oprimido

Historiador diz que os discriminados são os homens e que eles têm menos direitos que as mulheres
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Diogo Schelp

O historiador israelense Martin Van Creveld, de 57 anos, está acostumado a tratar de questões polêmicas. Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, especialista em história militar, Van Creveld é chamado com freqüência para opinar sobre conflitos mundiais, como os que atingem seu país. Lecionou nos principais institutos de estratégia, civis ou militares, do mundo ocidental, incluindo a Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos. Pesquisador respeitado, nos últimos anos Van Creveld tem se dedicado também a estudar outro tema explosivo: a guerra dos sexos. Em seu mais recente livro, O Sexo Privilegiado, publicado neste ano na Alemanha e recheado de estatísticas, ele defende que são os homens – não as mulheres – os verdadeiros oprimidos pela sociedade. Ph.D pela London School of Economics, da Inglaterra, e autor de dezessete livros, entre os quais obras de referência no meio acadêmico, como O Futuro das Guerras e As Mulheres e a Guerra, Van Creveld faz questão de dizer que é casado e vive muito feliz com sua esposa. Na entrevista a seguir, ele explica sua teoria antifeminista.