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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Lista de Discriminações contra Homens e Meninos




Por Tom Martin
Tradução, introdução, adaptação, edição, desenvolvimento e colaboração por Aldir Gracindo
Tradução, edição, revisão, desenvolvimento e colaboração por Charlton Heslich Hauer



Essa lista ficou maior do que o esperado e ainda está em construção, com links partidos, etc.

Quando eu comecei a pesquisar discriminações contra os Direitos Humanos dos Homens e Meninos, notei que há mais do que se pensa e que a maioria das pessoas nem nota, porque ou não aprendemos a notar, ou aprendemos a não notar, a ignorar ou a justificar. Comecei a compilar essa lista depois de ver a feita pelo Tom Martin, (do site <www.sexismbusters.com>), porque gostei do formato (de A a Z).

O objetivo desta lista é compilar, não de forma sistemática, mas razoavelmente extensiva, para futura referência e/ou artigos e estudos de quem quiser. Não é nosso objetivo estimular a visão vitimista de que só um dos sexos é ou foi discriminado e só uma “classe é privilegiada”. O objetivo é a referência para discussão e ação contra as discriminações contra os homens.

Se você está atento aos direitos dos homens e meninos e à desconsideração por eles, você pode ajudar a ampliar, detalhar ou referenciar melhor os itens da Lista.

Obrigado!

Aldir Gracindo


DISCRIMINAÇÕES CONTRA HOMENS E MENINOS (A – Z)

A

Abandono afetivo e financeiro: No Brasil, nos países Europeus e todos os outros de que se sabe, mães que não queiram ficar com seus filhos podem entregá-los para a adoção, sem necessitar consultar o pai, que não precisa sequer saber que tem um filho. A adoção pode ser feita pela mulher sem cobranças, e por vezes, (p. ex., na França) anonimamente, e a única preocupação do Estado é com o bem-estar dela. Isso é feito diariamente pelas mulheres que simplesmente abandonam os filhos com vizinhos e nos semáforos.  A  percepção cultural não se admite a mesma prerrogativa para os homens.

Abandono afetivo presente: Crianças podem sofrer o abuso do desprezo, da violência física e desmoralização. É uma violência silenciosa que as crianças, quando adultas, por cultura, tentarão justificar ou mascarar as memórias negativas das mães, para mascarar o trauma infantil, o que mantém (e é mantido) pelo mito do amor materno (ver Mito do amor materno), que é antiquíssimo (“Porque pode existir um filho ruim, mas nunca uma mãe má” – Adi Shankara, Índia, em “Canto implorando perdão da Deusa”, aprox. 700 a.C.). Os papéis tradicionais  aproximavam da criança a mulher, criando uma percepção da mãe como amorosa e nutridora,  e afastavam o homem, que passou a ser visto como distante, e até ameaçador. Por isso, alguns assuntos são tabu, como as mães agredirem mais os filhos e matarem as próprias crianças mais de 2x mais que os pais [1] – quantas vezes você já ouviu isso ser discutido?

Abandono afetivo: Só homem pode ser condenado a pagar indenização, mesmo com tanto abandono de crianças com vizinhos, nas ruas, nos semáforos, nas praças. 

Aborto (1): Defendido como um “direito da mulher”, “direito reprodutivo”, por grupos feministas. Mesmo que o aborto seja traumático e um ato de desespero ou irresponsabilidade, com implicações morais e psicológicas para a maioria dos homens e mulheres, por se relacionar com a questão da proteção à vida. Os mesmos membros de grupos pró-aborto defendem a proteção incondicional e sacralidade da vida animal desde o ovo (como as tartarugas) e mesmo vegetal, mas não a humana, se estiver em contradição com a supremacia feminina. Se o homem quiser “abortar” a paternidade, isso é inadmissível. O conceito de Direitos reprodutivos é para mulher; para homens, RESPONSABILIDADES reprodutivas. [2]

Aborto (2): Homens são preconceituosamente retratados como amplos responsáveis pelos abortos, como estupradores, “co-estupradores” (“cultura do estupro”) ou simplesmente pela relação sexual. A ideologia de gênero considera o sexo um direito da mulher e uma responsabilidade (inclusive criminosa) do homem.

Aborto (3): Os que, por consciência ética, moral, de saúde ou visão espiritual, defendem que eles em qualquer caso (ou em nenhum caso) devam ser realizados, são tratados como escravizadores dos corpos das mulheres, de sua livre sexualidade e autodeterminação a serviço do “Patriarcado”.

Academia: normalmente é conivente com o dogma do “patriarcado cultural”, “machismo estrutural” ou da “opressão masculina”, que culpa os homens por todas as dificuldades individuais, universais e históricas dos homens e das mulheres. [3]

Acusações falsas contra homens (1): raramente desembocam em processo. São, em vez disso, “descriminalizadas”. [4],[5]

Acusações falsas contra homens (2): estimuladas e apoiadas pelos meios de comunicação e por feministas. [6]

Acusações falsas contra homens (3): Cerca de 98% das acusações de violência doméstica contra os homens na Índia são FALSAS! [7]

Acusações falsas contra homens (4): Cerca  de 90% das acusações contra homens na Espanha, envolvendo violência doméstica e estupro, também são FALSAS! [8]

Agressão relacional: pessoas do sexo feminino usam influência de grupo como forma de agredir. Há pouquíssimas pesquisa e ações contra, apesar do mal causado.  [9]

Álcool e estupro: só os homens podem ser presos se uma mulher se embebedar com eles, e depois, alegar estupro. [10]

Alcorão: decreta que as mulheres são mais frágeis, por isso devem ser providas pelos homens. [11]

Anonimato: Depois de sofrer acusações de ter praticado estupro ou violência doméstica, homens são apontados e culpados publicamente sem provas. [12]

Alienação parental: homens são muito mais vítimas. [13]

Alistamento compulsório: homens foram escravizados por mais tempo e somente homens foram e são obrigados a ir aos frontes em guerra. [14], [15]

Anorexia: culpa falsamente atribuída à “opressão masculina” via padrão de beleza. A taxa de mortalidade é falsamente ampliada e mantida por feministas. [16]

Apoio financeiro: para iniciativas femininas em universidades, mas não para as dos homens. [17]

Aposentadoria: homens se aposentam 5 anos mais tarde[18], [19] e morrem mais cedo no Brasil (quase 8 anos a menos) [20]. Por isso, usufruem 13 anos de aposentadoria, e subsidiam mais de 40% da aposentadoria das mulheres, que usufruem 20 anos aposentadas (média). Isso pela pressuposição de que as mulheres SEMPRE trabalham mais, mas sem evidência disso, exceto, estatísticas suspeitas.

Assassinatos (1): homens são assassinados mais do que mulheres. [21] Os milhares de homens que são vítimas de assassinato são culpabilizados quando seus assassinos são homens. Feministas costumam dizer: “mas quem mata a maioria desses homens também são homens”. Ou seja, feministas igualam a vítima com o assassino pelo fato de serem homens. Isso sem contar o fato que apenas uma minoria de homens comete assassinato.

Assassinatos (2): O Brasil é acusado de campeão de feminicídio, em desconsideração ao fato de que no Brasil, como no restante do mundo, os homens sempre morrem mais. [22]

Assentos: Na Arábia Saudita e outros países, os homens devem ceder seus lugares para as mulheres, entre os fatos ignorados nas teorias da “opressão masculina”. [23]

Ausência paterna: de uma forma geral, a ausência de um dos progenitores é ruim para a criança; mesmo assim, encorajada por feministas. [24]


B

Bares, shows, festas, boates, etc.: homens são financeiramente sobrecarregados em favor das mulheres.

Boato do boa-noite cinderela: histeria do estupro criada pela mídia, sem necessidade de evidências. [25] Inexistência de campanhas prevenindo o golpe contra os homens, com fins de violência, assassinato ou roubo.

Boatos feministas (1): o de que mulheres trabalham mais.

Boatos feministas (2) — do Dia Internacional da Mulher: a versão errada de que mulheres teriam sido queimadas vivas ao fazerem greve pedindo melhores condições de trabalho. [26]

Boatos feministas (3): de que principal causa de mortes de afrodescendentes nos EUA seria a agressão pelos próprios companheiros.

Boatos feministas (4): Boato da copa de futebol: informação falsa de que a violência doméstica aumenta 40% em campeonatos esportivos nos EUA e na Inglaterra.

Boatos feministas (5): literatura de Direito registrou o hoax de que a “rule of thumb” originalmente era uma lei da época de Rômulo, de Roma, sobre como os homens deveriam castigar suas mulheres.

Boatos feministas (6): feministas se recusam a retificar informações falsas disseminadas contra os homens.

Boxe: homens devem lutar 12 rounds de 3 minutos. Mulheres, apenas 10 de 2 minutos. [27]


C

Câncer: homens no Brasil são acometidos 77% mais que as mulheres, e o câncer deles é 85% mais mortal [28]. No entanto, os investimentos em vários países do mundo são feitos em espantosa desproporção em prevenção, pesquisa e tratamento do câncer feminino. [29]. Pensar em campanha contra o câncer é lembrar de câncer de mama, talvez de colo do útero. Pensar em câncer feminino faz lembrar tragédias, câncer masculino normalmente lembra uma piada. Nos casos de câncer feminino, governos cuidam das mulheres, investindo em prevenção, pesquisa e tratamento. Nos casos de câncer masculino, governos e sociedade põem a culpa nos próprios homens.

Caridade: normalmente exageram-se as estatísticas sobre vítimas femininas para obtenção de ganho financeiro. [30]

Caso Eloá: propagandeado como evidência do “machismo”, da violência de cada homem e de todos, em vez de comportamento sociopatológico narcisista. O fato de a maioria dos homens envolvidos na situação terem se superado para proteger as vítimas é ignorado.

Caso Pimenta Neves: retratado como “crime de machismo”, em vez de sociopatia; evidência da “cultura machista”, em vez de abuso de poder econômico através de advogados competentes para manipular o Sistema Judiciário.

Cavalheirismo (1): espera-se que os homens sirvam às mulheres unilateralmente. [31]

Cavalheirismo (2): mesmo com a expectativa social de que homens sirvam às mulheres, isso também é chamado de “machismo”.

Certidão de nascimento: o nome do pai é legalmente dispensável. [32]

Circuncisão (Mutilação genital): Cerca de 30% da população mundial masculina é circuncidada. O procedimento é doloroso e mutilador, mas as sociedades consideram questão de liberdade religiosa ou procedimento padrão em alguns países (apenas é tratado como legal quando homens e meninos é que são os mutilados). Também é atribuída ao “Patriarcado”. [33]

Civilização: quase tudo que foi inventado e construído foi obra dos homens, os quais mesmo assim são retratados como autores de uma contribuição negativa para a humanidade e são considerados obsoletos, inúteis e opressores. [34],[35]

Códigos de vestimentas (1): gravatas, comprimento de calças, paletós e sapatos fechados em ambientes corporativos, tribunais e prédios públicos… apenas para homens.

Códigos de vestimentas (2): homens são acusados de oprimir a liberdade das mulheres de se vestir como quiserem, não importando o fato de elas terem mais liberdade do que os homens nisso.

Códigos de vestimentas (3): Na cultura atual, o uso de roupas sensuais por mulheres deve ser tratado como LIBERDADE. O olhar do homem, no entanto, é considerado nojento e até estupro e assassinato (teoria feminista) e criminalizado. Se o homem não olhar quando a mulher quer, ele é ridicularizado (“se olhar, tá errado; se não, é veado”).

Concursos públicos no Brasil: Onde os homens têm mais sucesso, isso é atribuído à discriminação; onde as mulheres tem sucesso, é considerado competência. A presença cada vez menor dos homens nos cursos universitários e quase total nos horários socialmente privilegiados, como o horário da manhã nos cursos de Direito e cursos para concursos, não é notada, senão for comemorada (ver daltonismo de gênero).

Condições nas prisões: consideradas muito piores nas masculinas que nas femininas. [36]

Condução de veículos: homens denegridos como causadores de acidentes, embora sejam mais confiáveis por quilômetro dirigido do que as mulheres. A quantidade maior de acidentes graves ser causada por homens se deve principalmente ao fato dos homens dirigirem MUITO mais que as mulheres. [37]

Contracepção: mulheres têm uma série de métodos efetivos; homens, apenas um, se tanto. Há desinteresse público e privado para criação de mais meios. [38]

Corte de cabelo e militarismo: apenas militares homens são obrigados a cortar o cabelo e deixá-lo em tamanho padronizado, extremamente curto. [39]

Cotas: usadas somente se for para corrigir desigualdades desfavoráveis a mulheres. [40]

Cultura da Princesa: garotas sendo ensinadas desde cedo a esperar tratamento especial. [41]

Currículos e cultura universitária: uniformemente críticos aos homens. [42]


D

Daltonismo de gênero: Cegueira seletiva surgida da tradição e aprofundada pela ideologia de gênero. Na verdade, O HOMEM, QUANDO CAÍDO, É INVISÍVEL. Ex., vê-se que a maioria dos congressistas é homem, mas não se vê que quase todo ser humano pendurado atrás do caminhão de lixo, quase todos os que morrem defendendo a vida de outros (muitas vezes, é esse o trabalho deles), dos mendigos, é homem; a violência contra o homem é vista com mais banalidade. Quando vista, é com desprezo. E a ideologia de gênero apenas aprofundou isso ao justificar o sofrimento do homem como “consequência do ‘machismo’”.

Decisões financeiras: tradicional e contemporaneamente, as mulheres preferencialmente decidem sobre gastos e aquisições dentro dos casamentos. [43]

Deficiência no tratado internacional: Mulheres são consideradas mais deficientes, com base na teoria do “machismo estrutural”. Devem receber atendimento especial na eliminação das discriminações (só as contra elas)[Preâmbulo, d], consideradas mais em risco [q], tratamento especial [Art. 16, 5], redução da pobreza [28, b], reconhecimento específico das “múltiplas discriminações” [Art. 6, 1] desenvolvimento, avanço e poder [6, 2], legislação e políticas específicas [16, 5], particularmente assegurado o acesso a programas de proteção social e redução da pobreza [28, 2, b] (Dec. 6.949, de 25/08/2009. Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, Nova York, EUA, 30 de março de 2007.)

Delegacia da mulher: Onde evidências não valem mais que a versão da mulher e nenhuma violência contra o homem é demais.

Dependência química: homens sofrem mais, parcialmente devido ao stress extra das autoexigências e exigências sociais. E são culpabilizados por isso, através da teoria do “machismo cultural”. [44]

Dia internacional da mulher: celebrado oficialmente, por vários países. Mas o Dia Internacional do Homem é ignorado [45] ou atacado por ideólogos da teoria do “machismo estrutural”.

Dicionários (1): misandria definida como “ódio ou desprezo”. Misoginia, como “ódio, desprezo e desconfiança”. Não se deve desconfiar de uma mulher, mas deve-se desconfiar de homem?

Dicionário (3) —  Windows: versões anteriores do Windows word não conheciam a palavra andrologia, só ginecologia. Hoje, o word conhece andrologia; e misoginia… mas não misandria.

Diferença salarial e mentiras: feministas mentem ao propagandear que mulheres ganham menos que os homens executando a mesma função. [46], [47], [48], [49], [50]

Direito a alimentos (1): pais que negam suporte financeiro são mais criticados, mesmo que as mães sejam piores pagadoras. [51]

Direito a alimentos (2): Homens são desproporcionalmente mais alvo de prisão.

Discurso da “Inferioridade” do (par de cromossomos) XY: sem base científica, aceitável só quando aplicável aos homens. [52]

Discurso de supremacismo feminino: considerado como “empoderamento”, justiça. Não, chauvinismo. [53]

Doenças: homens são mais acometidos pela maioria delas. Recebem menos investimento e menos tratamento. [54]

Dogma da opressão: onipresente na academia, mídia e instituições. [55]


E

Educação infantil e primária: Meninos são tratados de forma pior que as meninas; cuidadores e  professores homens são excluídos [56]; há poucos professores homens [57] (estigmatizados como pedófilos); modelo concebido para meninas com apoio do Estado, devido a lobby de múltiplos grupos e cultura “antimachista”.

Educação secundária e preconceito: “homens opressores x mulheres vítimas” faz parte do ensino secundário. [58]

Educação superior: 59% das formações para as mulheres, 41% para os homens e a distância é crescente. No Brasil, elas são 61,2% dos formandos. [59]

Empregos: mito de que as mulheres são mantidas fora do mercado de trabalho pelo machismo. [60]

Encontros: a maioria das mulheres espera dinheiro e presentes dos homens [61].

Ensino superior: pais mais dispostos a pagar pelo ensino superior das filhas do que dos filhos.

Escravidão assalariada: leis religiosas e culturais decretam que homens devem pagar mais em prol das mulheres. [62]

Espaços públicos apenas para mulheres: como academias, piscinas, parques e ilhas. [63], [64]

Especialidade médica: para a saúde feminina, ginecologistas. Para a masculina, especialistas em uretra (urologistas) masculinas e femininas. Andrologistas são raros.

Estereótipos idiotizados dos homens: onipresentes em séries, programas e anúncios televisivos. [65]

Estudos de gênero: hiper-foco nas mulheres. Questões relativas aos homens são ignoradas. Homens são vistos exclusiva e falsamente como malfeitores sistemáticos, universais e históricos. [66], [67]

Estudos femininos: únicos a serem pesquisados nas Universidades. [68]

Estudos masculinos: falsamente retratados como antimulheres e anti-igualdade.  [69] [70]

Estupro: homens brasileiros iniciam a vida sexual, em média, aos 14 anos; as mulheres, aos 16. Garotos ainda são vistos como sortudos se escolhidos como parceiros sexuais de professoras [71]. Abuso sexual de crianças do sexo masculino desprezado, especialmente se a perpetradora for mulher.

Estupro feminino: sensacionalista, com números artificialmente ampliados por feministas educadores, setores do governo e mídia. [72]

Estupro masculino (1): comumente tratado como uma piada pela mídia. [73]

Estupro masculino (2): meninos são mais estuprados do que meninas. [74]

Estupro praticado por mulheres: inúmeros casos ignorados e escondidos pela mídia, sobretudo, pelas emissoras de TV. [75]

Execuções/Pena de morte: homens são desproporcionalmente muito mais alvo do Estado. [76]

Expectativa de vida: menor para os homens, a qual é uma realidade brasileira [77] e mundial [78]. E eles são culpabilizados por isso, via teoria do “machismo privilegiador”.

Ex-Presidente da República (Dilma Roussef): feminista, grosseira e mal-educada com homens, apesar de sua chegada à presidência dever-se a um homem. Postura que jamais se admitiria que qualquer homem agisse assim com mulheres.


F

Feminilidade – características majoritariamente femininas são consideradas pelo feminismo teórico como exclusivamente resultado de uma “construção social” feita pelos homens para manter as mulheres em servidão.

Feminismo (1ª onda) (1): exigiu o acesso maior da mulher às profissões mais prestigiosas, mas não os trabalhos mais degradantes, perigosos, insalubres e pesados. Até hoje, cerca 95% dos que se submetem a situações piores para o sustento próprio e da sua família são homens: mineradores, soldados, policiais, seguranças, limpadores de esgoto, construtores de estradas, trabalhadores que necessitam viajar e permanecer isolados das famílias, quem trabalha nos piores períodos, pessoal de apoio a vôo nos aeroportos (cujo trabalho invariavelmente causa danos ortopédicos), trabalhadores em indústrias químicas (que inalam gases que debilitam a saúde e causam sofrimento), motoristas de ônibus, caminhões e trens, lixeiros, atendentes de controle de zoonoses, etc., etc.

Feminismo (1ª onda) (2): sufragistas queriam o direito a voto para as mulheres, mas não a obrigação do alistamento militar – para votar, homens deviam e devem se alistar. No Brasil, até hoje, para ter CPF os homens são obrigados a se alistar. Hoje, grupos do movimento feminista defendem a não-obrigatoriedade do alistamento, sabendo que em caso de guerra, as mulheres não irão voluntariamente para um sacrifício que nunca lhes foi exigido (onde o serviço de bombeiro é voluntário, 99% são homens). Ironicamente, isso é chamado de “igualdade feminista”.

Feminismo e memes (1): “Cultura do estupro”.

Feminismo e memes (2): “Ensinem os homens a respeitar, não as mulheres a temer”. Os homens também devem ser respeitados. Grupos feministas usam a frase contra os quem ousar, com ou sem razão, sugerir qualquer atitude que mulheres devam tomar para prevenir a violência sexual contra elas. Tem a mesma lógica de dizer “não me ensine a trancar a porta, ensine OS HOMENS a não roubar casas”. Além de ilógico e irresponsável, é uma propaganda de ódio aos homens, pois faz junção entre CRIME DE ESTUPRO e HOMENS, como um todo.

Feminismo e memes (3): “O machismo mata, o feminismo nunca matou ninguém”: Não é verdade.

Feminismo e memes (4): “Se os homens pudessem engravidar, o aborto seria um sacramento”: Slogan pró-aborto feminista inventado por Florince Nightingale na campanha que por fim garantiu nos EUA a legislação entre as mais liberais do mundo em relação ao aborto – atribuindo ao egoísmo coletivo, violento e opressor dos homens a autoria da cultura, religião e moral em tudo que não estiver em conformidade com as determinações do movimento feminista (teoria do “Patriarcado cultural” transformada em propaganda). A verdade é que quem quer sacralizar o aborto são as feministas abortistas, não importando consequências, e elas irão difamar os homens e mulheres entre elas e seu objetivo.

Feminismo e mentiras (1) —  ESTUPRO: Feministas encomendam pesquisas incluindo “fazer amor inebriada” como se fosse estupro, para inflar artificialmente as estatísticas de violência contra a mulher para acima da violência em zonas de guerra.

Feminismo e mentiras (2) — VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: Feministas encomendam pesquisas incluindo estatísticas falsas e escondendo os casos de violência doméstica contra homens e meninos. [79]

Feminismo e mentiras (3) — TRABALHO: “As mulheres eram proibidas de trabalhar pelos homens.” Especialmente antes da 2ª Guerra Mundial, nem homens, nem mulheres pensavam que as mulheres deviam trabalhar, porque as condições de trabalho eram muito penosas. Trabalho era obrigação, não privilégio. As mulheres somente começaram a trabalhar em condições melhores que as dos homens, sempre que possível, e somente depois que o “Patriarcado” finalmente e gradualmente liberou as mulheres de estarem presas por afazeres domésticos.

Ferimentos genitais infligidos aos homens: retratados como piada pela mídia ou até comemorados. [80]


G

Gênero como construção social — Masculinidade: características majoritariamente masculinas são consideradas pelo feminismo teórico como exclusivamente resultado de uma “construção social” feita pelos homens para manter as mulheres em servidão.

Gorjetas: garçonetes ganham cerca de US$ 2.000,00 a mais em gorjetas por ano do que garçons. [81]

Gripe masculina: ignorada, embora descoberta a maior suscetibilidade dos homens. [82]

Guarda compartilhada: feministas e os governos se opõem. [83], [84]

Guarda dos filhos: somente 7% na Inglaterra é dos pais [85]; 5,3% no Brasil [86], o que independe da vontade dos pais. A legislação atual poderá mudar isso aos poucos.

Guerras (1): historicamente, homens foram (e têm sido) 99,9999% das vítimas mortas em combate. [87]

Guerras (2): É comum se ler que as guerras são feitas pelos homens, enquanto as mulheres os “pacificam”, “civilizam”. As guerras são feitas por uma meia dúzia de líderes (homens e mulheres) ou pelas sociedades, inteiras, não só pelos homens – no entanto, são os homens que devem ir matar e morrer nelas. A 1ª e 2ª Guerras mundiais, por exemplo, tiveram uma ampla mobilização social para suas realizações. Alguns líderes políticos, como Adolf Hitler, foram eleitos propondo exatamente uma solução violenta para problemas sociais. Guerras são em última análise fruto do medo de todo grupo social. Poder-se-ia considerar que são os homens que “pacificam” e “civilizam” as mulheres, já que eles vão para as guerras, permitindo-lhes uma vida de paz e segurança. É mais justo ainda se considerar que homem e mulher desenvolveram mecanismos sobreviver envolvendo tanto violência quanto paz e civilidade.

Guerras (3): os milhões de homens mortos em guerra são culpabilizados porque os poucos líderes homens que os obrigaram a ir para o combate têm a mesma genitália que a sua.


H

Hipergamia: homens devem promover melhoria de vida para as mulheres através do casamento ou relacionamento. Fenômeno cultural mundial. [88]. Tão real para as mulheres quanto a atratividade da beleza delas para os homens.

Hipergamia é tabu: exceto quando o assunto é abordado de forma elogiosa às mulheres ou depreciativa aos homens.

Histeria do estupro universitário: linhas de denúncias patrocinadas, mesmo que virtualmente não recebam ligações [89]

Historiografia: mulheres generalizadas no papel de vítimas dos homens. Versão parcial e repleta de mitos. [90]

Historiografia e daltonismo de gênero: mostra os homens como maioria entre os aproximadamente 2% ostensivamente visíveis no topo das sociedades, mas não mostra a maioria esmagadora dos homens na base da pirâmide social (escravos construindo pirâmides, trabalhos forçados[91], prisioneiros, chacinados facilmente (p. ex., no relato do androcídio na narrativa bíblica de Moisés e Jesus), etc.

Homem “de verdade” (1): um recurso de linguagem que presume que critérios de outras pessoas vão definir se o homem é “realmente” homem, restando ao homem provar que está à altura do que os outros querem.

Homem “de verdade” (2): A expressão “mulher de verdade” é rejeitada, graças a décadas de propaganda feminista.

Homem “de verdade” (3): “Mulher de verdade”, a “Amélia”, da MPB, é retratada como símbolo da expectativa de submissão da mulher, quando a música tratava de uma mulher que foi companheira em tempos muito difíceis.

Homens vítimas: quando homens são vítimas em alguma situação ou estão em condições desfavoráveis em relação às mulheres, feministas e diversos outros ideólogos misândricos tentam tirar a condição de vítima deles para que as pessoas não concluam que a discriminação por sexo/gênero contra eles existe e é grande. Daí, esses ideólogos mudam o foco para outros grupos, dizendo que a discriminação é contra outros subgrupos: “pobres”, “negros”, “trabalhadores” etc., mesmo que dentros desses subgrupos, a maioria esmagadora dos discriminados seja de homens.


I

Ideologia de gênero: Criação do feminismo de 2ª onda. Considera todos os homens como uma classe privilegiada às custas das mulheres, sistemática, universal e historicamente. Graças ao movimento feminista, orienta a abordagem acadêmica dos assuntos homem-mulher, historiografia, legislação penal, legislação de família, políticas públicas, tratados internacionais, guarda dos filhos, programas públicos contra a pobreza, educação de crianças, tratamento de homens e mulheres pela mídia, pelas obras de ficção (novelas, romances, comédias, seriados), Psicologia e Psicoterapia, relacionamentos afetivos, etc. Graças a isso, qualquer problema dos homens é atribuído ao “machismo” e qualquer problema das mulheres, também ao “machismo” (ou “Patriarcado”) – em outras palavras, qualquer vantagem ou desvantagem da mulher ou do homem pode ser vista como “privilégio masculino” ou “privilégio feminino”, a depender da interpretação do observador.

Ideologia e Política:
Esquerda –  socialismo e marxismo priorizam questões sobre discriminação contra as mulheres; são entusiastas da burogamia, dirigismo estatal, reengenharia social, apoio do Estado a amigos do governo, etc. A ideologia de gênero é de origem marxista. [92]
Direita –  os conservadores protegem prioritariamente as mulheres, tem políticas de resultados misândricos como “tolerância zero”, “guerra às drogas”, penas mais pesadas, pena de morte, mais prisões, apoio do estado a amigos do governo, etc. O antigo cavalheirismo.

Igualdade (1): defesa de benefícios de “igualdade” apenas para mulheres. [93]

Igualdade (2) – definição: quando mulheres estão (suposta ou verdadeiramente) em desvantagem, feministas dizem que homens e mulheres são essencialmente iguais e que a definição de igualdade passa por todos receberem “tratamento igual”. Mas quando homens estão em condição de desvantagem, quando a igualdade vai de encontro ao “empoderamento” feminino, feministas descartam a definição anterior como uma batata quente, começam a enfatizar as próprias singularidades das mulheres, de maneira que a igualdade não seja suficiente (utilizando o velho bordão: “devemos tratar os desiguais desigualmente”).

Impostos: homens pagam mais e recebem menos benefícios. [94]

Índia: 98% das denúncias de violência doméstica dão indícios de ser FALSAS. [95]

Indigência (1): 80% a 90% dos moradores de rua são homens. [96].

Indigência (2): Mais de 82% dos moradores de rua no Brasil são homens [97], isso acontece no mundo inteiro (Nos EUA, 85%, p. ex.) e representam vidas desperdiçadas e ignoradas por serem de homens. Mendigos são até mesmo queimados por todo o país, mas isso nada disso é considerado violência contra o homem.

Índios brasileiros: os do sexo masculino foram dizimados em números desproporcionalmente maiores.

Infraestrutura: nos EUA, de 1890 A 1917, 230.000 homens mortos na construção de estradas de ferro. [98]

Iniciativa nos relacionamentos: tida como obrigação dos homens. Se a mulher não gostar da abordagem, é incentivada a agredir os homens de diferentes formas.

Iniciativas governamentais: para questões femininas, não para homens. [99]

Iniciativas pró-igualdade: ativamente excluem referências a questões relativas a igualdade e equidade para homens. [100]

Inteligência: Homens são maioria entre os gênios atuando em todas as áreas e também a maioria entre os de menor desempenho intelectual; o primeiro fato é considerado discriminação, sexismo; o segundo, não.

Investimentos em saúde: pesquisas sobre doenças para as mulheres recebem mais investimento. [101]

Islamismo e heranças: mulheres não devem compartilhar suas heranças com os homens, mas os homens devem. [102]

Islamismo e trabalho doméstico: maridos muçulmanos devem prover empregadas(os) para suas mulheres. [103]


J

Judiciário: há “guia” para juízes favorecerem mulheres e discriminarem homens ao julgar e sentenciar. [104]


L

Leis contra a discriminação feminina discriminam os homens. [105]

Liberação masculina: Como sociedade, liberamos as mulheres, mas não os homens, de seus papéis tradicionais. A mulher tem direito de tomar a iniciativa no relacionamento; o homem, a expectativa que eles tomem; a mulher tem o direito de trabalhar fora, o homem, a obrigação; a mulher tem o direito de ir às guerras; os homens, a obrigação exigida em lei. Homens ainda são seguranças grátis; ainda se espera que paguem para as mulheres se divertirem à noite; ainda se espera que puxem a cadeira, cedam o lugar, reprimam suas piadas na presença de uma mulher (e nunca debochar delas), mas nunca a delas perto deles (especialmente sobre eles); espera-se que se ausentem menos do trabalho para cuidar da saúde (ao mesmo tempo, quando eles não cuidam, chamamos isso de “machismo”), etc., etc.

Licença parental (1): Pais no Reino Unido recebem 26% menos que mães. [106]

Licença parental (2): Mães podem suspender a licença parental de homens. [107]

Linguagem: em diferentes idiomas, termos negativos associados ao gênero masculino, como “corno”, “thug”, etc. [108]


M

“Machismo”: palavra amplamente usada por feministas como forma de associar aos homens a violência, sofrimento, crime, possessividade, toda uma gama de desvios de personalidade, problemas individuais, relacionais e sociais ao sexo masculino. Todos os problemas de homens e mulheres são relacionados ao “machismo”; as soluções, a igualdade, o bem, ao Feminismo.

Manipulação de estatísticas sobre a condição de vítima da mulher. Ocorre em todos os campos, em todos os níveis. [109]

Masculinistas e Movimento dos Direitos dos Homens, questões e ativismo: apresentados como anti-mulheres e anti-igualdade [110] e até difamados como perigosos, criminosos [marx cult] e “grupos de ódio” [jtO].

Maturidade: mito de que os homens tem menos que as mulheres. Se baseia em propagandear os comportamentos e gostos femininos como distintivos (como gostar de moda, tagarelar aleatoriamente, exibir a beleza do corpo, etc.), e os dos mais masculinos como infantis (como gostar de esportes, artes marciais e carros, gostar de ver a beleza do corpo feminino) – exceto quando esses gostos são invertidos; aí a avaliação da “maturidade” se inverte.

Meio-ambiente: homens culpabilizados pela poluição [111]

Mídia (1): evita a referência ao sexo quando as vítimas são homens.

Mídia (2): questões do sexo/gênero masculino são excluídas. [112].

Ministérios e secretarias: apenas para a mulher, não para os homens. [113], [114]

Misandria: comum, mas raramente mencionada ou reconhecida em dicionários. [115]

Misandria e homofobia: homens culpabilizados e generalizados como homofóbicos devido ao “machismo”.

Misandria e homofobia: os que são mais alvo e os que são as maiores vítimas da violência (cometida por grupos, pessoas e estados) são os homens [116], inclusive desde a lei mosaica e no islamismo [Levíticus 18:22 (pena de morte por apedrejamento), ...], mas a homossexualidade feminina é ignorada por milênios.

Misandria e marketing: associação de marketing em jornais recomenda ataques aos homens. [117]

Misandria e racismo (1): A maioria e as piores vítimas de violência racista são homens.

Misandria e racismo (2): Homens são falsamente vistos como privilegiados por um “sistema de gênero/classe/raça” pela teoria feminista. Em expectativa de vida, p. ex., a pirâmide é: A pior é do homem negro, acima a mulher negra, em seguida o homem branco e a melhor, a da mulher branca.

Misoginia e machismo: argumento usado para silenciar homens por qualquer discordância apresentada. [118]

Milionários: entre 18 e 44 anos de idade, há mais mulheres milionárias no Reino Unido. Assim como há mais também na faixa etária acima de 65 anos de idade. [119]

Mito da dupla jornada de trabalho feminino: estudos que mostram que os homens trabalham mais são desconsiderados [120]

Mito do amor materno: mulheres são consideradas mais amorosas e imprescindíveis para as crianças, só por serem mulheres.

Moradia: Homens são discriminados pelo programa “minha casa, minha vida” entusiasticamente pela ex-Presidente Dilma, apesar deles serem a maioria dos sem-teto no Brasil (82%). [121] Mulheres ficam com os imóveis comprados nesse programa em casos de divórcio. [122]

Mortes no trabalho: fatalidades no trabalho chegam a ser 98% de homens [US Bureau of labor statistics, US Department of Labor, 2011. OSHA (Occupational Safety & Health Administration, <www.osha.gov/oshastats/commonstats.html>)] [123]

Mortes em combate: na quase totalidade, homens. Mulheres soldados recebem o mesmo pagamento, mas são mais resguardadas [124]. Mesmo sofrendo muito mais tortura, mutilação e generocídio, o sofrimento dos homens pode ser ignorado.

Movimento estudantil: predominantemente, pró-feminismo, tende a rejeitar questões de equidade pró-masculinas. [125], [126]

“Mulheres e crianças, primeiro”: cultura tida como “machista”, mas na prática promovida e usada em políticas, segurança, emergência e evacuações. [127]

Mutilação genital masculina  Circuncisão: investimento da ONU em circuncisão em massa de homens em países africanos, com o objetivo declarado, mesmo com resultados duvidosos, de beneficiar a mulher.

Mutilação genital feminina: considerada como uma “evidência do machismo e egoísmo dos homens”, graças à propaganda do “Patriarcado”.


N

Nascimentos: riscos exagerados para impedir requisições de igualdade pelos homens [128]

Noticiários: o gênero da vítima não é mencionado se a vítima é homem [129]. Em vez disso, homens vítimas são chamados de “pessoas”, “trabalhadores”, etc. (por ex., “duas pessoas morreram...” em vez de “dois homens morreram...”). A coisa se inverte quando homens cometem algo ilegal. Nestes casos, o sexo é colocado negativamente em evidência (por ex., “três homens assaltaram uma loja...”)


O

Obesidade mórbida cultural: Tradição originada da escassez de alimentos [130], mas os homens são responsabilizados e mulheres são consideradas “obrigadas” a engordar (dogma do “Patriarcado”).

Objetificação: normalmente apresentada como algo que só mulheres sofrem. [131]

Olhar “assassino”: Homens são os únicos que matam com o olhar, segundo teoria amplamente divulgada e aceita no meio feminista (o olhar dos homens “objetifica”, “estupra”, “sufoca” e “mata” a mulher, mas nunca o contrário, devido ao “Patriarcado”).

ONGs: usam estratégia de vitimização feminina e foca em sua defesa e pesquisas [132]

ONU: promove campanhas e ações para corrigir desigualdades desfavoráveis apenas em relação às mulheres. [133]

Opressão: homens são retratados como controladores e opressores. Mulheres opressoras são desconsideradas ou elogiadas. [134]


P

“Patriarcado” ou “machismo” — “cultural” ou “estrutural”: é a base teórica ideológica desenvolvida pelo feminismo de 2ª onda. É uma teoria sofisticada, desenvolvida e aplicada a diversas áreas das ciências humanas (Sociologia, História, Psicologia, etc.), através de inúmeros trabalhos acadêmicos. Poucas pessoas chegam a questionar que essa teoria é uma teoria imbuída de um conceito e uma visão sobre os homens e a masculinidade semelhante à que os nazistas tinham dos judeus e dos marxistas sobre os que detivesse capital.

Pais (papais): desproporcionalmente afastados do contato com os filhos. [135]

Paternidade e fraude (1): 30% dos pais que não têm a guarda pagam pelos filhos que não são deles. [136]

Paternidade e fraude (2): mulheres são beneficiárias de uma lei inconstitucional, verdadeiramente falando, que é a lei de alimentos gravídicos [137], que obriga um homem a pagar pensão alimentícia, ainda no período de gravidez, mesmo sem a necessidade de exame que comprove a paternidade e da indenização dada ao suposto pai caso o resultado seja negativo.

Paternidade e fraude (3): mulheres que cometem fraude paternidade raramente são punidas, e além disso, quando os pais descobrem que não são os verdadeiros pais, estes ainda são duplamente punidos, obrigados a assumirem os filhos que não são seus, sendo imputados por uma “paternidade sócio-afetiva”. [138]

Pedofilia e aviões: somente homens são retirados de assentos ao lado de crianças, considerados indistintamente agressores sexuais de crianças em potencial. [139]

Pedofilia (1): homens são presumidos pedófilos pela histeria midiática, embora poucos seres humanos possam ser considerados pedófilos. [140]

Pedofilia (2): 98% dos pedófilos REGISTRADOS são homens. A pedofilia feminina é amplamente desconsiderada, pouco é denunciada e raramente punida. Notícias de abusos sexuais contra crianças e pubescentes na TV, quando a perpetradora é mulher, tendem a evitar a palavra. Quantas vezes você já viu a palavra “pedófila”, flexionada assim, no gênero feminino? Mulheres pedófilas são geralmente ignoradas pela mídia e não costumam ser reportadas.

Pedofilia (3): Atuação de feministas contribuem para que a pedofilia feminina seja desconsiderada. Não se houve falar de estudo sobre mulheres pedófilas.

Pedofilia (4): A partir de algumas denúncias, começou-se a investigar a sério a pedofilia feminina nos EUA entre professoras de jovens e crianças: O resultado foi a chamada “Grande Lista”. Michele Elliott realizou uma pesquisa sobre o assunto, percebeu que o assunto é um tabu para a nossa sociedade e que o movimento feminista não apenas é omisso, como há membros que procuram impedir a divulgação do assunto. Ainda não há estudos sobre babás, empregadas domésticas, religiosas, mães pedófilas...

Pedofilia (5): Pela presunção social, falsas acusações de pedofilia podem ser usadas contra os homens, causando grandes danos psicológicos, morais, financeiros, de reputação, etc.

Pensão Alimentícia: desproporcionalmente recai sobre os homens, mesmo quando as mulheres ganham mais. [141]

Perucas: homens são publicamente escarnecidos por usarem perucas, enquanto mulheres são aceitas. [142], [143]

Pesquisadores (as): muitos pesquisadores feministas vêm ignorando seus próprios dados quando estes contradizem sua ideologia; não realizam perguntas que ponham em risco a obtenção de respostas que possam contradizer sua tese e vêm direcionando suas pesquisas com o objetivo de comprová-las, jogando a imparcialidade no lixo. Geralmente estes pesquisadores possuem histórias de vida traumáticas que os leva a preconceitos contra os homens. [144]

Polícia: homens são mais presos que mulheres, por serem homens. [145]

Políticas públicas apenas para mulheres: discurso e ações utilizados por quase todos os políticos, sejam estes de Esquerda ou de Direita. [146],[147]

Preconceito de mídia: fatos escolhidos retratam negativamente os homens em 69% das vezes. [148]

Preconceito jurídico (1): homens são mais condenados pelos mesmos crimes e com sentenças mais pesadas [149], [150]

Preconceito jurídico (2): mulheres contam com recursos de defesa judicial exclusivos movidos ao nosso preconceito, mesmo se tratando de crimes violentos e premeditados.

Preconceito jurídico (3): programa “pai presente”, no final, tem enfoque somente nas OBRIGAÇÕES dos pais, não nos direitos deles, nem na importância da presença deles com os filhos – e constrange publicamente possível pai de criança.

Presentes de casamento (1): ainda se espera que os homens comprem jóias, etc. [151]

Presentes de casamento (2): cultura e religiões insistem que os homens devem pagar para casar. [152]. Onde havia o dote (família da noiva pagar para contribuir para o sustento da filha que se casaria), isso foi tornado ilegal.

Programas de Governo — “Bolsa Família”: mulheres representam 93% da titularidade do programa. [153] Programa discrimina os pais. Feministas dizem que o dinheiro deve ficar com as mães porque os pais gastam o dinheiro para si próprios (muitas feministas costumam dizer: "os pais tiram o dinheiro da boca das crianças para gastar com cachaça").

Programas de Governo  Combate ao Câncer: mulheres são as únicas beneficiárias em programas nacionais de prevenção, pesquisa e tratamento de câncer no Brasil [154]. Tanto é verdade que só existem dois programas nacionais de controle de câncer: “O Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero e o Programa Nacional de Controle do Câncer de Mama”, muito embora os homens tenham 77% mais chances de desenvolver câncer do que as mulheres, e 85% mais chances de morrer de câncer do que as mulheres.[ 155]

Programas de Governo — Reforma Agrária: mulheres são donas de 72% das propriedades da reforma agrária. [156]

Progresso de gênero: homens costumam ser apresentados como contrários. [157]

Prostituição (1): só os clientes masculinos criminalizados; aliciadoras e cafetinas ignoradas. [158]

Prostituição (2): mulheres que escolhem ser prostitutas apresentadas como vítimas de homens.

Psicologia (1): Psicólogas e psicólogos vêm cada vez mais discriminando os homens, colocando os homens como o centro dos problemas. Veem as mulheres sempre de maneira positiva, e os homens, de maneira negativa (veem os homens como normalmente violentos). Vêm fazendo ativismo feminista, jogando a imparcialidade no lixo, encobrindo ou distorcendo dados de seus estudos a fim de garantir que os resultados confirmem sua ideologia pré-concebida que vê as mulheres, por exemplo, como vítimas de violência doméstica, e os homens, como perpetradores. [159] O sexismo contra os homens que há nesta área de atuação tem sido assustador. O que prova que a influência do dogma do "patriarcado" está longe de ser humanitária, despreconceituosa, inclusiva, sensível e enriquecedora para homens e mulheres. [160] Muitas vezes, são os traumas pessoais que levam psicólogas(os) a desenvolver esse trabalho sujo e preconceituoso contra os homens. 

Psicologia (2): feminilização da psicologia fast-food tem padrões de comportamento feminino, emocional, foco no processo como referencial de equilíbrio emocional, rejeitando características masculinas como razão e foco na solução.


R

Religiões: insistindo e obrigando a escravidão assalariada dos homens em prol de irmãs e esposas. [161]

Retórica feminina de vingança: apoiada pelas narrativas da mídia. [162]

Riqueza: as mulheres controlam 60% de todo o dinheiro nos EUA. [163]


S

Sabotagem: Reivindicações dos Defensores dos Direitos Humanos de Homens e Meninos são atacadas e escondidas na Wikipedia e além... [164], [165]

Segregação sexual: culturas e feminismo consideram o gênero masculino predatório demais para a integração social [166]

Segurança grátis: papel esperado de um homem por qualquer mulher. [167], [168]

Seguro de veículos: homens são obrigados a pagar mais. Seguradoras afirmam que estatísticas mostram que homens seriam mais imprudentes. Mas isso não é uma verdade absoluta. Os homens não podem ser culpabilizados por aquilo que uma minoria faz. Além disso, a cobrança diferenciada pelo seguro atenta contra a isonomia, contra a Constituição. [169]

Sexismo: estudos mostrando mulheres 4 vezes mais sexistas que os homens, mas o feminismo afirma que existe apenas o sexismo masculino. [170]

Sistema Penal: dos mais de meio milhão de encarcerados no Brasil, apenas 5,5% são do sexo feminino [171]. Não consigo pensar em nenhum outro lugar da sociedade moderna tão dominado por homens, ou sem representatividade, do que o sistema penal — algo que, no interesse da igualdade entre os sexos, precisa mudar. Ademais, a sociedade costuma considerar crimes apenas aqueles cometidos majoritariamente pelos homens. Além disso, e não menos importante, temos um problema gravíssimo que é a discriminação da aplicação das penas. Homens sempre foram tratados com mais rigor do que as mulheres, mesmo quando estas cometem crimes proporcionalmente iguais.

Stalking: para homens que cometem o “assédio romântico”, são requisitadas penas mais graves. Para mulheres, há o MADA (Mulheres que Amam Demais).

Sexo: são as mulheres que controlam o “mercado sexual”. Elas escolhem os homens, avaliam-lhes e lhes “dão o preço”. Quase toda mulher pode fazer sexo a hora que desejar; surgirão pretendentes aos montes. O homem não possui esse privilégio. Muito longe disso.

Suicídio x depressão: homens cometem mais suicídio em todas as idades e em quase todos os países do mundo. [172]. No entanto, as pesquisas, investimentos, campanhas e mídia têm foco no direito das mulheres a uma vida feliz.


T

Táticas de constrangimento/intimidação e intolerância aos homens: formas em que os homens são atacados quando requerem igualdade [173]

Televisão: questões femininas mostradas nos programas de TV, mas nenhuma questão masculina é mostrada. [174]

Tênis: homens têm que disputar 5 sets; mulheres, 3.

Trabalho: a sociedade não aceita quando os homens morrem menos: Na Colúmbia Britânica, o alto nível de falências de empresas que realizavam trabalhos pesados levou os homens ao desemprego, consequentemente reduzindo a quantidade de homens feridos. Houve reação imediata, como se mulheres estivessem se acidentando mais.

Teste de paternidade: ainda não obrigatório em nenhum lugar do mundo. [175]

Trabalho e deslocamento: homens viajam mais longe para trabalhar. [176]

Trabalho e horário de atendimento médico: Homens trabalhadores são obrigados a cuidar menos da saúde. [177]

Trabalho e horas excessivas: Homens trabalham mais. Pesquisas indicam 60% dos homens trabalhando mais de 60 horas por semana. [178]

Trabalho em meio-período: Homens recebem 4% menos que as mulheres. [179]

Trabalhos (piores): homens trabalham mais longe, realizam os trabalhos não só mais pesados perigosos, insalubres (física, mental e emocionalmente) e penosos. Essa é uma das razões pelas quais os homens vivem menos e pior. Os trabalhos piores, mas imprescindíveis para a sociedade, são realizados em 95% por homens.


V

Vagões de trem: vagões especiais para mulheres, discriminando todos os homens. [180]

Violência (1): Homens, se agredidos moral ou fisicamente por mulheres, são penalizados se revidarem.

Violência (2): a maior parte da violência cometida por mulheres é contra homens (assim como a maior parte da violência cometida por homens também é contra outros homens). [181]

Violência contra crianças: homens comumente mostrados como agressores, embora mulheres agridam mais e matem muito mais. [182], [183]

Violência doméstica (1) — Demonização: campanhas retratam o homem invariavelmente como agressor violento, sem se importar se isso atinge aos homens, à imagem dos pais e dos filhos. Não só não importa se a esmagadora maioria dos homens não o faz, a propaganda coloca “os homens”, coletivamente, como perpetradores.

Violência Doméstica (2) — Homem agredido: quando o assunto é violência doméstica, o homem é três vezes vítima. Vítima da própria mulher que o agrediu; vítima do estado, o qual não prestará nenhuma assistência estatal a esse homem (muito pelo contrário — seus servidores e agentes públicos em geral farão o possível para culpá-lo, expropiar seu dinheiro ou encarcerá-lo); e vítima da agressão praticada pela sociedade: vítima do preconceito e deboche social, vítima da sociedade (vizinhos, colegas de trabalho, irmãos da igreja, pelos quais muitas vezes é pré-julgado e condenado). Sem contar o fato que o estado não prenderá, não condenará, não prenderá a mulher agressora. [184]

Violência doméstica (3): Estudos mostram que, de forma geral, as informações propagandeadas sobre violência doméstica não são corretas. [185] Maioria dos estudos científicos, sérios e realmente comprometidos com a violência doméstica ratificam que mulheres agridem tanto quanto, ou mais do que, os homens. [186] [187][188] [189]. E no Brasil, mulheres praticam mais violência doméstica que os homens. [190] [191] [192] [193] [194]

Violência doméstica (4): mulheres usam armas, veneno, surpresa e premeditação, compensando perfeitamente a predominante desvantagem física. E uma coisa que não se menciona sobre Violência Doméstica é que mulheres matam 2x mais seus filhos do que homens [195].

Violência doméstica (5): políticas de prisão apenas para homens [196]

Violência doméstica e abrigos: abrigos só para mulheres.

Violência doméstica e estupro: incidência exagerada e inflada por feministas. [197]

Violência por procuração: As inúmeras formas de violência justificável ou não (guerra, policial, execuções, defesa da dignidade alheia, defesa da integridade física alheia, etc., etc.), por cultura, são os homens que deverão cometê-la e também recebê-la. E eles serão depois vistos como os maiores responsáveis pela violência. [198]


Z

Zero: número de livros sobre Direitos dos Homens, que a maior parte das pessoas tenha lido ou até saiba a respeito. [199]




MARTIN, Tom. Short A to Z of discrimination and inequalities faced by men...[em linha]. [S.l.]: SEXISMBUSTERS. Disponível em: <http://sexismbusters.org/ref1.html>. Acesso em 12 out. 2016. Tradução, introdução, adaptação, edição, desenvolvimento e colaboração por Aldir Gracindo . Tradução, edição, revisão e colaboração por Charlton Heslich Hauer. Primeira tradução e adaptação por Aldir Gracindo, publicada no extinto site “Direitos dos Homens e Meninos”. Disponível em: <http://www.direitosdoshomens.com/sexismoaaz/>. Acesso em: jul. 2016.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Porque os Governos Amam o Feminismo


por Angry Harry 

Este é mais um artigo extenso, mas sua leitura dar-lhe-á uma visão sobre as razões pelas quais o feminismo se tornou tão dominante no Ocidente, e porque toda a sua vida será negativamente afetada por ele; particularmente se você é homem. 

O feminismo tem muito pouco a ver com igualdade entre os gêneros, e também tem muito pouco a ver com direitos das mulheres.

O feminismo trata-se, antes de qualquer coisa, de vários grupos que procuram adquirir poder e dinheiro, e construir enormes impérios oportunistas, pelos quais milhões — literalmente milhões — de pessoas hoje em dia têm um forte interesse pessoal — interesse este que é, de fato, altamente prejudicial às sociedades nas quais estas pessoas atuam.

Para ver como o jogo é jogado, só gostaria que você imaginasse uma sociedade — uma sociedade um tanto idealizada — onde as mulheres estivessem felizes em passar os seus dias intimamente ligadas a seus lares e filhos, enquanto os homens jovens e os papais estivessem razoavelmente felizes em marchar para o local de trabalho — seja lá onde fosse.

E, além disso, gostaria que você imaginasse que a maioria das pessoas nesta sociedade geralmente estivesse bastante satisfeita com sua situação.

Em outras palavras, um lugar razoavelmente feliz.

E agora, a questão que eu gostaria que você ponderasse de forma profunda é esta aqui:

O que o governo ganharia com isso?

O que o governo ganharia com isso?

Como o governo — e seus agentes públicos — poder-se-iam beneficiar com uma existência dentro de uma sociedade de pessoas que aparentassem estar muito felizes e em paz umas com as outras?

Com que fundamentos o governo poderia dizer ao povo: “Você precisa de mais governo. Dá-nos mais dinheiro de impostos.”?

Bem, claramente, em tal sociedade idílica, seria muito difícil mesmo convencer as pessoas a participar com mais de seus próprios recursos — adquiridos através de seus próprios esforços — para financiar “mais governo”.

No entanto, se esta sociedade razoavelmente feliz pudesse ser perturbada por alguma força ou outra — uma força que induzisse “desarmonia” no seio da população (um aumento na criminalidade, por exemplo) — então o governo teria muito mais facilidade para extrair um “pedaço maior da torta da sociedade”. Por exemplo, se houvesse um aumento da criminalidade, as pessoas muito mais prontamente concordariam em financiar uma força de polícia maior. Se os homens e as mulheres começassem a entrar em conflito uns contra os outros, e começassem a se separar, com casais se divorciando, então, o governo poderia justificar a extração de mais recursos do povo, a fim de criar uma maior força de trabalho de serviços sociais para cuidar de mulheres e crianças que estariam agora à própria sorte.

E o ponto que eu estou tentando transmitir aqui é este:

Os governos se beneficiam, não com o fato das pessoas estarem em paz umas com as outras, mas com o fato de elas estarem, de alguma forma, em guerra umas com as outras.

Os governos se beneficiam, não com o fato das pessoas estarem em paz umas com as outras, mas com o fato de elas estarem, de alguma forma, em guerra umas com as outras.

Obviamente que os governos podem se beneficiar também a partir de muitas outras coisas, mas o ponto aqui é este: Governos, claramente, beneficiam-se daquilo que doravante simplesmente chamarei de “desarmonia” — desarmonia social; como a criminalidade.

E já que os governos têm enorme poder em comparação às pessoas comuns, eles tenderão a usar esse poder para criar cada vez mais desarmonia social — com muito sucesso. É claro que eles vão fazer isso. Por quê? Bem, porque os governos, e milhões de agentes públicos, beneficiam-se com a desarmonia, e eles não vão usar sua enorme força coletiva para minar a si próprios — que é o que a redução da “desarmonia” faria.

No mínimo, os agentes públicos não querem deixar de receber recursos, perder seus empregos, sua segurança, suas aposentadorias etc., etc., etc. E, por isso, eles precisam ser percebidos como necessários.

É ainda melhor para eles, pois são maiores impérios com maiores salários, e muito mais status e poder.

Afinal, nesse sentido, eles são não são diferentes de ninguém!

E, coletivamente, de um jeito ou de outro, estes agentes públicos podem criar, e criarão, a mais monumental força, a fim de obter esses vários benefícios para si mesmos; uma força que as pessoas simplesmente não podem contrariar.

De fato, seria beirar o absurdo acreditar que um corpo tão enorme de agentes públicos não iria exercer uma força na direção da qual eles próprios beneficiar-se-iam.

Afinal de contas, essas pessoas não são deuses. São seres humanos!

Estes agentes públicos querem impérios maiores com salários maiores e aposentadorias maiores.

Em suma: Estes agentes públicos querem impérios maiores com salários maiores e aposentadorias maiores. Eles querem mais status e mais poder. E, coletivamente, eles irão exercer uma força tão grande que ninguém poderá realmente impedi-los de conseguir estas coisas. O crescimento monumental dos governos no Ocidente ao longo dos últimos 120 anos, aproximadamente, não deixa dúvidas. (Os governos centrais têm crescido mais de cem vezes ao longo dos últimos 120 anos.)

Ora, visto que o objetivo principal das feministas é criar o máximo possível de desarmonia entre homens e mulheres a fim de financiar seus próprios impérios, os governos simplesmente as amam; porque, lembre-se: para os governos, quanto mais desarmonia, melhor.

Então, retornemos à nossa sociedade demasiado simplista, e vejamos o que acontece quando casais com filhos dentro deste lugar razoavelmente feliz começam mais freqüentemente a se divorciar e se separar.

Bem, normalmente, os homens irão sair de casa e viver à sua própria sorte em algum lugar, mas eles irão continuar trabalhando. As mulheres, no entanto, terão que escolher alguma combinação em sair para trabalhar e ficar em casa com os filhos.

Se as mulheres decidirem ficar em casa, então o governo deverá dar a elas uma fonte de renda. Isto significa que o governo irá tirar dinheiro dos outros para financiá-las. E, desde já, isto significa criar todo um sistema de leis que envolve advogados, juízes, administradores, assistentes sociais, escritórios financeiros e vários sistemas burocráticos aliados.

o divórcio e a separação fornecem toda uma infinidade de benefícios para os governos e para os seus agentes.

Em outras palavras, o divórcio e a separação fornecem toda uma infinidade de benefícios para os governos e para os seus agentes.

Além disso, é claro, ninguém na população quer ver mulheres e crianças ao desamparo, e por isso o governo agora terá o benefício de um apoio popular a mais pelos seus esforços. Assim, o governo também ganha a este respeito.

E, claro, as mulheres que são colocadas nesta posição com os seus filhos estão agora à mercê do governo.

Em outras palavras, elas se tornam dependentes do governo; o que também é ótimo para o governo.

“Se vocês mulheres não votarem em nós, então vocês terão uma renda menor vinda do governo!”

Agora, claro, as mulheres que se divorciaram — independentemente de terem filhos ou não — podem, em vez disso, decidirem trabalhar; caso em que o governo ganha mais uma vez — porque agora há mais trabalhadores de quem ele pode tirar dinheiro através do sistema tributário.

Em outras palavras, incentivar o divórcio e a separação é uma estratégia vencedora para o governo.

De fato, de todo jeito os governos só têm a ganhar.

E, o mais importante, isto continua a ser verdade, independentemente de as mulheres terem filhos ou não, independentemente se elas trabalhem ou não. É a crescente divisão entre homens e mulheres que é a chave para a estratégia vencedora do governo.

Em resumo, portanto, o governo tem uma quantia enorme a ganhar, aumentando o fosso entre homens e mulheres, porque isso permite que os agentes públicos justifiquem a criação e o controle de muitos grandes impérios. Eles podem mais facilmente extrair impostos mais elevados, eles podem tributar mais pessoas, eles podem fazer com que mais pessoas tornem-se dependentes deles e eles podem ganhar algum apoio popular extra para si mesmos.

Mas isso é apenas o começo.

Muitos e muitos outros benefícios são revertidos para o governo quando as relações próximas entre homens e mulheres se esfacelam.

Muitos e muitos outros benefícios são revertidos para o governo quando as relações próximas entre homens e mulheres se esfacelam. Por exemplo, as consequências sociais negativas de não ter um pai firme, perto de seus filhos, são positivamente enormes. Estas tendem a afetar mais diretamente os meninos, mas as repercussões reverberam por toda a sociedade — por décadas.

Por exemplo, os jovens — tanto as meninas quanto os meninos — sem pai em casa, são muito mais propensos a...:

… viver na pobreza e privação, … ser problemáticos na escola, … ter mais dificuldade em conviver com outras pessoas, … ter mais problemas de saúde, … sofrer de abuso físico, emocional e/ou sexual, … fugir de casa, … contrair doenças sexuais, … tornar-se pais na adolescência, … atentar contra a lei, … fumar, consumir bebidas alcoólicas e usar drogas, … matar aula, … ser expulsos da escola, … comportar-se violentamente, … desistir da educação em idade precoce,... não se adequar à vida adulta, … ser mal qualificados, … enfrentar o desemprego, … ter baixos salários, … depender da assistência social, … ser moradores de rua, … ir para a cadeia, … sofrer de problemas emocionais e psicológicos em longo prazo, … envolver-se apenas em relações casuais, … ter filhos fora do casamento ou, na verdade, fora de qualquer relacionamento estável.

Com efeito, uma cascata inteira de problemas sociais — ou seja, uma grande quantidade de “desarmonia” — é gerada pelos efeitos dos jovens não terem o pai por perto.

Mas, evidentemente, os governos se beneficiam enormemente com tudo isso; porque os governos podem usar estes enormes problemas para justificar aumentos ainda maiores, tanto em impostos quanto em poder.

Afinal, as pessoas querem ser protegidas de todas as consequências sociais negativas da ausência do pai — e, claro, as próprias vítimas evidentemente iriam precisar de um pouco de ajuda extra.

E assim, os governos podem justificar (e, portanto, ludibriar e extrair) muito mais dinheiro do povo a fim de adquirir mais policiais, mais agentes penitenciários, mais oficiais de liberdade condicional, mais agentes de bem-estar social, mais advogados, juízes e outros funcionários de justiça, mais psicólogos, psiquiatras, terapeutas, médicos, enfermeiros, assistentes sociais, educadores de reforço escolar e, com efeito, até garis! — e, claro, muito, muito mais burocratas para monitorar e exercer o controle em todas estas áreas.

E os aumentos de impostos e o poder que os governos podem aspirar para si mesmos, como resultado destas consequências sociais negativas, são realmente enormes.

eu ainda nem mencionei sequer todos aqueles advogados, juízes e burocratas que fazem parte do sistema de divórcio propriamente dito

E, por incrível que pareça, eu ainda nem mencionei sequer todos aqueles advogados, juízes e burocratas que fazem parte do sistema de divórcio propriamente dito; juntamente com todos aqueles profissionais que têm de se envolver em questões relacionadas com a pensão para a mulher, guarda dos filhos e pensão alimentícia. Com efeito, mesmo se esquecêssemos de todos os inúmeros problemas sociais e pessoais mencionados nos parágrafos anteriores, a própria indústria do divórcio é, hoje em dia, uma indústria multibilionária.

Além disso, é claro, no que se refere aos últimos anos de vida, romper as relações entre homens e mulheres garante que as pessoas idosas e doentes sejam menos prováveis de receber ajuda daqueles que estão próximo a elas, porque, simplesmente, menos pessoas acabarão ficando próximo a elas. E muitas vezes isso significará que essas pessoas vulneráveis, ou serão abandonadas para definhar sozinhas, ou elas serão colocadas em lares e hospitais — muitas vezes administrados pelo governo — onde os funcionários tendem a tratá-los com, na melhor das hipóteses, desinteresse clínico. (De fato, um relatório recente no Reino Unido declarou que os problemas mais comuns dos idosos derivam de solidão e de viver sozinhos.)

Romper as relações entre homens e mulheres cria-se uma mina de ouro absoluta para o governo.

Assim, pode-se resumir a situação da seguinte maneira:

Romper as relações entre homens e mulheres cria-se uma mina de ouro absoluta para o governo.

Agora, tudo isso não é para dizer que tudo o que o governo faz é ruim — particularmente em nível micro.

De modo algum.

Por exemplo, é evidente que alguns homens e mulheres precisam ser mantidos longe uns dos outros. Que precisamos de nossos governos para ajudar as mulheres e as crianças que estão à própria sorte. Que precisamos realmente de lares e hospitais para idosos e doentes. Que precisamos de policiais e prisões. E assim por diante.

Mas isso não altera o fato de que quanto mais fizermos as relações entre homens e mulheres se romperem, mais o governo beneficiar-se-á. E beneficiar-se-á enormemente — conforme acima.

E você realmente teria que testar sua credulidade a níveis ridículos para acreditar que milhões de trabalhadores empregados pelo governo estão trabalhando diligentemente para destruir as enormes “indústrias sociais/pessoais/jurídicas/financeiras” das quais eles próprios têm tanto a ganhar.

Além disso, temos visto claramente os governos ocidentais — particularmente os governos de esquerda — usando seu enorme poder ao longo dos anos para incentivar o rompimento dos relacionamentos entre as pessoas.

De fato, estes governos têm movido os céus e a terra em sua busca para prejudicar os relacionamentos das pessoas.

os governos continuam a oferecer para as mulheres vários incentivos — financeiros ou de outra natureza — para que elas façam acusações falsas.

Eles têm gasto bilhões de dólares inundando a população com falsas estatísticas relativas ao “abuso de relacionamento” de vários tipos, com a linguagem jurídica sendo propositadamente distorcida para fazer parecer que as mulheres são perpetuamente violadas por homens de alguma forma.

Por exemplo, eles têm falsificado as definições dos vários tipos de “abuso” de tal forma absurda que, por exemplo, criticar a esposa hoje em dia pode ser visto como um ato de violência — “violência doméstica” —, chamar alguém de “querida” como um ato de assédio sexual, e envolver-se em um sexo consensual, pelo qual mais tarde torne-se um arrependimento, como um ato de estupro.

(A idéia por trás de tudo isso é provocar tanto o ódio contra os homens quanto o medo dos homens, e isso também é projetado para incentivar o maior número de mulheres possível a fazer falsas acusações de “abuso”).

Eles têm gasto bilhões de dólares financiando numerosos grupos vitimistas que parecem passar mais tempo compartilhando propaganda antimasculina do que ajudando as eventuais e supostas vítimas.

Eles têm se dedicado e/ou financiado inúmeras campanhas de mídia, projetadas para retratar todos os homens como seres propensos a serem abusivos contra mulheres e crianças de alguma forma.

E os governos continuam a oferecer para as mulheres vários incentivos — financeiros ou de outra natureza — para que elas façam acusações falsas.

Eles têm corrompido o sistema de justiça de tal forma ... que agora é extremamente desaconselhável para os homens realizarem qualquer tipo de atividade com crianças.

Eles têm gasto ainda mais bilhões em “bem-estar” para tornar os homens, o máximo possível, desnecessários quando se trata de mulheres e de família.

Eles têm degradado e feminizado propositadamente o sistema educacional para que nossos homens jovens alcancem muito menos em termos educacionais do que nossas mulheres jovens — algo que têm frustrado em grande escala os futuros relacionamentos, dado que as mulheres tendem a preferir parceiros que têm mais instrução do que elas mesmas.

Eles têm discriminado os homens no mercado de trabalho em todos os níveis (para reduzir o valor dos homens), sob o espúrio argumento de que as mulheres eram injustamente discriminadas pelos homens.

Eles têm reduzido o salário dos homens em inúmeros postos de trabalho controlados pelo governo, simplesmente com o fundamento de que os homens tendem a ser atraídos para esses postos de trabalho mais do que as mulheres, e eles têm feito o inverso com aqueles postos de trabalho onde as mulheres tendem a ser mais atraídas. (O argumento ridículo que atualmente está sendo ensaiado sobre a população é o de que “produtividade, trabalho duro e lucro são formas ‘antiquadas’ de avaliar o quanto alguém deveria receber.”)

Eles têm corrompido a legislação de tal forma que todos os homens estão agora à mercê de suas parceiras quando se trata de falsas acusações de “abuso”, questões de guarda dos filhos e pagamentos ridiculamente elevados de pensões para as mulheres — a idéia é seduzir mulheres a quebrarem seus relacionamentos porque elas têm pouco a perder e, freqüentemente, muito a ganhar com isso — e, claro, fazer com que os homens tenham medo até mesmo de embarcar em relacionamentos de longo prazo.

Eles têm corrompido o sistema de justiça de tal forma que quando se trata de relações entre homens e crianças, agora é extremamente desaconselhável para os homens realizarem qualquer tipo de atividade com crianças.

E, nas nossas escolas, até mesmo crianças de oito anos de idade estão sendo doutrinadas com o disparate de inspiração feminista de que os homens têm oprimido as mulheres há milhares de anos.

Aliás, agora também está sendo argumentado — com muito sucesso — que pessoas íntimas deveriam tratar umas às outras como se fossem estranhas. Por exemplo, diz-se agora que a violação feita dentro de um relacionamento é tão grave quanto à violação praticada por um estranho. Fotografar seu próprio filho sendo amamentado é considerado produzir pornografia infantil. E por aí vai.

o objetivo final é o de forçar as pessoas a tratar umas às outras como se fossem completas estranhas

E parece-me bastante claro para mim que o objetivo final é o de forçar as pessoas a tratar umas às outras como se fossem completas estranhas ao colocá-las em algum tipo de risco jurídico significativo se não o fizerem. Até mesmo um professor de música que coloca as mãos de uma criança corretamente sobre o instrumento agora corre o risco de ser suspenso do emprego e acusado de abuso.

A idéia é cortar, ou manchar com suspeita, qualquer proximidade — não importa quão pequena — que possa existir entre as pessoas.

Na verdade, eu não encontro nenhuma lei promulgada nas últimas três décadas que impacte os relacionamentos íntimos das pessoas — direta ou indiretamente — que não tenha sido concebida para incentivar que esses relacionamentos se rompam.

E, essencialmente, os governos vêm rompendo os relacionamentos entre as pessoas tal que eles possam abrir caminho a cotoveladas cada vez mais de forma profunda dentro das conexões — sociais, pessoais e financeiras — às quais outrora ligavam as pessoas.


Além disso, caso você se detenha a olhar para o quadro geral que surgiu ao longo das últimas décadas, duas coisas tornaram-se muito claras:

Em primeiro lugar, os motivos dos agentes públicos nesta área têm muito pouco a ver com o aumento do bem-estar das pessoas. Pelo contrário, esses motivos são muitas vezes maliciosos, e têm a ver principalmente com a pretensão dos agentes públicos em se servirem de alguma forma causando “desarmonia”; com a frase “dividir para conquistar” resumindo muito do que está acontecendo.

(De fato, basta olhar a forma como os governos ocidentais têm estado na vanguarda do incentivo à ausência do pai — e, por conseguinte, para os inúmeros problemas sociais conseqüentes mencionados acima — ao longo das últimas quatro décadas, para ver o quão maliciosos eles têm sido.)

Em segundo lugar, os governos ocidentais estão agora tão grandes (empregando direta ou indiretamente cerca de 20% de toda a população) que os agentes públicos agora representam, por si só, a mais enorme força política para o “grande governo”; o qual, essencialmente, significa governo de esquerda. Como tal, verdadeiramente já não vivemos em “democracias”.

Por exemplo, quando os políticos de esquerda dos EUA, como Joe Biden, injetam bilhões de dólares em grupos associados à VAWA [a lei americana de combate a violência doméstica contra a mulher], eles não estão apenas entregando enormes quantidades de dinheiro a serviços que fornecem auxílio às vítimas de violência doméstica. Eles estão, de fato, distribuindo este dinheiro para numerosos grupos de agentes públicos em toda a América, os quais dependem deste dinheiro para seus empregos e suas aposentadorias, e que irão, sem causar surpresa, dar seu apoio político a Joe Biden.

E, claro, há milhões de outros agentes públicos (professores, assistentes sociais, acadêmicos etc., etc.) que também vão apoiar o governo de esquerda precisamente pelas mesmas razões egoístas.

muitos acadêmicos que dependem de financiamento do governo vão angariar evidências para dar suporte ao ponto de vista do governo

(Por exemplo, muitos acadêmicos que dependem de financiamento do governo vão angariar evidências para dar suporte ao ponto de vista do governo, do contrário seu financiamento acabará.)

E, tão importante quanto, esses milhões de agentes também fornecerão e promoverão a propaganda política que é concebida para servir a eles mesmos; com estes agentes públicos agora tão entranhados em quase todas as áreas da vida, onde sua propaganda hoje em dia é incutida nas mentes da população e que é proveniente de quase todas as fontes de informação imagináveis — até mesmo da escola.

(Além disso, é claro, muitos destes bilhões dólares são diretamente destinados a fornecer algum tipo de bem-estar social; garantindo assim que os milhões de pessoas que se beneficiam com isto votem no governo de esquerda.)

O resultado é que a população está hoje em dia, em sua maioria, muito fortemente infectada com o ponto de vista de que as políticas que promovem um governo maior e mais poderoso sejam as melhores políticas para o povo; e por isso, claro, as pessoas tendem a votar nos políticos que promovem esse tipo de política.

Mas as pessoas estão sendo ludibriadas, porque a verdade não está sendo dita a elas. Elas estão sendo inundadas com propaganda interesseira de muitas fontes oportunistas, e a evidência de que estas fontes estão enganando as pessoas em várias frentes, e de muitas maneiras, é simplesmente irrefutável.

quem pode se opor a esta enorme besta governamental?

Mas quem pode se opor a esta enorme besta governamental? — a este organismo oportunista?

Afinal, o governo tem centenas de bilhões de dólares à sua disposição — todos os anos —, vastos impérios burocráticos que invadem cada canto de nossas vidas, e milhões de pessoas organizadas trabalhando para ele. Além disso, é o governo que faz as leis.

Então, quem pode competir com ele?

E quem pode competir com os vastos recursos do governo, quando se trata de “debater as questões” e transmitir um determinado ponto de vista?

Assim, não há nenhum outro organismo que chegue perto de ser capaz de competir com esta besta governamental.

Há cem anos, os governos ocidentais eram realmente muito pequenos

Há cem anos, os governos ocidentais eram realmente muito pequenos quando comparados com os de hoje. E, falando de forma solta, a direita representava os ricos e o número crescente de poderosos industrialistas e empresários, e a esquerda representava os trabalhadores comuns e os pobres.

Os da direita consideravam que o povo estaria mais bem servido ao permitir-lhe continuar com o trabalho de criação de riqueza e poder, enquanto os da esquerda consideravam que o governo deveria intervir mais diretamente, e com mais freqüência, para ajudar aqueles que eram mais necessitados.

Traduzido para o mundo de hoje, isso pode ser vagamente descrito como as grandes e poderosas empresas sendo representadas por aqueles da direita, e as pessoas comuns sendo representadas por aqueles da esquerda.


Mas os tempos mudaram drasticamente daquela época pra cá; e agora há um garoto novo no pedaço:

O próprio governo.


E esse novo garoto agora está muito mais poderoso do que “as empresas” ou “o povo” — durante muito tempo.

Com efeito, não só esse novo garoto tem a força muscular, o poder organizacional, o poder financeiro e o poder legal para conseguir o que ele quer, ele também tem o poder de propaganda para convencer as pessoas de seu ponto de vista.

E está absolutamente claro que esse novo garoto tem usado este enorme poder para servir a si mesmo.

Basta dar uma olhada em como os governos ocidentais têm crescido ao longo dos últimos 100 anos — ou até mesmo nos últimos 10 anos. Olhe para a crescente carga tributária. Olhe para o número cada vez maior de pessoas empregadas pelo governo. Veja os milhares e milhares de leis, regulamentos, restrições e diretivas que anualmente são impostos pelos governos ocidentais sobre seus próprios povos.

Esses governos só crescem, crescem e crescem — não só em termos de tamanho, mas também em termos de poder e de riqueza.

Esses governos só crescem, crescem e crescem — não só em termos de tamanho, mas também em termos de poder e de riqueza. E eles estão se infiltrando em todos os aspectos da vida das pessoas; controlando, monitorando, regulando, dirigindo, estipulando, coagindo — sempre em uma medida cada vez maior.

Mas quem pode detê-los?

Por exemplo, quem pode competir com os bilhões de dólares que os esquerdistas “Joe Bidens” deste mundo derramam sobre causas de esquerda, empregos de esquerda, benefícios de esquerda e, conseqüentemente, em propaganda de esquerda e votos de esquerda para um governo ainda maior?

Quem tem o dinheiro para competir com isso?

Ninguém e nenhuma organização têm a esperança de competir com tal força.

De fato, e por exemplo, apesar do fato de que os estadunidenses sejam famosos no mundo inteiro por sua crença quase maníaca num governo pequeno e na liberdade individual, isto não impediu que seu governo federal crescesse cada vez mais e, com efeito, passasse por cima deles.

E a razão para isto é porque os governos ocidentais tornaram-se demasiado poderosos.

Mas quem pode ser surpreendido por isso, dado que milhões de agentes públicos com enormes recursos e milhões de beneficiários de prestações previdenciárias tenderão a promover seus próprios interesses, em vez daqueles das “empresas” ou do “povo”?

Há cem anos, tudo era diferente.

A carga tributária governamental era minúscula, as regras e regulamentos eram poucos e o número de agentes públicos e o de beneficiários de prestações previdenciárias eram ambos pequenos, e assim, por exemplo, quando o governo distribuía dinheiro para seus próprios agentes perseguirem uma agenda ou outra, os esforços destes agentes, sua capacidade de influenciar as pessoas e o número de votos que os próprios agentes públicos foram capazes de expressar nas eleições, tudo isso era relativamente pequeno em comparação com o que o “povo” poderia fazer em tais áreas.

agentes públicos perfazem cerca de 20% dos votos

Mas agora, esses agentes públicos perfazem cerca de 20% dos votos, e eles também têm recursos que são absolutamente intocáveis.

Com efeito, a fim de ressoar este ponto, apenas imagine que você tivesse um bilhão de dólares anualmente para distribuir a quem você desejasse. E, além disso, imagine que, anualmente, você distribuísse este um bilhão de dólares a pessoas cujo trabalho apoiasse algum grupo ativista. Você certamente é capaz de imaginar o quão grande seria o impacto que este grupo ativista, então, seria capaz de fazer em todo o país.

Com apenas um bilhão de dólares seria possível fazê-lo!

Mas os Joe Bidens do mundo de hoje distribuem bilhões de dólares anualmente para agentes públicos e beneficiários de prestações previdenciárias, os quais são obrigados a apoiar “o governo” a fim de se beneficiarem.

E o resultado tem sido de que os governos ocidentais têm sido capazes, com muito sucesso, de ludibriar o público em acreditar — e “votar” — naquelas idéias e conceitos que, de fato, beneficiam, em sua maioria, o governo, em vez de beneficiar o povo; o objetivo proposital de romper os relacionamentos é apenas um exemplo disso.

temos visto os mais diversos governos ocidentais mentindo, falsificando, enganando, ignorando, obstruindo e trapaceando em tantas áreas

Com efeito, quando se trata de questões dos homens, temos visto os mais diversos governos ocidentais mentindo, falsificando, enganando, ignorando, obstruindo e trapaceando em tantas áreas — sempre no sentido de causar mais problemas para homens, mulheres e crianças, quando se trata de seus relacionamentos — que é simplesmente impossível escaparmos à conclusão de que prejudicar os relacionamentos entre as pessoas é o objetivo principal dos governos ocidentais.

E a razão para isto está muito clara.

Como já mencionei anteriormente em relação a nossa sociedade idílica fictícia, prejudicar as relações entre as pessoas cria-se uma absoluta mina de ouro para os governos ocidentais. É como ganhar o prêmio máximo da loteria perpetuamente.

de todo jeito os governos também só têm a ganhar com a imigração excessiva

E, claro, há muitas outras maneiras através das quais os governos podem incentivar o rompimento das relações — formas que vão além daquelas que têm a ver com estreitar as relações pessoais.

Por exemplo, incentivar a imigração excessiva faz com que as relações no seio das comunidades tornem-se muito mais tênues e incertas. E, claro, o governo beneficiar-se-á com isso como resultado da crescente desarmonia e insegurança que isso traz. Além disso, o governo irá se beneficiar caso os imigrantes sejam produtivos, caso sejam desordeiros. Se eles forem produtivos, o governo obterá mais dólares em impostos. Se eles forem desordeiros, o governo poderá justificar mais impostos e mais poder para lidar com os problemas decorrentes.

Assim, de todo jeito os governos também só têm a ganhar com a imigração excessiva.

A idéia toda é, claramente, romper o máximo possível qualquer senso forte de coesão e/ou de segurança que as pessoas podem ter umas com as outras.

Com efeito, as maneiras pelas quais este ganho perpétuo do prêmio máximo da loteria pode ser recolhido estão cada vez mais se tornando reconhecidas e apreciadas pelos governos em todo o mundo — e é por isso que o feminismo, e as políticas feministas, estão agora sendo aceitas tão avidamente por eles — e tão rapidamente.

E, por repetidas vezes, você pode ouvir um político promovendo alguma nova idéia de inspiração feminista, nos Estados Unidos na segunda-feira, e, na quarta-feira, ouvir a mesma idéia sendo proposta por outro político em algum lugar na Europa ou na Ásia.

cada regra, regulamento, política ou lei — que incentive o rompimento dos relacionamentos entre as pessoas sempre lhes traz benefícios adicionais

E isto porque os ativistas e políticos experientes sabem muito bem, de fato, de onde vem o seu poder. E milhões deles, agora, sabem que cada idéia — cada regra, regulamento, política ou lei — que incentive o rompimento dos relacionamentos entre as pessoas, sempre lhes traz benefícios adicionais; considerando que qualquer coisa que vá incentivar as pessoas a ficarem próximas umas da outras é propensa a empurrar o governo — e, conseqüentemente, os empregos do governo — para fora da janela.

Um bom exemplo disso pode ser visto em meu artigo [em inglês] intitulado Feministas Destroem o Planeta, no qual se fez notar que o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, introduziu toda uma série de políticas para ajudar a reduzir as emissões de carbono a fim de combater o aquecimento global — supostamente, “a questão mais importante do nosso tempo” —, mas nem uma vez sequer ele abordou o fato de que a tendência cada vez maior das pessoas a viverem sozinhas está tendo um grande impacto negativo sobre o meio ambiente — de muitas maneiras, e não apenas por causa das maiores emissões de carbono.

quanto mais as pessoas viverem bem em união, menos elas irão querer governo.

E a razão pela qual Gordon Brown não vai fazer nada para incentivar as pessoas a viverem juntas — quer através de sua retórica, quer através de suas políticas — é porque ele sabe muito bem que quanto mais as pessoas viverem bem em união, menos elas irão querer governo.

E, com toda a clareza, esse “querer governo” é muito mais importante para ele do que aquilo que ele próprio alegou ser “a questão mais importante do nosso tempo”.

Certamente não poderia estar mais claro. Manter a tendência cada vez maior das pessoas viverem separadas é realmente mais importante para Gordon Brown que reduzir as emissões de carbono — apesar de toda a sua retórica sobre a última ser uma questão de importância de escala planetária.

E isso certamente deve dar a você alguma idéia do quão importante é, verdadeiramente, para os governos ocidentais romperem as relações entre as pessoas.

milhões de agentes públicos ficariam horrorizados se as pessoas começassem a se dar muito bem umas com as outras.

Na verdade, os políticos ocidentais e outros milhões de agentes públicos ficariam horrorizados se as pessoas começassem a se dar muito bem umas com as outras.

E esta é a verdadeira razão pela qual os governos ocidentais amam o feminismo.

É o martelo perfeito para esmagar as relações entre as pessoas.

Em Resumo:

1.  Relacionamentos rompidos são uma mina de ouro para o governo e para os agentes públicos. O feminismo é, portanto, uma ideologia que serve muito bem, de fato, aos interesses dos governos ocidentais e aos seus funcionários.

2. Os governos são agora extremamente poderosos, com políticos capazes de dar bilhões de dólares todos os anos para milhões de agentes públicos que estarão muito interessados em promover seus próprios interesses — e que serão capazes de fazê-lo com muito sucesso — particularmente se adotarem o objetivo principal das feministas de romper os relacionamentos alheios.

É inimaginável que estes agentes públicos não usariam sua influência enorme para se servirem.

3. É inimaginável que estes trabalhadores do governo não usariam sua influência enorme para se servirem.

4. É absolutamente incontestável que os governos ocidentais e os agentes públicos têm, ao longo dos anos, derramado uma enorme quantidade de sua energia e gasto bilhões de dólares dos nossos recursos, na criação e promoção de leis, políticas e propaganda que são especificamente projetadas para tornar as relações pessoais próximas, difíceis de serem criadas e difíceis de serem mantidas.

De fato, a atual vice-líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Harriet Harman, declarou abertamente que o casamento é “irrelevante” para políticas públicas, e na verdade, ela descreveu altas taxas de avarias de relacionamento como “desenvolvimento positivo”. (Como a maioria das feministas, ela acredita que os relacionamentos estáveis entre gêneros oprimem as mulheres.)

E a única conclusão realista que alguém pode fazer é que, quando se trata de relacionamentos da população, os governos ocidentais e os agentes públicos estão propositadamente procurando prejudicar esses relacionamentos o máximo possível.


NOTAS FINAIS:

1. As pessoas muitas vezes acham difícil acreditar que os agentes públicos poderiam ser tão maliciosos em relação a seu próprio povo, apoiando políticas e idéias que irão prejudicá-los.

E há duas coisas a dizer sobre isso.

muitas das pessoas no topo do governo e no topo dos departamentos governamentais são mal-intencionadas — friamente, insensivelmente maliciosas. 

Em primeiro lugar, não tenho a menor dúvida que muitas das pessoas no topo do governo e no topo dos departamentos governamentais sejam mal-intencionadas — friamente, insensivelmente maliciosas. E elas frequentemente sabem muito bem que o que estão fazendo é prejudicar o seu próprio povo. Mas isto não tem significado real para elas. Em outras palavras, elas não se importam. Sua única preocupação é servir-se de alguma forma.

Um bom exemplo disso é a maneira pela qual muitos políticos e outros muitos agentes públicos — os quais deviam ter um melhor entendimento — têm evitado discutir a questão da ausência do pai por tanto tempo, apesar de tantas pessoas e toda a sociedade estejam pagando caro por isso.

E, por mais alto que seja este preço, isso claramente não importa para essas pessoas.

E por que deveria? Afinal, isso lhes dá empregos, dinheiro, pensões etc., etc., etc.

Outro exemplo seria a maneira pela qual os educadores têm escolhido ao longo dos anos para ensinar as crianças a ler, usando um dos métodos mais ineficientes imagináveis — um método que ficou conhecidamente por prejudicar tanto os nossos meninos quanto as nossas meninas quando se trata de ler, mas que também ficou conhecido por prejudicar muito mais os meninos.

É inconcebível para mim que os educadores nos escalões mais elevados não estivessem cientes da degradação que estava ocorrendo em habilidades de leitura ao longo dos anos como resultado do uso de métodos de ensino ineficientes (ou seja, a degradação contínua foi sendo encoberta), e também é inconcebível para mim que eles não estivessem cientes de que seus métodos de ensino eram, de fato, ineficientes; particularmente para os meninos.

o método de ensino de leitura… foi realmente concebido para minar o progresso educacional dos meninos em relação às meninas

No meu ponto de vista, o método de ensino de leitura — juntamente com uma série de outras iniciativas educacionais que ocorreram ao longo dos anos, em detrimento dos meninos — foi realmente concebido para minar o progresso educacional dos meninos em relação às meninas.

E se isso é difícil de acreditar, então, por favor, tenha em mente que esses mesmos educadores, os quais estiveram durante décadas tão preocupados com a falta de modelos femininos no mercado de trabalho, agora estão dizendo que modelos para meninos no cenário educacional (por exemplo, ter mais professores homens nas escolas) são de importância nenhuma.

Além disso, aqui no Reino Unido, tivemos tanto políticos de esquerda quanto professores de esquerda recentemente dizendo que nada deveria ser feito para ajudar nossos meninos a alcançar as meninas. Até mesmo a assim chamada Comissão pela Igualdade de Oportunidades está dizendo isso; por exemplo, veja isto [em inglês] no portal do The Times: “Parem de ajudar os rapazes”, disse a ‘Guardiã da Igualdade’.

quantas evidências mais serão necessárias antes de acordar as pessoas para o fato de que os governos ocidentais… estão fazendo tudo o que podem para minar as suas próprias sociedades…?

E a pergunta que eu continuo fazendo a mim mesmo é: quantas evidências mais serão necessárias antes de acordar as pessoas para o fato de que os governos ocidentais — particularmente os governos de esquerda — estão fazendo tudo o que podem para minar as suas próprias sociedades — principalmente, seus próprios homens — e que estão fazendo isso para se beneficiar?

Ora, eu poderia dar a você muitos mais exemplos que — pelo menos, na minha opinião — fornecem uma prova incontestável de que muitas dessas pessoas que trabalham para o governo são maliciosas e egoístas, mas acho que vou parar por aqui, e apenas salientar que a falta de preocupação dos governos ocidentais com a ausência do pai e com a educação pobre dos meninos não pode ser descrita como algo diferente de “mal-intencionada” quando se trata de avaliar suas verdadeiras atitudes em relação ao “povo”.

Além disso, o custo para todos nós por não fazermos nada para resolver estes dois problemas específicos equivale a centenas de bilhões de dólares anualmente em todo o mundo ocidental, e isso equivale a uma enorme quantidade de infelicidade para milhões de pessoas.

Os governos, no entanto, beneficiam-se enormemente dessas coisas. E aqueles no topo sabem muito bem que a questão é essa.

(Para outra prova de que os agentes públicos são muitas vezes enganadores e maliciosos, veja o meu artigo [em inglês] intitulado Não os Respeite.)

a grande maioria dos “agentes públicos” não tem idéia do mal que podem estar causando ao povo

Em segundo lugar, também é quase certo que a grande maioria dos “agentes públicos” não tem idéia do mal que podem estar causando ao povo por apoiar e promover o “governo” — particularmente o governo corrupto; o qual é o que parece que temos na maioria das vezes hoje em dia. Suas visões tendem a ser muito limitadas, e eles tendem a procurar saber apenas aquilo que precisam saber com relação a seus próprios empregos em particular.

No entanto, também existirão centenas de milhares de agentes nas esferas superiores que só vão pressionar um pouco aqui e um pouco ali, a fim de obter algumas vantagens para si próprios.

Por exemplo, oficiais superiores da polícia vão querer impressionar seus governantes políticos por obter o máximo possível de condenações por estupro. Eles vão querer ganhar mais crédito, proclamando aqui e acolá que mais deve ser feito para prender mais estupradores. E eles pedirão para sempre por mais e mais recursos.

policiais não vão admitir abertamente ao público o fato de que, na prática, as acusações de estupro, em sua maioria, são realmente falsas

E estes policiais não vão admitir abertamente ao público o fato de que, na prática, as acusações de estupro, em sua maioria, são realmente falsas; porque, se eles fizessem isso, prejudicariam suas próprias posições.

E então, em todo o mundo ocidental, com milhares de oficiais superiores de polícia querendo impressionar seus mestres, e com milhares querendo mais recursos para seus departamentos, o efeito de pressionar um pouco aqui e um pouco ali (por exemplo, exagerar, deturpar os fatos etc., etc.), sempre no sentido de querer um pouco mais para si mesmos, equivale a uma força muito grande, de fato.

E esta grande força pode ser tão prejudicial para toda a sociedade, ou a um determinado grupo dentro dela, que a sua natureza pode ser muito “maliciosa” mesmo que os indivíduos que estejam criando esta força (neste caso, os oficiais superiores da polícia) não estejam necessariamente com a intenção de ser maliciosos. Eles podem simplesmente estar servindo a si mesmos, digamos, colocando uma certa distorção sobre várias questões.

Mas é isso que acontece em todos os departamentos do governo.

As pessoas que os dirigem querem mais dinheiro, mais poder, mais influência, mais segurança, mais status, mais respeito e mais perspectivas. E então, claro, eles tenderão a fazer o máximo que puder para alcançar estas coisas.

as forças mal-intencionadas que podem surgir do governo podem ser fantasticamente enormes em seu impacto

E então, com muita clareza, as forças mal-intencionadas que podem surgir do governo podem ser fantasticamente enormes em seu impacto, apesar de que a maioria dos indivíduos que criaram estas forças não estava pretendendo ser mal-intencionada. Eles só estavam tentando, digamos assim, promover suas próprias ambições pessoais — que é algo que todos nós fazemos.

Em resumo: haverá aqueles no topo que estão bem conscientes do dano que estão causando às pessoas, por exemplo, incentivando conscientemente a ausência do pai (ou seja, eles são mal-intencionados), mas também haverá centenas de milhares de pessoas, ligeiramente mais abaixo na cadeia, que vão pressionar um pouco aqui e ali na mesma direção (incentivando a ausência do pai) simplesmente para manter seus impérios — os impérios que as pessoas mal-intencionadas acima estão promovendo e financiando.

E o resultado, realmente, é uma força muito grande que é, decididamente, muito maliciosa.

“o povo” tem uma voz muito pequena — com “os homens” não tendo quase voz nenhuma

2. Meu ponto de vista é que, se dermos uma olhada no poder que está sendo exercido pelo governo atualmente, pelas “empresas” e pelo “povo” neste momento, veremos que “o povo” tem uma voz muito pequena — com “os homens” não tendo quase voz nenhuma. E o gráfico a seguir provavelmente representa, muito melhor do que o gráfico anterior, como as forças destes três grupos atualmente estão comparadas.


O governo agora tem a maior voz, e o povo, a menor. (Por razões de simplificação, não mencionei a grande mídia, mas, de uma maneira geral, a cobertura da grande mídia ainda é fortemente tendenciosa e limitada pelo governo e pelas empresas.)

as pessoas devem fazer o seu melhor para minar o poder do governo

Ora, dado que o governo serve principalmente a si mesmo, dado que o governo tem recursos praticamente inexpugnáveis com os quais fazer isso, e dado que, claramente, o governo tem muito a ganhar (e manter) quebrando continuamente os relacionamentos das pessoas, e tendo em conta que agora temos tantas provas irrefutáveis demonstrando claramente que os governos ocidentais estão, na verdade, fazendo seu melhor em muitas frentes para romper com os relacionamentos das pessoas (um “desenvolvimento positivo”, de acordo com Harriet Harman), parece-me, então, que as pessoas devem fazer o seu melhor para minar o poder do governo.

E a maneira mais simples de fazer isso é apoiar apenas aqueles políticos que prometem incondicionalmente reduzir a carga tributária e opor-se com mais veemência aos políticos que são susceptíveis de aumentá-la.

Normalmente, isto significa apoiar a direita ao invés da esquerda, mas, infelizmente, a questão não é tão simples, porque os tempos realmente mudaram. E existem hoje em dia pouquíssimos políticos, com efeito, que têm muita preocupação com “o povo”. Os de esquerda são, a meu ver, em sua maioria, completamente corruptos — sempre buscando ampliar poderes para si próprios e para seus comparsas, através da expansão e do fortalecimento do governo, independentemente do custo para as pessoas — e os da direita estão muitas vezes apelando aos desejos de grandes corporações e empresas poderosas. E então já não há mais qualquer voz forte dentro dos círculos do governo que represente pessoas reais, comuns.

E talvez a parte mais preocupante disso tudo é que qualquer político — seja de esquerda ou de direita — que se atreva a defender “o povo” de forma expressiva, será empurrado rapidamente para um relativo anonimato pelos outros políticos, os quais receberão apoio maciço de intermediários muito poderosos, cuja única preocupação é promover os interesses de grandes empresas ou do grande governo.

parece-me que não há nenhuma representatividade verdadeira do “povo” dentro do governo

E por isso, em suma, parece-me que não há nenhuma representatividade verdadeira do “povo” dentro do governo (e certamente não há nenhuma representatividade dos “homens” dentro dele) e, além disso, que qualquer representatividade do “povo” que ocorra fora do governo está inundada hoje em dia principalmente pela enorme quantidade de propaganda interesseira (particularmente vinda de agentes públicos) que se move em favor do “grande governo”.

E, infelizmente para nós, esse dilúvio de propaganda interesseira é proveniente de pessoas que se beneficiam muito generosamente do fato de romper e minar os relacionamentos das pessoas — e, de fato, por colocá-las umas contra as outras.

Sua estratégia global é, claramente, “dividir para conquistar”...



... a qual é um dos mais antigos e um dos mais eficazes truques a ser encontrados no manual daqueles que desejam ampliar seus próprios poderes à custa dos outros.

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Notas do Revisor:
* Apesar de “governo” e “Estado”, a rigor, serem conceitos distintos, muitas vezes neste artigo o termo “governo” pode ser traduzido como sinônimo de Estado.
* Traduzi a expressão “government workers” para “agentes públicos”. O agente público, em suma, é todo aquele que presta qualquer tipo de serviço ao Estado, funções públicas, no sentido mais amplo. Exemplos: servidores (funcionários) públicos, empregados públicos, políticos, membros do judiciário, etc.

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HARRY, Angry. Porque os governos amam o Feminismo [Why Governments Love Feminism] [em linha]. Tradução de Abigail Pereira Aranha (+18). Revisão e edição de Charlton Heslich Hauer. [S.l.]: Angry Harry, 2008. Disponível em:<http://www.angryharry.com/esWhyGovernmentsLoveFeminism.htm>. Acesso em: 04 nov. 2015.