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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Lista de Discriminações contra Homens e Meninos




Por Tom Martin
Tradução, introdução, adaptação, edição, desenvolvimento e colaboração por Aldir Gracindo
Tradução, edição, revisão, desenvolvimento e colaboração por Charlton Heslich Hauer



Essa lista ficou maior do que o esperado e ainda está em construção, com links partidos, etc.

Quando eu comecei a pesquisar discriminações contra os Direitos Humanos dos Homens e Meninos, notei que há mais do que se pensa e que a maioria das pessoas nem nota, porque ou não aprendemos a notar, ou aprendemos a não notar, a ignorar ou a justificar. Comecei a compilar essa lista depois de ver a feita pelo Tom Martin, (do site <www.sexismbusters.com>), porque gostei do formato (de A a Z).

O objetivo desta lista é compilar, não de forma sistemática, mas razoavelmente extensiva, para futura referência e/ou artigos e estudos de quem quiser. Não é nosso objetivo estimular a visão vitimista de que só um dos sexos é ou foi discriminado e só uma “classe é privilegiada”. O objetivo é a referência para discussão e ação contra as discriminações contra os homens.

Se você está atento aos direitos dos homens e meninos e à desconsideração por eles, você pode ajudar a ampliar, detalhar ou referenciar melhor os itens da Lista.

Obrigado!

Aldir Gracindo


DISCRIMINAÇÕES CONTRA HOMENS E MENINOS (A – Z)

A

Abandono afetivo e financeiro: No Brasil, nos países Europeus e todos os outros de que se sabe, mães que não queiram ficar com seus filhos podem entregá-los para a adoção, sem necessitar consultar o pai, que não precisa sequer saber que tem um filho. A adoção pode ser feita pela mulher sem cobranças, e por vezes, (p. ex., na França) anonimamente, e a única preocupação do Estado é com o bem-estar dela. Isso é feito diariamente pelas mulheres que simplesmente abandonam os filhos com vizinhos e nos semáforos.  A  percepção cultural não se admite a mesma prerrogativa para os homens.

Abandono afetivo presente: Crianças podem sofrer o abuso do desprezo, da violência física e desmoralização. É uma violência silenciosa que as crianças, quando adultas, por cultura, tentarão justificar ou mascarar as memórias negativas das mães, para mascarar o trauma infantil, o que mantém (e é mantido) pelo mito do amor materno (ver Mito do amor materno), que é antiquíssimo (“Porque pode existir um filho ruim, mas nunca uma mãe má” – Adi Shankara, Índia, em “Canto implorando perdão da Deusa”, aprox. 700 a.C.). Os papéis tradicionais  aproximavam da criança a mulher, criando uma percepção da mãe como amorosa e nutridora,  e afastavam o homem, que passou a ser visto como distante, e até ameaçador. Por isso, alguns assuntos são tabu, como as mães agredirem mais os filhos e matarem as próprias crianças mais de 2x mais que os pais [1] – quantas vezes você já ouviu isso ser discutido?

Abandono afetivo: Só homem pode ser condenado a pagar indenização, mesmo com tanto abandono de crianças com vizinhos, nas ruas, nos semáforos, nas praças. 

Aborto (1): Defendido como um “direito da mulher”, “direito reprodutivo”, por grupos feministas. Mesmo que o aborto seja traumático e um ato de desespero ou irresponsabilidade, com implicações morais e psicológicas para a maioria dos homens e mulheres, por se relacionar com a questão da proteção à vida. Os mesmos membros de grupos pró-aborto defendem a proteção incondicional e sacralidade da vida animal desde o ovo (como as tartarugas) e mesmo vegetal, mas não a humana, se estiver em contradição com a supremacia feminina. Se o homem quiser “abortar” a paternidade, isso é inadmissível. O conceito de Direitos reprodutivos é para mulher; para homens, RESPONSABILIDADES reprodutivas. [2]

Aborto (2): Homens são preconceituosamente retratados como amplos responsáveis pelos abortos, como estupradores, “co-estupradores” (“cultura do estupro”) ou simplesmente pela relação sexual. A ideologia de gênero considera o sexo um direito da mulher e uma responsabilidade (inclusive criminosa) do homem.

Aborto (3): Os que, por consciência ética, moral, de saúde ou visão espiritual, defendem que eles em qualquer caso (ou em nenhum caso) devam ser realizados, são tratados como escravizadores dos corpos das mulheres, de sua livre sexualidade e autodeterminação a serviço do “Patriarcado”.

Academia: normalmente é conivente com o dogma do “patriarcado cultural”, “machismo estrutural” ou da “opressão masculina”, que culpa os homens por todas as dificuldades individuais, universais e históricas dos homens e das mulheres. [3]

Acusações falsas contra homens (1): raramente desembocam em processo. São, em vez disso, “descriminalizadas”. [4],[5]

Acusações falsas contra homens (2): estimuladas e apoiadas pelos meios de comunicação e por feministas. [6]

Acusações falsas contra homens (3): Cerca de 98% das acusações de violência doméstica contra os homens na Índia são FALSAS! [7]

Acusações falsas contra homens (4): Cerca  de 90% das acusações contra homens na Espanha, envolvendo violência doméstica e estupro, também são FALSAS! [8]

Agressão relacional: pessoas do sexo feminino usam influência de grupo como forma de agredir. Há pouquíssimas pesquisa e ações contra, apesar do mal causado.  [9]

Álcool e estupro: só os homens podem ser presos se uma mulher se embebedar com eles, e depois, alegar estupro. [10]

Alcorão: decreta que as mulheres são mais frágeis, por isso devem ser providas pelos homens. [11]

Anonimato: Depois de sofrer acusações de ter praticado estupro ou violência doméstica, homens são apontados e culpados publicamente sem provas. [12]

Alienação parental: homens são muito mais vítimas. [13]

Alistamento compulsório: homens foram escravizados por mais tempo e somente homens foram e são obrigados a ir aos frontes em guerra. [14], [15]

Anorexia: culpa falsamente atribuída à “opressão masculina” via padrão de beleza. A taxa de mortalidade é falsamente ampliada e mantida por feministas. [16]

Apoio financeiro: para iniciativas femininas em universidades, mas não para as dos homens. [17]

Aposentadoria: homens se aposentam 5 anos mais tarde[18], [19] e morrem mais cedo no Brasil (quase 8 anos a menos) [20]. Por isso, usufruem 13 anos de aposentadoria, e subsidiam mais de 40% da aposentadoria das mulheres, que usufruem 20 anos aposentadas (média). Isso pela pressuposição de que as mulheres SEMPRE trabalham mais, mas sem evidência disso, exceto, estatísticas suspeitas.

Assassinatos (1): homens são assassinados mais do que mulheres. [21] Os milhares de homens que são vítimas de assassinato são culpabilizados quando seus assassinos são homens. Feministas costumam dizer: “mas quem mata a maioria desses homens também são homens”. Ou seja, feministas igualam a vítima com o assassino pelo fato de serem homens. Isso sem contar o fato que apenas uma minoria de homens comete assassinato.

Assassinatos (2): O Brasil é acusado de campeão de feminicídio, em desconsideração ao fato de que no Brasil, como no restante do mundo, os homens sempre morrem mais. [22]

Assentos: Na Arábia Saudita e outros países, os homens devem ceder seus lugares para as mulheres, entre os fatos ignorados nas teorias da “opressão masculina”. [23]

Ausência paterna: de uma forma geral, a ausência de um dos progenitores é ruim para a criança; mesmo assim, encorajada por feministas. [24]


B

Bares, shows, festas, boates, etc.: homens são financeiramente sobrecarregados em favor das mulheres.

Boato do boa-noite cinderela: histeria do estupro criada pela mídia, sem necessidade de evidências. [25] Inexistência de campanhas prevenindo o golpe contra os homens, com fins de violência, assassinato ou roubo.

Boatos feministas (1): o de que mulheres trabalham mais.

Boatos feministas (2) — do Dia Internacional da Mulher: a versão errada de que mulheres teriam sido queimadas vivas ao fazerem greve pedindo melhores condições de trabalho. [26]

Boatos feministas (3): de que principal causa de mortes de afrodescendentes nos EUA seria a agressão pelos próprios companheiros.

Boatos feministas (4): Boato da copa de futebol: informação falsa de que a violência doméstica aumenta 40% em campeonatos esportivos nos EUA e na Inglaterra.

Boatos feministas (5): literatura de Direito registrou o hoax de que a “rule of thumb” originalmente era uma lei da época de Rômulo, de Roma, sobre como os homens deveriam castigar suas mulheres.

Boatos feministas (6): feministas se recusam a retificar informações falsas disseminadas contra os homens.

Boxe: homens devem lutar 12 rounds de 3 minutos. Mulheres, apenas 10 de 2 minutos. [27]


C

Câncer: homens no Brasil são acometidos 77% mais que as mulheres, e o câncer deles é 85% mais mortal [28]. No entanto, os investimentos em vários países do mundo são feitos em espantosa desproporção em prevenção, pesquisa e tratamento do câncer feminino. [29]. Pensar em campanha contra o câncer é lembrar de câncer de mama, talvez de colo do útero. Pensar em câncer feminino faz lembrar tragédias, câncer masculino normalmente lembra uma piada. Nos casos de câncer feminino, governos cuidam das mulheres, investindo em prevenção, pesquisa e tratamento. Nos casos de câncer masculino, governos e sociedade põem a culpa nos próprios homens.

Caridade: normalmente exageram-se as estatísticas sobre vítimas femininas para obtenção de ganho financeiro. [30]

Caso Eloá: propagandeado como evidência do “machismo”, da violência de cada homem e de todos, em vez de comportamento sociopatológico narcisista. O fato de a maioria dos homens envolvidos na situação terem se superado para proteger as vítimas é ignorado.

Caso Pimenta Neves: retratado como “crime de machismo”, em vez de sociopatia; evidência da “cultura machista”, em vez de abuso de poder econômico através de advogados competentes para manipular o Sistema Judiciário.

Cavalheirismo (1): espera-se que os homens sirvam às mulheres unilateralmente. [31]

Cavalheirismo (2): mesmo com a expectativa social de que homens sirvam às mulheres, isso também é chamado de “machismo”.

Certidão de nascimento: o nome do pai é legalmente dispensável. [32]

Circuncisão (Mutilação genital): Cerca de 30% da população mundial masculina é circuncidada. O procedimento é doloroso e mutilador, mas as sociedades consideram questão de liberdade religiosa ou procedimento padrão em alguns países (apenas é tratado como legal quando homens e meninos é que são os mutilados). Também é atribuída ao “Patriarcado”. [33]

Civilização: quase tudo que foi inventado e construído foi obra dos homens, os quais mesmo assim são retratados como autores de uma contribuição negativa para a humanidade e são considerados obsoletos, inúteis e opressores. [34],[35]

Códigos de vestimentas (1): gravatas, comprimento de calças, paletós e sapatos fechados em ambientes corporativos, tribunais e prédios públicos… apenas para homens.

Códigos de vestimentas (2): homens são acusados de oprimir a liberdade das mulheres de se vestir como quiserem, não importando o fato de elas terem mais liberdade do que os homens nisso.

Códigos de vestimentas (3): Na cultura atual, o uso de roupas sensuais por mulheres deve ser tratado como LIBERDADE. O olhar do homem, no entanto, é considerado nojento e até estupro e assassinato (teoria feminista) e criminalizado. Se o homem não olhar quando a mulher quer, ele é ridicularizado (“se olhar, tá errado; se não, é veado”).

Concursos públicos no Brasil: Onde os homens têm mais sucesso, isso é atribuído à discriminação; onde as mulheres tem sucesso, é considerado competência. A presença cada vez menor dos homens nos cursos universitários e quase total nos horários socialmente privilegiados, como o horário da manhã nos cursos de Direito e cursos para concursos, não é notada, senão for comemorada (ver daltonismo de gênero).

Condições nas prisões: consideradas muito piores nas masculinas que nas femininas. [36]

Condução de veículos: homens denegridos como causadores de acidentes, embora sejam mais confiáveis por quilômetro dirigido do que as mulheres. A quantidade maior de acidentes graves ser causada por homens se deve principalmente ao fato dos homens dirigirem MUITO mais que as mulheres. [37]

Contracepção: mulheres têm uma série de métodos efetivos; homens, apenas um, se tanto. Há desinteresse público e privado para criação de mais meios. [38]

Corte de cabelo e militarismo: apenas militares homens são obrigados a cortar o cabelo e deixá-lo em tamanho padronizado, extremamente curto. [39]

Cotas: usadas somente se for para corrigir desigualdades desfavoráveis a mulheres. [40]

Cultura da Princesa: garotas sendo ensinadas desde cedo a esperar tratamento especial. [41]

Currículos e cultura universitária: uniformemente críticos aos homens. [42]


D

Daltonismo de gênero: Cegueira seletiva surgida da tradição e aprofundada pela ideologia de gênero. Na verdade, O HOMEM, QUANDO CAÍDO, É INVISÍVEL. Ex., vê-se que a maioria dos congressistas é homem, mas não se vê que quase todo ser humano pendurado atrás do caminhão de lixo, quase todos os que morrem defendendo a vida de outros (muitas vezes, é esse o trabalho deles), dos mendigos, é homem; a violência contra o homem é vista com mais banalidade. Quando vista, é com desprezo. E a ideologia de gênero apenas aprofundou isso ao justificar o sofrimento do homem como “consequência do ‘machismo’”.

Decisões financeiras: tradicional e contemporaneamente, as mulheres preferencialmente decidem sobre gastos e aquisições dentro dos casamentos. [43]

Deficiência no tratado internacional: Mulheres são consideradas mais deficientes, com base na teoria do “machismo estrutural”. Devem receber atendimento especial na eliminação das discriminações (só as contra elas)[Preâmbulo, d], consideradas mais em risco [q], tratamento especial [Art. 16, 5], redução da pobreza [28, b], reconhecimento específico das “múltiplas discriminações” [Art. 6, 1] desenvolvimento, avanço e poder [6, 2], legislação e políticas específicas [16, 5], particularmente assegurado o acesso a programas de proteção social e redução da pobreza [28, 2, b] (Dec. 6.949, de 25/08/2009. Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, Nova York, EUA, 30 de março de 2007.)

Delegacia da mulher: Onde evidências não valem mais que a versão da mulher e nenhuma violência contra o homem é demais.

Dependência química: homens sofrem mais, parcialmente devido ao stress extra das autoexigências e exigências sociais. E são culpabilizados por isso, através da teoria do “machismo cultural”. [44]

Dia internacional da mulher: celebrado oficialmente, por vários países. Mas o Dia Internacional do Homem é ignorado [45] ou atacado por ideólogos da teoria do “machismo estrutural”.

Dicionários (1): misandria definida como “ódio ou desprezo”. Misoginia, como “ódio, desprezo e desconfiança”. Não se deve desconfiar de uma mulher, mas deve-se desconfiar de homem?

Dicionário (3) —  Windows: versões anteriores do Windows word não conheciam a palavra andrologia, só ginecologia. Hoje, o word conhece andrologia; e misoginia… mas não misandria.

Diferença salarial e mentiras: feministas mentem ao propagandear que mulheres ganham menos que os homens executando a mesma função. [46], [47], [48], [49], [50]

Direito a alimentos (1): pais que negam suporte financeiro são mais criticados, mesmo que as mães sejam piores pagadoras. [51]

Direito a alimentos (2): Homens são desproporcionalmente mais alvo de prisão.

Discurso da “Inferioridade” do (par de cromossomos) XY: sem base científica, aceitável só quando aplicável aos homens. [52]

Discurso de supremacismo feminino: considerado como “empoderamento”, justiça. Não, chauvinismo. [53]

Doenças: homens são mais acometidos pela maioria delas. Recebem menos investimento e menos tratamento. [54]

Dogma da opressão: onipresente na academia, mídia e instituições. [55]


E

Educação infantil e primária: Meninos são tratados de forma pior que as meninas; cuidadores e  professores homens são excluídos [56]; há poucos professores homens [57] (estigmatizados como pedófilos); modelo concebido para meninas com apoio do Estado, devido a lobby de múltiplos grupos e cultura “antimachista”.

Educação secundária e preconceito: “homens opressores x mulheres vítimas” faz parte do ensino secundário. [58]

Educação superior: 59% das formações para as mulheres, 41% para os homens e a distância é crescente. No Brasil, elas são 61,2% dos formandos. [59]

Empregos: mito de que as mulheres são mantidas fora do mercado de trabalho pelo machismo. [60]

Encontros: a maioria das mulheres espera dinheiro e presentes dos homens [61].

Ensino superior: pais mais dispostos a pagar pelo ensino superior das filhas do que dos filhos.

Escravidão assalariada: leis religiosas e culturais decretam que homens devem pagar mais em prol das mulheres. [62]

Espaços públicos apenas para mulheres: como academias, piscinas, parques e ilhas. [63], [64]

Especialidade médica: para a saúde feminina, ginecologistas. Para a masculina, especialistas em uretra (urologistas) masculinas e femininas. Andrologistas são raros.

Estereótipos idiotizados dos homens: onipresentes em séries, programas e anúncios televisivos. [65]

Estudos de gênero: hiper-foco nas mulheres. Questões relativas aos homens são ignoradas. Homens são vistos exclusiva e falsamente como malfeitores sistemáticos, universais e históricos. [66], [67]

Estudos femininos: únicos a serem pesquisados nas Universidades. [68]

Estudos masculinos: falsamente retratados como antimulheres e anti-igualdade.  [69] [70]

Estupro: homens brasileiros iniciam a vida sexual, em média, aos 14 anos; as mulheres, aos 16. Garotos ainda são vistos como sortudos se escolhidos como parceiros sexuais de professoras [71]. Abuso sexual de crianças do sexo masculino desprezado, especialmente se a perpetradora for mulher.

Estupro feminino: sensacionalista, com números artificialmente ampliados por feministas educadores, setores do governo e mídia. [72]

Estupro masculino (1): comumente tratado como uma piada pela mídia. [73]

Estupro masculino (2): meninos são mais estuprados do que meninas. [74]

Estupro praticado por mulheres: inúmeros casos ignorados e escondidos pela mídia, sobretudo, pelas emissoras de TV. [75]

Execuções/Pena de morte: homens são desproporcionalmente muito mais alvo do Estado. [76]

Expectativa de vida: menor para os homens, a qual é uma realidade brasileira [77] e mundial [78]. E eles são culpabilizados por isso, via teoria do “machismo privilegiador”.

Ex-Presidente da República (Dilma Roussef): feminista, grosseira e mal-educada com homens, apesar de sua chegada à presidência dever-se a um homem. Postura que jamais se admitiria que qualquer homem agisse assim com mulheres.


F

Feminilidade – características majoritariamente femininas são consideradas pelo feminismo teórico como exclusivamente resultado de uma “construção social” feita pelos homens para manter as mulheres em servidão.

Feminismo (1ª onda) (1): exigiu o acesso maior da mulher às profissões mais prestigiosas, mas não os trabalhos mais degradantes, perigosos, insalubres e pesados. Até hoje, cerca 95% dos que se submetem a situações piores para o sustento próprio e da sua família são homens: mineradores, soldados, policiais, seguranças, limpadores de esgoto, construtores de estradas, trabalhadores que necessitam viajar e permanecer isolados das famílias, quem trabalha nos piores períodos, pessoal de apoio a vôo nos aeroportos (cujo trabalho invariavelmente causa danos ortopédicos), trabalhadores em indústrias químicas (que inalam gases que debilitam a saúde e causam sofrimento), motoristas de ônibus, caminhões e trens, lixeiros, atendentes de controle de zoonoses, etc., etc.

Feminismo (1ª onda) (2): sufragistas queriam o direito a voto para as mulheres, mas não a obrigação do alistamento militar – para votar, homens deviam e devem se alistar. No Brasil, até hoje, para ter CPF os homens são obrigados a se alistar. Hoje, grupos do movimento feminista defendem a não-obrigatoriedade do alistamento, sabendo que em caso de guerra, as mulheres não irão voluntariamente para um sacrifício que nunca lhes foi exigido (onde o serviço de bombeiro é voluntário, 99% são homens). Ironicamente, isso é chamado de “igualdade feminista”.

Feminismo e memes (1): “Cultura do estupro”.

Feminismo e memes (2): “Ensinem os homens a respeitar, não as mulheres a temer”. Os homens também devem ser respeitados. Grupos feministas usam a frase contra os quem ousar, com ou sem razão, sugerir qualquer atitude que mulheres devam tomar para prevenir a violência sexual contra elas. Tem a mesma lógica de dizer “não me ensine a trancar a porta, ensine OS HOMENS a não roubar casas”. Além de ilógico e irresponsável, é uma propaganda de ódio aos homens, pois faz junção entre CRIME DE ESTUPRO e HOMENS, como um todo.

Feminismo e memes (3): “O machismo mata, o feminismo nunca matou ninguém”: Não é verdade.

Feminismo e memes (4): “Se os homens pudessem engravidar, o aborto seria um sacramento”: Slogan pró-aborto feminista inventado por Florince Nightingale na campanha que por fim garantiu nos EUA a legislação entre as mais liberais do mundo em relação ao aborto – atribuindo ao egoísmo coletivo, violento e opressor dos homens a autoria da cultura, religião e moral em tudo que não estiver em conformidade com as determinações do movimento feminista (teoria do “Patriarcado cultural” transformada em propaganda). A verdade é que quem quer sacralizar o aborto são as feministas abortistas, não importando consequências, e elas irão difamar os homens e mulheres entre elas e seu objetivo.

Feminismo e mentiras (1) —  ESTUPRO: Feministas encomendam pesquisas incluindo “fazer amor inebriada” como se fosse estupro, para inflar artificialmente as estatísticas de violência contra a mulher para acima da violência em zonas de guerra.

Feminismo e mentiras (2) — VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: Feministas encomendam pesquisas incluindo estatísticas falsas e escondendo os casos de violência doméstica contra homens e meninos. [79]

Feminismo e mentiras (3) — TRABALHO: “As mulheres eram proibidas de trabalhar pelos homens.” Especialmente antes da 2ª Guerra Mundial, nem homens, nem mulheres pensavam que as mulheres deviam trabalhar, porque as condições de trabalho eram muito penosas. Trabalho era obrigação, não privilégio. As mulheres somente começaram a trabalhar em condições melhores que as dos homens, sempre que possível, e somente depois que o “Patriarcado” finalmente e gradualmente liberou as mulheres de estarem presas por afazeres domésticos.

Ferimentos genitais infligidos aos homens: retratados como piada pela mídia ou até comemorados. [80]


G

Gênero como construção social — Masculinidade: características majoritariamente masculinas são consideradas pelo feminismo teórico como exclusivamente resultado de uma “construção social” feita pelos homens para manter as mulheres em servidão.

Gorjetas: garçonetes ganham cerca de US$ 2.000,00 a mais em gorjetas por ano do que garçons. [81]

Gripe masculina: ignorada, embora descoberta a maior suscetibilidade dos homens. [82]

Guarda compartilhada: feministas e os governos se opõem. [83], [84]

Guarda dos filhos: somente 7% na Inglaterra é dos pais [85]; 5,3% no Brasil [86], o que independe da vontade dos pais. A legislação atual poderá mudar isso aos poucos.

Guerras (1): historicamente, homens foram (e têm sido) 99,9999% das vítimas mortas em combate. [87]

Guerras (2): É comum se ler que as guerras são feitas pelos homens, enquanto as mulheres os “pacificam”, “civilizam”. As guerras são feitas por uma meia dúzia de líderes (homens e mulheres) ou pelas sociedades, inteiras, não só pelos homens – no entanto, são os homens que devem ir matar e morrer nelas. A 1ª e 2ª Guerras mundiais, por exemplo, tiveram uma ampla mobilização social para suas realizações. Alguns líderes políticos, como Adolf Hitler, foram eleitos propondo exatamente uma solução violenta para problemas sociais. Guerras são em última análise fruto do medo de todo grupo social. Poder-se-ia considerar que são os homens que “pacificam” e “civilizam” as mulheres, já que eles vão para as guerras, permitindo-lhes uma vida de paz e segurança. É mais justo ainda se considerar que homem e mulher desenvolveram mecanismos sobreviver envolvendo tanto violência quanto paz e civilidade.

Guerras (3): os milhões de homens mortos em guerra são culpabilizados porque os poucos líderes homens que os obrigaram a ir para o combate têm a mesma genitália que a sua.


H

Hipergamia: homens devem promover melhoria de vida para as mulheres através do casamento ou relacionamento. Fenômeno cultural mundial. [88]. Tão real para as mulheres quanto a atratividade da beleza delas para os homens.

Hipergamia é tabu: exceto quando o assunto é abordado de forma elogiosa às mulheres ou depreciativa aos homens.

Histeria do estupro universitário: linhas de denúncias patrocinadas, mesmo que virtualmente não recebam ligações [89]

Historiografia: mulheres generalizadas no papel de vítimas dos homens. Versão parcial e repleta de mitos. [90]

Historiografia e daltonismo de gênero: mostra os homens como maioria entre os aproximadamente 2% ostensivamente visíveis no topo das sociedades, mas não mostra a maioria esmagadora dos homens na base da pirâmide social (escravos construindo pirâmides, trabalhos forçados[91], prisioneiros, chacinados facilmente (p. ex., no relato do androcídio na narrativa bíblica de Moisés e Jesus), etc.

Homem “de verdade” (1): um recurso de linguagem que presume que critérios de outras pessoas vão definir se o homem é “realmente” homem, restando ao homem provar que está à altura do que os outros querem.

Homem “de verdade” (2): A expressão “mulher de verdade” é rejeitada, graças a décadas de propaganda feminista.

Homem “de verdade” (3): “Mulher de verdade”, a “Amélia”, da MPB, é retratada como símbolo da expectativa de submissão da mulher, quando a música tratava de uma mulher que foi companheira em tempos muito difíceis.

Homens vítimas: quando homens são vítimas em alguma situação ou estão em condições desfavoráveis em relação às mulheres, feministas e diversos outros ideólogos misândricos tentam tirar a condição de vítima deles para que as pessoas não concluam que a discriminação por sexo/gênero contra eles existe e é grande. Daí, esses ideólogos mudam o foco para outros grupos, dizendo que a discriminação é contra outros subgrupos: “pobres”, “negros”, “trabalhadores” etc., mesmo que dentros desses subgrupos, a maioria esmagadora dos discriminados seja de homens.


I

Ideologia de gênero: Criação do feminismo de 2ª onda. Considera todos os homens como uma classe privilegiada às custas das mulheres, sistemática, universal e historicamente. Graças ao movimento feminista, orienta a abordagem acadêmica dos assuntos homem-mulher, historiografia, legislação penal, legislação de família, políticas públicas, tratados internacionais, guarda dos filhos, programas públicos contra a pobreza, educação de crianças, tratamento de homens e mulheres pela mídia, pelas obras de ficção (novelas, romances, comédias, seriados), Psicologia e Psicoterapia, relacionamentos afetivos, etc. Graças a isso, qualquer problema dos homens é atribuído ao “machismo” e qualquer problema das mulheres, também ao “machismo” (ou “Patriarcado”) – em outras palavras, qualquer vantagem ou desvantagem da mulher ou do homem pode ser vista como “privilégio masculino” ou “privilégio feminino”, a depender da interpretação do observador.

Ideologia e Política:
Esquerda –  socialismo e marxismo priorizam questões sobre discriminação contra as mulheres; são entusiastas da burogamia, dirigismo estatal, reengenharia social, apoio do Estado a amigos do governo, etc. A ideologia de gênero é de origem marxista. [92]
Direita –  os conservadores protegem prioritariamente as mulheres, tem políticas de resultados misândricos como “tolerância zero”, “guerra às drogas”, penas mais pesadas, pena de morte, mais prisões, apoio do estado a amigos do governo, etc. O antigo cavalheirismo.

Igualdade (1): defesa de benefícios de “igualdade” apenas para mulheres. [93]

Igualdade (2) – definição: quando mulheres estão (suposta ou verdadeiramente) em desvantagem, feministas dizem que homens e mulheres são essencialmente iguais e que a definição de igualdade passa por todos receberem “tratamento igual”. Mas quando homens estão em condição de desvantagem, quando a igualdade vai de encontro ao “empoderamento” feminino, feministas descartam a definição anterior como uma batata quente, começam a enfatizar as próprias singularidades das mulheres, de maneira que a igualdade não seja suficiente (utilizando o velho bordão: “devemos tratar os desiguais desigualmente”).

Impostos: homens pagam mais e recebem menos benefícios. [94]

Índia: 98% das denúncias de violência doméstica dão indícios de ser FALSAS. [95]

Indigência (1): 80% a 90% dos moradores de rua são homens. [96].

Indigência (2): Mais de 82% dos moradores de rua no Brasil são homens [97], isso acontece no mundo inteiro (Nos EUA, 85%, p. ex.) e representam vidas desperdiçadas e ignoradas por serem de homens. Mendigos são até mesmo queimados por todo o país, mas isso nada disso é considerado violência contra o homem.

Índios brasileiros: os do sexo masculino foram dizimados em números desproporcionalmente maiores.

Infraestrutura: nos EUA, de 1890 A 1917, 230.000 homens mortos na construção de estradas de ferro. [98]

Iniciativa nos relacionamentos: tida como obrigação dos homens. Se a mulher não gostar da abordagem, é incentivada a agredir os homens de diferentes formas.

Iniciativas governamentais: para questões femininas, não para homens. [99]

Iniciativas pró-igualdade: ativamente excluem referências a questões relativas a igualdade e equidade para homens. [100]

Inteligência: Homens são maioria entre os gênios atuando em todas as áreas e também a maioria entre os de menor desempenho intelectual; o primeiro fato é considerado discriminação, sexismo; o segundo, não.

Investimentos em saúde: pesquisas sobre doenças para as mulheres recebem mais investimento. [101]

Islamismo e heranças: mulheres não devem compartilhar suas heranças com os homens, mas os homens devem. [102]

Islamismo e trabalho doméstico: maridos muçulmanos devem prover empregadas(os) para suas mulheres. [103]


J

Judiciário: há “guia” para juízes favorecerem mulheres e discriminarem homens ao julgar e sentenciar. [104]


L

Leis contra a discriminação feminina discriminam os homens. [105]

Liberação masculina: Como sociedade, liberamos as mulheres, mas não os homens, de seus papéis tradicionais. A mulher tem direito de tomar a iniciativa no relacionamento; o homem, a expectativa que eles tomem; a mulher tem o direito de trabalhar fora, o homem, a obrigação; a mulher tem o direito de ir às guerras; os homens, a obrigação exigida em lei. Homens ainda são seguranças grátis; ainda se espera que paguem para as mulheres se divertirem à noite; ainda se espera que puxem a cadeira, cedam o lugar, reprimam suas piadas na presença de uma mulher (e nunca debochar delas), mas nunca a delas perto deles (especialmente sobre eles); espera-se que se ausentem menos do trabalho para cuidar da saúde (ao mesmo tempo, quando eles não cuidam, chamamos isso de “machismo”), etc., etc.

Licença parental (1): Pais no Reino Unido recebem 26% menos que mães. [106]

Licença parental (2): Mães podem suspender a licença parental de homens. [107]

Linguagem: em diferentes idiomas, termos negativos associados ao gênero masculino, como “corno”, “thug”, etc. [108]


M

“Machismo”: palavra amplamente usada por feministas como forma de associar aos homens a violência, sofrimento, crime, possessividade, toda uma gama de desvios de personalidade, problemas individuais, relacionais e sociais ao sexo masculino. Todos os problemas de homens e mulheres são relacionados ao “machismo”; as soluções, a igualdade, o bem, ao Feminismo.

Manipulação de estatísticas sobre a condição de vítima da mulher. Ocorre em todos os campos, em todos os níveis. [109]

Masculinistas e Movimento dos Direitos dos Homens, questões e ativismo: apresentados como anti-mulheres e anti-igualdade [110] e até difamados como perigosos, criminosos [marx cult] e “grupos de ódio” [jtO].

Maturidade: mito de que os homens tem menos que as mulheres. Se baseia em propagandear os comportamentos e gostos femininos como distintivos (como gostar de moda, tagarelar aleatoriamente, exibir a beleza do corpo, etc.), e os dos mais masculinos como infantis (como gostar de esportes, artes marciais e carros, gostar de ver a beleza do corpo feminino) – exceto quando esses gostos são invertidos; aí a avaliação da “maturidade” se inverte.

Meio-ambiente: homens culpabilizados pela poluição [111]

Mídia (1): evita a referência ao sexo quando as vítimas são homens.

Mídia (2): questões do sexo/gênero masculino são excluídas. [112].

Ministérios e secretarias: apenas para a mulher, não para os homens. [113], [114]

Misandria: comum, mas raramente mencionada ou reconhecida em dicionários. [115]

Misandria e homofobia: homens culpabilizados e generalizados como homofóbicos devido ao “machismo”.

Misandria e homofobia: os que são mais alvo e os que são as maiores vítimas da violência (cometida por grupos, pessoas e estados) são os homens [116], inclusive desde a lei mosaica e no islamismo [Levíticus 18:22 (pena de morte por apedrejamento), ...], mas a homossexualidade feminina é ignorada por milênios.

Misandria e marketing: associação de marketing em jornais recomenda ataques aos homens. [117]

Misandria e racismo (1): A maioria e as piores vítimas de violência racista são homens.

Misandria e racismo (2): Homens são falsamente vistos como privilegiados por um “sistema de gênero/classe/raça” pela teoria feminista. Em expectativa de vida, p. ex., a pirâmide é: A pior é do homem negro, acima a mulher negra, em seguida o homem branco e a melhor, a da mulher branca.

Misoginia e machismo: argumento usado para silenciar homens por qualquer discordância apresentada. [118]

Milionários: entre 18 e 44 anos de idade, há mais mulheres milionárias no Reino Unido. Assim como há mais também na faixa etária acima de 65 anos de idade. [119]

Mito da dupla jornada de trabalho feminino: estudos que mostram que os homens trabalham mais são desconsiderados [120]

Mito do amor materno: mulheres são consideradas mais amorosas e imprescindíveis para as crianças, só por serem mulheres.

Moradia: Homens são discriminados pelo programa “minha casa, minha vida” entusiasticamente pela ex-Presidente Dilma, apesar deles serem a maioria dos sem-teto no Brasil (82%). [121] Mulheres ficam com os imóveis comprados nesse programa em casos de divórcio. [122]

Mortes no trabalho: fatalidades no trabalho chegam a ser 98% de homens [US Bureau of labor statistics, US Department of Labor, 2011. OSHA (Occupational Safety & Health Administration, <www.osha.gov/oshastats/commonstats.html>)] [123]

Mortes em combate: na quase totalidade, homens. Mulheres soldados recebem o mesmo pagamento, mas são mais resguardadas [124]. Mesmo sofrendo muito mais tortura, mutilação e generocídio, o sofrimento dos homens pode ser ignorado.

Movimento estudantil: predominantemente, pró-feminismo, tende a rejeitar questões de equidade pró-masculinas. [125], [126]

“Mulheres e crianças, primeiro”: cultura tida como “machista”, mas na prática promovida e usada em políticas, segurança, emergência e evacuações. [127]

Mutilação genital masculina  Circuncisão: investimento da ONU em circuncisão em massa de homens em países africanos, com o objetivo declarado, mesmo com resultados duvidosos, de beneficiar a mulher.

Mutilação genital feminina: considerada como uma “evidência do machismo e egoísmo dos homens”, graças à propaganda do “Patriarcado”.


N

Nascimentos: riscos exagerados para impedir requisições de igualdade pelos homens [128]

Noticiários: o gênero da vítima não é mencionado se a vítima é homem [129]. Em vez disso, homens vítimas são chamados de “pessoas”, “trabalhadores”, etc. (por ex., “duas pessoas morreram...” em vez de “dois homens morreram...”). A coisa se inverte quando homens cometem algo ilegal. Nestes casos, o sexo é colocado negativamente em evidência (por ex., “três homens assaltaram uma loja...”)


O

Obesidade mórbida cultural: Tradição originada da escassez de alimentos [130], mas os homens são responsabilizados e mulheres são consideradas “obrigadas” a engordar (dogma do “Patriarcado”).

Objetificação: normalmente apresentada como algo que só mulheres sofrem. [131]

Olhar “assassino”: Homens são os únicos que matam com o olhar, segundo teoria amplamente divulgada e aceita no meio feminista (o olhar dos homens “objetifica”, “estupra”, “sufoca” e “mata” a mulher, mas nunca o contrário, devido ao “Patriarcado”).

ONGs: usam estratégia de vitimização feminina e foca em sua defesa e pesquisas [132]

ONU: promove campanhas e ações para corrigir desigualdades desfavoráveis apenas em relação às mulheres. [133]

Opressão: homens são retratados como controladores e opressores. Mulheres opressoras são desconsideradas ou elogiadas. [134]


P

“Patriarcado” ou “machismo” — “cultural” ou “estrutural”: é a base teórica ideológica desenvolvida pelo feminismo de 2ª onda. É uma teoria sofisticada, desenvolvida e aplicada a diversas áreas das ciências humanas (Sociologia, História, Psicologia, etc.), através de inúmeros trabalhos acadêmicos. Poucas pessoas chegam a questionar que essa teoria é uma teoria imbuída de um conceito e uma visão sobre os homens e a masculinidade semelhante à que os nazistas tinham dos judeus e dos marxistas sobre os que detivesse capital.

Pais (papais): desproporcionalmente afastados do contato com os filhos. [135]

Paternidade e fraude (1): 30% dos pais que não têm a guarda pagam pelos filhos que não são deles. [136]

Paternidade e fraude (2): mulheres são beneficiárias de uma lei inconstitucional, verdadeiramente falando, que é a lei de alimentos gravídicos [137], que obriga um homem a pagar pensão alimentícia, ainda no período de gravidez, mesmo sem a necessidade de exame que comprove a paternidade e da indenização dada ao suposto pai caso o resultado seja negativo.

Paternidade e fraude (3): mulheres que cometem fraude paternidade raramente são punidas, e além disso, quando os pais descobrem que não são os verdadeiros pais, estes ainda são duplamente punidos, obrigados a assumirem os filhos que não são seus, sendo imputados por uma “paternidade sócio-afetiva”. [138]

Pedofilia e aviões: somente homens são retirados de assentos ao lado de crianças, considerados indistintamente agressores sexuais de crianças em potencial. [139]

Pedofilia (1): homens são presumidos pedófilos pela histeria midiática, embora poucos seres humanos possam ser considerados pedófilos. [140]

Pedofilia (2): 98% dos pedófilos REGISTRADOS são homens. A pedofilia feminina é amplamente desconsiderada, pouco é denunciada e raramente punida. Notícias de abusos sexuais contra crianças e pubescentes na TV, quando a perpetradora é mulher, tendem a evitar a palavra. Quantas vezes você já viu a palavra “pedófila”, flexionada assim, no gênero feminino? Mulheres pedófilas são geralmente ignoradas pela mídia e não costumam ser reportadas.

Pedofilia (3): Atuação de feministas contribuem para que a pedofilia feminina seja desconsiderada. Não se houve falar de estudo sobre mulheres pedófilas.

Pedofilia (4): A partir de algumas denúncias, começou-se a investigar a sério a pedofilia feminina nos EUA entre professoras de jovens e crianças: O resultado foi a chamada “Grande Lista”. Michele Elliott realizou uma pesquisa sobre o assunto, percebeu que o assunto é um tabu para a nossa sociedade e que o movimento feminista não apenas é omisso, como há membros que procuram impedir a divulgação do assunto. Ainda não há estudos sobre babás, empregadas domésticas, religiosas, mães pedófilas...

Pedofilia (5): Pela presunção social, falsas acusações de pedofilia podem ser usadas contra os homens, causando grandes danos psicológicos, morais, financeiros, de reputação, etc.

Pensão Alimentícia: desproporcionalmente recai sobre os homens, mesmo quando as mulheres ganham mais. [141]

Perucas: homens são publicamente escarnecidos por usarem perucas, enquanto mulheres são aceitas. [142], [143]

Pesquisadores (as): muitos pesquisadores feministas vêm ignorando seus próprios dados quando estes contradizem sua ideologia; não realizam perguntas que ponham em risco a obtenção de respostas que possam contradizer sua tese e vêm direcionando suas pesquisas com o objetivo de comprová-las, jogando a imparcialidade no lixo. Geralmente estes pesquisadores possuem histórias de vida traumáticas que os leva a preconceitos contra os homens. [144]

Polícia: homens são mais presos que mulheres, por serem homens. [145]

Políticas públicas apenas para mulheres: discurso e ações utilizados por quase todos os políticos, sejam estes de Esquerda ou de Direita. [146],[147]

Preconceito de mídia: fatos escolhidos retratam negativamente os homens em 69% das vezes. [148]

Preconceito jurídico (1): homens são mais condenados pelos mesmos crimes e com sentenças mais pesadas [149], [150]

Preconceito jurídico (2): mulheres contam com recursos de defesa judicial exclusivos movidos ao nosso preconceito, mesmo se tratando de crimes violentos e premeditados.

Preconceito jurídico (3): programa “pai presente”, no final, tem enfoque somente nas OBRIGAÇÕES dos pais, não nos direitos deles, nem na importância da presença deles com os filhos – e constrange publicamente possível pai de criança.

Presentes de casamento (1): ainda se espera que os homens comprem jóias, etc. [151]

Presentes de casamento (2): cultura e religiões insistem que os homens devem pagar para casar. [152]. Onde havia o dote (família da noiva pagar para contribuir para o sustento da filha que se casaria), isso foi tornado ilegal.

Programas de Governo — “Bolsa Família”: mulheres representam 93% da titularidade do programa. [153] Programa discrimina os pais. Feministas dizem que o dinheiro deve ficar com as mães porque os pais gastam o dinheiro para si próprios (muitas feministas costumam dizer: "os pais tiram o dinheiro da boca das crianças para gastar com cachaça").

Programas de Governo  Combate ao Câncer: mulheres são as únicas beneficiárias em programas nacionais de prevenção, pesquisa e tratamento de câncer no Brasil [154]. Tanto é verdade que só existem dois programas nacionais de controle de câncer: “O Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero e o Programa Nacional de Controle do Câncer de Mama”, muito embora os homens tenham 77% mais chances de desenvolver câncer do que as mulheres, e 85% mais chances de morrer de câncer do que as mulheres.[ 155]

Programas de Governo — Reforma Agrária: mulheres são donas de 72% das propriedades da reforma agrária. [156]

Progresso de gênero: homens costumam ser apresentados como contrários. [157]

Prostituição (1): só os clientes masculinos criminalizados; aliciadoras e cafetinas ignoradas. [158]

Prostituição (2): mulheres que escolhem ser prostitutas apresentadas como vítimas de homens.

Psicologia (1): Psicólogas e psicólogos vêm cada vez mais discriminando os homens, colocando os homens como o centro dos problemas. Veem as mulheres sempre de maneira positiva, e os homens, de maneira negativa (veem os homens como normalmente violentos). Vêm fazendo ativismo feminista, jogando a imparcialidade no lixo, encobrindo ou distorcendo dados de seus estudos a fim de garantir que os resultados confirmem sua ideologia pré-concebida que vê as mulheres, por exemplo, como vítimas de violência doméstica, e os homens, como perpetradores. [159] O sexismo contra os homens que há nesta área de atuação tem sido assustador. O que prova que a influência do dogma do "patriarcado" está longe de ser humanitária, despreconceituosa, inclusiva, sensível e enriquecedora para homens e mulheres. [160] Muitas vezes, são os traumas pessoais que levam psicólogas(os) a desenvolver esse trabalho sujo e preconceituoso contra os homens. 

Psicologia (2): feminilização da psicologia fast-food tem padrões de comportamento feminino, emocional, foco no processo como referencial de equilíbrio emocional, rejeitando características masculinas como razão e foco na solução.


R

Religiões: insistindo e obrigando a escravidão assalariada dos homens em prol de irmãs e esposas. [161]

Retórica feminina de vingança: apoiada pelas narrativas da mídia. [162]

Riqueza: as mulheres controlam 60% de todo o dinheiro nos EUA. [163]


S

Sabotagem: Reivindicações dos Defensores dos Direitos Humanos de Homens e Meninos são atacadas e escondidas na Wikipedia e além... [164], [165]

Segregação sexual: culturas e feminismo consideram o gênero masculino predatório demais para a integração social [166]

Segurança grátis: papel esperado de um homem por qualquer mulher. [167], [168]

Seguro de veículos: homens são obrigados a pagar mais. Seguradoras afirmam que estatísticas mostram que homens seriam mais imprudentes. Mas isso não é uma verdade absoluta. Os homens não podem ser culpabilizados por aquilo que uma minoria faz. Além disso, a cobrança diferenciada pelo seguro atenta contra a isonomia, contra a Constituição. [169]

Sexismo: estudos mostrando mulheres 4 vezes mais sexistas que os homens, mas o feminismo afirma que existe apenas o sexismo masculino. [170]

Sistema Penal: dos mais de meio milhão de encarcerados no Brasil, apenas 5,5% são do sexo feminino [171]. Não consigo pensar em nenhum outro lugar da sociedade moderna tão dominado por homens, ou sem representatividade, do que o sistema penal — algo que, no interesse da igualdade entre os sexos, precisa mudar. Ademais, a sociedade costuma considerar crimes apenas aqueles cometidos majoritariamente pelos homens. Além disso, e não menos importante, temos um problema gravíssimo que é a discriminação da aplicação das penas. Homens sempre foram tratados com mais rigor do que as mulheres, mesmo quando estas cometem crimes proporcionalmente iguais.

Stalking: para homens que cometem o “assédio romântico”, são requisitadas penas mais graves. Para mulheres, há o MADA (Mulheres que Amam Demais).

Sexo: são as mulheres que controlam o “mercado sexual”. Elas escolhem os homens, avaliam-lhes e lhes “dão o preço”. Quase toda mulher pode fazer sexo a hora que desejar; surgirão pretendentes aos montes. O homem não possui esse privilégio. Muito longe disso.

Suicídio x depressão: homens cometem mais suicídio em todas as idades e em quase todos os países do mundo. [172]. No entanto, as pesquisas, investimentos, campanhas e mídia têm foco no direito das mulheres a uma vida feliz.


T

Táticas de constrangimento/intimidação e intolerância aos homens: formas em que os homens são atacados quando requerem igualdade [173]

Televisão: questões femininas mostradas nos programas de TV, mas nenhuma questão masculina é mostrada. [174]

Tênis: homens têm que disputar 5 sets; mulheres, 3.

Trabalho: a sociedade não aceita quando os homens morrem menos: Na Colúmbia Britânica, o alto nível de falências de empresas que realizavam trabalhos pesados levou os homens ao desemprego, consequentemente reduzindo a quantidade de homens feridos. Houve reação imediata, como se mulheres estivessem se acidentando mais.

Teste de paternidade: ainda não obrigatório em nenhum lugar do mundo. [175]

Trabalho e deslocamento: homens viajam mais longe para trabalhar. [176]

Trabalho e horário de atendimento médico: Homens trabalhadores são obrigados a cuidar menos da saúde. [177]

Trabalho e horas excessivas: Homens trabalham mais. Pesquisas indicam 60% dos homens trabalhando mais de 60 horas por semana. [178]

Trabalho em meio-período: Homens recebem 4% menos que as mulheres. [179]

Trabalhos (piores): homens trabalham mais longe, realizam os trabalhos não só mais pesados perigosos, insalubres (física, mental e emocionalmente) e penosos. Essa é uma das razões pelas quais os homens vivem menos e pior. Os trabalhos piores, mas imprescindíveis para a sociedade, são realizados em 95% por homens.


V

Vagões de trem: vagões especiais para mulheres, discriminando todos os homens. [180]

Violência (1): Homens, se agredidos moral ou fisicamente por mulheres, são penalizados se revidarem.

Violência (2): a maior parte da violência cometida por mulheres é contra homens (assim como a maior parte da violência cometida por homens também é contra outros homens). [181]

Violência contra crianças: homens comumente mostrados como agressores, embora mulheres agridam mais e matem muito mais. [182], [183]

Violência doméstica (1) — Demonização: campanhas retratam o homem invariavelmente como agressor violento, sem se importar se isso atinge aos homens, à imagem dos pais e dos filhos. Não só não importa se a esmagadora maioria dos homens não o faz, a propaganda coloca “os homens”, coletivamente, como perpetradores.

Violência Doméstica (2) — Homem agredido: quando o assunto é violência doméstica, o homem é três vezes vítima. Vítima da própria mulher que o agrediu; vítima do estado, o qual não prestará nenhuma assistência estatal a esse homem (muito pelo contrário — seus servidores e agentes públicos em geral farão o possível para culpá-lo, expropiar seu dinheiro ou encarcerá-lo); e vítima da agressão praticada pela sociedade: vítima do preconceito e deboche social, vítima da sociedade (vizinhos, colegas de trabalho, irmãos da igreja, pelos quais muitas vezes é pré-julgado e condenado). Sem contar o fato que o estado não prenderá, não condenará, não prenderá a mulher agressora. [184]

Violência doméstica (3): Estudos mostram que, de forma geral, as informações propagandeadas sobre violência doméstica não são corretas. [185] Maioria dos estudos científicos, sérios e realmente comprometidos com a violência doméstica ratificam que mulheres agridem tanto quanto, ou mais do que, os homens. [186] [187][188] [189]. E no Brasil, mulheres praticam mais violência doméstica que os homens. [190] [191] [192] [193] [194]

Violência doméstica (4): mulheres usam armas, veneno, surpresa e premeditação, compensando perfeitamente a predominante desvantagem física. E uma coisa que não se menciona sobre Violência Doméstica é que mulheres matam 2x mais seus filhos do que homens [195].

Violência doméstica (5): políticas de prisão apenas para homens [196]

Violência doméstica e abrigos: abrigos só para mulheres.

Violência doméstica e estupro: incidência exagerada e inflada por feministas. [197]

Violência por procuração: As inúmeras formas de violência justificável ou não (guerra, policial, execuções, defesa da dignidade alheia, defesa da integridade física alheia, etc., etc.), por cultura, são os homens que deverão cometê-la e também recebê-la. E eles serão depois vistos como os maiores responsáveis pela violência. [198]


Z

Zero: número de livros sobre Direitos dos Homens, que a maior parte das pessoas tenha lido ou até saiba a respeito. [199]




MARTIN, Tom. Short A to Z of discrimination and inequalities faced by men...[em linha]. [S.l.]: SEXISMBUSTERS. Disponível em: <http://sexismbusters.org/ref1.html>. Acesso em 12 out. 2016. Tradução, introdução, adaptação, edição, desenvolvimento e colaboração por Aldir Gracindo . Tradução, edição, revisão e colaboração por Charlton Heslich Hauer. Primeira tradução e adaptação por Aldir Gracindo, publicada no extinto site “Direitos dos Homens e Meninos”. Disponível em: <http://www.direitosdoshomens.com/sexismoaaz/>. Acesso em: jul. 2016.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Feminista ultraconservadora radical Lola pediu para que seus seguidores não votassem em homens!


A blogueira Lola, uma líder do feminismo ultraconservador radical no Brasil, pediu abertamente para que seus seguidores não votassem em homens nas eleições que ocorreram no último dia 5.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Mulher feminista tenta matar vários homens no Sul do Brasil usando um objeto cortante! Crimes foram cometidos em nome da causa feminista!


Por Charlton Heslich Hauer

Atenção a todos! O vídeo abaixo vai mostrar quem é, verdadeiramente, a mulher feminista. Impulsionadas pela maior ideologia de ódio de todos os tempos, as mulheres seguidoras do feminismo agridem, esfaqueiam, mutilam e matam homens e meninos todos os dias. Quando elas falam em "combater o machismo e o preconceito", elas querem, na verdade, o poder total para expropriar recursos dos homens para elas; o poder total para cometer crimes hediondos contra homens e meninos, e saírem impunes; o poder total para exigir do Estado cada vez mais punições apenas para os homens, até o dia que exigirão o extermínio físico dos homens, tal como os nazistas fizeram com os judeus.

Espalhemos esse vídeo por todos os lugares possíveis. Mostremos ao mundo quem são as feministas e o que elas querem de verdade.





quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Maioria da População Brasileira é CONTRA o Projeto de Lei que Tipifica o Feminicídio


Por Charlton Heslich Hauer

Em enquete promovida pelo DataSenado perguntando: "Você é a favor ou contra tornar crime hediondo o assassinato [APENAS] de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar (PLS 292/2013)?'', mais de 76% da população brasileira que se manifestou na enquete, votaram contra esse hediondo projeto de lei proposto pela Senadora Ana Rita do PT, o qual não contempla nem mesmo as criancinhas do sexo masculino que venham a ser vítimas da violência doméstica.




A lamentar, além do próprio projeto de lei, o fato do DataSenado produzir um texto completamente tendencioso a respeito do resultado da votação. Um texto que não respeitou aqueles que votaram contra, ou seja, a maioria, e que foi baseado em dados completamente alheios à realidade.

Agradeço a todos os que votaram, sobretudo ao confrade Sandro Luciano que me ajudou bastante no processo de votação e divulgação.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O Holocausto Masculino Chega ao Ocidente — Menino de seis anos de idade é acusado de assédio sexual por escola após beijar a mão de colega de classe


Garoto teve fato incluído em seus registros, causando indignação na mãe.

Um menino de apenas seis anos de idade foi acusado por sua escola de assédio sexual após se inclinar para beijar a mão de uma colega de classe. O caso ocorreu em Cañon City, Colorado, nos EUA.

Hunter Yelton deu o beijo na mão da menina durante a aula de música. Segundo a mãe do garoto, os dois gostam muito um do outro, e são como “namorado e namorada”.

Segundo Jennifer Saunders Krdo, a mãe em questão, foi o professor de música quem denunciou o fato. A mãe afirmou que o garoto já teve problemas relacionados a suspensão, como uma vez em que deu um beijo no rosto da mesma menina. Mesmo assim, ela admite que rotular o fato como assédio sexual é ir longe demais.


A mulher pretende lutar para retirar o fato de seus registros. Ainda assim, o superintendente do distrito comentou que o comportamento do garoto atende aos critérios da escola de “assédio sexual”, e a sanção severa é necessário para que ele possa consertar seus caminhos.

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Disponível em: <http://www.techmestre.com/menino-de-seis-anos-de-idade-e-acusado-por-escola-de-assedio-sexual-apos-beijar-a-mao-de-colega-de-classe.html>.
Fonte: <http://www.huffingtonpost.com/2013/12/10/6-year-old-sexual-harassment_n_4420249.html?utm_hp_ref=weird-news>. Acesso em 12 dezembro 2013.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Feminismo na Espanha: O Regresso à Inquisição


O autor e apresentador Daniel Estulin do programa “Desde la Sombra” da televisão on-line russa RT (Russia Today) entrevistou o ex-juiz, e agora, advogado, Francisco (Paco) Serrano Castro. No programa de ontem (06/11), Estulin entrevistou aquele quem ele afirma ser “o único homem que ousou enfrentar os grupos de prisão nazifeministas”. O tema do programa foi a lei de violência de gênero e as consequência nefastas para os homens e para as crianças.

“Um milhão de denúncias falsas; mais de 50.000 pais inocentes nas prisões espanholas; mais de 200.000 pais privados do direito de pai para crianças que são dadas como órfãs...” 

A Espanha está passando por um processo que viola os direitos de sua população masculina. Para Estulin, esse processo parece irreversível. Existe um sistema legal que permite anular e infringir a presunção de inocência de milhares de homens processados e/ou condenados pelo simples fato de serem homens. Pode haver tal situação no século XXI? Daniel Estulin afirma que: “é um problema que não pode ser trazido a público, porque na Espanha o crucificam”. Bem-vindos ao Renascimento da Inquisição!

Eu só peço um favor à meia dúzia de pessoas que lêem este blog: Assistam a este espetacular programa e compartilhem-no em todos os lugares possíveis.

Muito obrigado.



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Disponível em: <http://actualidad.rt.com/programas/desde_la_sombra/view/110506-feminismo-espana-regreso-inquisicion>

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Página Feminista do Facebook Faz Incitação e Apologia ao Crime! DENUNCIE!


A Página de comunidade do Facebook “O Machismo nosso de cada dia” há muito tempo vem incitando o ódio e fazendo apologia ao crime contra todos os seres humanos do sexo masculino. Abaixo mais uma prova cabal de tal lamentável expediente. Este é o link da famigerada página: 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Entendendo como Funciona o Sistema Penal Seletivo, Misândrico e Supremacista Feminino — O Caso da Mulher (Médica) Racista!


Por Charlton Heslich Hauer

Você se lembra do caso da médica racista, caso este que teve uma certa repercussão nacional?

Em outubro de 2009, uma mulher (médica sergipana), por ter chegado atrasada para o check-in de um vôo para a Argentina, onde passaria lua-de-mel, começou a atacar um homem (funcionário da Gol), agredindo-o verbalmente de “cachorro” e com frases do tipo “é um povo bando de analfabeto morto de fome que não tem onde cair morto nem tem dinheiro pra comprar feijão pra comer... esse nêgo morto de fome”. Além disso, ela ainda disse que se ele precisasse dos serviços dela como médica, ele morreria. Ela também derrubou um computador no chão, invadiu seu ambiente de trabalho e jogou vários pertences do homem vitiMADO no chão,  além, também, de humilhar outros funcionários da Gol.

Ela deveria ter sido presa em flagrante, já que o crime é inafiançável! Mas não foi isso que aconteceu. PELO FATO DA AGRESSORA SER MULHER, E DO VITIMADO SER UM HOMEM, o delegado Washington Okada nem deu importância ao caso. Foi só então que indignado, o homem agredido foi à Delegacia e prestou queixa. Veja a reportagem completa no vídeo abaixo:


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Monstruosidade Doméstica: Mulher Corta Pênis de Homem, e Centenas de Pessoas, sobretudo Mulheres, Festejam o Crime!


Por Charlton Heslich Hauer

Cultura do Ódio ao Sexo Masculino: Vejamos esta matéria que saiu no portal G1 sobre um crime mais do que hediondo. E tão triste quanto o crime em si é vermos centenas e centenas de pessoas, principalmente mulheres, aplaudindo o crime, apoiando e defendendo a mulher criminosa, zombando e tripudiando do homem vitimado, e afirmando que fariam o mesmo.


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Bombril Volta a Incitar o Ódio e a Discriminação Contra os Homens!


Por Charlton Heslich Hauer

Há quase dois anos, a empresa Bombril lançara vários comerciais que propagavam a misandria, a discriminação, o sexismo, o supremacismo feminino e o rebaixamento das crianças, adolescentes, adultos e idosos do sexo masculino a um patamar de sexo inferior.  Seus comerciais tinham o seguinte título de campanha: “Mulheres Evoluídas”. 

Em um dos anúncios da Bombril de 2011, a atriz Marisa Orth dizia:

 “Homem solta pêlo, faz xixi no chão e, eventualmente até baba... PRATICAMENTE UM CACHORRO… ”

E depois continuava, no mesmo anúncio, com um supremacismo feminino que faria morrer de inveja qualquer nazista:

“Por isso minha AMIGA, você que é UM SER HUMANO SUPERIOR E EVOLUÍDO, tem que ADESTRAR o seu homem para que ele se comporte direito…”

Em outro anúncio, a mesma atriz, Marisa Orth, dizia:

“Homem é tudo bobo”; e

 “Homem tem apenas 5 utilidades”

terça-feira, 2 de abril de 2013

Maioria dos Internautas Reprova a Implementação do Auxílio Financeiro à Mulher Vítima de Violência Doméstica


Enquete realizada pelo DataSenado e Agência Senado, entre os dias 18 e 31 de março, sondou a opinião dos internautas sobre a proposta que institui o auxílio financeiro à mulher vítima de violência doméstica. O assunto é tratado no PLS 443/2011 de autoria do senador Humberto Costa. A proposta altera a Lei Maria da Penha para garantir à mulher vítima de violência doméstica o recebimento de benefício eventual em caso de vulnerabilidade temporária. Para tanto, a proposta também altera a Lei Orgânica da Assistência Social, definindo o termo “situação de vulnerabilidade temporária” como o advento de riscos, perdas e danos à integridade pessoal e familiar.

domingo, 31 de março de 2013

Convocação Urgente de Toda a Comunidade Masculina para uma Votação de Enquete do DataSenado!


Por Charlton Heslich Hauer

Termina daqui a pouco a enquete proposta pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, no portal de notícias do Senado Federal — o DataSenado — perguntando se você é a favor ou contra garantir auxílio financeiro à mulher vítima de violência doméstica durante o período de readaptação (Projeto de Lei do Senado 443/2011). Esse projeto de lei é absurdo, inconstitucional, draconiano e sexista por todos os motivos. Vejamos alguns deles:

1) Tem a intenção de contemplar apenas um grupo: O das Mulheres. As mulheres têm sido o grupo mais privilegiado de todos os tempos. É o grupo que possui mais atenção, privilégios, provisão e proteção dos poderes do Estado durante toda a história da humanidade. Mais até do que as crianças.

Para a sociedade brasileira e para esse projeto de lei (e esse tipo de enquete), os homens que são vitimados por violência doméstica nem existem, ou se existem, não devem receber nenhum tipo de socorro do Estado. Esse projeto de lei fere os direitos humanos fundamentais dos Homens.

2) Quem acompanha este blog sabe que no Brasil Mulheres Agridem Mais do que os Homens. Portanto, os dados sobre violência doméstica usados como apelo pelo DataSenado são fraudados, tendo como idéia pré-concebida e preconceituosa de que apenas as mulheres sofrem com a violência doméstica e que apenas elas devem receber auxílio. Portanto, essa pesquisa é corrupta, pois tem a intenção prévia de influenciar aquilo que eles querem aprovar, sem se preocupar nem com os homens nem com a verdade.

3) Irá incentivar em massa, ainda mais, o número de FALSAS DENÚNCIAS contra os homens de bem, o que irá gerar mais acusações, processos e encarceramento de homens inocentes, afastar os homens de seus filhos, destruir várias famílias e enriquecer ilicitamente milhares de mulheres mal-intencionadas, já que sabemos que apenas 4% daqueles homens que são acusados de violência doméstica agridem sem motivo. Os homens que são acusados de violência doméstica, em sua grande maioria, são vítimas de ACUSAÇÕES FALSAS e/ou são HOMENS DE BEM, e já vinham sofrendo agressões por parte de mulheres do seu convívio durante muitos anos. Combatamos essa MISANDRIA!

Desde cedo o autor deste blog, esse que vos fala, vem pedindo, com a ajuda de outros amigos, para que se vote CONTRA nessa enquete que está no link a seguir. A enquete está no lado superior direito da página:

http://www.senado.gov.br/noticias/datasenado/

Por gentileza, amigos, votem CONTRA! Além disso, deixem lá seu comentário reprovando esse projeto de lei. Mostremos que não aguentamos ver mais tanta discriminação contra os homens e tantos privilégios às mulheres. Mas votem logo. AGORA! Pois a votação termina hoje, dia 31/03/2013, à meia-noite. Já conquistamos dezenas de votos até agora. FALTA O SEU!

Todas as crianças, adolescentes, adultos e idosos do sexo masculino, assim como as famílias brasileiras, agradecem sua participação.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Jacobo Fujão — Inimigo de Crianças, Adolescentes, Adultos e Idosos do Sexo Masculino!


Por Charlton Heslich Hauer

Sabe aquela pessoa política candidata a um cargo do Executivo, que, nas pesquisas de intenção de voto, está disparada a frente dos demais candidatos, mas que não tem competência suficiente de discutir os temas mais importantes de sua região e de assumir um cargo de tamanha importância, e que por tudo isso, recusa-se a ir a debates com medo de perder aceitação popular que “conquistou” e de ser desmascarada em público, e assim, acabar perdendo as eleições?  Pois bem, eu conheço um senhor que não é candidato a nenhum cargo do Executivo (ao menos, até onde eu saiba), MAS QUE POSSUI PERFIL E COMPORTAMENTO ANÁLOGOS. Esse senhor se chama Julio Jacobo Waiselfisz.

Mas quem é Julio Jacobo Waiselfisz?


terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Repugnante Coluna de um Repórter Misândrico


Por Charlton Heslich Hauer

O repórter e colunista, Fábio Linjardi, do Jornal O Diário, de Maringá-PR, publicou uma coluna mais do que lamentável. Antes de ler seu artigo, quero prevenir a todos que o que vocês irão ver é algo totalmente abominável e repugnante. Sempre houve preconceito, discriminação e o ódio contra os homens por parte da mídia. Mas o que antes era uma perseguição velada e subliminar, agora passou a ser explícita. Uma perseguição aos homens apenas pelo fato de terem nascido homens. Vamos ao deplorável texto:
 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Vinho Velho, Garrafas Novas



Continuação da Teoria do Ginocentrismo

Por Adam Kostakis

Leitura n º 6

“O que esmaga a individualidade é o despotismo, seja lá o nome pelo qual isso possa ser chamado” — J.S. Mill 

Dominação. Muito da análise feminista gira em torno deste conceito. Um homem que bate em sua esposa não está apenas zangado com ela; ele está tentando dominá-la. Um homem que não concorda com uma mulher e discute com ela não está apenas sendo rude, ele está tentando dominá-la. Um estuprador não está realmente com vontade de fazer sexo; seu crime é uma demonstração de poder, ele só queria dominar a mulher.

Vejam vocês, o fato é que todos estes julgamentos absolutamente não são suficientes para aquelas que criticam fortemente o sexo masculino pelo mundo inteiro; pois elas sempre exigem mais combustível para a usina misândrica. Punir verdadeiros criminosos é uma coisa, mas isso, simplesmente, não é gratificante o suficiente para deixar como está — elas precisam articular o que sua “intuição feminina” sempre disse a elas, e vão para o ataque contra todos os homens. O problema, é claro, é que a grande maioria dos homens não ataca as mulheres de alguma forma perceptível qualquer. A solução, que feministas encontraram, é pegar o Dr. Freud e postular algo subconsciente, alguma motivação subjacente — uma mentalidade sombria, sexual, desviante e violenta, que atue como uma explicação universal para o comportamento masculino.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Questões de Televisão



Por Men's Rights Online

Introdução

No mundo ocidental, os serviços de televisão baseados em transmissão terrestre e por assinatura marginalizam os homens por associarem masculinidade à dispensabilidade. É um tema comum usado em séries de comédia, filmes, desenhos animados, programas policiais, telenovelas, esquetes e propagandas de televisão.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Feministas: Incitadoras e Incitadores de assassinatos!


Por Charlton Heslich Hauer

Atenção, caro leitor. Preste atenção nesse vídeo, se tiver “estômago” para isso.



Vejamos o que Christian J. fala a respeito (NT: citação traduzida do inglês):

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Geraldo Alckmin, feminazista?

Por Charlton Heslich Hauer

Estamos ferrados!

Na semana passada, eu acompanhei uma entrevista ao programa do Jô (mangina-mor da TV “bostileira”) desse que já foi meu candidato a presidente, Geraldo Alckmin.

Pois bem, nela, o Geraldo (hoje, Governador de São Paulo) solta algumas "pérolas" populistas enojadoramente feminazistas.

Primeiro, ele fala do esforço que está fazendo para diminuir a população carcerária feminina em SP. Ele disse que conseguiu reduzir a população carcerária feminina para apenas 5% do total. O curioso é o seguinte. O número de crimes e delitos cometidos por mulheres nos últimos anos em todo Brasil , e, principalmente em SP, aumentou assustadoramente. Um aumento muito, mas, muito maior em termos proporcionais que o percentual de delitos cometidos pelos homens (numa proporção de 3 para 1). O que me faz concuir o seguinte: ESSE GOVERNADOR FEMINAZISTA ESTÁ PROMOVENDO CAMPANHA DE SOLTURA DE CRIMINOSAS, APENAS PELO FATO DE SEREM MULHERES.