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segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Como Quebrar uma Dialética
Décimo segundo e último artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo
Artigos anteriores desta teoria:
Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
Leitura Nº 10: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I
Leitura Nº 11: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte II
Por Adam Kostakis
Leitura Nº 12
“O feminismo ajuda os homens também!” — Ditado popular do final do século 20
Se você dispôs, ainda que de um curto período de tempo, visitando os sites e blogs da esfera dos Direitos dos Homens, você, sem dúvida, já deve ter encontrado uma ou duas detratoras feministas afirmando que “Nem Todas as Feministas São Assim.” Isso se tornou tão comum que os Defensores dos Direitos dos Homens têm se referido a isso como “a defesa NTFSA”. Mas essa alegação deve ser assim, prontamente rejeitada? Dependendo do contexto, a feminista pode muito bem estar certa. Uma suposta feminista que tenha encontrado acidentalmente minhas duas últimas postagens, as quais apontam como conseqüência final do feminismo o extermínio físico dos homens, pode muito bem contestar que não é esse o futuro que ela espera, e, portanto, que ela Não É Assim — e ela não estaria necessariamente errada.
Naturalmente que a nossa suposta feminista não teria lido com o cuidado suficiente aquilo que eu claramente afirmei, que é mais provável que o extermínio físico dos homens venha a ser posto em prática como o resultado de um processo orgânico, começando com uma indiferença hostil, seguido da perseguição ativa mediante burocracias estatais, sem a exigência de que o extermínio seja conscientemente articulado ou defendido por mais do que um pequeno número de feministas. As outras só precisam pactuar com o programa; elas não precisam entender onde tudo isso vai acabar. No coração de tudo isso está a dicotomia entre as Feministas Bem-intencionadas e as Feministas Radicais.
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Charlton Heslich Hauer
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20:33
Como Quebrar uma Dialética
2014-08-04T20:33:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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sexta-feira, 4 de abril de 2014
O que é Ginocentrismo?
O Ginocentrismo (do grego, gino: “mulher, fêmea”) é a prática, consciente ou não, de fazer valer o ponto de vista feminino (ou especificamente feminista); de colocar a segurança, o conforto e o bem-estar geral das mulheres no centro da preocupação social ou política, e estruturar a vida na missão a serviço de tais interesses. Resumidamente falando, o Ginocentrismo é o sacrifício masculino para o benefício das mulheres. Esta idéia tradicional foi a norma histórica do mundo, e sempre esteve conosco desde os primórdios. Assim, o Ginocentrismo já existia muito antes do surgimento do feminismo propriamente dito. Aos homens sempre lhes coube o dever de poupar as mulheres de qualquer sacrifício, e de privá-las e protegê-las de qualquer dor. Mediante suas ações, os homens afirmaram (e renovaram) o Ginocentrismo, e se fizeram pela nobreza, pelos governos ou pelo Estado e suas respectivas forças coercitivas, pelo próprio instinto protetor, pela honra do nome, pelo cavalheirismo, ou pelo feminismo, o que se vê é que a essência do Ginocentrismo tem permanecido inalterada. Continua sendo um dever peculiarmente dos homens sacrificarem sua própria essência, seu ser, sua identidade, seu bem-estar e sua própria vida em nome das mulheres.
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Charlton Heslich Hauer
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12:00
O que é Ginocentrismo?
2014-04-04T12:00:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I
Décimo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.
Artigos anteriores desta Teoria:
Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
Por Adam Kostakis
Leitura Nº 10
“Os fundadores de uma nova colônia, seja qual for a utopia sobre a virtude e a felicidade humanas que tenham projetado de partida, invariavelmente aceitam, como uma de suas primeiras necessidades práticas, escolher um pedaço de terra virgem para servir de cemitério e uma segunda porção de terreno para construir uma prisão” — Nathaniel Hawthorne
Parece sensato, nesta fase, colocar a seguinte questão: por que tudo isso está acontecendo? A resposta que posso oferecer, para efeito da presente leitura, não é histórica, mas psicológica: ela oferece uma explicação mediante referência ao estado mental dos operadores do feminismo. Há, certamente, processos históricos em curso, explorados em outros campos, mas nenhum movimento social sobrevive unicamente por causa de sua história. Ninguém nasce feminista. Deve haver algum estímulo, ou estímulos, trabalhando previamente para remodelar homens e mulheres não-feministas em feministas atuantes. Mas não podemos explicar a conversão feminista em circunstância da agitação dos já existentes ativistas feministas. Podemos certamente acreditar que o ativismo feminista desempenha um papel no recrutamento, mas isso não é suficiente como explicação. Por que um indivíduo, então, compromete-se com o feminismo, em vez de com qualquer outro movimento social particular cujos defensores se engajem em agitação para efeitos de recrutamento ideológico?
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Charlton Heslich Hauer
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14:00
A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I
2013-10-14T14:00:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Perseguindo Arco-íris
Oitavo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.
Por Adam Kostakis
Leitura Nº 8
“Igualdade, corretamente entendida como nossos pais fundadores1 a entenderam, leva à liberdade e à emancipação de diferenças criativas; mal compreendida, como tem sido tão tragicamente em nosso tempo, leva primeiro à conformidade e, em seguida, ao despotismo." — Barry Goldwater
O que é que nos permite viver a vida de uma forma mais significativa? Essa questão é uma longa história, e depois de mais de dois mil anos coçando a cabeça tentando encontrar as respostas, nossa espécie não está muito mais sábia quanto a isso. Respostas são descartadas tão facilmente quanto elas surgem. Talvez a única e verdadeira sabedoria a ser transmitida por séculos de busca espiritual é a de que a solução não pode ser reduzida à percepção de apenas um valor. Esforços para trazer um sistema social baseado em cima da percepção de um valor em particular — seja ele a doutrina religiosa, a vontade da nação, ou a igualdade social — invariavelmente resultaram em repressão generalizada, e não numa era de ouro de paz e virtude como postulada por seus ideólogos. Ao contrário disso, as sociedades que conseguiram criar e manter o espaço para que as pessoas vivessem o que poderíamos chamar de “vidas mais significativas” foram aquelas que mantiveram uma série de valores em equilíbrio. Esta não é uma solução muito empolgante, mas é melhor estar insatisfeito com os grandes mistérios da vida do que se tornar servo ou se transformar num “desaparecido” por um regime, em busca de um imperativo mais atraente.
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Charlton Heslich Hauer
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16:23
Perseguindo Arco-íris
2013-01-24T16:23:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
O Pessoal em Contraste ao Político
Mais um espetacular artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo, do genial filósofo Adam Kostakis. Chegamos então a seu sétimo artigo de um total de doze. Mais abaixo estão os links dos artigos anteriores para aqueles que ainda não leram ou querem se lembrar de tudo o que foi feito até o momento.
Leitura Nº 1: Teoria do Ginocentrismo — Olhando Fixamente para Fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Por Adam Kostakis
Leitura Nº 7
“Eles se orgulhavam de pertencer a um movimento, como algo distinto de um partido, pois sabiam que um movimento não deveria estar vinculado a um programa.” — Hannah Arendt
Na semana passada, vimos como o conceito de dominação tornou-se uma justificativa para a invasão do despotismo. Esse tipo de coisa não deve ser tomado como surpresa pelos leitores atentos, já que praticamente toda palavra-chave no léxico feminista é utilizada de forma semelhante. Se o termo que está sendo discutido é a misoginia ou o estupro ou o patriarcado, a tendência é a de ampliar o seu significado para cobrir o maior campo semântico possível, praticando o máximo possível de contrabando ideológico dentro de uma túnica de justiça. O efeito de tudo isso na vida real é restringir a autonomia masculina através da criminalização das ações dos homens. As possibilidades sem limites para o branqueamento semântico correspondem a longas penas de prisão e multas muito danosas. A intenção é criminalizar a norma. Todo movimento que um homem fizer deve causar um arrepio na espinha dele, deve forçá-lo a olhar por cima do ombro, com uma expressão tomada de pânico, perguntando-se: “qual a nova lei que eu infringi?” Os homens estão a viver em um perpétuo estado de vigilância e culpa presumida — uma existência panóptica1 em que são repetidamente castigados por terem feito o mal. Isto é, de acordo com um padrão moral invasivo e alienígena que eles são convidados a obedecer, não compreender, e certamente, não questionar ou refutar.
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Charlton Heslich Hauer
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19:19
O Pessoal em Contraste ao Político
2012-12-11T19:19:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Vinho Velho, Garrafas Novas
Continuação da Teoria do Ginocentrismo
Por Adam Kostakis
Leitura n º 6
“O que esmaga a individualidade é o despotismo, seja lá o nome pelo qual isso possa ser chamado” — J.S. Mill
Dominação. Muito da análise feminista gira em torno deste conceito. Um homem que bate em sua esposa não está apenas zangado com ela; ele está tentando dominá-la. Um homem que não concorda com uma mulher e discute com ela não está apenas sendo rude, ele está tentando dominá-la. Um estuprador não está realmente com vontade de fazer sexo; seu crime é uma demonstração de poder, ele só queria dominar a mulher.
Vejam vocês, o fato é que todos estes julgamentos absolutamente não são suficientes para aquelas que criticam fortemente o sexo masculino pelo mundo inteiro; pois elas sempre exigem mais combustível para a usina misândrica. Punir verdadeiros criminosos é uma coisa, mas isso, simplesmente, não é gratificante o suficiente para deixar como está — elas precisam articular o que sua “intuição feminina” sempre disse a elas, e vão para o ataque contra todos os homens. O problema, é claro, é que a grande maioria dos homens não ataca as mulheres de alguma forma perceptível qualquer. A solução, que feministas encontraram, é pegar o Dr. Freud e postular algo subconsciente, alguma motivação subjacente — uma mentalidade sombria, sexual, desviante e violenta, que atue como uma explicação universal para o comportamento masculino.
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Charlton Heslich Hauer
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21:16
Vinho Velho, Garrafas Novas
2012-10-31T21:16:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Chegamos a mais um grandioso artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo, desenvolvida pelo brilhante filósofo, Adam Kostakis, com o intuito de refutar a mentirosa e fraudulenta “Teoria do Patriarcado” e de ajudar a fortalecer a consciência em defesa dos Direitos mais básicos de Homens e Meninos.
Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique aqui para ler o 2º artigo: A Mesma História Repetida
Clique aqui para ler o 3º artigo: Refutando o Apelo ao Dicionário
Clique aqui para ler o 4º artigo: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Por Adam Kostakis
Leitura Nº 5
“A maior fraqueza dos homens é sua fachada de força; a maior força das mulheres é sua fachada de fraqueza” — Warren Farrell
Entre os piores erros que os amantes da liberdade podem cometer, está o de estereotipar as feministas como um pequeno e heterogêneo grupo de lésbicas revoltadas que há muito deixaram de ser relevantes. Tome nota: esse estereótipo as ajuda.
Devo repetir: esse estereótipo as ajuda.
Deixemos isso bem claro. Toda vez que você subestimou as feministas, ao considerá-las um bando de bruxas velhas mal-humoradas que ninguém leva a sério, você ajudou a obscurecer o programa delas e, de fato, suas próprias existências como uma forma de poder organizado. Depreciá-las, você deve — mas fazê-lo de uma forma que as exponha, não que as obscureça! O feminismo está muito longe de ser uma relíquia do passado. O movimento feminista é levado muito a sério por aqueles que têm o poder de impor os seus principais objetivos:
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Charlton Heslich Hauer
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20:49
Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
2012-09-14T20:49:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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sábado, 12 de maio de 2012
Refutando o Apelo ao Dicionário
Vamos ao 3º artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.
Clique a seguir para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique a seguir para ler o 2º artigo: A Mesma História Repetida
Por Adam Kostakis
Leitura Nº 3
“Alguma vez você já olhou, realmente, a palavra feminista em um dicionário? Significa: igualdade entre os sexos. Não se trata de odiar os homens. Isto é muito simples e você saberia, se realmente tivesse olhado” – Diva
Na seqüência do artigo anterior, sobre a visão geral do Ginocentrismo do passado e atual, eu proponho haver um ponto comum de culto às mulheres, passando por, e ligando, concepções tradicionais de masculinidade — historicamente expressas naquilo que poderíamos chamar de “patriarcado” — e o feminismo, o qual se apoderou do Estado e de instituições supranacionais, e está prestes a desencadear a perseguição explícita aos homens.
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Charlton Heslich Hauer
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00:03
Refutando o Apelo ao Dicionário
2012-05-12T00:03:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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terça-feira, 10 de abril de 2012
A Mesma História Repetida
Este é o segundo artigo (de uma série de doze) sobre a Teoria do Ginocentrismo.
Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Por Adam Kostakis
Leitura N° 2
"Não fui feito com o seu molde. Não leio a mesma história repetida" — Pennywise
Meus leitores devem compreender que as preocupações abordadas pela Teoria do Ginocentrismo não estão limitadas ao feminismo. O feminismo é ainda bastante novo em cena, enquanto que o Ginocentrismo tem estado ao redor do mundo desde que a História foi registrada. O Movimento dos Direitos dos Homens visa abordar problemas relacionados com o feminismo, mas não limita sua atenção para estes problemas. Muitos destes problemas já existiam antes do final do século 19, quando surgiu o feminismo propriamente dito, embora eles tenham sido ampliados e agravados desde então. O feminismo é apenas a embalagem moderna do Ginocentrismo, um produto antigo, tornado possível na sua forma atual pelas amplas medidas de bem-estar público do período pós-guerra.
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Charlton Heslich Hauer
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01:28
A Mesma História Repetida
2012-04-10T01:28:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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sexta-feira, 30 de março de 2012
Olhando Fixamente para fora do Abismo
Por Adam Kostakis
"Eu amo uma oposição que tenha convicções" — Frederico, o Grande
Leitura Nº 1
A batalha dos sexos tem sido degenerada em uma guerra suja, e estamos, cada um de nós, sendo convocados para essa guerra por forças que não se importam nem um pouco com igualdade nem com justiça.
A propaganda [política], como uma ferramenta de controle, é eficaz somente na medida em que a visão do mundo que ela apresenta está em harmonia com a percepção do mundo vivenciado, dia a dia, por seus alvos. Quanto maior o fosso entre o mundo percebido e o da representação propagandística do próprio mundo, menos eficaz — e portanto, menos útil — a propaganda será, em última análise. Chegamos a uma conjuntura em que as mulheres estão cada vez mais rejeitando o feminismo por ser irrelevante ou inaplicável às suas vidas, porque o mundo que a ortodoxia feminista descreve não parece ser o planeta Terra. Ao mesmo tempo, estamos nos aproximando do auge do controle feminista sobre o mundo real habitado, o qual combina repressão estatal com tribalismo de gênero, ambas as forças se intensificando exponencialmente à medida que usam umas às outras como alavanca para subir cada vez mais alto.
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