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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Porque os Governos Amam o Feminismo


por Angry Harry 

Este é mais um artigo extenso, mas sua leitura dar-lhe-á uma visão sobre as razões pelas quais o feminismo se tornou tão dominante no Ocidente, e porque toda a sua vida será negativamente afetada por ele; particularmente se você é homem. 

O feminismo tem muito pouco a ver com igualdade entre os gêneros, e também tem muito pouco a ver com direitos das mulheres.

O feminismo trata-se, antes de qualquer coisa, de vários grupos que procuram adquirir poder e dinheiro, e construir enormes impérios oportunistas, pelos quais milhões — literalmente milhões — de pessoas hoje em dia têm um forte interesse pessoal — interesse este que é, de fato, altamente prejudicial às sociedades nas quais estas pessoas atuam.

Para ver como o jogo é jogado, só gostaria que você imaginasse uma sociedade — uma sociedade um tanto idealizada — onde as mulheres estivessem felizes em passar os seus dias intimamente ligadas a seus lares e filhos, enquanto os homens jovens e os papais estivessem razoavelmente felizes em marchar para o local de trabalho — seja lá onde fosse.

E, além disso, gostaria que você imaginasse que a maioria das pessoas nesta sociedade geralmente estivesse bastante satisfeita com sua situação.

Em outras palavras, um lugar razoavelmente feliz.

E agora, a questão que eu gostaria que você ponderasse de forma profunda é esta aqui:

O que o governo ganharia com isso?

O que o governo ganharia com isso?

Como o governo — e seus agentes públicos — poder-se-iam beneficiar com uma existência dentro de uma sociedade de pessoas que aparentassem estar muito felizes e em paz umas com as outras?

Com que fundamentos o governo poderia dizer ao povo: “Você precisa de mais governo. Dá-nos mais dinheiro de impostos.”?

Bem, claramente, em tal sociedade idílica, seria muito difícil mesmo convencer as pessoas a participar com mais de seus próprios recursos — adquiridos através de seus próprios esforços — para financiar “mais governo”.

No entanto, se esta sociedade razoavelmente feliz pudesse ser perturbada por alguma força ou outra — uma força que induzisse “desarmonia” no seio da população (um aumento na criminalidade, por exemplo) — então o governo teria muito mais facilidade para extrair um “pedaço maior da torta da sociedade”. Por exemplo, se houvesse um aumento da criminalidade, as pessoas muito mais prontamente concordariam em financiar uma força de polícia maior. Se os homens e as mulheres começassem a entrar em conflito uns contra os outros, e começassem a se separar, com casais se divorciando, então, o governo poderia justificar a extração de mais recursos do povo, a fim de criar uma maior força de trabalho de serviços sociais para cuidar de mulheres e crianças que estariam agora à própria sorte.

E o ponto que eu estou tentando transmitir aqui é este:

Os governos se beneficiam, não com o fato das pessoas estarem em paz umas com as outras, mas com o fato de elas estarem, de alguma forma, em guerra umas com as outras.

Os governos se beneficiam, não com o fato das pessoas estarem em paz umas com as outras, mas com o fato de elas estarem, de alguma forma, em guerra umas com as outras.

Obviamente que os governos podem se beneficiar também a partir de muitas outras coisas, mas o ponto aqui é este: Governos, claramente, beneficiam-se daquilo que doravante simplesmente chamarei de “desarmonia” — desarmonia social; como a criminalidade.

E já que os governos têm enorme poder em comparação às pessoas comuns, eles tenderão a usar esse poder para criar cada vez mais desarmonia social — com muito sucesso. É claro que eles vão fazer isso. Por quê? Bem, porque os governos, e milhões de agentes públicos, beneficiam-se com a desarmonia, e eles não vão usar sua enorme força coletiva para minar a si próprios — que é o que a redução da “desarmonia” faria.

No mínimo, os agentes públicos não querem deixar de receber recursos, perder seus empregos, sua segurança, suas aposentadorias etc., etc., etc. E, por isso, eles precisam ser percebidos como necessários.

É ainda melhor para eles, pois são maiores impérios com maiores salários, e muito mais status e poder.

Afinal, nesse sentido, eles são não são diferentes de ninguém!

E, coletivamente, de um jeito ou de outro, estes agentes públicos podem criar, e criarão, a mais monumental força, a fim de obter esses vários benefícios para si mesmos; uma força que as pessoas simplesmente não podem contrariar.

De fato, seria beirar o absurdo acreditar que um corpo tão enorme de agentes públicos não iria exercer uma força na direção da qual eles próprios beneficiar-se-iam.

Afinal de contas, essas pessoas não são deuses. São seres humanos!

Estes agentes públicos querem impérios maiores com salários maiores e aposentadorias maiores.

Em suma: Estes agentes públicos querem impérios maiores com salários maiores e aposentadorias maiores. Eles querem mais status e mais poder. E, coletivamente, eles irão exercer uma força tão grande que ninguém poderá realmente impedi-los de conseguir estas coisas. O crescimento monumental dos governos no Ocidente ao longo dos últimos 120 anos, aproximadamente, não deixa dúvidas. (Os governos centrais têm crescido mais de cem vezes ao longo dos últimos 120 anos.)

Ora, visto que o objetivo principal das feministas é criar o máximo possível de desarmonia entre homens e mulheres a fim de financiar seus próprios impérios, os governos simplesmente as amam; porque, lembre-se: para os governos, quanto mais desarmonia, melhor.

Então, retornemos à nossa sociedade demasiado simplista, e vejamos o que acontece quando casais com filhos dentro deste lugar razoavelmente feliz começam mais freqüentemente a se divorciar e se separar.

Bem, normalmente, os homens irão sair de casa e viver à sua própria sorte em algum lugar, mas eles irão continuar trabalhando. As mulheres, no entanto, terão que escolher alguma combinação em sair para trabalhar e ficar em casa com os filhos.

Se as mulheres decidirem ficar em casa, então o governo deverá dar a elas uma fonte de renda. Isto significa que o governo irá tirar dinheiro dos outros para financiá-las. E, desde já, isto significa criar todo um sistema de leis que envolve advogados, juízes, administradores, assistentes sociais, escritórios financeiros e vários sistemas burocráticos aliados.

o divórcio e a separação fornecem toda uma infinidade de benefícios para os governos e para os seus agentes.

Em outras palavras, o divórcio e a separação fornecem toda uma infinidade de benefícios para os governos e para os seus agentes.

Além disso, é claro, ninguém na população quer ver mulheres e crianças ao desamparo, e por isso o governo agora terá o benefício de um apoio popular a mais pelos seus esforços. Assim, o governo também ganha a este respeito.

E, claro, as mulheres que são colocadas nesta posição com os seus filhos estão agora à mercê do governo.

Em outras palavras, elas se tornam dependentes do governo; o que também é ótimo para o governo.

“Se vocês mulheres não votarem em nós, então vocês terão uma renda menor vinda do governo!”

Agora, claro, as mulheres que se divorciaram — independentemente de terem filhos ou não — podem, em vez disso, decidirem trabalhar; caso em que o governo ganha mais uma vez — porque agora há mais trabalhadores de quem ele pode tirar dinheiro através do sistema tributário.

Em outras palavras, incentivar o divórcio e a separação é uma estratégia vencedora para o governo.

De fato, de todo jeito os governos só têm a ganhar.

E, o mais importante, isto continua a ser verdade, independentemente de as mulheres terem filhos ou não, independentemente se elas trabalhem ou não. É a crescente divisão entre homens e mulheres que é a chave para a estratégia vencedora do governo.

Em resumo, portanto, o governo tem uma quantia enorme a ganhar, aumentando o fosso entre homens e mulheres, porque isso permite que os agentes públicos justifiquem a criação e o controle de muitos grandes impérios. Eles podem mais facilmente extrair impostos mais elevados, eles podem tributar mais pessoas, eles podem fazer com que mais pessoas tornem-se dependentes deles e eles podem ganhar algum apoio popular extra para si mesmos.

Mas isso é apenas o começo.

Muitos e muitos outros benefícios são revertidos para o governo quando as relações próximas entre homens e mulheres se esfacelam.

Muitos e muitos outros benefícios são revertidos para o governo quando as relações próximas entre homens e mulheres se esfacelam. Por exemplo, as consequências sociais negativas de não ter um pai firme, perto de seus filhos, são positivamente enormes. Estas tendem a afetar mais diretamente os meninos, mas as repercussões reverberam por toda a sociedade — por décadas.

Por exemplo, os jovens — tanto as meninas quanto os meninos — sem pai em casa, são muito mais propensos a...:

… viver na pobreza e privação, … ser problemáticos na escola, … ter mais dificuldade em conviver com outras pessoas, … ter mais problemas de saúde, … sofrer de abuso físico, emocional e/ou sexual, … fugir de casa, … contrair doenças sexuais, … tornar-se pais na adolescência, … atentar contra a lei, … fumar, consumir bebidas alcoólicas e usar drogas, … matar aula, … ser expulsos da escola, … comportar-se violentamente, … desistir da educação em idade precoce,... não se adequar à vida adulta, … ser mal qualificados, … enfrentar o desemprego, … ter baixos salários, … depender da assistência social, … ser moradores de rua, … ir para a cadeia, … sofrer de problemas emocionais e psicológicos em longo prazo, … envolver-se apenas em relações casuais, … ter filhos fora do casamento ou, na verdade, fora de qualquer relacionamento estável.

Com efeito, uma cascata inteira de problemas sociais — ou seja, uma grande quantidade de “desarmonia” — é gerada pelos efeitos dos jovens não terem o pai por perto.

Mas, evidentemente, os governos se beneficiam enormemente com tudo isso; porque os governos podem usar estes enormes problemas para justificar aumentos ainda maiores, tanto em impostos quanto em poder.

Afinal, as pessoas querem ser protegidas de todas as consequências sociais negativas da ausência do pai — e, claro, as próprias vítimas evidentemente iriam precisar de um pouco de ajuda extra.

E assim, os governos podem justificar (e, portanto, ludibriar e extrair) muito mais dinheiro do povo a fim de adquirir mais policiais, mais agentes penitenciários, mais oficiais de liberdade condicional, mais agentes de bem-estar social, mais advogados, juízes e outros funcionários de justiça, mais psicólogos, psiquiatras, terapeutas, médicos, enfermeiros, assistentes sociais, educadores de reforço escolar e, com efeito, até garis! — e, claro, muito, muito mais burocratas para monitorar e exercer o controle em todas estas áreas.

E os aumentos de impostos e o poder que os governos podem aspirar para si mesmos, como resultado destas consequências sociais negativas, são realmente enormes.

eu ainda nem mencionei sequer todos aqueles advogados, juízes e burocratas que fazem parte do sistema de divórcio propriamente dito

E, por incrível que pareça, eu ainda nem mencionei sequer todos aqueles advogados, juízes e burocratas que fazem parte do sistema de divórcio propriamente dito; juntamente com todos aqueles profissionais que têm de se envolver em questões relacionadas com a pensão para a mulher, guarda dos filhos e pensão alimentícia. Com efeito, mesmo se esquecêssemos de todos os inúmeros problemas sociais e pessoais mencionados nos parágrafos anteriores, a própria indústria do divórcio é, hoje em dia, uma indústria multibilionária.

Além disso, é claro, no que se refere aos últimos anos de vida, romper as relações entre homens e mulheres garante que as pessoas idosas e doentes sejam menos prováveis de receber ajuda daqueles que estão próximo a elas, porque, simplesmente, menos pessoas acabarão ficando próximo a elas. E muitas vezes isso significará que essas pessoas vulneráveis, ou serão abandonadas para definhar sozinhas, ou elas serão colocadas em lares e hospitais — muitas vezes administrados pelo governo — onde os funcionários tendem a tratá-los com, na melhor das hipóteses, desinteresse clínico. (De fato, um relatório recente no Reino Unido declarou que os problemas mais comuns dos idosos derivam de solidão e de viver sozinhos.)

Romper as relações entre homens e mulheres cria-se uma mina de ouro absoluta para o governo.

Assim, pode-se resumir a situação da seguinte maneira:

Romper as relações entre homens e mulheres cria-se uma mina de ouro absoluta para o governo.

Agora, tudo isso não é para dizer que tudo o que o governo faz é ruim — particularmente em nível micro.

De modo algum.

Por exemplo, é evidente que alguns homens e mulheres precisam ser mantidos longe uns dos outros. Que precisamos de nossos governos para ajudar as mulheres e as crianças que estão à própria sorte. Que precisamos realmente de lares e hospitais para idosos e doentes. Que precisamos de policiais e prisões. E assim por diante.

Mas isso não altera o fato de que quanto mais fizermos as relações entre homens e mulheres se romperem, mais o governo beneficiar-se-á. E beneficiar-se-á enormemente — conforme acima.

E você realmente teria que testar sua credulidade a níveis ridículos para acreditar que milhões de trabalhadores empregados pelo governo estão trabalhando diligentemente para destruir as enormes “indústrias sociais/pessoais/jurídicas/financeiras” das quais eles próprios têm tanto a ganhar.

Além disso, temos visto claramente os governos ocidentais — particularmente os governos de esquerda — usando seu enorme poder ao longo dos anos para incentivar o rompimento dos relacionamentos entre as pessoas.

De fato, estes governos têm movido os céus e a terra em sua busca para prejudicar os relacionamentos das pessoas.

os governos continuam a oferecer para as mulheres vários incentivos — financeiros ou de outra natureza — para que elas façam acusações falsas.

Eles têm gasto bilhões de dólares inundando a população com falsas estatísticas relativas ao “abuso de relacionamento” de vários tipos, com a linguagem jurídica sendo propositadamente distorcida para fazer parecer que as mulheres são perpetuamente violadas por homens de alguma forma.

Por exemplo, eles têm falsificado as definições dos vários tipos de “abuso” de tal forma absurda que, por exemplo, criticar a esposa hoje em dia pode ser visto como um ato de violência — “violência doméstica” —, chamar alguém de “querida” como um ato de assédio sexual, e envolver-se em um sexo consensual, pelo qual mais tarde torne-se um arrependimento, como um ato de estupro.

(A idéia por trás de tudo isso é provocar tanto o ódio contra os homens quanto o medo dos homens, e isso também é projetado para incentivar o maior número de mulheres possível a fazer falsas acusações de “abuso”).

Eles têm gasto bilhões de dólares financiando numerosos grupos vitimistas que parecem passar mais tempo compartilhando propaganda antimasculina do que ajudando as eventuais e supostas vítimas.

Eles têm se dedicado e/ou financiado inúmeras campanhas de mídia, projetadas para retratar todos os homens como seres propensos a serem abusivos contra mulheres e crianças de alguma forma.

E os governos continuam a oferecer para as mulheres vários incentivos — financeiros ou de outra natureza — para que elas façam acusações falsas.

Eles têm corrompido o sistema de justiça de tal forma ... que agora é extremamente desaconselhável para os homens realizarem qualquer tipo de atividade com crianças.

Eles têm gasto ainda mais bilhões em “bem-estar” para tornar os homens, o máximo possível, desnecessários quando se trata de mulheres e de família.

Eles têm degradado e feminizado propositadamente o sistema educacional para que nossos homens jovens alcancem muito menos em termos educacionais do que nossas mulheres jovens — algo que têm frustrado em grande escala os futuros relacionamentos, dado que as mulheres tendem a preferir parceiros que têm mais instrução do que elas mesmas.

Eles têm discriminado os homens no mercado de trabalho em todos os níveis (para reduzir o valor dos homens), sob o espúrio argumento de que as mulheres eram injustamente discriminadas pelos homens.

Eles têm reduzido o salário dos homens em inúmeros postos de trabalho controlados pelo governo, simplesmente com o fundamento de que os homens tendem a ser atraídos para esses postos de trabalho mais do que as mulheres, e eles têm feito o inverso com aqueles postos de trabalho onde as mulheres tendem a ser mais atraídas. (O argumento ridículo que atualmente está sendo ensaiado sobre a população é o de que “produtividade, trabalho duro e lucro são formas ‘antiquadas’ de avaliar o quanto alguém deveria receber.”)

Eles têm corrompido a legislação de tal forma que todos os homens estão agora à mercê de suas parceiras quando se trata de falsas acusações de “abuso”, questões de guarda dos filhos e pagamentos ridiculamente elevados de pensões para as mulheres — a idéia é seduzir mulheres a quebrarem seus relacionamentos porque elas têm pouco a perder e, freqüentemente, muito a ganhar com isso — e, claro, fazer com que os homens tenham medo até mesmo de embarcar em relacionamentos de longo prazo.

Eles têm corrompido o sistema de justiça de tal forma que quando se trata de relações entre homens e crianças, agora é extremamente desaconselhável para os homens realizarem qualquer tipo de atividade com crianças.

E, nas nossas escolas, até mesmo crianças de oito anos de idade estão sendo doutrinadas com o disparate de inspiração feminista de que os homens têm oprimido as mulheres há milhares de anos.

Aliás, agora também está sendo argumentado — com muito sucesso — que pessoas íntimas deveriam tratar umas às outras como se fossem estranhas. Por exemplo, diz-se agora que a violação feita dentro de um relacionamento é tão grave quanto à violação praticada por um estranho. Fotografar seu próprio filho sendo amamentado é considerado produzir pornografia infantil. E por aí vai.

o objetivo final é o de forçar as pessoas a tratar umas às outras como se fossem completas estranhas

E parece-me bastante claro para mim que o objetivo final é o de forçar as pessoas a tratar umas às outras como se fossem completas estranhas ao colocá-las em algum tipo de risco jurídico significativo se não o fizerem. Até mesmo um professor de música que coloca as mãos de uma criança corretamente sobre o instrumento agora corre o risco de ser suspenso do emprego e acusado de abuso.

A idéia é cortar, ou manchar com suspeita, qualquer proximidade — não importa quão pequena — que possa existir entre as pessoas.

Na verdade, eu não encontro nenhuma lei promulgada nas últimas três décadas que impacte os relacionamentos íntimos das pessoas — direta ou indiretamente — que não tenha sido concebida para incentivar que esses relacionamentos se rompam.

E, essencialmente, os governos vêm rompendo os relacionamentos entre as pessoas tal que eles possam abrir caminho a cotoveladas cada vez mais de forma profunda dentro das conexões — sociais, pessoais e financeiras — às quais outrora ligavam as pessoas.


Além disso, caso você se detenha a olhar para o quadro geral que surgiu ao longo das últimas décadas, duas coisas tornaram-se muito claras:

Em primeiro lugar, os motivos dos agentes públicos nesta área têm muito pouco a ver com o aumento do bem-estar das pessoas. Pelo contrário, esses motivos são muitas vezes maliciosos, e têm a ver principalmente com a pretensão dos agentes públicos em se servirem de alguma forma causando “desarmonia”; com a frase “dividir para conquistar” resumindo muito do que está acontecendo.

(De fato, basta olhar a forma como os governos ocidentais têm estado na vanguarda do incentivo à ausência do pai — e, por conseguinte, para os inúmeros problemas sociais conseqüentes mencionados acima — ao longo das últimas quatro décadas, para ver o quão maliciosos eles têm sido.)

Em segundo lugar, os governos ocidentais estão agora tão grandes (empregando direta ou indiretamente cerca de 20% de toda a população) que os agentes públicos agora representam, por si só, a mais enorme força política para o “grande governo”; o qual, essencialmente, significa governo de esquerda. Como tal, verdadeiramente já não vivemos em “democracias”.

Por exemplo, quando os políticos de esquerda dos EUA, como Joe Biden, injetam bilhões de dólares em grupos associados à VAWA [a lei americana de combate a violência doméstica contra a mulher], eles não estão apenas entregando enormes quantidades de dinheiro a serviços que fornecem auxílio às vítimas de violência doméstica. Eles estão, de fato, distribuindo este dinheiro para numerosos grupos de agentes públicos em toda a América, os quais dependem deste dinheiro para seus empregos e suas aposentadorias, e que irão, sem causar surpresa, dar seu apoio político a Joe Biden.

E, claro, há milhões de outros agentes públicos (professores, assistentes sociais, acadêmicos etc., etc.) que também vão apoiar o governo de esquerda precisamente pelas mesmas razões egoístas.

muitos acadêmicos que dependem de financiamento do governo vão angariar evidências para dar suporte ao ponto de vista do governo

(Por exemplo, muitos acadêmicos que dependem de financiamento do governo vão angariar evidências para dar suporte ao ponto de vista do governo, do contrário seu financiamento acabará.)

E, tão importante quanto, esses milhões de agentes também fornecerão e promoverão a propaganda política que é concebida para servir a eles mesmos; com estes agentes públicos agora tão entranhados em quase todas as áreas da vida, onde sua propaganda hoje em dia é incutida nas mentes da população e que é proveniente de quase todas as fontes de informação imagináveis — até mesmo da escola.

(Além disso, é claro, muitos destes bilhões dólares são diretamente destinados a fornecer algum tipo de bem-estar social; garantindo assim que os milhões de pessoas que se beneficiam com isto votem no governo de esquerda.)

O resultado é que a população está hoje em dia, em sua maioria, muito fortemente infectada com o ponto de vista de que as políticas que promovem um governo maior e mais poderoso sejam as melhores políticas para o povo; e por isso, claro, as pessoas tendem a votar nos políticos que promovem esse tipo de política.

Mas as pessoas estão sendo ludibriadas, porque a verdade não está sendo dita a elas. Elas estão sendo inundadas com propaganda interesseira de muitas fontes oportunistas, e a evidência de que estas fontes estão enganando as pessoas em várias frentes, e de muitas maneiras, é simplesmente irrefutável.

quem pode se opor a esta enorme besta governamental?

Mas quem pode se opor a esta enorme besta governamental? — a este organismo oportunista?

Afinal, o governo tem centenas de bilhões de dólares à sua disposição — todos os anos —, vastos impérios burocráticos que invadem cada canto de nossas vidas, e milhões de pessoas organizadas trabalhando para ele. Além disso, é o governo que faz as leis.

Então, quem pode competir com ele?

E quem pode competir com os vastos recursos do governo, quando se trata de “debater as questões” e transmitir um determinado ponto de vista?

Assim, não há nenhum outro organismo que chegue perto de ser capaz de competir com esta besta governamental.

Há cem anos, os governos ocidentais eram realmente muito pequenos

Há cem anos, os governos ocidentais eram realmente muito pequenos quando comparados com os de hoje. E, falando de forma solta, a direita representava os ricos e o número crescente de poderosos industrialistas e empresários, e a esquerda representava os trabalhadores comuns e os pobres.

Os da direita consideravam que o povo estaria mais bem servido ao permitir-lhe continuar com o trabalho de criação de riqueza e poder, enquanto os da esquerda consideravam que o governo deveria intervir mais diretamente, e com mais freqüência, para ajudar aqueles que eram mais necessitados.

Traduzido para o mundo de hoje, isso pode ser vagamente descrito como as grandes e poderosas empresas sendo representadas por aqueles da direita, e as pessoas comuns sendo representadas por aqueles da esquerda.


Mas os tempos mudaram drasticamente daquela época pra cá; e agora há um garoto novo no pedaço:

O próprio governo.


E esse novo garoto agora está muito mais poderoso do que “as empresas” ou “o povo” — durante muito tempo.

Com efeito, não só esse novo garoto tem a força muscular, o poder organizacional, o poder financeiro e o poder legal para conseguir o que ele quer, ele também tem o poder de propaganda para convencer as pessoas de seu ponto de vista.

E está absolutamente claro que esse novo garoto tem usado este enorme poder para servir a si mesmo.

Basta dar uma olhada em como os governos ocidentais têm crescido ao longo dos últimos 100 anos — ou até mesmo nos últimos 10 anos. Olhe para a crescente carga tributária. Olhe para o número cada vez maior de pessoas empregadas pelo governo. Veja os milhares e milhares de leis, regulamentos, restrições e diretivas que anualmente são impostos pelos governos ocidentais sobre seus próprios povos.

Esses governos só crescem, crescem e crescem — não só em termos de tamanho, mas também em termos de poder e de riqueza.

Esses governos só crescem, crescem e crescem — não só em termos de tamanho, mas também em termos de poder e de riqueza. E eles estão se infiltrando em todos os aspectos da vida das pessoas; controlando, monitorando, regulando, dirigindo, estipulando, coagindo — sempre em uma medida cada vez maior.

Mas quem pode detê-los?

Por exemplo, quem pode competir com os bilhões de dólares que os esquerdistas “Joe Bidens” deste mundo derramam sobre causas de esquerda, empregos de esquerda, benefícios de esquerda e, conseqüentemente, em propaganda de esquerda e votos de esquerda para um governo ainda maior?

Quem tem o dinheiro para competir com isso?

Ninguém e nenhuma organização têm a esperança de competir com tal força.

De fato, e por exemplo, apesar do fato de que os estadunidenses sejam famosos no mundo inteiro por sua crença quase maníaca num governo pequeno e na liberdade individual, isto não impediu que seu governo federal crescesse cada vez mais e, com efeito, passasse por cima deles.

E a razão para isto é porque os governos ocidentais tornaram-se demasiado poderosos.

Mas quem pode ser surpreendido por isso, dado que milhões de agentes públicos com enormes recursos e milhões de beneficiários de prestações previdenciárias tenderão a promover seus próprios interesses, em vez daqueles das “empresas” ou do “povo”?

Há cem anos, tudo era diferente.

A carga tributária governamental era minúscula, as regras e regulamentos eram poucos e o número de agentes públicos e o de beneficiários de prestações previdenciárias eram ambos pequenos, e assim, por exemplo, quando o governo distribuía dinheiro para seus próprios agentes perseguirem uma agenda ou outra, os esforços destes agentes, sua capacidade de influenciar as pessoas e o número de votos que os próprios agentes públicos foram capazes de expressar nas eleições, tudo isso era relativamente pequeno em comparação com o que o “povo” poderia fazer em tais áreas.

agentes públicos perfazem cerca de 20% dos votos

Mas agora, esses agentes públicos perfazem cerca de 20% dos votos, e eles também têm recursos que são absolutamente intocáveis.

Com efeito, a fim de ressoar este ponto, apenas imagine que você tivesse um bilhão de dólares anualmente para distribuir a quem você desejasse. E, além disso, imagine que, anualmente, você distribuísse este um bilhão de dólares a pessoas cujo trabalho apoiasse algum grupo ativista. Você certamente é capaz de imaginar o quão grande seria o impacto que este grupo ativista, então, seria capaz de fazer em todo o país.

Com apenas um bilhão de dólares seria possível fazê-lo!

Mas os Joe Bidens do mundo de hoje distribuem bilhões de dólares anualmente para agentes públicos e beneficiários de prestações previdenciárias, os quais são obrigados a apoiar “o governo” a fim de se beneficiarem.

E o resultado tem sido de que os governos ocidentais têm sido capazes, com muito sucesso, de ludibriar o público em acreditar — e “votar” — naquelas idéias e conceitos que, de fato, beneficiam, em sua maioria, o governo, em vez de beneficiar o povo; o objetivo proposital de romper os relacionamentos é apenas um exemplo disso.

temos visto os mais diversos governos ocidentais mentindo, falsificando, enganando, ignorando, obstruindo e trapaceando em tantas áreas

Com efeito, quando se trata de questões dos homens, temos visto os mais diversos governos ocidentais mentindo, falsificando, enganando, ignorando, obstruindo e trapaceando em tantas áreas — sempre no sentido de causar mais problemas para homens, mulheres e crianças, quando se trata de seus relacionamentos — que é simplesmente impossível escaparmos à conclusão de que prejudicar os relacionamentos entre as pessoas é o objetivo principal dos governos ocidentais.

E a razão para isto está muito clara.

Como já mencionei anteriormente em relação a nossa sociedade idílica fictícia, prejudicar as relações entre as pessoas cria-se uma absoluta mina de ouro para os governos ocidentais. É como ganhar o prêmio máximo da loteria perpetuamente.

de todo jeito os governos também só têm a ganhar com a imigração excessiva

E, claro, há muitas outras maneiras através das quais os governos podem incentivar o rompimento das relações — formas que vão além daquelas que têm a ver com estreitar as relações pessoais.

Por exemplo, incentivar a imigração excessiva faz com que as relações no seio das comunidades tornem-se muito mais tênues e incertas. E, claro, o governo beneficiar-se-á com isso como resultado da crescente desarmonia e insegurança que isso traz. Além disso, o governo irá se beneficiar caso os imigrantes sejam produtivos, caso sejam desordeiros. Se eles forem produtivos, o governo obterá mais dólares em impostos. Se eles forem desordeiros, o governo poderá justificar mais impostos e mais poder para lidar com os problemas decorrentes.

Assim, de todo jeito os governos também só têm a ganhar com a imigração excessiva.

A idéia toda é, claramente, romper o máximo possível qualquer senso forte de coesão e/ou de segurança que as pessoas podem ter umas com as outras.

Com efeito, as maneiras pelas quais este ganho perpétuo do prêmio máximo da loteria pode ser recolhido estão cada vez mais se tornando reconhecidas e apreciadas pelos governos em todo o mundo — e é por isso que o feminismo, e as políticas feministas, estão agora sendo aceitas tão avidamente por eles — e tão rapidamente.

E, por repetidas vezes, você pode ouvir um político promovendo alguma nova idéia de inspiração feminista, nos Estados Unidos na segunda-feira, e, na quarta-feira, ouvir a mesma idéia sendo proposta por outro político em algum lugar na Europa ou na Ásia.

cada regra, regulamento, política ou lei — que incentive o rompimento dos relacionamentos entre as pessoas sempre lhes traz benefícios adicionais

E isto porque os ativistas e políticos experientes sabem muito bem, de fato, de onde vem o seu poder. E milhões deles, agora, sabem que cada idéia — cada regra, regulamento, política ou lei — que incentive o rompimento dos relacionamentos entre as pessoas, sempre lhes traz benefícios adicionais; considerando que qualquer coisa que vá incentivar as pessoas a ficarem próximas umas da outras é propensa a empurrar o governo — e, conseqüentemente, os empregos do governo — para fora da janela.

Um bom exemplo disso pode ser visto em meu artigo [em inglês] intitulado Feministas Destroem o Planeta, no qual se fez notar que o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, introduziu toda uma série de políticas para ajudar a reduzir as emissões de carbono a fim de combater o aquecimento global — supostamente, “a questão mais importante do nosso tempo” —, mas nem uma vez sequer ele abordou o fato de que a tendência cada vez maior das pessoas a viverem sozinhas está tendo um grande impacto negativo sobre o meio ambiente — de muitas maneiras, e não apenas por causa das maiores emissões de carbono.

quanto mais as pessoas viverem bem em união, menos elas irão querer governo.

E a razão pela qual Gordon Brown não vai fazer nada para incentivar as pessoas a viverem juntas — quer através de sua retórica, quer através de suas políticas — é porque ele sabe muito bem que quanto mais as pessoas viverem bem em união, menos elas irão querer governo.

E, com toda a clareza, esse “querer governo” é muito mais importante para ele do que aquilo que ele próprio alegou ser “a questão mais importante do nosso tempo”.

Certamente não poderia estar mais claro. Manter a tendência cada vez maior das pessoas viverem separadas é realmente mais importante para Gordon Brown que reduzir as emissões de carbono — apesar de toda a sua retórica sobre a última ser uma questão de importância de escala planetária.

E isso certamente deve dar a você alguma idéia do quão importante é, verdadeiramente, para os governos ocidentais romperem as relações entre as pessoas.

milhões de agentes públicos ficariam horrorizados se as pessoas começassem a se dar muito bem umas com as outras.

Na verdade, os políticos ocidentais e outros milhões de agentes públicos ficariam horrorizados se as pessoas começassem a se dar muito bem umas com as outras.

E esta é a verdadeira razão pela qual os governos ocidentais amam o feminismo.

É o martelo perfeito para esmagar as relações entre as pessoas.

Em Resumo:

1.  Relacionamentos rompidos são uma mina de ouro para o governo e para os agentes públicos. O feminismo é, portanto, uma ideologia que serve muito bem, de fato, aos interesses dos governos ocidentais e aos seus funcionários.

2. Os governos são agora extremamente poderosos, com políticos capazes de dar bilhões de dólares todos os anos para milhões de agentes públicos que estarão muito interessados em promover seus próprios interesses — e que serão capazes de fazê-lo com muito sucesso — particularmente se adotarem o objetivo principal das feministas de romper os relacionamentos alheios.

É inimaginável que estes agentes públicos não usariam sua influência enorme para se servirem.

3. É inimaginável que estes trabalhadores do governo não usariam sua influência enorme para se servirem.

4. É absolutamente incontestável que os governos ocidentais e os agentes públicos têm, ao longo dos anos, derramado uma enorme quantidade de sua energia e gasto bilhões de dólares dos nossos recursos, na criação e promoção de leis, políticas e propaganda que são especificamente projetadas para tornar as relações pessoais próximas, difíceis de serem criadas e difíceis de serem mantidas.

De fato, a atual vice-líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Harriet Harman, declarou abertamente que o casamento é “irrelevante” para políticas públicas, e na verdade, ela descreveu altas taxas de avarias de relacionamento como “desenvolvimento positivo”. (Como a maioria das feministas, ela acredita que os relacionamentos estáveis entre gêneros oprimem as mulheres.)

E a única conclusão realista que alguém pode fazer é que, quando se trata de relacionamentos da população, os governos ocidentais e os agentes públicos estão propositadamente procurando prejudicar esses relacionamentos o máximo possível.


NOTAS FINAIS:

1. As pessoas muitas vezes acham difícil acreditar que os agentes públicos poderiam ser tão maliciosos em relação a seu próprio povo, apoiando políticas e idéias que irão prejudicá-los.

E há duas coisas a dizer sobre isso.

muitas das pessoas no topo do governo e no topo dos departamentos governamentais são mal-intencionadas — friamente, insensivelmente maliciosas. 

Em primeiro lugar, não tenho a menor dúvida que muitas das pessoas no topo do governo e no topo dos departamentos governamentais sejam mal-intencionadas — friamente, insensivelmente maliciosas. E elas frequentemente sabem muito bem que o que estão fazendo é prejudicar o seu próprio povo. Mas isto não tem significado real para elas. Em outras palavras, elas não se importam. Sua única preocupação é servir-se de alguma forma.

Um bom exemplo disso é a maneira pela qual muitos políticos e outros muitos agentes públicos — os quais deviam ter um melhor entendimento — têm evitado discutir a questão da ausência do pai por tanto tempo, apesar de tantas pessoas e toda a sociedade estejam pagando caro por isso.

E, por mais alto que seja este preço, isso claramente não importa para essas pessoas.

E por que deveria? Afinal, isso lhes dá empregos, dinheiro, pensões etc., etc., etc.

Outro exemplo seria a maneira pela qual os educadores têm escolhido ao longo dos anos para ensinar as crianças a ler, usando um dos métodos mais ineficientes imagináveis — um método que ficou conhecidamente por prejudicar tanto os nossos meninos quanto as nossas meninas quando se trata de ler, mas que também ficou conhecido por prejudicar muito mais os meninos.

É inconcebível para mim que os educadores nos escalões mais elevados não estivessem cientes da degradação que estava ocorrendo em habilidades de leitura ao longo dos anos como resultado do uso de métodos de ensino ineficientes (ou seja, a degradação contínua foi sendo encoberta), e também é inconcebível para mim que eles não estivessem cientes de que seus métodos de ensino eram, de fato, ineficientes; particularmente para os meninos.

o método de ensino de leitura… foi realmente concebido para minar o progresso educacional dos meninos em relação às meninas

No meu ponto de vista, o método de ensino de leitura — juntamente com uma série de outras iniciativas educacionais que ocorreram ao longo dos anos, em detrimento dos meninos — foi realmente concebido para minar o progresso educacional dos meninos em relação às meninas.

E se isso é difícil de acreditar, então, por favor, tenha em mente que esses mesmos educadores, os quais estiveram durante décadas tão preocupados com a falta de modelos femininos no mercado de trabalho, agora estão dizendo que modelos para meninos no cenário educacional (por exemplo, ter mais professores homens nas escolas) são de importância nenhuma.

Além disso, aqui no Reino Unido, tivemos tanto políticos de esquerda quanto professores de esquerda recentemente dizendo que nada deveria ser feito para ajudar nossos meninos a alcançar as meninas. Até mesmo a assim chamada Comissão pela Igualdade de Oportunidades está dizendo isso; por exemplo, veja isto [em inglês] no portal do The Times: “Parem de ajudar os rapazes”, disse a ‘Guardiã da Igualdade’.

quantas evidências mais serão necessárias antes de acordar as pessoas para o fato de que os governos ocidentais… estão fazendo tudo o que podem para minar as suas próprias sociedades…?

E a pergunta que eu continuo fazendo a mim mesmo é: quantas evidências mais serão necessárias antes de acordar as pessoas para o fato de que os governos ocidentais — particularmente os governos de esquerda — estão fazendo tudo o que podem para minar as suas próprias sociedades — principalmente, seus próprios homens — e que estão fazendo isso para se beneficiar?

Ora, eu poderia dar a você muitos mais exemplos que — pelo menos, na minha opinião — fornecem uma prova incontestável de que muitas dessas pessoas que trabalham para o governo são maliciosas e egoístas, mas acho que vou parar por aqui, e apenas salientar que a falta de preocupação dos governos ocidentais com a ausência do pai e com a educação pobre dos meninos não pode ser descrita como algo diferente de “mal-intencionada” quando se trata de avaliar suas verdadeiras atitudes em relação ao “povo”.

Além disso, o custo para todos nós por não fazermos nada para resolver estes dois problemas específicos equivale a centenas de bilhões de dólares anualmente em todo o mundo ocidental, e isso equivale a uma enorme quantidade de infelicidade para milhões de pessoas.

Os governos, no entanto, beneficiam-se enormemente dessas coisas. E aqueles no topo sabem muito bem que a questão é essa.

(Para outra prova de que os agentes públicos são muitas vezes enganadores e maliciosos, veja o meu artigo [em inglês] intitulado Não os Respeite.)

a grande maioria dos “agentes públicos” não tem idéia do mal que podem estar causando ao povo

Em segundo lugar, também é quase certo que a grande maioria dos “agentes públicos” não tem idéia do mal que podem estar causando ao povo por apoiar e promover o “governo” — particularmente o governo corrupto; o qual é o que parece que temos na maioria das vezes hoje em dia. Suas visões tendem a ser muito limitadas, e eles tendem a procurar saber apenas aquilo que precisam saber com relação a seus próprios empregos em particular.

No entanto, também existirão centenas de milhares de agentes nas esferas superiores que só vão pressionar um pouco aqui e um pouco ali, a fim de obter algumas vantagens para si próprios.

Por exemplo, oficiais superiores da polícia vão querer impressionar seus governantes políticos por obter o máximo possível de condenações por estupro. Eles vão querer ganhar mais crédito, proclamando aqui e acolá que mais deve ser feito para prender mais estupradores. E eles pedirão para sempre por mais e mais recursos.

policiais não vão admitir abertamente ao público o fato de que, na prática, as acusações de estupro, em sua maioria, são realmente falsas

E estes policiais não vão admitir abertamente ao público o fato de que, na prática, as acusações de estupro, em sua maioria, são realmente falsas; porque, se eles fizessem isso, prejudicariam suas próprias posições.

E então, em todo o mundo ocidental, com milhares de oficiais superiores de polícia querendo impressionar seus mestres, e com milhares querendo mais recursos para seus departamentos, o efeito de pressionar um pouco aqui e um pouco ali (por exemplo, exagerar, deturpar os fatos etc., etc.), sempre no sentido de querer um pouco mais para si mesmos, equivale a uma força muito grande, de fato.

E esta grande força pode ser tão prejudicial para toda a sociedade, ou a um determinado grupo dentro dela, que a sua natureza pode ser muito “maliciosa” mesmo que os indivíduos que estejam criando esta força (neste caso, os oficiais superiores da polícia) não estejam necessariamente com a intenção de ser maliciosos. Eles podem simplesmente estar servindo a si mesmos, digamos, colocando uma certa distorção sobre várias questões.

Mas é isso que acontece em todos os departamentos do governo.

As pessoas que os dirigem querem mais dinheiro, mais poder, mais influência, mais segurança, mais status, mais respeito e mais perspectivas. E então, claro, eles tenderão a fazer o máximo que puder para alcançar estas coisas.

as forças mal-intencionadas que podem surgir do governo podem ser fantasticamente enormes em seu impacto

E então, com muita clareza, as forças mal-intencionadas que podem surgir do governo podem ser fantasticamente enormes em seu impacto, apesar de que a maioria dos indivíduos que criaram estas forças não estava pretendendo ser mal-intencionada. Eles só estavam tentando, digamos assim, promover suas próprias ambições pessoais — que é algo que todos nós fazemos.

Em resumo: haverá aqueles no topo que estão bem conscientes do dano que estão causando às pessoas, por exemplo, incentivando conscientemente a ausência do pai (ou seja, eles são mal-intencionados), mas também haverá centenas de milhares de pessoas, ligeiramente mais abaixo na cadeia, que vão pressionar um pouco aqui e ali na mesma direção (incentivando a ausência do pai) simplesmente para manter seus impérios — os impérios que as pessoas mal-intencionadas acima estão promovendo e financiando.

E o resultado, realmente, é uma força muito grande que é, decididamente, muito maliciosa.

“o povo” tem uma voz muito pequena — com “os homens” não tendo quase voz nenhuma

2. Meu ponto de vista é que, se dermos uma olhada no poder que está sendo exercido pelo governo atualmente, pelas “empresas” e pelo “povo” neste momento, veremos que “o povo” tem uma voz muito pequena — com “os homens” não tendo quase voz nenhuma. E o gráfico a seguir provavelmente representa, muito melhor do que o gráfico anterior, como as forças destes três grupos atualmente estão comparadas.


O governo agora tem a maior voz, e o povo, a menor. (Por razões de simplificação, não mencionei a grande mídia, mas, de uma maneira geral, a cobertura da grande mídia ainda é fortemente tendenciosa e limitada pelo governo e pelas empresas.)

as pessoas devem fazer o seu melhor para minar o poder do governo

Ora, dado que o governo serve principalmente a si mesmo, dado que o governo tem recursos praticamente inexpugnáveis com os quais fazer isso, e dado que, claramente, o governo tem muito a ganhar (e manter) quebrando continuamente os relacionamentos das pessoas, e tendo em conta que agora temos tantas provas irrefutáveis demonstrando claramente que os governos ocidentais estão, na verdade, fazendo seu melhor em muitas frentes para romper com os relacionamentos das pessoas (um “desenvolvimento positivo”, de acordo com Harriet Harman), parece-me, então, que as pessoas devem fazer o seu melhor para minar o poder do governo.

E a maneira mais simples de fazer isso é apoiar apenas aqueles políticos que prometem incondicionalmente reduzir a carga tributária e opor-se com mais veemência aos políticos que são susceptíveis de aumentá-la.

Normalmente, isto significa apoiar a direita ao invés da esquerda, mas, infelizmente, a questão não é tão simples, porque os tempos realmente mudaram. E existem hoje em dia pouquíssimos políticos, com efeito, que têm muita preocupação com “o povo”. Os de esquerda são, a meu ver, em sua maioria, completamente corruptos — sempre buscando ampliar poderes para si próprios e para seus comparsas, através da expansão e do fortalecimento do governo, independentemente do custo para as pessoas — e os da direita estão muitas vezes apelando aos desejos de grandes corporações e empresas poderosas. E então já não há mais qualquer voz forte dentro dos círculos do governo que represente pessoas reais, comuns.

E talvez a parte mais preocupante disso tudo é que qualquer político — seja de esquerda ou de direita — que se atreva a defender “o povo” de forma expressiva, será empurrado rapidamente para um relativo anonimato pelos outros políticos, os quais receberão apoio maciço de intermediários muito poderosos, cuja única preocupação é promover os interesses de grandes empresas ou do grande governo.

parece-me que não há nenhuma representatividade verdadeira do “povo” dentro do governo

E por isso, em suma, parece-me que não há nenhuma representatividade verdadeira do “povo” dentro do governo (e certamente não há nenhuma representatividade dos “homens” dentro dele) e, além disso, que qualquer representatividade do “povo” que ocorra fora do governo está inundada hoje em dia principalmente pela enorme quantidade de propaganda interesseira (particularmente vinda de agentes públicos) que se move em favor do “grande governo”.

E, infelizmente para nós, esse dilúvio de propaganda interesseira é proveniente de pessoas que se beneficiam muito generosamente do fato de romper e minar os relacionamentos das pessoas — e, de fato, por colocá-las umas contra as outras.

Sua estratégia global é, claramente, “dividir para conquistar”...



... a qual é um dos mais antigos e um dos mais eficazes truques a ser encontrados no manual daqueles que desejam ampliar seus próprios poderes à custa dos outros.

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Notas do Revisor:
* Apesar de “governo” e “Estado”, a rigor, serem conceitos distintos, muitas vezes neste artigo o termo “governo” pode ser traduzido como sinônimo de Estado.
* Traduzi a expressão “government workers” para “agentes públicos”. O agente público, em suma, é todo aquele que presta qualquer tipo de serviço ao Estado, funções públicas, no sentido mais amplo. Exemplos: servidores (funcionários) públicos, empregados públicos, políticos, membros do judiciário, etc.

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HARRY, Angry. Porque os governos amam o Feminismo [Why Governments Love Feminism] [em linha]. Tradução de Abigail Pereira Aranha (+18). Revisão e edição de Charlton Heslich Hauer. [S.l.]: Angry Harry, 2008. Disponível em:<http://www.angryharry.com/esWhyGovernmentsLoveFeminism.htm>. Acesso em: 04 nov. 2015.


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Esta vai para os anais da dialética feminista…


A feminista Deputada Alice Portugal (PC do B) alegou, no dia 27/10/2015 na Comissão Especial do Desarmamento, que “15 milhões de mulheres são assassinadas todos os dias”. Ora, se 15 milhões de mulheres morressem assassinadas por dia, isso significaria que estariam morrendo, por ano, 15.000.000 x 365 = 5.475.000.000 de mulheres, ou seja, 5 bilhões e 475 milhões de mulheres por ano. O detalhe é que o nosso planeta inteiro tem cerca de 7 bilhões de pessoas, com pouco mais de 3,5 bilhões de mulheres no total. A não ser que ela esteja sabendo de algo que ninguém saiba, e que esteja se referindo a outro planeta ou galáxia onde haja mulheres como habitantes… hahaha.

Bom, vejamos o vídeo:



Isso porque ela só está contando o número de mulheres que morrem por assassinato… hahaha. Imagine se ela quiser adicionar ao número de mulheres que morrem por outras causas.

Moral da história

Depois de tantos anos lidando com feministas, sabemos que TODAS as estatísticas apresentadas por elas, ou são MENTIROSAS/FALSAS e/ou são UNILATERAIS, ou seja, expressam somente o lado da mulher e abordam com uma lente de aumento tudo aquilo que for do interesse apenas da mulher, enquanto ocultam e/ou banalizam tudo de ruim que acontece aos homens.

domingo, 20 de setembro de 2015

O Estado totalitário feminista


Recentemente, a “juíza” Tatiana Dias da Silva do DF condenou o Deputado Jair Bolsonaro a pagar R$ 10 mil à Deputada Maria do Rosário por ele simplesmente ter dito a esta que ela “não merecia ser estuprada”. Além do pagamento da indenização, a juíza Tatiana Dias da Silva OBRIGOU o deputado a publicar a sentença em sua página oficial no canal Youtube, sob pena de multa de R$ 1 mil. Parece que está decretado o fim do foro privilegiado dos parlamentares do sexo masculino, sempre que estes se dirigirem a uma mulher. Como a decisão foi em 1ª instância, Jair Bolsonaro, que considerou a sentença “injusta”, disse que vai recorrer.

O curioso é que, há dois anos, a mesma Maria do Rosário havia chamado de “estuprador” o Deputado Bolsonaro, mas esta não sofreu nenhuma sanção penal nem nenhuma reprovação por parte da mídia ou da sociedade . Maldito Estado “machista” e “patriarcal”.

Em sua página no Facebook, Maria do Rosário, como de costume, incitou o sentimento de manada nas mulheres e o ódio contra homens e meninos ao dizer que “foi uma vitória de todas as mulheres”. Como vemos, a regra desta mulher é a infinita malícia e a canalha.

A tabelinha entre as duas “empoderadas discriminadas”, a do Poder Legislativo e a do Poder Judiciário, me fez lembrar dos principais objetivos do feminismo, elencados por Kostakis, os quais nunca é demais repeti-los:

(1) A expropriação dos recursos dos homens para as mulheres.
(2) A punição de homens.
(3) Aumentar (1) e (2) em termos de alcance e intensidade, indefinidamente.

Não duvidarei se, num futuro próximo, o Estado totalitário feminista permitir apenas duas opções aos homens diante das mulheres: Ou cultuá-las como deusas sagradas ou se calar diante delas. Do contrário, bastará qualquer mulher se declarar ofendida, e, voilà: O Estado totalitário feminista agirá “tratorando o homem.


terça-feira, 18 de agosto de 2015

Comissão aprova cotas de vagas de cursos para mulheres


por Charlton H. Hauer

Depois da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA “Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa”, agora chegou a vez da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA “Comissão de Educação, Cultura e Esporte” também aprovar o projeto de lei supremacista feminino, de autoria do CORRUPTO @Senador_Ataides (PSDB-TO) e parecer favorável da CORRUPTA/FEMINAZISTA senadora Sandra Braga (PMDB-AM), que reserva COTAS DE VAGAS APENAS para mulheres vítimas de violência doméstica em cursos do “Sistema S” e no Sebrae.

Leis sexistas como essa são demasiado totalitárias, trazendo incontáveis conseqüências trágicas. Primeiro, porque é injusto que pessoas vítimas de violência tenham privilégios sobre as demais. Segundo, porque é injusto que apenas mulheres sejam contempladas com tais privilégios, pois isso VIOLA OS DIREITOS NATURAIS/HUMANOS DE HOMENS E MENINOS.

É pouco divulgado o fato de que os homens são, VERDADEIRAMENTE FALANDO, os maiores vitimados por qualquer tipo de violência, incluindo a violência doméstica. Mas, mesmo que não fossem. Mesmo que só existisse apenas um homem vitimado, este teria que ter o mesmo direito e tratamento conferido às mulheres vítimas.

Ademais, leis como essa só incitam o ódio contra os homens. Incitam nas mulheres a corrupção moral em troca de privilégios e a destruição dos homens envolvidos.

É isso que feministas querem dizer quando falam em “igualdade”.

__________
Fonte: http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2015/08/18/ce-aprova-cotas-em-cursos-do-sistema-s-para-mulheres-vitimas-de-violencia

terça-feira, 3 de março de 2015

Violência Doméstica contra Homens e Meninos: “Vulnerável”, “sensível” e “frágil” MULHER FEMINISTA ESPANCA O FILHO DE 5 ANOS ATÉ A MORTE!


por Charlton Heslich Hauer

Mais uma “sagrada mãe” mulher feminista mata seu filho de forma cruel, monstruosa e criminosa. Adriano Ramos, de apenas 5 anos de idade, estava internado na Santa Casa de Franca desde quinta-feira. Ele não resistiu às graves agressões da “vulnerável mulher mãe” e teve morte cerebral na sexta; informação foi confirmada só no domingo. Ver matéria completa clicando aqui.



Fiquei sabendo que a mulher disse que o matou porque o filho era um “machista que vinha agredindo-a há muitos anos”. O delegado encarregado acreditou na versão da mulher, não a prendeu e disse que toda mulher deve responder seus crimes em liberdade. Toda a mídia feminista (ou, simplesmente, “toda a mídia”) publicou várias e várias matérias culpando o menino e incitando o ódio contra ele, e a sociedade festejou o assassinato demonstrando isso em milhares de comentários internet afora. 

Os direitisto-ginocêntricos acharam justo o assassinato, pois, para eles, “menino bandido bom é menino bandido morto”. Os esquerdisto-feministas comemoraram bastante o assassinato, fazendo uma marcha a favor do “holocausto masculino”. Nesta “marcha pelo holocausto masculino”, os esquerdisto-feministas levantaram faixas contra o “machismo” e lembraram que é um “direito das mulheres matar todo homem e menino que elas quiserem, seja lá qual for o motivo”, e cobraram do Estado para que o holocausto masculino fosse logo implementado, pois isso seria um avanço na “redução da discriminação de gênero” e um avanço “rumo à igualdade de gênero”. Os libertários até concordaram com a idéia dos feministo-esquerdistas de que “mulheres devem ter a liberdade de matar homens e meninos quando quiserem”, mas se irritaram profundamente com a idéia de “igualdade”.

A juíza que julgará o caso também esteve presente na “marcha pelo holocausto masculino” e prometeu que a mulher assassina será inocentada, e até gritou palavras de ordem como “machismo nunca mais”. O julgamento será no próximo dia 08 de março, o dia internacional da mulher. A presidente Dilma afirmou que nomeará a juíza para ministra do Supremo Tribunal Federal pelos belos serviços prestados.

Casos de crimes idênticos serão retratados no programa “casos de família”, com o título “bebês do sexo masculino devem ser exterminados”, onde a apresentadora do programa dará tiros de pistola 380 na cabeça de vários bebês. O Conar disse que, se houver denúncia contra o programa, este será absolvido por unanimidade, pois, para o Conar, o programa “não violaria nenhum pouco os Direitos Humanos de Homens e Meninos”.

O eterno presidente do Senado, Renan Calheiros, encomendou uma pesquisa e orientou que todos os casos como esse fossem contabilizados como “violência contra a mulher”.

A presidente Dilma e todos os demais políticos prometeram que o holocausto masculino deverá ser aprovado muito brevemente. 

Os defensores dos Direitos Humanos dos Homens e Meninos no Brasil preferiram não opinar sobre o assunto.

E “viva os direitos da mulher!”


Não gostou por achar que isso é sarcasmo com coisa séria? Pois, eu quero dizer que não é sarcasmo, não. São essas as discriminações e monstruosidades com as quais, verdadeiramente falando, homens e meninos sofrem todos os dias.

sábado, 22 de novembro de 2014

O Golpe da Pensão Alimentícia


“Só vou acreditar no feminismo quando as mulheres abdicarem da pensão alimentícia.” — Norman Mailer

O programa que vocês verão a seguir foi exibido na extinta TV Manchete (1989-1992), denominado “Documento Especial: Televisão Verdade” e apresentado pelo ator e apresentador Roberto Maya. O tema do programa que vamos exibir aqui é “O Golpe da Pensão Alimentícia”.

Excelente programa, em um tempo em que, mesmo que de forma muito tímida, ainda poder-se-ia discutir a respeito de questões masculinas; das expropriações, punições e discriminações com as quais os homens sempre sofreram (durante toda a história da humanidade, diga-se de passagem) em benefício das mulheres.

O programa, além de nos trazer a reflexão sobre como o casamento se tornou um negócio extremamente injusto e perigoso para os homens, mostra também a sordidez de muitas mulheres. Fomentadas por seus “direitos” exclusivos, direitos estes que não são genuinamente válidos, já que não são direitos naturais (aqueles que se aplicam a todos os indivíduos simplesmente pela virtude de serem humanos), muitas mulheres usam e enganam os homens, deliberadamente, com o apoio de uma gigante e perversa aliança entre feministas, governos e sistema judicial, ou seja, de toda uma máquina estatal que tratoriza todo aquele que fique no caminho da mulher e de seus privilégios.

Com vocês, “O Golpe da Pensão Alimentícia”:




terça-feira, 7 de outubro de 2014

Feminista ultraconservadora radical Lola pediu para que seus seguidores não votassem em homens!


A blogueira Lola, uma líder do feminismo ultraconservador radical no Brasil, pediu abertamente para que seus seguidores não votassem em homens nas eleições que ocorreram no último dia 5.


quinta-feira, 20 de março de 2014

Quatro em cada cinco pessoas assassinadas por violência doméstica no Brasil são homens!


Por Charlton Heslich Hauer


1 – Os Homicídios no Brasil 

A fonte básica para a análise dos homicídios no país, em todos os Mapas da Violência até hoje elaborados, é o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde (MS). O homicídio é um tipo específico de mortalidade por causa externa.

Como o número de homicídios de mulheres por ano é relativamente pequeno, jornalistas e feministas de gênero costumam citar, para tentar causar maior impacto na sociedade, o somatório de homicídios de mulheres ocorridos durante um período de 30 anos. Assim eles divulgam rotineiramente que entre 1980 e 2010 houve pouco mais de 92 mil homicídios de mulheres. O que, lamentavelmente, eles não narram, é que durante esse mesmo período, houve mais de um milhão de homens assassinados, de um total de 1.094.163 homicídios1. A intenção é criar no imaginário das pessoas a idéia errônea de que há uma “cultura machista” (seja lá o que feministas queiram dizer com isso) de violência contra a mulher, de que todos ou a maioria dos crimes cometidos contra a mulher é cometido no âmbito doméstico, de que as mulheres são as maiores vítimas e de que a violência contra elas mereça mais atenção. 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A Conseqüência Final do Feminismo, Parte II


Penúltimo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Artigos anteriores desta teoria:

Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
Leitura Nº 10: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I

Por Adam Kostakis

Leitura Nº 11

“A propaganda1, como patriotismo invertido, alimenta-se dos pecados do inimigo. Se não houver pecados, ela inventa-os! O objetivo é fazer com que o inimigo pareça um monstro tão grande que ele perca os direitos de um ser humano.” — Sir Ian Hamilton

A destruição física do ser masculino é a consequência lógica da governança feminista. Quanto mais houver governança feminista, mais haverá perseguição antimasculina, e mais próximo do Holocausto nos encontraremos. Mais feminismo não irá resultar em uma maior igualdade entre homens e mulheres. Mais feminismo não é a solução para os problemas enfrentados pelos Ativistas dos Direitos dos Homens. O feminismo é o problema. E como poderia ser diferente? As feministas acreditam que há uma dívida para com elas de responsabilidade de todos os homens, e elas estão perfeitamente contentes em recuperar esta dívida em meio a sangue e sofrimento. Não importa quanta dor elas infligem ao mundo, isso nunca será o suficiente para saciar suas emoções violentas, vingativas. Pelo contrário, quanto mais mal elas infligem aos homens, mais normalizado isso se torna, e — como uma toxicodependência —  elas vão precisar de doses cada vez mais “altas” para satisfazer o ódio, culminando com a Punição Final, a erradicação total dos homens.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Maioria da População Brasileira é CONTRA o Projeto de Lei que Tipifica o Feminicídio


Por Charlton Heslich Hauer

Em enquete promovida pelo DataSenado perguntando: "Você é a favor ou contra tornar crime hediondo o assassinato [APENAS] de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar (PLS 292/2013)?'', mais de 76% da população brasileira que se manifestou na enquete, votaram contra esse hediondo projeto de lei proposto pela Senadora Ana Rita do PT, o qual não contempla nem mesmo as criancinhas do sexo masculino que venham a ser vítimas da violência doméstica.




A lamentar, além do próprio projeto de lei, o fato do DataSenado produzir um texto completamente tendencioso a respeito do resultado da votação. Um texto que não respeitou aqueles que votaram contra, ou seja, a maioria, e que foi baseado em dados completamente alheios à realidade.

Agradeço a todos os que votaram, sobretudo ao confrade Sandro Luciano que me ajudou bastante no processo de votação e divulgação.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I


Décimo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo. 

Artigos anteriores desta Teoria:

Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 10

“Os fundadores de uma nova colônia, seja qual for a utopia sobre a virtude e a felicidade humanas que tenham projetado de partida, invariavelmente aceitam, como uma de suas primeiras necessidades práticas, escolher um pedaço de terra virgem para servir de cemitério e uma segunda porção de terreno para construir uma prisão” — Nathaniel Hawthorne 

Parece sensato, nesta fase, colocar a seguinte questão: por que tudo isso está acontecendo? A resposta que posso oferecer, para efeito da presente leitura, não é histórica, mas psicológica: ela oferece uma explicação mediante referência ao estado mental dos operadores do feminismo. Há, certamente, processos históricos em curso, explorados em outros campos, mas nenhum movimento social sobrevive unicamente por causa de sua história. Ninguém nasce feminista. Deve haver algum estímulo, ou estímulos, trabalhando previamente para remodelar homens e mulheres não-feministas em feministas atuantes. Mas não podemos explicar a conversão feminista em circunstância da agitação dos já existentes ativistas feministas. Podemos certamente acreditar que o ativismo feminista desempenha um papel no recrutamento, mas isso não é suficiente como explicação. Por que um indivíduo, então, compromete-se com o feminismo, em vez de com qualquer outro movimento social particular cujos defensores se engajem em agitação para efeitos de recrutamento ideológico?

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Um Juiz de Sevilha Prevê um “Holocausto” se for Endurecida a Lei de Violência de Gênero


Francisco Serrano garante que as alterações preparadas pelo PSOE [Partido Socialista Operário Espanhol] aumentarão os casos de suicídios de homens denunciados e de homicídios de mulheres, advogados e até de juízes e promotores.




O Juiz de Família de Sevilla, Francisco Serrano, disse que haverá um “holocausto” se for endurecida a Lei Integral contra a Violência de Gênero, tal como proposto pelo PSOE, pois aumentarão os suicídios de homens denunciados e os homicídios de mulheres, advogados e até de juízes e promotores.

Serrano rejeitou o projeto de relatório para o estudo do funcionamento da lei desenvolvido pelo PSOE, que visa reforçar a segurança das mulheres que denunciam e a segurança de seus filhos, e que inclui, entre outras medidas, que no momento da admissão de uma denúncia de abuso, proceda-se contra o pai a suspensão cautelar de visita aos filhos.

O juiz de Sevilha, que, em ocasiões anteriores, comparou a dita Lei com a base da prisão de Guantánamo pela falta de garantias fundamentais, já acrescentou que a proposta de reforma “produzirá situações de injustiça e que por isso pode levar às piores condições de violência”. Aumentarão os suicídios dos homens denunciados e os homicídios de mulheres, advogados e até de juízes e promotores envolvidos no processo familiar, uma situação que Serrano comparou a um “holocausto”.

Na sua opinião, a suspensão do contato pai e filho “só deve ser feita quando a criança tenha sido vítima de maltrato”, e que pelo menos a decisão deva ser deixada nas mão do juiz, como acontece até agora. Ele criticou, ainda, que a proposta de reforma não incluía a suspensão do contato quando a mulher é a agressora.

Serrano lembrou que, dos 638 homens que cometeram suicídio na Espanha em 2006, 80 por cento deles estavam em processo de divórcio, e lamentou que as estatísticas oficiais tenham deixado de especificar os dados por sexo a partir desse ano.




Serrano participou na semana passada em Madri de uma jornada de estudo da Associação Multidisciplinar para o Estudo das Interferências Parentais, que manifestou a sua preocupação em relação a esta proposta de reforma. A reunião também abordou o debate sobre a existência ou não da Síndrome de Alienação Parental (SAP) e concluiu que “a alienação existe ainda que não a chamemos de síndrome”, e não pode descrita como um distúrbio ou doença mental, explicou o juiz.




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EFE, SEVILLA. Un juez sevillano prevé un "holocausto" si se endurece la Ley de Violencia de Género. [s.1]: diariodesevilla.es, 2009. Tradução de Charlton Heslich Hauer. Disponível em: <http://www.diariodesevilla.es/article/andalucia/558533/juez/sevillano/preve/holocausto/si/gobierno/endurece/la/ley/violencia/genero.html> Acesso em 16 setembro 2013.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Maioria dos Internautas Reprova a Implementação do Auxílio Financeiro à Mulher Vítima de Violência Doméstica


Enquete realizada pelo DataSenado e Agência Senado, entre os dias 18 e 31 de março, sondou a opinião dos internautas sobre a proposta que institui o auxílio financeiro à mulher vítima de violência doméstica. O assunto é tratado no PLS 443/2011 de autoria do senador Humberto Costa. A proposta altera a Lei Maria da Penha para garantir à mulher vítima de violência doméstica o recebimento de benefício eventual em caso de vulnerabilidade temporária. Para tanto, a proposta também altera a Lei Orgânica da Assistência Social, definindo o termo “situação de vulnerabilidade temporária” como o advento de riscos, perdas e danos à integridade pessoal e familiar.

domingo, 31 de março de 2013

Convocação Urgente de Toda a Comunidade Masculina para uma Votação de Enquete do DataSenado!


Por Charlton Heslich Hauer

Termina daqui a pouco a enquete proposta pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, no portal de notícias do Senado Federal — o DataSenado — perguntando se você é a favor ou contra garantir auxílio financeiro à mulher vítima de violência doméstica durante o período de readaptação (Projeto de Lei do Senado 443/2011). Esse projeto de lei é absurdo, inconstitucional, draconiano e sexista por todos os motivos. Vejamos alguns deles:

1) Tem a intenção de contemplar apenas um grupo: O das Mulheres. As mulheres têm sido o grupo mais privilegiado de todos os tempos. É o grupo que possui mais atenção, privilégios, provisão e proteção dos poderes do Estado durante toda a história da humanidade. Mais até do que as crianças.

Para a sociedade brasileira e para esse projeto de lei (e esse tipo de enquete), os homens que são vitimados por violência doméstica nem existem, ou se existem, não devem receber nenhum tipo de socorro do Estado. Esse projeto de lei fere os direitos humanos fundamentais dos Homens.

2) Quem acompanha este blog sabe que no Brasil Mulheres Agridem Mais do que os Homens. Portanto, os dados sobre violência doméstica usados como apelo pelo DataSenado são fraudados, tendo como idéia pré-concebida e preconceituosa de que apenas as mulheres sofrem com a violência doméstica e que apenas elas devem receber auxílio. Portanto, essa pesquisa é corrupta, pois tem a intenção prévia de influenciar aquilo que eles querem aprovar, sem se preocupar nem com os homens nem com a verdade.

3) Irá incentivar em massa, ainda mais, o número de FALSAS DENÚNCIAS contra os homens de bem, o que irá gerar mais acusações, processos e encarceramento de homens inocentes, afastar os homens de seus filhos, destruir várias famílias e enriquecer ilicitamente milhares de mulheres mal-intencionadas, já que sabemos que apenas 4% daqueles homens que são acusados de violência doméstica agridem sem motivo. Os homens que são acusados de violência doméstica, em sua grande maioria, são vítimas de ACUSAÇÕES FALSAS e/ou são HOMENS DE BEM, e já vinham sofrendo agressões por parte de mulheres do seu convívio durante muitos anos. Combatamos essa MISANDRIA!

Desde cedo o autor deste blog, esse que vos fala, vem pedindo, com a ajuda de outros amigos, para que se vote CONTRA nessa enquete que está no link a seguir. A enquete está no lado superior direito da página:

http://www.senado.gov.br/noticias/datasenado/

Por gentileza, amigos, votem CONTRA! Além disso, deixem lá seu comentário reprovando esse projeto de lei. Mostremos que não aguentamos ver mais tanta discriminação contra os homens e tantos privilégios às mulheres. Mas votem logo. AGORA! Pois a votação termina hoje, dia 31/03/2013, à meia-noite. Já conquistamos dezenas de votos até agora. FALTA O SEU!

Todas as crianças, adolescentes, adultos e idosos do sexo masculino, assim como as famílias brasileiras, agradecem sua participação.

quinta-feira, 14 de março de 2013

A Inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha e o Destino dessa Lei


O artigo que veremos a seguir foi publicado pelo Dr. Arthur Luiz Pádua Marque há pouco mais de dois anos. Natural de Goiânia-GO, o Dr. Luiz Pádua é graduado em Direito pela Fundação Educacional de Votuporanga – SP em 2003, pós-graduado em Direito Público pela Faculdade de Direito Damásio de Jesus. Especialista em Interesses Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos pelo Complexo Jurídico Damásio de Jesus. Foi advogado de abril de 2004 a dezembro de 2007, em São Paulo. Tomou posse como Defensor Público do Estado do Tocantins em janeiro de 2008. Até Janeiro de 2010 exerceu suas funções na Defensoria Pública de Araguaçu, no Núcleo Regional da Defensoria Pública de Araguatins como Diretor; e atualmente é defensor Público da Comarca de Porto Nacional e Coordenador do Núcleo Especializado de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos.

Este artigo ganhou repercussão no meio dos operadores do Direito e nas instituições acadêmicas. Um dos sites onde o artigo foi publicado foi o R2Learning. Curiosamente, quase todos os links que encontrei sobre o artigo, além de serem direcionados para tal site, todos eles foram excluídos. Entrei em contato por e-mail com o R2Learning por duas vezes e eles me informaram que o artigo do Dr. Luiz Pádua tinha sido excluído do sistema e disseram não saber o porquê disso (mas nós sabemos muito bem que o artigo desapareceu porque ele vai de encontro ao SUPREMACISMO FEMININO).

Encontramos depois o mesmo artigo repostado neste blog: Brasil Direito.

Há outros artigos sobre a Inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha na web (inclusive há outro bem mais extenso, do próprio Dr. Luiz Pádua) que poderemos aqui exibi-los futuramente.

Vamos ao artigo, então.

A inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha
A lei 11.340 de 7 de agosto de 2006, em vigência desde 22 de setembro de 2006, popularmente conhecida por lei “Maria da Penha” chegou para complicar ainda mais a aplicação e interpretação de algumas normas constitucionais e infraconstitucionais, colocando em risco o principio da Supremacia da Constituição e ferindo de morte o art 5º, Inc I (Principio da Isonomia), e o artigo 226, parágrafo 8º da Carta Constitucional.
Preleciona o artigo 5º da CF: “Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações nos termos desta constituição”. Preleciona ainda o parágrafo 8º do art. 226 das CF: “O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações”. Diante destes dois preceitos Constitucionais é que faremos um raciocínio lógico respeitando o escalonamento normativo, estando a Constituição Federal no grau máximo da relação hierárquica das normas.
De inicio, devemos ressaltar a grande falha do legislador quando diz no intróito da lei 11.340/2006 e ainda no seu art. 1º que a referida lei tem a finalidade de regulamentar o parágrafo 8º do artigo 226 da CF, um vez que este dispositivo Constitucional não menciona o interesse em coibir a violência contra a mulher, mas fala claramente em coibir a violência no âmbito das relações familiares.
É do conhecimento de todos que nos dias hodiernos a violência contra a mulher ocorre mais freqüentemente.

Atençao! Pauso aqui para fazer uma ressalva de enorme importância.

As mulheres NUNCA foram as maiores vítimas da violência. Ao contrário. Os homens é que sempre foram a maioria esmagadora (nesse caso, eu usaria o trocadilho “maioria esmagada”) dos VITIMADOS por todos os tipos de violência. E em se tratando especificamente da Violência Doméstica, as mulheres também NÃO são as principais vítimas. Em quase todos os países do mundo, pesquisas científicas demonstram que mulheres e homens se agridem em proporções iguais. Já no Brasil, MULHERES SÃO MAIS VIOLENTAS QUE OS HOMENS E AGRIDEM MAIS DO QUE OS HOMENS, como mostra essa pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), publicada no Jornal Cidade:


http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/dia-a-dia/dia-a-dia/29204-Mulheres-agridem-mais-do-que-os-homens-durante-as-brigas-de-casais.


Destacamos também a recente pesquisa feita pelo Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves) da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e que foi publicada no portal da Revista Época, com o título: “Elas Batem. Eles apanham”. Este foi o maior levantamento já feito sobre violência amorosa entre jovens casais brasileiros, e que também ratifica que as moças agridem mais do que os rapazes:


http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2011/10/elas-batem-eles-apanham.html


Infelizmente, há muitos fatores que levam a sociedade a crer nas mentiras feministas e em seus dados NÃO-científicos. O apoio da mídia e dos governos ao SUPREMACISMO FEMININO (também conhecido como “feminismo”) e o doutrinamento feito por feministas durante cerca de 50 anos, são, sobretudo, os principais desses fatores.


Dessa forma, é difícil encontrar pessoas que saiam completamente ilesas do vírus de supremacismo feminino. Nem mesmo operadores do Direito, como, eventualmente, demonstrou o Dr. Arthur Luiz Pádua Marque naquela frase.


Vamos continuar com o artigo do Dr. Luiz Pádua:

Mesmo observando este dado, a lei ora comentada fala genericamente em “mulher”, ou seja, mãe, filha, avó, etc. Se um pai comente violência contra sua filha não terá ele vários benefícios da lei 9099/95 (Ex. Transação Penal, Suspensão Condicional do Processo) e será alcançado pela nova lei; mas se comete qualquer violência contra seu filho (menor, por exemplo) ou contra seu pai (idoso, por exemplo), terá, em tese, vários benefícios da lei 9099/95 e não será abrangido pela lei “Maria da Penha” contraindo ainda a importante proteção à criança ou adolescente e também ao idoso.
Diante do já mencionado, faço a seguinte indagação: Será que não há violência no âmbito familiar contra um filho (sexo masculino) Será que não há violência familiar contra um homem idoso? Será que uma criança de 5 anos de idade, que seja do sexo masculino, tem mais possibilidade de se defender do que uma outra da mesma idade que seja do sexo feminino? Será que um pai com 70 anos de idade não seria tão frágil quanto sua esposa com a mesma idade?
Estes são alguns exemplos que demonstram que a lei 11.340/06 é inconstitucional. Caso afirmem o contrário, deve-se afirmar também que pessoas do sexo masculino não fazem parte do âmbito familiar, pois nossa carta Constitucional (art. 226 parágrafo 8º supratranscrito) garantiu a proteção não só à mulher, mas à pessoa de um modo geral.
Não há nada de razoável nesta lei. O legislador, pensando apenas nos desentendimentos conjugais olvidou-se que no âmbito familiar não há apenas cônjuges; Há filhos, netos, idosos, e assim por diante. Da forma como trouxeram-nos estas normas, Magistrado, Promotores de Justiça, Defensores Públicos, Advogados e Delegados de policia aplicando esta lei no caso concreto estarão sempre contemplando a desigualdade.
Hoje podemos observar que a intenção esposada no principio da isonomia (Igualdade) de fato surtiu efeito. No decorrer das ultimas décadas, ou, para ser mais especifico, após a Carta Constitucional de 1988, as mulheres vêm ganhando cada vez mais o respeito da sociedade e conquistando alguns espaços que nos tempos remotos eram apenas dos homens. Isso é fantástico! O que não podemos permitir é que novas normas, como a lei “Maria da Penha”, ultrapassem o limite do razoável e venham a inverter o sentido da igualdade. Ora, se foi criada um norma pelo Poder Constituinte Originário ordenando que todos serão iguais em direitos e obrigações (cláusula pétrea), não podemos aceitar a aplicação de uma lei que absurdamente afronta o principio da Isonomia (Igualdade).
Em nosso sistema jurídico, quando uma norma infraconstitucional é contrária à Constituição Federal, dizemos que ela é inconstitucional. De acordo com a nossa melhor doutrina, a inconstitucionalidade pode ocorrer em dois momentos e de duas formas distintas. Quando houver vício na fase de iniciativa ou no decorrer do processo legislativo, dizemos que há uma inconstitucionalidade formal (ou nomodinamica).
Por outro lado, quando há incompatibilidade do conteúdo da norma já produzida com uma norma constitucional, dizemos que uma inconstitucionalidade material (ou nomoestática). É importante frisar estes dois aspectos para que fique claro que em nenhum momento houve vicio formal na produção desta lei, o que há, e isso é incontestável, é uma clara inconstitucionalidade material, ou seja, um contrariedade de conteúdo da lei ” Maria da Penha” (Que deveria ter sido rejeitada pelo Poder Legislativo ou vetado pelo Presidente da República em um veto jurídico) para com os art. 5º, inc. I, e art. 226, parágrafo 8º de nossa Carta Constitucional.
A situação atual da nova lei que veio para coibir a violência doméstica ou familiar contra a mulher é a seguinte:
“A partir do momento em que a lei foi votada pelo Poder Legislativo e não vetada pelo Presidente da República, passa-se à fase de promulgação e publicação da lei. A promulgação é apenas uma declaração da validade e executoriedade da lei. Como preleciona José Afonso da Silva em seu curso de Direito Constitucional Positivo, com o ato da promulgação a lei é válida, executória e potencialmente obrigatória. Apesar de existir no mundo jurídico, ela ainda deve ser publicada, uma vez que este é o ato que leva o conteúdo da nova lei ao conhecimento popular. Do ato da publicação tem-se estabelecido qual o momento em que o cumprimento da lei será exigido, ou seja, a partir de quando ela terá vigência”.
A lei “Maria da Penha” passou por todas estas fases. Hoje, encontra-se válida, vigente e aplicável. Tanto que juízes e Tribunais reiteradamente estão aplicando as normas contidas na lei 11.340/ 06.
Finalizando a tese da Inconstitucionalidade da comentada lei, entendo que dois são os possíveis caminhos a serem trilhados:
1º) Sem inviabilizar a aplicação das normas contidas na lei 11.340/06 e antes que a declarem inconstitucional, entendo que outra lei deveria ser produzida no sentido de serem feitas duas correções:
“Nos dispositivos onde está prevista a expressão “proteção à mulher” ou “ofendida”, que seja alterada para “proteção à pessoa” ou “à pessoa ofendida”.
Ao invés de dar a lei o nome de “Lei de Violência Doméstica ou Familiar Contra a Mulher” que lhe batize de “Lei de Violência Doméstica ou Familiar Contra à Pessoa”.
Não sendo produzida esta alteração:
2º) A aplicação da lei 11.340/06 deve ser inviabilizada através de um controle de constitucionalidade na via difusa (incidentalmente), discutindo a matéria do primeiro ao último grau de jurisdição, suspendendo a execução da lei através de resolução expedida pelo Senado Federal (V.52, Inc X da CF) e ainda através do controle de constitucionalidade concentrado, feito através de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade a ser julgada originariamente pelo Supremo Tribunal Federal, neste caso, declarando a invalidação da lei e expurgando-a do nosso sistema.
Creio que de uma forma ou de outra, com a contribuição da doutrina e dos que atuam na área jurídica, um desses caminhos serão seguidos. Assim sendo, será preservado o principio da Supremacia da Constituição evitando uma conseqüente afronta ao Estado Democrático de Direito.

Logo, A LEI MARIA DA PENHA FERE DIVERSOS PRINCÍPIOS E NORMAS CONSTITUCIONAIS, além de ter sido criada em cima de inúmeros pressupostos mentirosos, preconceituosos, sexistas, misândricos e supremacistas femininos. A existência de um paradigma de gênero explicativo da violência contra a mulher é FALSA. Repito: Quase todos os órgãos sérios, científicos e realmente comprometidos com a violência doméstica, de quase todos os países do mundo, provaram que mulheres e homens se agridem em proporções iguais (ver mais dados nas notas finais do texto). Não há diferenças significativas. E mesmo que houvesse (e repito, não há), não se poderia pagar o mal com o mal.

Outro discurso feminazista é o de dizer que sempre houve uma “histórica valorização dos papéis masculinos sobre os femininos”, e que por isso, qualquer discriminação “positiva” (é assim que ginocêntricos chamam) e qualquer ação afirmativa seriam benéficas; uma conferência de tratamento desigual, para fins de nivelamento, a quem está em situação de desigualdade.

Quem disse que todos os papéis masculinos eram privilegiados? Pelo contrário. A grande massa de homens sempre foi massacrada durante toda a história da humanidade. Os homens eram obrigados a trabalhar como burros de carga, em trabalhos completamente insalubres, sem nenhuma condição de trabalho. A grande maioria dos homens, sim, é que esteve em situação de desigualdade em quase todas as esferas da vida. E quem disse que, mesmo se houvesse uma valorização de tais papéis, isso seria motivo para proteger da violência apenas um grupo da população? Uma coisa não tem nada a ver com outra e NÃO EXISTE DISCRIMINAÇÃO POSITIVA. Discriminação é discriminação.

A conferência de tratamento desigual, para fins de nivelamento, a quem está em situação de desigualdade é a mais paradoxal, contraditória, discriminatória e preconceituosa de nossa sociedade, SOBRETUDO PORQUE ESSE TIPO DE TRATAMENTO DISCRIMINA  E VIOLA OS DIREITOS NATURAIS E INDIVIDUAIS DOS HOMENS; DIREITOS ESSES ONDE TODAS AS PESSOAS DEVERIAM O TER IGUALMENTE, TAIS COMO: O DIREITO À VIDA, À LIBERDADE, À PROPRIEDADE,  ETC. Além disso, é também discriminatório porque está se invertendo os grupos nessa situação. Na verdade, o grupo que sempre esteve em desvantagem foi o grupo dos homens, não o das mulheres. As mulheres sempre tiveram mais privilégios do que os homens. Elas sempre tiveram mais proteção do Estado e atenção dos governos e impérios. Suas vidas sempre tiveram mais importância que a dos homens. 

Notemos como esse tratamento é paradoxal e revelador de um supremacismo feminino. Onde um homem possuir, suposta ou verdadeiramente, algum privilégio (ainda que meritório, e portanto, legítimo) em alguma seara, o discurso utilizado por ginocêntricos, feministas e mulheres vitimistas é o de que há uma discriminação contra as mulheres e que essa “discriminação” deve ser extirpada através de coerção estatal. Mas quando as mulheres já possuem supremacia ou privilégio (já conquistados muitas vezes pela força de leis estatais, diga-se) sobre os homens, ainda que essa supremacia esteja na seara dos direitos naturais/individuais, onde todos deveriam o ter igualmente, A IGUALDADE PARA AS MULHERES NÃO É MAIS SUFICIENTE. O discurso de igualdade é jogado no lixo e qualquer discriminação contra os homens é considerada uma “discriminação positiva”. Traduzindo: Estamos diante de uma ideologia totalitária. Estamos diante do FEMINAZISMO! 

UM ESTADO QUE CONCEDE UMA LEI PARA PROTEGER DA VIOLÊNCIA APENAS UM GRUPO DA POPULAÇÃO, ESTÁ CONCEDENDO A TAL GRUPO PRIVILÉGIOS ILEGÍTIMOS. ESTÁ CONFERINDO SUPREMACIA DE UMA METADE DA POPULAÇÃO SOBRE A OUTRA METADE. NO MUNDO JURÍDICO, HOMENS E MULHERES DEVERIAM ESTAR EM IGUALDADE, JURIDICAMENTE. DIREITOS LEGÍTIMOS SÃO UNIVERSAIS E TODOS OS SERES HUMANOS DEVERIAM O TER IGUALMENTE. INFELIZMENTE, NUM PAÍS GINOCÊNTRICO E FEMINAZISTA COMO O NOSSO, OS DIREITOS NATURAIS DOS HOMENS (SEXO MASCULINO) E O QUE RESTOU DE SUA AUTONOMIA CORREM SERIÍSSIMOS PERIGOS.


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Citação e Fontes: <http://brasildireito.wordpress.com/2010/07/15/a-inconstitucionalidade-da-lei-maria-da-penha/>; <http://www.catolicaorione.edu.br/portal/seminario-juridico-cejur-to-2012-1/>


Notas:

• Tentamos entrar em contato com o Dr. Arthur Luiz Pádua Marque, e, depois de alguns meses, seu assessor disse que o Dr. Pádua só poderia nos atender se fosse pessoalmente. Infelizmente, não pudemos fazer isso, pois moro em outra região do país. 
• Números de violência doméstica nos EUA e em outros países:http://www.saveservices.org/reports/ http://www.saveservices.org/wp-content/uploads/Partner-Violence-Reduction-Act1.pdf http://www.csulb.edu/~mfiebert/assault.htm

Atualizado em 22 nov. 2014.