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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Os X%: Sobre o que o feminismo realmente é, e porque quem valoriza a liberdade deve lutar contra ele


Por Paul Elam



Itália, Estados Unidos, Congo, Reino Unido, Coréia do Sul, Dinamarca, Austrália, México, Índia, Japão, Canadá e Espanha. Trata-se de uma lista bem diversificada (e apenas parcial) de países; uma mistura de Oriente e Ocidente; uma grande mistura de línguas e culturas que abrangem todo o planeta. Não obstante serem diferenciados em termos de normas sociais e de governança, não obstante o acentuado contraste que há entre eles à primeira vista, todos esses lugares têm um fator muito poderoso e proeminente que inextricavelmente percorre o tecido de sua própria existência, unindo-os.

Trata-se do mesmo fio condutor comum que agora percorre muitas outras conhecidas entidades como: o Pentágono, a Federal Express, a União Européia, os partidos políticos conservadores, o gênero musical Rock and Roll, o Primeiro Ministro da Inglaterra, quase todos os códigos penais da Terra, o Parlamento Australiano, a música country, os partidos políticos liberais, todas as 500 maiores empresas norte-americanas do ranking da Fortune, a Oxford, a Fox News, as Nações Unidas, o Exército da Salvação, a Fundação Ford e o The New York Times.

O que todas essas instituições, esses países, essas culturas, corporações e criações têm em comum, em maior ou menor grau, geralmente maior, é o fato de terem sido impactados pela propagação e pela influência do feminismo de gênero.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Urgente — Precisamos votar contra a mais um projeto de lei nazista de gênero!


Por Charlton Heslich Hauer

Pedimos a todos, por gentileza, para votar CONTRA um projeto de lei nazista de gênero que exclui todas as crianças, adolescentes, adultos e idosos do sexo masculino. Há uma enquete no famigerado DataSenado a respeito de um projeto de lei (PLS 292/2013) que pretende tornar crime hediondo o assassinato de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. APENAS quando as mulheres são as vítimas. Mas sabemos que crianças, adolescentes, adultos e idosos do sexo masculino são tão ou mais vitimados pela violência doméstica do que as mulheres. Portanto, esse projeto de lei é imoral e hediondo, uma vez que não contempla todas as pessoas.

Para votar “contra”, clique no link abaixo. A enquete está no canto superior direito da página.
http://www.senado.gov.br/noticias/DataSenado/ 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Feminismo na Espanha: O Regresso à Inquisição


O autor e apresentador Daniel Estulin do programa “Desde la Sombra” da televisão on-line russa RT (Russia Today) entrevistou o ex-juiz, e agora, advogado, Francisco (Paco) Serrano Castro. No programa de ontem (06/11), Estulin entrevistou aquele quem ele afirma ser “o único homem que ousou enfrentar os grupos de prisão nazifeministas”. O tema do programa foi a lei de violência de gênero e as consequência nefastas para os homens e para as crianças.

“Um milhão de denúncias falsas; mais de 50.000 pais inocentes nas prisões espanholas; mais de 200.000 pais privados do direito de pai para crianças que são dadas como órfãs...” 

A Espanha está passando por um processo que viola os direitos de sua população masculina. Para Estulin, esse processo parece irreversível. Existe um sistema legal que permite anular e infringir a presunção de inocência de milhares de homens processados e/ou condenados pelo simples fato de serem homens. Pode haver tal situação no século XXI? Daniel Estulin afirma que: “é um problema que não pode ser trazido a público, porque na Espanha o crucificam”. Bem-vindos ao Renascimento da Inquisição!

Eu só peço um favor à meia dúzia de pessoas que lêem este blog: Assistam a este espetacular programa e compartilhem-no em todos os lugares possíveis.

Muito obrigado.



__________
Disponível em: <http://actualidad.rt.com/programas/desde_la_sombra/view/110506-feminismo-espana-regreso-inquisicion>

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I


Décimo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo. 

Artigos anteriores desta Teoria:

Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 10

“Os fundadores de uma nova colônia, seja qual for a utopia sobre a virtude e a felicidade humanas que tenham projetado de partida, invariavelmente aceitam, como uma de suas primeiras necessidades práticas, escolher um pedaço de terra virgem para servir de cemitério e uma segunda porção de terreno para construir uma prisão” — Nathaniel Hawthorne 

Parece sensato, nesta fase, colocar a seguinte questão: por que tudo isso está acontecendo? A resposta que posso oferecer, para efeito da presente leitura, não é histórica, mas psicológica: ela oferece uma explicação mediante referência ao estado mental dos operadores do feminismo. Há, certamente, processos históricos em curso, explorados em outros campos, mas nenhum movimento social sobrevive unicamente por causa de sua história. Ninguém nasce feminista. Deve haver algum estímulo, ou estímulos, trabalhando previamente para remodelar homens e mulheres não-feministas em feministas atuantes. Mas não podemos explicar a conversão feminista em circunstância da agitação dos já existentes ativistas feministas. Podemos certamente acreditar que o ativismo feminista desempenha um papel no recrutamento, mas isso não é suficiente como explicação. Por que um indivíduo, então, compromete-se com o feminismo, em vez de com qualquer outro movimento social particular cujos defensores se engajem em agitação para efeitos de recrutamento ideológico?

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

VAWA — A Lei “Maria da Penha” dos EUA — Está Morta por Enquanto


Por Charlton Heslich Hauer

Uma boa notícia para os homens americanos. No início já desse ano de 2013, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos da América vetou a renovação da aprovação da VAWA (Violence Against Women Act), que quer dizer: Lei de Violência contra a Mulher. A VAWA era uma lei federal que existia desde 1994, elaborada pelo Senador democrata Joe Biden.