Por Paul Elam
Itália, Estados Unidos, Congo, Reino Unido, Coréia do Sul, Dinamarca, Austrália, México, Índia, Japão, Canadá e Espanha. Trata-se de uma lista bem diversificada (e apenas parcial) de países; uma mistura de Oriente e Ocidente; uma grande mistura de línguas e culturas que abrangem todo o planeta. Não obstante serem diferenciados em termos de normas sociais e de governança, não obstante o acentuado contraste que há entre eles à primeira vista, todos esses lugares têm um fator muito poderoso e proeminente que inextricavelmente percorre o tecido de sua própria existência, unindo-os.
Trata-se do mesmo fio condutor comum que agora percorre muitas outras conhecidas entidades como: o Pentágono, a Federal Express, a União Européia, os partidos políticos conservadores, o gênero musical Rock and Roll, o Primeiro Ministro da Inglaterra, quase todos os códigos penais da Terra, o Parlamento Australiano, a música country, os partidos políticos liberais, todas as 500 maiores empresas norte-americanas do ranking da Fortune, a Oxford, a Fox News, as Nações Unidas, o Exército da Salvação, a Fundação Ford e o The New York Times.
O que todas essas instituições, esses países, essas culturas, corporações e criações têm em comum, em maior ou menor grau, geralmente maior, é o fato de terem sido impactados pela propagação e pela influência do feminismo de gênero.






