Ads 468x60px

Mostrando postagens com marcador Misandria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Misandria. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Mulher faz falsa denúncia de violência doméstica contra seu marido paraplégico para se livrar dele, e promotor pede a prisão do homem!

Mulher denuncia seu marido, com quem ela compartilhou sua vida durante 20 anos, por suposta violência doméstica na Espanha. A mulher acusa-o de ter pegado-a pelos cabelos, dado um golpe no peito dela e de ter arrastado-a pela casa. O detalhe é que o homem acusado, além de ser cego de um olho, é PARAPLÉGICO, com incapacidade de 90% em todo o corpo, o que constitui uma impossibilidade para alguém com o grau de incapacidade apresentado pelo acusado. Tanto o homem quanto seu filho adolescente, o qual estava presente no momento da discussão, afirmam que a mulher mentiu, e que a única coisa que o homem fez foi pegar na mão dela para evitar que ela agredisse o seu filho.
O promotor público, tão criminoso quanto a mulher em questão, pede 1 ano de prisão para o homem acusado, ordem de restrição de 3 anos de distância da mulher e multa de 500 euros.
Juan Francisco Marrero García, em frente ao Albergue Municipal no qual foi obrigado a passar a noite
Só lembrando que isso não foi no Brasil. Foi na Espanha. País de 1º mundo. Se a perseguição aos homens chegou a esse ponto lá, acha que aqui é ou pode ser diferente?? Viver ao lado de uma mulher, seja ela quem for, não se tornou um risco elevadíssimo para o homem? Tire suas próprias conclusões.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Saiba como denunciar conteúdos misândricos exibidos na TV e no Rádio


Imagem: Reprodução Redes Sociais

por Charlton H. Hauer

Diariamente, diversos conteúdos exibidos pela TV brasileira têm sido altamente misândricos. Desde os programas de auditório, passando pelas telenovelas, até os telejornais, todos estes programas têm como freqüente conteúdo a retratação negativa dos homens, estereotipando-os como indivíduos violentos, vilões, preconceituosos, burros e como indivíduos dispensáveis e descartáveis. Em contrapartida, os meios de comunicação não sujeitam as mulheres ao mesmo tipo de representação. Pelo contrário. Até mesmo os maiores crimes hediondos cometidos por mulheres contra homens e meninos são ocultados ou justificados pela mídia brasileira, sobretudo pelas Redes de Televisão. E retratar os homens dessa forma e não sujeitar as mulheres à mesma representação é uma forma de marginalização dos homens, pois é o mesmo que dizer que os homens não são tão dignos quanto às mulheres. Esse tipo de discriminação, então, acarreta na “desumanização” de homens e meninos.

Dentre os programas mais misândricos da TV brasileira (eu poderia citar mais de uma dezena deles), destacam-se negativamente, ao nosso ver, os programas “Casos de Família” do Sbt, apresentado por Cristina Rocha, e o programa “Brasil Urgente” da TV Band, apresentado por José Luiz Datena. Homens são sempre retratados como vilões e monstros criminosos nestes programas, e as mulheres, sempre como vítimas deles.

Como denunciar tais programas?

Se você avalia que estes programas e estas emissoras estão cometendo abusos, agora você pode protocolar uma denúncia ao Ministério Público Federal, sem sair de casa, usando a Internet. A seguir, vamos mostrar um “passo a passo” do que você deve fazer:

1) Vá até a “Sala de Atendimento ao Cidadão” do Ministério Público Federal (MPF) clicando NESTE LINK.

2) Em seguida, clique em “REGISTRAR DENÚNCIA OU SOLICITAÇÃO”. Você será encaminhado à página onde a denúncia propriamente dita será feita. Esta página está sob o título “Cadastro Manifestação”.

3) No campo “Tipo”, você clicará em pessoa física ou jurídica. Aparecerão alguns campos solicitando seus dados pessoais. Preencha-os.

4) No campo “Tipo Manifestação” selecione “Denúncia”.

5) No campo “Descrição da Manifestação”,  escreva o conteúdo de sua denúncia. Aqui vão alguns exemplos do que você poderá relatar:

O programa “C”, veiculado pela Rede de Televisão “S” de “tal dia a tal dia” (coloque os dias e horários em que o programa é exibido), vem: discriminando os homens, cometendo sexismo, incitando o ódio contra homens e meninos, retratando negativamente os homens, vulgarizando as relações humanas,  discriminando e banalizando a conduta humana, desrespeitando a pessoa humana, etc.

6) No campo “Solicitação”, você deve escrever o que espera do MPF.  Você pode, por exemplo, pedir ao MPF que exija que a emissora e o Ministério das Comunicações prestem esclarecimentos com relação ao conteúdo que foi ou está sendo veiculado.

Além do MPF, você pode denunciar o programa também ao Ministério das Comunicações através do e-mail: <denuncia@comunicacoes.gov.br>.

O que acontece depois que o MPF recebe a denúncia?

Em primeiro lugar, o MPF enviará para o denunciante alguns e-mails informando: que a denúncia foi cadastrada com sucesso, o número dela para consulta e que ela será enviada à Procuradoria da República do estado do denunciante. Após a análise do setor responsável, depois de alguns dias, a denúncia retorna à Procuradoria de S. Paulo e ela será autuada como Notícia de Fato.

Em caso de deferimento, é iniciado um diálogo entre o MPF e a emissora, no sentido de uma retratação ou abrir espaço em sua programação para veicular campanhas educativas ou que possam dar voz ao grupo que se sentiu atingido pelo conteúdo. Se não for possível um acordo com a emissora, o MPF parte para uma ação civil pública com o objetivo de aplicar sanções.

Então é isso. Se você acredita que tais programas não podem continuar a incitar o ódio contra homens e meninos, impunemente, faça a sua parte. Denuncie, já! Não custa nada e não exige (praticamente) nenhum esforço. Cada denúncia é fundamental no combate à misandria na mídia.

Porque Direitos dos Homens e Meninos são Direitos Naturais (“Humanos”).

__________
Fonte: Portal EBC. Disponível em: <http://www.ebc.com.br/cidadania/2015/03/saiba-como-denunciar-conteudos-improprios-exibidos-na-tv-e-no-radio>. Acesso em 05 jun. 2015.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Mulher feminista tenta matar vários homens no Sul do Brasil usando um objeto cortante! Crimes foram cometidos em nome da causa feminista!


Por Charlton Heslich Hauer

Atenção a todos! O vídeo abaixo vai mostrar quem é, verdadeiramente, a mulher feminista. Impulsionadas pela maior ideologia de ódio de todos os tempos, as mulheres seguidoras do feminismo agridem, esfaqueiam, mutilam e matam homens e meninos todos os dias. Quando elas falam em "combater o machismo e o preconceito", elas querem, na verdade, o poder total para expropriar recursos dos homens para elas; o poder total para cometer crimes hediondos contra homens e meninos, e saírem impunes; o poder total para exigir do Estado cada vez mais punições apenas para os homens, até o dia que exigirão o extermínio físico dos homens, tal como os nazistas fizeram com os judeus.

Espalhemos esse vídeo por todos os lugares possíveis. Mostremos ao mundo quem são as feministas e o que elas querem de verdade.





quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Entendendo como Funciona o Sistema Penal Seletivo, Misândrico e Supremacista Feminino — O Caso da Mulher (Médica) Racista!


Por Charlton Heslich Hauer

Você se lembra do caso da médica racista, caso este que teve uma certa repercussão nacional?

Em outubro de 2009, uma mulher (médica sergipana), por ter chegado atrasada para o check-in de um vôo para a Argentina, onde passaria lua-de-mel, começou a atacar um homem (funcionário da Gol), agredindo-o verbalmente de “cachorro” e com frases do tipo “é um povo bando de analfabeto morto de fome que não tem onde cair morto nem tem dinheiro pra comprar feijão pra comer... esse nêgo morto de fome”. Além disso, ela ainda disse que se ele precisasse dos serviços dela como médica, ele morreria. Ela também derrubou um computador no chão, invadiu seu ambiente de trabalho e jogou vários pertences do homem vitiMADO no chão,  além, também, de humilhar outros funcionários da Gol.

Ela deveria ter sido presa em flagrante, já que o crime é inafiançável! Mas não foi isso que aconteceu. PELO FATO DA AGRESSORA SER MULHER, E DO VITIMADO SER UM HOMEM, o delegado Washington Okada nem deu importância ao caso. Foi só então que indignado, o homem agredido foi à Delegacia e prestou queixa. Veja a reportagem completa no vídeo abaixo:


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Monstruosidade Doméstica: Mulher Corta Pênis de Homem, e Centenas de Pessoas, sobretudo Mulheres, Festejam o Crime!


Por Charlton Heslich Hauer

Cultura do Ódio ao Sexo Masculino: Vejamos esta matéria que saiu no portal G1 sobre um crime mais do que hediondo. E tão triste quanto o crime em si é vermos centenas e centenas de pessoas, principalmente mulheres, aplaudindo o crime, apoiando e defendendo a mulher criminosa, zombando e tripudiando do homem vitimado, e afirmando que fariam o mesmo.


terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Repugnante Coluna de um Repórter Misândrico


Por Charlton Heslich Hauer

O repórter e colunista, Fábio Linjardi, do Jornal O Diário, de Maringá-PR, publicou uma coluna mais do que lamentável. Antes de ler seu artigo, quero prevenir a todos que o que vocês irão ver é algo totalmente abominável e repugnante. Sempre houve preconceito, discriminação e o ódio contra os homens por parte da mídia. Mas o que antes era uma perseguição velada e subliminar, agora passou a ser explícita. Uma perseguição aos homens apenas pelo fato de terem nascido homens. Vamos ao deplorável texto:
 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Questões de Televisão



Por Men's Rights Online

Introdução

No mundo ocidental, os serviços de televisão baseados em transmissão terrestre e por assinatura marginalizam os homens por associarem masculinidade à dispensabilidade. É um tema comum usado em séries de comédia, filmes, desenhos animados, programas policiais, telenovelas, esquetes e propagandas de televisão.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Feministas: Incitadoras e Incitadores de assassinatos!


Por Charlton Heslich Hauer

Atenção, caro leitor. Preste atenção nesse vídeo, se tiver “estômago” para isso.



Vejamos o que Christian J. fala a respeito (NT: citação traduzida do inglês):

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Advogada afirma que os homens continuam sendo discriminados!

 
Em 1999, a advogada, licenciada em Filosofia e então presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) em Caxias do Sul (RS), Eliana Giustopublicou um artigo denominado Guarda de Filhos — Homens Também São Discriminados.

Aproveito para fazer uma pequena crítica a ela, apenas com relação ao termo “tambémusado no subtítulo do artigo, já que para mim, esse termo já se configuraria, em si, uma discriminação contra os homens. Talvez ela tenha escrito dessa forma para não jogar muita luz nos olhos de quem não está acostumado, e assim, não gerar mais polêmica do que o próprio conteúdo do artigo geraria. Ou talvez, ao utilizar o também, ela tenha constatado algo que ela mesma não enxergava anteriormente. Bem, como seu artigo é grandioso, tentemos ignorar isso e nos concentrar apenas nos fatos constatados por ela em sua experiência como advogada.

No artigo em si  que pode ser encontrado em .PDF, no 2º link dessa página,  ou em visualização rápida, aqui  ela já afirmava que os homens são discriminados no Direito de Família. 

Que os homens são discriminados nesse ramo do Direito, e em quase todas as outras esferas da vida que consigamos pensar, não é nenhuma novidade para aqueles que possuem um real compromisso com os fatos, com a verdade. Mas como há inúmeras forças colossais pró-femininas e em detrimento dos homens, convenhamos que é preciso muita coragem para poder dizer a verdade nesse sentido.

Em 2008, ou seja, nove anos depois de ela ter publicado aquele artigo, ela publica um texto denominado E os homens? Continuam sendo discriminados , com o intuito de mostrar que até então não havia acontecido nenhuma mudança favorável aos homens nas questões de Direito de Família. 

Desde já, quero muito  parabenizar a doutora Eliana Giusto por ser uma das poucas pessoas nesse assunto a estarem compromissadas com a verdade num mundo cada vez mais misândrico e ginocêntrico. Enfim, vamos ao texto.


Por  Eliana Giusto  
 
Nove anos se passaram desde que, indignada, escrevi um artigo sobre a discriminação dos homens no Direito de Família.
   
Como nada mudou, pergunto-me: por quê?

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Autoritarismo Feminista, Marxismo e o Governo Petista

por Mauricio Trindade

É inegável que o movimento feminista está intimamente ligado ao marxismo, pelo menos na teoria, pois na prática, o ideal de mulher independente financeiramente é muito útil à saúde do capitalismo.

Uma das obras ainda hoje bastante celebrada por feministas é a obra "A Origem da família da Propriedade e do Estado”, de Friedrich Engels, amigo de Karl Marx que reafirmou a tese de sociedades matriarcais em tempos primitivos e considerou que a mulher era explorada pelo homem em meio à hegemonia burguesa, algo que ainda ecoa em feministas mais radicais.

No famoso Manifesto Comunista, Karl Marx e Freidrich Engels dizem:

domingo, 29 de agosto de 2010

"Sexo Privilegiado - O Fim do Mito da Fragilidade Feminina"

REVISTA VEJA Edição 1822 . 1° de outubro de 2003
Entrevista: Van Creveld
O sexo oprimido

Historiador diz que os discriminados são os homens e que eles têm menos direitos que as mulheres
...............................................................................................................................
Diogo Schelp

O historiador israelense Martin Van Creveld, de 57 anos, está acostumado a tratar de questões polêmicas. Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, especialista em história militar, Van Creveld é chamado com freqüência para opinar sobre conflitos mundiais, como os que atingem seu país. Lecionou nos principais institutos de estratégia, civis ou militares, do mundo ocidental, incluindo a Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos. Pesquisador respeitado, nos últimos anos Van Creveld tem se dedicado também a estudar outro tema explosivo: a guerra dos sexos. Em seu mais recente livro, O Sexo Privilegiado, publicado neste ano na Alemanha e recheado de estatísticas, ele defende que são os homens – não as mulheres – os verdadeiros oprimidos pela sociedade. Ph.D pela London School of Economics, da Inglaterra, e autor de dezessete livros, entre os quais obras de referência no meio acadêmico, como O Futuro das Guerras e As Mulheres e a Guerra, Van Creveld faz questão de dizer que é casado e vive muito feliz com sua esposa. Na entrevista a seguir, ele explica sua teoria antifeminista.