Continuando a brilhante série do nosso amigo Angry Harry, dessa vez ele toca em temas filosóficos e bastante polêmicos, como as questões do livre-arbítrio e da culpa, aponta os verdadeiros objetivos das "empresas", mostra que é preciso haver um feedback positivo por parte do povo para que as "empresas" cresçam (sem esse apoio, dificilmente as "empresas" sobrevivem) e deixa um alento no fim de seu texto ao dizer que há meios, sim, para se combater essas famigeradas grandes "empresas", tais como a mídia, o Governo, as corporações, as ideologias (como o feminismo, por exemplo) etc.
No meu último post, eu indiquei que organismos biológicos pluricelulares (como as pessoas) e empresas com muitos funcionários (como os governos) têm muitas coisas em comum.
Componentes relativamente simples (células ou pessoas) se juntam para criar estruturas de vida que são muito diferentes de si mesmas, que são muito superioras quando comparadas entre si, que são extremamente alienadas de si mesmas e que são, de fato, muito independentes de si mesmas.
E assim, por exemplo, da mesma forma que cada célula humana não tem a capacidade de desenvolver uma real compreensão dos seres humanos dos quais elas fazem parte, as pessoas que são os componentes de grandes organismos, tais como os governos, também não têm verdadeira compreensão das bestas burocráticas que, coletivamente, elas criaram.






