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sábado, 18 de agosto de 2012

Gaia — parte 4 (final)


Chegamos ao fim da magnífica série Gaia, de autoria daquele que é pioneiro no ativismo pelos Direitos dos Homens e no combate ao feminismo, o grande pensador e psicólogo britânico, Angry Harry.  Nessa última parte da série, o Angry Harry finaliza com maestria, orientando os Ativistas pelos Direitos dos Homens a quem eles devem tentar influenciar; evidenciando o imensurável valor que a Internet possui para o Movimento pelos Direitos dos Homens, impulsionado, sobretudo, pelos “homens-que-sentam-diante-de-telas”, fundamentais nesse processo, diga-se de passagem; fomentando qual deve ser tipo de pensamento que todo ativista dos homens deve ter, a quem os ativistas dos homens devem atrair a atenção e o que os ativistas precisam, primordialmente, combater e resolver, tudo isso facilitado pelo fato de que os ativistas dos homens possuem muitas coisas em comum.

Assim, isso é só uma prévia do que vem por aí. O texto é relativamente longo, mas, tenho certeza de que todo homem, sobretudo aquele que representa e defende, verdadeiramente, os homens e seus direitos, deve lê-lo.

Clique aqui para ler a parte 1
Clique aqui para ler a parte 2
Clique aqui para ler a parte 3


Por Angry Harry

Uma das principais queixas feitas por ativistas das mais variadas convicções é que, em geral, o público não parece se preocupar com as coisas que os próprios ativistas são tão obcecados.

As “sheeple”1 — como os ativistas costumam qualificar as pessoas comuns — não parecem se importar com o que está acontecendo ao redor delas.

E o pior, essas pessoas parecem fazer simplesmente tudo o que lhes é dito para fazer.

As pessoas que são massa de manobra não parecem se opor às altas taxas de impostos. Isso não parece perturbar suas vidas, que estão, cada vez mais, governadas e mal-administradas pelas outras pessoas. Elas não parecem fazer muito barulho pelo fato de que suas fronteiras nacionais não estão sendo fortemente policiadas. E, no que diz respeito ao movimento dos homens, é incrivelmente estranho que a maioria dos homens não parece se importar com a maneira em que eles têm sido gradualmente emasculados, demonizados e discriminados em muitas áreas de suas vidas.

Os gritos dos ativistas... parecem, em sua maioria, cair em  ouvidos surdos

Os gritos dos ativistas, destinados a despertar milhões de pessoas para apoiar a “causa deles”, parecem, em sua maioria, cair em ouvidos surdos.

Por quê?

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Mulher rouba e espanca o próprio pai em pleno Dia dos Pais



Uma mulher de 40 anos foi presa após roubar e espancar o próprio pai, de 74 anos, na periferia de Sorocaba, a 90 km de São Paulo. De acordo com informações da polícia, a filha — acompanhada de outros dois homens — teria rendido e agredido o aposentado Geraldo Vanzella, neste domingo, Dia dos Pais.

domingo, 12 de agosto de 2012

Um Filósofo que amava seu pai


Por Charlton Heslich Hauer

O maior filósofo de todos os tempos (aquele que "decifrou o enigma do mundo"), Arthur Schopenhauer (1788-1860), sempre amou o seu pai. Mesmo quando seu pai queria que ele fosse comerciante, e que o próprio jovem Arthur fosse completamente contrário a essa idéia, ainda assim, Arthur Schopenhauer honrou e respeitou seu pai, e realizou seu desejo.





Meses depois, ele teve a extrema infelicidade de perder o pai, que caiu de uma janela do sótão, direto para um canal. Os rumores que se espalharam na época eram que o senhor Heinrich Floris Schopenhauer teria cometido suicídio por conta de perdas pecuniárias.  Não se sabe ao certo se foi suicídio ou um acidente, mas, em verdade, o que se falava era que ele vinha sofrendo de excesso de ataques de ansiedade, aliados ao aumento da surdez e a ataques de raiva.

Arthur nunca deixou de reverenciar a memória de seu pai, como neste comentário em relação aos comerciantes: "Os comerciantes formam a única classe honesta dos homens: eles confessam abertamente que ganhar dinheiro é o seu objeto, enquanto outros prosseguem com o mesmo fim, escondendo-se hipocritamente ao abrigo de uma vocação ideal."

Segundo a tradutora, Helen Zimmern, a edição de colecionador das obras de Schopenhauer se destinava a ser antecedida por um memorial esplêndido de sua gratidão filial, mas, por algum motivo este prefácio foi omitido.

Aqui neste blog, trago a todos esta relíquia (presente na obra Arthur Schopenhauer, his Life and his Philosophy, 1876, por  Helen Zimmern) : uma citação do próprio filósofo homenageando o pai que tanto amava, honrava e respeitava:

Espírito nobre, beneficente! a quem devo tudo o que sou. O seu cuidado protetor acolheu-me e guiou-me não só ao longo da minha desamparada infância e irrefletida juventude, como, também, quando atingi a idade adulta, até os dias de hoje. Ao trazer um filho como eu para o mundo, você fez o possível para ele sobreviver e desenvolver sua individualidade em um mundo como este. Sem sua proteção, eu teria perecido umas cem vezes mais. Um viés decidido, que se transformou apenas em uma agradável ocupação, foi profundamente enraizado no meu próprio ser para eu fazer violência à minha natureza e forçar-me, descuidado da existência, na melhor das hipóteses, a dedicar meu intelecto tão-somente à preservação da minha pessoa; meu único objetivo na vida, como assegurar o meu pão de cada dia. Você parece ter entendido isso; ter entendido de antemão que eu não estaria qualificado para lavrar a terra, ou para ganhar o meu sustento, dedicando as minhas energias para qualquer ofício mecânico. Você deve ter previsto que o seu filho, oh altivo republicano! não iria suportar a rastejar perante ministros e conselheiros, Mecenas e seus bajuladores, em companhia com a mediocridade e o servilismo, a fim de implorar, ignobilmente, por pão amargamente merecido; que ele não teria coragem de se iludir com uma inflada insignificância, ou juntar-se à multidão servil de charlatães e trapalhões; mas que, como seu filho, ele iria pensar como Voltaire, a quem você honrou, 'Nós só temos dois dias para viver: não vale a pena se rastejar perante joquins desprezíveis.'

Por isso eu dedico o meu trabalho para você, em sua homenagem, os agradecimentos que devo a você e mais a nenhum outro. "Pois nenhum César [imperador] nos proprocionou o ócio necessário".
  
Que eu fui capaz de cultivar as energias com que a natureza me dotou, e colocá-las para sua utilização adequada; que eu fui capaz de seguir o meu viés inato, de pensar e de trabalhar para muitos, enquanto ninguém fez absolutamente nada por mim: isso eu devo a você, meu pai; eu devo isso à sua atividade, sua sabedoria, sua frugalidade, sua deliberação em relação ao futuro. Portanto, eu honro você, meu nobre pai, e por isso, quem encontrar algum prazer, conforto ou instrução no meu trabalho, deve conhecer seu nome, e saber que, se Heinrich Floris Schopenhauer não tivesse sido o homem que foi, Arthur Schopenhauer teria tropeçado cem vezes. Deixo a minha gratidão traduzir a única homenagem possível para você, que teve a vida encerrada: deixe-me ostentar teu nome, na medida em que o meu é capaz de carregá-lo. 

Hoje é Dia dos Pais no Brasil. Quero parabenizar a todos os pais deste país, como também a todos que tiveram ou têm um pai.

Particularmente, eu tive a sorte de ter o melhor pai do mundo. Um homem de grande intelecto, cultura e sensibilidade, que sempre me amou e me educou.


Atualizado em: 30/05/2022

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Toda Religião e o Ateísmo estão ficando Feminizados



Por Pro-Male/Anti-feminist Tech

Toda religião e todo ponto de vista religioso por aí afora estão sob o ataque do feminismo e estão em processo de serem feminizados. Existem milhões de exemplos deste fenômeno na Igreja CristãO feminismo já infectou o Judaísmo.  E o feminismo ainda está em processo de infectar o Islã.   Não apenas os religiosos estão sob ataque do feminismo. A comunidade atéia* tem o mesmo problema, como mostrado por elevatorgate. Cada ponto de vista religioso, incluindo o daqueles sem religião, está sob o ataque do feminismo e sendo feminizado em vários estágios. (As únicas exceções podem ser as religiões obscuras e as seitas de grandes religiões, simplesmente porque elas não estão na tela do radar feminista, ainda. Elas não estão imunes, mas não valem o esforço para que o feminismo as invada agora.)