Continuação da Teoria do Ginocentrismo
Por
Adam Kostakis
Leitura n º 6
“O que esmaga a individualidade é o despotismo, seja lá o nome pelo qual isso possa ser chamado” — J.S. Mill
Dominação. Muito da análise feminista gira em torno deste conceito. Um homem que bate em sua esposa não está apenas zangado com ela; ele está tentando
dominá-la. Um homem que não concorda com uma mulher e discute com ela não está apenas sendo rude, ele está tentando
dominá-la. Um estuprador não está realmente com vontade de fazer sexo; seu crime é uma demonstração de poder, ele só queria
dominar a mulher.
Vejam vocês, o fato é que todos estes julgamentos absolutamente não são suficientes para aquelas que criticam fortemente o sexo masculino pelo mundo inteiro; pois elas sempre exigem mais combustível para a usina misândrica. Punir verdadeiros criminosos é uma coisa, mas isso, simplesmente, não é gratificante o suficiente para deixar como está — elas precisam articular o que sua “intuição feminina” sempre disse a elas, e vão para o ataque contra
todos os homens. O problema, é claro, é que a grande maioria dos homens não ataca as mulheres de alguma forma perceptível qualquer. A solução, que feministas encontraram, é pegar o Dr. Freud e postular algo subconsciente, alguma motivação subjacente — uma mentalidade sombria, sexual, desviante e violenta, que atue como uma explicação universal para o comportamento masculino.