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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A Conseqüência Final do Feminismo, Parte II


Penúltimo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Artigos anteriores desta teoria:

Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
Leitura Nº 10: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I

Por Adam Kostakis

Leitura Nº 11

“A propaganda1, como patriotismo invertido, alimenta-se dos pecados do inimigo. Se não houver pecados, ela inventa-os! O objetivo é fazer com que o inimigo pareça um monstro tão grande que ele perca os direitos de um ser humano.” — Sir Ian Hamilton

A destruição física do ser masculino é a consequência lógica da governança feminista. Quanto mais houver governança feminista, mais haverá perseguição antimasculina, e mais próximo do Holocausto nos encontraremos. Mais feminismo não irá resultar em uma maior igualdade entre homens e mulheres. Mais feminismo não é a solução para os problemas enfrentados pelos Ativistas dos Direitos dos Homens. O feminismo é o problema. E como poderia ser diferente? As feministas acreditam que há uma dívida para com elas de responsabilidade de todos os homens, e elas estão perfeitamente contentes em recuperar esta dívida em meio a sangue e sofrimento. Não importa quanta dor elas infligem ao mundo, isso nunca será o suficiente para saciar suas emoções violentas, vingativas. Pelo contrário, quanto mais mal elas infligem aos homens, mais normalizado isso se torna, e — como uma toxicodependência —  elas vão precisar de doses cada vez mais “altas” para satisfazer o ódio, culminando com a Punição Final, a erradicação total dos homens.