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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Geraldo Alckmin, feminazista?

Por Charlton Heslich Hauer

Estamos ferrados!

Na semana passada, eu acompanhei uma entrevista ao programa do Jô (mangina-mor da TV “bostileira”) desse que já foi meu candidato a presidente, Geraldo Alckmin.

Pois bem, nela, o Geraldo (hoje, Governador de São Paulo) solta algumas "pérolas" populistas enojadoramente feminazistas.

Primeiro, ele fala do esforço que está fazendo para diminuir a população carcerária feminina em SP. Ele disse que conseguiu reduzir a população carcerária feminina para apenas 5% do total. O curioso é o seguinte. O número de crimes e delitos cometidos por mulheres nos últimos anos em todo Brasil , e, principalmente em SP, aumentou assustadoramente. Um aumento muito, mas, muito maior em termos proporcionais que o percentual de delitos cometidos pelos homens (numa proporção de 3 para 1). O que me faz concuir o seguinte: ESSE GOVERNADOR FEMINAZISTA ESTÁ PROMOVENDO CAMPANHA DE SOLTURA DE CRIMINOSAS, APENAS PELO FATO DE SEREM MULHERES.

Agora teremos o fato trágico de termos soltas, criminosas pelas ruas, com as mulheres tendo a certeza de que não serão punidas em caso algum, e que ainda, elas poderão utilizar o "bode expiatório" mais perseguido de todos: o homem, pois, o próprio Governador fomentou isso quando disse: "E esses 5% de mulheres presas se devem ao fato de elas serem influenciadas por homens ruins".

Mais adiante na entrevista, ele fala mais uma merda. Ao citar expectativa de vida dos paulistas e brasileiros, ele solta uma que não chega perto nem dos populismos montruosos de Hugo Chávez e Lula: "a mulher não vai morrer mais".

Cada merda feminazi que ele soltava pela boca, a platéia presente no auditório o aplaudia em peso (o que era de se esperar). O que devemos ter em mente é que declarações e atitudes como essas não podem passar despercebidas, muito menos serem levadas com humor. O negócio é sério. 

Já não bastava o Estado de São Paulo ter uma feminazista monstruosa como a Marta Suplicy, e agora, será que o Geraldo Alckmin está querendo seguir os mesmos passos dessa feminazi fundamentalista?

  Conclusão: TUDO OPRIME O HOMEM. TUDO ESTÁ DO LADO DA MULHER:
as mulheres, os homens, a opinião pública e a mídia como um todo, os governos, os políticos, as democracias e ditaduras, a "Direita" e aquilo que se faz de "Direita", a "Esquerda", o capitalismo, o socialismo, os gays etc.

Outra vez eu vi uma socióloga débil mental dizer que os crimes cometidos por mulheres aumentaram devido a depressão pós-parto. Com isso ela está dizendo: "absolvam os crimes cometidos por mulheres, já que a depressão pós-parto justifica qualquer coisa, assim como outra mentira feminazista chamada: TPM".

E ainda querem que levemos as mulheres a sério neste país.

O que esse Governador deveria fazer era construir mais presídios femininos e cobrar mais rigor do judiciário em relação aos crimes, e não, vir a público e, de forma indireta, dar o aval para que mulheres cometam mais crimes.

O pior é que não são só os políticos que apoiam e justificam todos os crimes cometidos por mulheres. Há uma cadeia de mulheres (e "manginas") psicopatas com diplomas universitários e com pós-graduações que costuma dar pareceres justificativos em relação a todo crime cometido por mulher. Utilizam de pseudociência para enganar a todos, e sempre a favor das mulheres.


Há uma corrente monstruosa em se outorgar plenos poderes às mulheres em todos os campos. Há uma corrente monstruosa em se isentar todos os erros femininos. Há um total desdém em relação aos Homens por parte de toda a sociedade. Há também uma vontade deliberada das feministas radicais  em oprimir e destruir os homens. Colocá-los nas cadeias. Fazer com que eles não tenham saúde. Não resguardá-los da violência. Usurpar todos os seus empregos. Essa é a vontade do feminismo totalitário.

E ainda por cima, questionar tudo isso, as mulheres e o feminismo tornou-se algo que não é bem visto pela sociedade.

A ditadura feminazista é a maior ditadura de todos os tempos entre todas ditaduras já vistas no mundo inteiro.

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