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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Esta vai para os anais da dialética feminista…


A feminista Deputada Alice Portugal (PC do B) alegou, no dia 27/10/2015 na Comissão Especial do Desarmamento, que “15 milhões de mulheres são assassinadas todos os dias”. Ora, se 15 milhões de mulheres morressem assassinadas por dia, isso significaria que estariam morrendo, por ano, 15.000.000 x 365 = 5.475.000.000 de mulheres, ou seja, 5 bilhões e 475 milhões de mulheres por ano. O detalhe é que o nosso planeta inteiro tem cerca de 7 bilhões de pessoas, com pouco mais de 3,5 bilhões de mulheres no total. A não ser que ela esteja sabendo de algo que ninguém saiba, e que esteja se referindo a outro planeta ou galáxia onde haja mulheres como habitantes… hahaha.

Bom, vejamos o vídeo:



Isso porque ela só está contando o número de mulheres que morrem por assassinato… hahaha. Imagine se ela quiser adicionar ao número de mulheres que morrem por outras causas.

Moral da história

Depois de tantos anos lidando com feministas, sabemos que TODAS as estatísticas apresentadas por elas, ou são MENTIROSAS/FALSAS e/ou são UNILATERAIS, ou seja, expressam somente o lado da mulher e abordam com uma lente de aumento tudo aquilo que for do interesse apenas da mulher, enquanto ocultam e/ou banalizam tudo de ruim que acontece aos homens.

domingo, 20 de setembro de 2015

O Estado totalitário feminista


Recentemente, a “juíza” Tatiana Dias da Silva do DF condenou o Deputado Jair Bolsonaro a pagar R$ 10 mil à Deputada Maria do Rosário por ele simplesmente ter dito a esta que ela “não merecia ser estuprada”. Além do pagamento da indenização, a juíza Tatiana Dias da Silva OBRIGOU o deputado a publicar a sentença em sua página oficial no canal Youtube, sob pena de multa de R$ 1 mil. Parece que está decretado o fim do foro privilegiado dos parlamentares do sexo masculino, sempre que estes se dirigirem a uma mulher. Como a decisão foi em 1ª instância, Jair Bolsonaro, que considerou a sentença “injusta”, disse que vai recorrer.

O curioso é que, há dois anos, a mesma Maria do Rosário havia chamado de “estuprador” o Deputado Bolsonaro, mas esta não sofreu nenhuma sanção penal nem nenhuma reprovação por parte da mídia ou da sociedade . Maldito Estado “machista” e “patriarcal”.

Em sua página no Facebook, Maria do Rosário, como de costume, incitou o sentimento de manada nas mulheres e o ódio contra homens e meninos ao dizer que “foi uma vitória de todas as mulheres”. Como vemos, a regra desta mulher é a infinita malícia e a canalha.

A tabelinha entre as duas “empoderadas discriminadas”, a do Poder Legislativo e a do Poder Judiciário, me fez lembrar dos principais objetivos do feminismo, elencados por Kostakis, os quais nunca é demais repeti-los:

(1) A expropriação dos recursos dos homens para as mulheres.
(2) A punição de homens.
(3) Aumentar (1) e (2) em termos de alcance e intensidade, indefinidamente.

Não duvidarei se, num futuro próximo, o Estado totalitário feminista permitir apenas duas opções aos homens diante das mulheres: Ou cultuá-las como deusas sagradas ou se calar diante delas. Do contrário, bastará qualquer mulher se declarar ofendida, e, voilà: O Estado totalitário feminista agirá “tratorando o homem.


sábado, 12 de setembro de 2015

Sobre a Solidão




por Arthur Schopenhauer

Bastar-se a si próprio, ser um todo em tudo por si mesmo e poder dizer omnia mecum porto mea [levo comigo tudo que tenho] é, seguramente, a qualificação mais favorável à nossa felicidade. Daí a máxima de Aristóteles: felicitas sibi sufficientium est [a felicidade é dos que bastam a si mesmos (Ética a Eudemo, 7, 2)], que nunca devemos nos cansar de repetir. (No fundo, é a mesma idéia presente na sentença muito bem torneada de Chamfort, posta como epígrafe neste livro*.) Pois não se pode contar com certeza mais que consigo mesmo; ademais, as dificuldades e as desvantagens, os perigos e os inconvenientes que a sociedade traz consigo são inumeráveis e inevitáveis.

Não há caminho que nos distancie mais da felicidade que a grande vida, a vida de festas e banquetes, a high life; porque seu objetivo é transformar nossa miserável existência em uma sucessão de alegrias, de delícias e de prazeres, um processo que inevitavelmente culmina na decepção e na desilusão; assim como seu acompanhamento obrigatório, o hábito das pessoas de mentir umas para as outras. [1]

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Comissão aprova cotas de vagas de cursos para mulheres


por Charlton H. Hauer

Depois da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA “Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa”, agora chegou a vez da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA “Comissão de Educação, Cultura e Esporte” também aprovar o projeto de lei supremacista feminino, de autoria do CORRUPTO @Senador_Ataides (PSDB-TO) e parecer favorável da CORRUPTA/FEMINAZISTA senadora Sandra Braga (PMDB-AM), que reserva COTAS DE VAGAS APENAS para mulheres vítimas de violência doméstica em cursos do “Sistema S” e no Sebrae.

Leis sexistas como essa são demasiado totalitárias, trazendo incontáveis conseqüências trágicas. Primeiro, porque é injusto que pessoas vítimas de violência tenham privilégios sobre as demais. Segundo, porque é injusto que apenas mulheres sejam contempladas com tais privilégios, pois isso VIOLA OS DIREITOS NATURAIS/HUMANOS DE HOMENS E MENINOS.

É pouco divulgado o fato de que os homens são, VERDADEIRAMENTE FALANDO, os maiores vitimados por qualquer tipo de violência, incluindo a violência doméstica. Mas, mesmo que não fossem. Mesmo que só existisse apenas um homem vitimado, este teria que ter o mesmo direito e tratamento conferido às mulheres vítimas.

Ademais, leis como essa só incitam o ódio contra os homens. Incitam nas mulheres a corrupção moral em troca de privilégios e a destruição dos homens envolvidos.

É isso que feministas querem dizer quando falam em “igualdade”.

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Fonte: http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2015/08/18/ce-aprova-cotas-em-cursos-do-sistema-s-para-mulheres-vitimas-de-violencia

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Saiba como denunciar conteúdos misândricos exibidos na TV e no Rádio


Imagem: Reprodução Redes Sociais

por Charlton H. Hauer

Diariamente, diversos conteúdos exibidos pela TV brasileira têm sido altamente misândricos. Desde os programas de auditório, passando pelas telenovelas, até os telejornais, todos estes programas têm como freqüente conteúdo a retratação negativa dos homens, estereotipando-os como indivíduos violentos, vilões, preconceituosos, burros e como indivíduos dispensáveis e descartáveis. Em contrapartida, os meios de comunicação não sujeitam as mulheres ao mesmo tipo de representação. Pelo contrário. Até mesmo os maiores crimes hediondos cometidos por mulheres contra homens e meninos são ocultados ou justificados pela mídia brasileira, sobretudo pelas Redes de Televisão. E retratar os homens dessa forma e não sujeitar as mulheres à mesma representação é uma forma de marginalização dos homens, pois é o mesmo que dizer que os homens não são tão dignos quanto às mulheres. Esse tipo de discriminação, então, acarreta na “desumanização” de homens e meninos.

Dentre os programas mais misândricos da TV brasileira (eu poderia citar mais de uma dezena deles), destacam-se negativamente, ao nosso ver, os programas “Casos de Família” do Sbt, apresentado por Cristina Rocha, e o programa “Brasil Urgente” da TV Band, apresentado por José Luiz Datena. Homens são sempre retratados como vilões e monstros criminosos nestes programas, e as mulheres, sempre como vítimas deles.

Como denunciar tais programas?

Se você avalia que estes programas e estas emissoras estão cometendo abusos, agora você pode protocolar uma denúncia ao Ministério Público Federal, sem sair de casa, usando a Internet. A seguir, vamos mostrar um “passo a passo” do que você deve fazer:

1) Vá até a “Sala de Atendimento ao Cidadão” do Ministério Público Federal (MPF) clicando NESTE LINK.

2) Em seguida, clique em “REGISTRAR DENÚNCIA OU SOLICITAÇÃO”. Você será encaminhado à página onde a denúncia propriamente dita será feita. Esta página está sob o título “Cadastro Manifestação”.

3) No campo “Tipo”, você clicará em pessoa física ou jurídica. Aparecerão alguns campos solicitando seus dados pessoais. Preencha-os.

4) No campo “Tipo Manifestação” selecione “Denúncia”.

5) No campo “Descrição da Manifestação”,  escreva o conteúdo de sua denúncia. Aqui vão alguns exemplos do que você poderá relatar:

O programa “C”, veiculado pela Rede de Televisão “S” de “tal dia a tal dia” (coloque os dias e horários em que o programa é exibido), vem: discriminando os homens, cometendo sexismo, incitando o ódio contra homens e meninos, retratando negativamente os homens, vulgarizando as relações humanas,  discriminando e banalizando a conduta humana, desrespeitando a pessoa humana, etc.

6) No campo “Solicitação”, você deve escrever o que espera do MPF.  Você pode, por exemplo, pedir ao MPF que exija que a emissora e o Ministério das Comunicações prestem esclarecimentos com relação ao conteúdo que foi ou está sendo veiculado.

Além do MPF, você pode denunciar o programa também ao Ministério das Comunicações através do e-mail: <denuncia@comunicacoes.gov.br>.

O que acontece depois que o MPF recebe a denúncia?

Em primeiro lugar, o MPF enviará para o denunciante alguns e-mails informando: que a denúncia foi cadastrada com sucesso, o número dela para consulta e que ela será enviada à Procuradoria da República do estado do denunciante. Após a análise do setor responsável, depois de alguns dias, a denúncia retorna à Procuradoria de S. Paulo e ela será autuada como Notícia de Fato.

Em caso de deferimento, é iniciado um diálogo entre o MPF e a emissora, no sentido de uma retratação ou abrir espaço em sua programação para veicular campanhas educativas ou que possam dar voz ao grupo que se sentiu atingido pelo conteúdo. Se não for possível um acordo com a emissora, o MPF parte para uma ação civil pública com o objetivo de aplicar sanções.

Então é isso. Se você acredita que tais programas não podem continuar a incitar o ódio contra homens e meninos, impunemente, faça a sua parte. Denuncie, já! Não custa nada e não exige (praticamente) nenhum esforço. Cada denúncia é fundamental no combate à misandria na mídia.

Porque Direitos dos Homens e Meninos são Direitos Naturais (“Humanos”).

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Fonte: Portal EBC. Disponível em: <http://www.ebc.com.br/cidadania/2015/03/saiba-como-denunciar-conteudos-improprios-exibidos-na-tv-e-no-radio>. Acesso em 05 jun. 2015.