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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Comissão aprova cotas de vagas de cursos para mulheres


por Charlton H. Hauer

Depois da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA “Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa”, agora chegou a vez da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA “Comissão de Educação, Cultura e Esporte” também aprovar o projeto de lei supremacista feminino, de autoria do CORRUPTO @Senador_Ataides (PSDB-TO) e parecer favorável da CORRUPTA/FEMINAZISTA senadora Sandra Braga (PMDB-AM), que reserva COTAS DE VAGAS APENAS para mulheres vítimas de violência doméstica em cursos do “Sistema S” e no Sebrae.

Leis sexistas como essa são demasiado totalitárias, trazendo incontáveis conseqüências trágicas. Primeiro, porque é injusto que pessoas vítimas de violência tenham privilégios sobre as demais. Segundo, porque é injusto que apenas mulheres sejam contempladas com tais privilégios, pois isso VIOLA OS DIREITOS NATURAIS/HUMANOS DE HOMENS E MENINOS.

É pouco divulgado o fato de que os homens são, VERDADEIRAMENTE FALANDO, os maiores vitimados por qualquer tipo de violência, incluindo a violência doméstica. Mas, mesmo que não fossem. Mesmo que só existisse apenas um homem vitimado, este teria que ter o mesmo direito e tratamento conferido às mulheres vítimas.

Ademais, leis como essa só incitam o ódio contra os homens. Incitam nas mulheres a corrupção moral em troca de privilégios e a destruição dos homens envolvidos.

É isso que feministas querem dizer quando falam em “igualdade”.

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Fonte: http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2015/08/18/ce-aprova-cotas-em-cursos-do-sistema-s-para-mulheres-vitimas-de-violencia

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Saiba como denunciar conteúdos misândricos exibidos na TV e no Rádio


Imagem: Reprodução Redes Sociais

por Charlton H. Hauer

Diariamente, diversos conteúdos exibidos pela TV brasileira têm sido altamente misândricos. Desde os programas de auditório, passando pelas telenovelas, até os telejornais, todos estes programas têm como freqüente conteúdo a retratação negativa dos homens, estereotipando-os como indivíduos violentos, vilões, preconceituosos, burros e como indivíduos dispensáveis e descartáveis. Em contrapartida, os meios de comunicação não sujeitam as mulheres ao mesmo tipo de representação. Pelo contrário. Até mesmo os maiores crimes hediondos cometidos por mulheres contra homens e meninos são ocultados ou justificados pela mídia brasileira, sobretudo pelas Redes de Televisão. E retratar os homens dessa forma e não sujeitar as mulheres à mesma representação é uma forma de marginalização dos homens, pois é o mesmo que dizer que os homens não são tão dignos quanto às mulheres. Esse tipo de discriminação, então, acarreta na “desumanização” de homens e meninos.

Dentre os programas mais misândricos da TV brasileira (eu poderia citar mais de uma dezena deles), destacam-se negativamente, ao nosso ver, os programas “Casos de Família” do Sbt, apresentado por Cristina Rocha, e o programa “Brasil Urgente” da TV Band, apresentado por José Luiz Datena. Homens são sempre retratados como vilões e monstros criminosos nestes programas, e as mulheres, sempre como vítimas deles.

Como denunciar tais programas?

Se você avalia que estes programas e estas emissoras estão cometendo abusos, agora você pode protocolar uma denúncia ao Ministério Público Federal, sem sair de casa, usando a Internet. A seguir, vamos mostrar um “passo a passo” do que você deve fazer:

1) Vá até a “Sala de Atendimento ao Cidadão” do Ministério Público Federal (MPF) clicando NESTE LINK.

2) Em seguida, clique em “REGISTRAR DENÚNCIA OU SOLICITAÇÃO”. Você será encaminhado à página onde a denúncia propriamente dita será feita. Esta página está sob o título “Cadastro Manifestação”.

3) No campo “Tipo”, você clicará em pessoa física ou jurídica. Aparecerão alguns campos solicitando seus dados pessoais. Preencha-os.

4) No campo “Tipo Manifestação” selecione “Denúncia”.

5) No campo “Descrição da Manifestação”,  escreva o conteúdo de sua denúncia. Aqui vão alguns exemplos do que você poderá relatar:

O programa “C”, veiculado pela Rede de Televisão “S” de “tal dia a tal dia” (coloque os dias e horários em que o programa é exibido), vem: discriminando os homens, cometendo sexismo, incitando o ódio contra homens e meninos, retratando negativamente os homens, vulgarizando as relações humanas,  discriminando e banalizando a conduta humana, desrespeitando a pessoa humana, etc.

6) No campo “Solicitação”, você deve escrever o que espera do MPF.  Você pode, por exemplo, pedir ao MPF que exija que a emissora e o Ministério das Comunicações prestem esclarecimentos com relação ao conteúdo que foi ou está sendo veiculado.

Além do MPF, você pode denunciar o programa também ao Ministério das Comunicações através do e-mail: <denuncia@comunicacoes.gov.br>.

O que acontece depois que o MPF recebe a denúncia?

Em primeiro lugar, o MPF enviará para o denunciante alguns e-mails informando: que a denúncia foi cadastrada com sucesso, o número dela para consulta e que ela será enviada à Procuradoria da República do estado do denunciante. Após a análise do setor responsável, depois de alguns dias, a denúncia retorna à Procuradoria de S. Paulo e ela será autuada como Notícia de Fato.

Em caso de deferimento, é iniciado um diálogo entre o MPF e a emissora, no sentido de uma retratação ou abrir espaço em sua programação para veicular campanhas educativas ou que possam dar voz ao grupo que se sentiu atingido pelo conteúdo. Se não for possível um acordo com a emissora, o MPF parte para uma ação civil pública com o objetivo de aplicar sanções.

Então é isso. Se você acredita que tais programas não podem continuar a incitar o ódio contra homens e meninos, impunemente, faça a sua parte. Denuncie, já! Não custa nada e não exige (praticamente) nenhum esforço. Cada denúncia é fundamental no combate à misandria na mídia.

Porque Direitos dos Homens e Meninos são Direitos Naturais (“Humanos”).

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Fonte: Portal EBC. Disponível em: <http://www.ebc.com.br/cidadania/2015/03/saiba-como-denunciar-conteudos-improprios-exibidos-na-tv-e-no-radio>. Acesso em 05 jun. 2015.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Orientações para homens nas Universidades


Por Evan Delshaw

Traduzido e adaptado por Alan Gore [@arsgore]




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DELSHAW, Evan. Orientações para homens nas Universidades [University Orientation Video for Men]. Tradução e adaptação de Alan Gore [@arsgore]. Vídeo original disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=zABrcdLExq4>. Acesso em 14 maio 2015. Vídeo traduzido e adaptado disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=S_jHyGl3gBY>. Acesso em 14 maio 2015.

domingo, 5 de abril de 2015

Andando em Círculos




por Angry Harry

De vez em quando, os Ativistas por Direitos dos Homens (ADHs) podem ser vistos, aqui e acolá, empenhados na discussão sobre a questão de saber se estão sendo ou não, em geral, muito covardes e politicamente corretos para realizar alguma coisa em termos de mudança ou, se ao contrário, muito beligerantes, unilaterais e hostis.

Este é um assunto muito importante, no qual tenho pensado e discutido ao longo de vários anos.

E posso resumir minhas conclusões de forma muito simples.

terça-feira, 3 de março de 2015

Violência Doméstica contra Homens e Meninos: “Vulnerável”, “sensível” e “frágil” MULHER FEMINISTA ESPANCA O FILHO DE 5 ANOS ATÉ A MORTE!


por Charlton Heslich Hauer

Mais uma “sagrada mãe” mulher feminista mata seu filho de forma cruel, monstruosa e criminosa. Adriano Ramos, de apenas 5 anos de idade, estava internado na Santa Casa de Franca desde quinta-feira. Ele não resistiu às graves agressões da “vulnerável mulher mãe” e teve morte cerebral na sexta; informação foi confirmada só no domingo. Ver matéria completa clicando aqui.



Fiquei sabendo que a mulher disse que o matou porque o filho era um “machista que vinha agredindo-a há muitos anos”. O delegado encarregado acreditou na versão da mulher, não a prendeu e disse que toda mulher deve responder seus crimes em liberdade. Toda a mídia feminista (ou, simplesmente, “toda a mídia”) publicou várias e várias matérias culpando o menino e incitando o ódio contra ele, e a sociedade festejou o assassinato demonstrando isso em milhares de comentários internet afora. 

Os direitisto-ginocêntricos acharam justo o assassinato, pois, para eles, “menino bandido bom é menino bandido morto”. Os esquerdisto-feministas comemoraram bastante o assassinato, fazendo uma marcha a favor do “holocausto masculino”. Nesta “marcha pelo holocausto masculino”, os esquerdisto-feministas levantaram faixas contra o “machismo” e lembraram que é um “direito das mulheres matar todo homem e menino que elas quiserem, seja lá qual for o motivo”, e cobraram do Estado para que o holocausto masculino fosse logo implementado, pois isso seria um avanço na “redução da discriminação de gênero” e um avanço “rumo à igualdade de gênero”. Os libertários até concordaram com a idéia dos feministo-esquerdistas de que “mulheres devem ter a liberdade de matar homens e meninos quando quiserem”, mas se irritaram profundamente com a idéia de “igualdade”.

A juíza que julgará o caso também esteve presente na “marcha pelo holocausto masculino” e prometeu que a mulher assassina será inocentada, e até gritou palavras de ordem como “machismo nunca mais”. O julgamento será no próximo dia 08 de março, o dia internacional da mulher. A presidente Dilma afirmou que nomeará a juíza para ministra do Supremo Tribunal Federal pelos belos serviços prestados.

Casos de crimes idênticos serão retratados no programa “casos de família”, com o título “bebês do sexo masculino devem ser exterminados”, onde a apresentadora do programa dará tiros de pistola 380 na cabeça de vários bebês. O Conar disse que, se houver denúncia contra o programa, este será absolvido por unanimidade, pois, para o Conar, o programa “não violaria nenhum pouco os Direitos Humanos de Homens e Meninos”.

O eterno presidente do Senado, Renan Calheiros, encomendou uma pesquisa e orientou que todos os casos como esse fossem contabilizados como “violência contra a mulher”.

A presidente Dilma e todos os demais políticos prometeram que o holocausto masculino deverá ser aprovado muito brevemente. 

Os defensores dos Direitos Humanos dos Homens e Meninos no Brasil preferiram não opinar sobre o assunto.

E “viva os direitos da mulher!”


Não gostou por achar que isso é sarcasmo com coisa séria? Pois, eu quero dizer que não é sarcasmo, não. São essas as discriminações e monstruosidades com as quais, verdadeiramente falando, homens e meninos sofrem todos os dias.