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domingo, 5 de abril de 2015

Andando em Círculos




por Angry Harry

De vez em quando, os Ativistas por Direitos dos Homens (ADHs) podem ser vistos, aqui e acolá, empenhados na discussão sobre a questão de saber se estão sendo ou não, em geral, muito covardes e politicamente corretos para realizar alguma coisa em termos de mudança ou, se ao contrário, muito beligerantes, unilaterais e hostis.

Este é um assunto muito importante, no qual tenho pensado e discutido ao longo de vários anos.

E posso resumir minhas conclusões de forma muito simples.

terça-feira, 3 de março de 2015

Violência Doméstica contra Homens e Meninos: “Vulnerável”, “sensível” e “frágil” MULHER FEMINISTA ESPANCA O FILHO DE 5 ANOS ATÉ A MORTE!


por Charlton Heslich Hauer

Mais uma “sagrada mãe” mulher feminista mata seu filho de forma cruel, monstruosa e criminosa. Adriano Ramos, de apenas 5 anos de idade, estava internado na Santa Casa de Franca desde quinta-feira. Ele não resistiu às graves agressões da “vulnerável mulher mãe” e teve morte cerebral na sexta; informação foi confirmada só no domingo. Ver matéria completa clicando aqui.



Fiquei sabendo que a mulher disse que o matou porque o filho era um “machista que vinha agredindo-a há muitos anos”. O delegado encarregado acreditou na versão da mulher, não a prendeu e disse que toda mulher deve responder seus crimes em liberdade. Toda a mídia feminista (ou, simplesmente, “toda a mídia”) publicou várias e várias matérias culpando o menino e incitando o ódio contra ele, e a sociedade festejou o assassinato demonstrando isso em milhares de comentários internet afora. 

Os direitisto-ginocêntricos acharam justo o assassinato, pois, para eles, “menino bandido bom é menino bandido morto”. Os esquerdisto-feministas comemoraram bastante o assassinato, fazendo uma marcha a favor do “holocausto masculino”. Nesta “marcha pelo holocausto masculino”, os esquerdisto-feministas levantaram faixas contra o “machismo” e lembraram que é um “direito das mulheres matar todo homem e menino que elas quiserem, seja lá qual for o motivo”, e cobraram do Estado para que o holocausto masculino fosse logo implementado, pois isso seria um avanço na “redução da discriminação de gênero” e um avanço “rumo à igualdade de gênero”. Os libertários até concordaram com a idéia dos feministo-esquerdistas de que “mulheres devem ter a liberdade de matar homens e meninos quando quiserem”, mas se irritaram profundamente com a idéia de “igualdade”.

A juíza que julgará o caso também esteve presente na “marcha pelo holocausto masculino” e prometeu que a mulher assassina será inocentada, e até gritou palavras de ordem como “machismo nunca mais”. O julgamento será no próximo dia 08 de março, o dia internacional da mulher. A presidente Dilma afirmou que nomeará a juíza para ministra do Supremo Tribunal Federal pelos belos serviços prestados.

Casos de crimes idênticos serão retratados no programa “casos de família”, com o título “bebês do sexo masculino devem ser exterminados”, onde a apresentadora do programa dará tiros de pistola 380 na cabeça de vários bebês. O Conar disse que, se houver denúncia contra o programa, este será absolvido por unanimidade, pois, para o Conar, o programa “não violaria nenhum pouco os Direitos Humanos de Homens e Meninos”.

O eterno presidente do Senado, Renan Calheiros, encomendou uma pesquisa e orientou que todos os casos como esse fossem contabilizados como “violência contra a mulher”.

A presidente Dilma e todos os demais políticos prometeram que o holocausto masculino deverá ser aprovado muito brevemente. 

Os defensores dos Direitos Humanos dos Homens e Meninos no Brasil preferiram não opinar sobre o assunto.

E “viva os direitos da mulher!”


Não gostou por achar que isso é sarcasmo com coisa séria? Pois, eu quero dizer que não é sarcasmo, não. São essas as discriminações e monstruosidades com as quais, verdadeiramente falando, homens e meninos sofrem todos os dias.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Como você pode combater o feminismo e as mulheres hipócritas


por Silvio Stodieck Koerich — O Perdedor Mais Foda do Mundo [O verdadeiro*]


Aê, seu pau no cu, este meu post másculo vai te deixar com armas AK-47 mentais demolidoras para colocar o feminismo e a canalhice atual feminina em XEQUE.

A realidade pra um homem atualmente é a pior possível. Ele está cercado pela mídia feminista, pelo governo feminista e pela canalhice e exigências grotescas femininas. Por onde ele olha, ele é achincalhado, humilhado e considerado descartável por toda a sociedade. As mulheres estão com níveis de exigências ridículos, humilhando os homens de bem, reclamando na mídia que somos lixo, enquanto nos bastidores dão sexo oral, anal e beijos linguarudos pros maiores merdas imagináveis. Jogam a carta do feminismo onde querem e quando a coisa aperta usam a carta do “cavalheirismo” (machismo oportuno). Ou seja, o melhor dos 2 mundos enquanto não ganhamos NADA em troca e somos atolados com mais deveres e exigências.

Em ambiente desses, como tu, individualmente, pode meter um belo “Vai tomar no CU” pra sociedade que exige de ti, homem, 100% e te dá em troca nada? Eu vou te mostrar como iniciar silenciosamente uma revolução no modo de agir masculino e começar a causar caos nas hostes femininas.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

O homem “comum” vive na depressão!



Por “the Truth

Ultimamente se fala muito da depressão feminina, mas a realidade prova que a depressão masculina é muito mais comum do que a feminina!

Na virada de ano, observei bem o comportamento dos homens e das mulheres! O que eu percebi era que os homens manifestavam pelo olhar, uma tristeza e um vazio enorme. Enquanto isso, as mulheres pareciam felizes e animadas.

domingo, 30 de novembro de 2014

Quem são as Madas?




por “the Truth”

Quem são as Madas? Mada é um acrônimo para o grupo das mulheres que amam demais.

Uma das principais características das madas é a intolerância a frustrações e a necessidade de controle. Antes não existia essa necessidade de controle, visto que as mulheres não lutavam contra o tempo e a competição feminina não era um valor social! Se não havia tanta liberdade, havia o aprendizado do amor fora de um esfera de competição e vaidade.