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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Os X%: Sobre o que o feminismo realmente é, e porque quem valoriza a liberdade deve lutar contra ele


Por Paul Elam



Itália, Estados Unidos, Congo, Reino Unido, Coréia do Sul, Dinamarca, Austrália, México, Índia, Japão, Canadá e Espanha. Trata-se de uma lista bem diversificada (e apenas parcial) de países; uma mistura de Oriente e Ocidente; uma grande mistura de línguas e culturas que abrangem todo o planeta. Não obstante serem diferenciados em termos de normas sociais e de governança, não obstante o acentuado contraste que há entre eles à primeira vista, todos esses lugares têm um fator muito poderoso e proeminente que inextricavelmente percorre o tecido de sua própria existência, unindo-os.

Trata-se do mesmo fio condutor comum que agora percorre muitas outras conhecidas entidades como: o Pentágono, a Federal Express, a União Européia, os partidos políticos conservadores, o gênero musical Rock and Roll, o Primeiro Ministro da Inglaterra, quase todos os códigos penais da Terra, o Parlamento Australiano, a música country, os partidos políticos liberais, todas as 500 maiores empresas norte-americanas do ranking da Fortune, a Oxford, a Fox News, as Nações Unidas, o Exército da Salvação, a Fundação Ford e o The New York Times.

O que todas essas instituições, esses países, essas culturas, corporações e criações têm em comum, em maior ou menor grau, geralmente maior, é o fato de terem sido impactados pela propagação e pela influência do feminismo de gênero.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

O que é Ginocentrismo?




O Ginocentrismo (do grego, gino: “mulher, fêmea”) é a prática, consciente ou não, de fazer valer o ponto de vista feminino (ou especificamente feminista); de colocar a segurança, o conforto e o bem-estar geral das mulheres no centro da preocupação social ou política, e estruturar a vida na missão a serviço de tais interesses. Resumidamente falando, o Ginocentrismo é o sacrifício masculino para o benefício das mulheres. Esta idéia tradicional foi a norma histórica do mundo, e sempre esteve conosco desde os primórdios. Assim, o Ginocentrismo já existia muito antes do surgimento do feminismo propriamente dito.  Aos homens sempre lhes coube o dever de poupar as mulheres de qualquer sacrifício, e de privá-las e protegê-las de qualquer dor.  Mediante suas ações, os homens afirmaram (e renovaram) o Ginocentrismo, e se fizeram pela nobreza, pelos governos ou pelo Estado e suas respectivas forças coercitivas, pelo próprio instinto protetor, pela honra do nome, pelo cavalheirismo, ou pelo feminismo, o que se vê é que a essência do Ginocentrismo tem permanecido inalterada. Continua sendo um dever peculiarmente dos homens sacrificarem sua própria essência, seu ser, sua identidade, seu bem-estar e sua própria vida em nome das mulheres.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Quatro em cada cinco pessoas assassinadas por violência doméstica no Brasil são homens!


Por Charlton Heslich Hauer


1 – Os Homicídios no Brasil 

A fonte básica para a análise dos homicídios no país, em todos os Mapas da Violência até hoje elaborados, é o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde (MS). O homicídio é um tipo específico de mortalidade por causa externa.

Como o número de homicídios de mulheres por ano é relativamente pequeno, jornalistas e feministas de gênero costumam citar, para tentar causar maior impacto na sociedade, o somatório de homicídios de mulheres ocorridos durante um período de 30 anos. Assim eles divulgam rotineiramente que entre 1980 e 2010 houve pouco mais de 92 mil homicídios de mulheres. O que, lamentavelmente, eles não narram, é que durante esse mesmo período, houve mais de um milhão de homens assassinados, de um total de 1.094.163 homicídios1. A intenção é criar no imaginário das pessoas a idéia errônea de que há uma “cultura machista” (seja lá o que feministas queiram dizer com isso) de violência contra a mulher, de que todos ou a maioria dos crimes cometidos contra a mulher é cometido no âmbito doméstico, de que as mulheres são as maiores vítimas e de que a violência contra elas mereça mais atenção. 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Respondendo a uma “TrogloConservadora”


Por Charlton Heslich Hauer


Uma “trogloconservadora” postou o seguinte comentário aqui no blog:

Não entendi, qual é o propósito deste site? 
"Em toda a história da humanidade, as mulheres sempre tiveram mais privilégios que os homens. Foram sempre os homens os mais discriminados e massacrados. Foram sempre os homens que se sacrificaram e que carregaram esse mundo nas costas em benefício das mulheres" 
Como conservadora, gostaria de perguntar: como assim, privilegiadas? Seria porque, para ficar em um exemplo, homens são recrutados para defender sua nação em um conflito, e as mulheres não, aí você acha isso injusto porque o homem tem de se sacrificar? E então, o que você sugere, um alistamento militar obrigatório para mulheres? 
Ou então, por exemplo, eu estaria correta em dizer que você acha que somos um sexo privilegiado porque o homem tem a função de ganha-pão e a mulher fica em casa cuidando dos filhos? Mudar essa ordem é que não me parece conservador.

As mulheres são (e sempre foram) o sexo mais privilegiado, e se você olhasse para as evidências ao seu redor, concordaria comigo. Se ao olhar não conseguiu enxergar, sugiro humildemente que leia ao menos os artigos da seção “Leitura Sugerida” deste blog para ter uma idéia disso.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A Conseqüência Final do Feminismo, Parte II


Penúltimo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Artigos anteriores desta teoria:

Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Leitura Nº 9: Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
Leitura Nº 10: A Conseqüência Final do Feminismo, Parte I

Por Adam Kostakis

Leitura Nº 11

“A propaganda1, como patriotismo invertido, alimenta-se dos pecados do inimigo. Se não houver pecados, ela inventa-os! O objetivo é fazer com que o inimigo pareça um monstro tão grande que ele perca os direitos de um ser humano.” — Sir Ian Hamilton

A destruição física do ser masculino é a consequência lógica da governança feminista. Quanto mais houver governança feminista, mais haverá perseguição antimasculina, e mais próximo do Holocausto nos encontraremos. Mais feminismo não irá resultar em uma maior igualdade entre homens e mulheres. Mais feminismo não é a solução para os problemas enfrentados pelos Ativistas dos Direitos dos Homens. O feminismo é o problema. E como poderia ser diferente? As feministas acreditam que há uma dívida para com elas de responsabilidade de todos os homens, e elas estão perfeitamente contentes em recuperar esta dívida em meio a sangue e sofrimento. Não importa quanta dor elas infligem ao mundo, isso nunca será o suficiente para saciar suas emoções violentas, vingativas. Pelo contrário, quanto mais mal elas infligem aos homens, mais normalizado isso se torna, e — como uma toxicodependência —  elas vão precisar de doses cada vez mais “altas” para satisfazer o ódio, culminando com a Punição Final, a erradicação total dos homens.