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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Urgente — Precisamos votar contra a mais um projeto de lei nazista de gênero!


Por Charlton Heslich Hauer

Pedimos a todos, por gentileza, para votar CONTRA um projeto de lei nazista de gênero que exclui todas as crianças, adolescentes, adultos e idosos do sexo masculino. Há uma enquete no famigerado DataSenado a respeito de um projeto de lei (PLS 292/2013) que pretende tornar crime hediondo o assassinato de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. APENAS quando as mulheres são as vítimas. Mas sabemos que crianças, adolescentes, adultos e idosos do sexo masculino são tão ou mais vitimados pela violência doméstica do que as mulheres. Portanto, esse projeto de lei é imoral e hediondo, uma vez que não contempla todas as pessoas.

Para votar “contra”, clique no link abaixo. A enquete está no canto superior direito da página.
http://www.senado.gov.br/noticias/DataSenado/ 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

A Entrega Feminina como Dominância Emocional


Por Typhonblue (Alison Tieman)


Saudações. Sou a Typhonblue e hoje estou apresentando o primeiro de uma série de artigos que eu estou chamando de V-leaks: Revelando o Códice Feminino.

Esta série vai se concentrar na análise de como as mulheres desenvolvem e empregam o poder de uma maneira feminina. E por feminina eu quero dizer, como uma manifestação de uma combinação de biologia feminina e socialização feminina.

Apenas uma nota para deter as inevitáveis acusações de “misoginia”. Se você considerar misógina esta série, então, por extensão todo trabalho que envolve o estudo do uso e abuso de poder dos homens — incluindo o meu próprio vlog em estruturas de poder masculino chamadas de apexuality* — é um oceano de misandria suficiente para afogar o mundo inteiro.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O Holocausto Masculino Chega ao Ocidente — Menino de seis anos de idade é acusado de assédio sexual por escola após beijar a mão de colega de classe


Garoto teve fato incluído em seus registros, causando indignação na mãe.

Um menino de apenas seis anos de idade foi acusado por sua escola de assédio sexual após se inclinar para beijar a mão de uma colega de classe. O caso ocorreu em Cañon City, Colorado, nos EUA.

Hunter Yelton deu o beijo na mão da menina durante a aula de música. Segundo a mãe do garoto, os dois gostam muito um do outro, e são como “namorado e namorada”.

Segundo Jennifer Saunders Krdo, a mãe em questão, foi o professor de música quem denunciou o fato. A mãe afirmou que o garoto já teve problemas relacionados a suspensão, como uma vez em que deu um beijo no rosto da mesma menina. Mesmo assim, ela admite que rotular o fato como assédio sexual é ir longe demais.


A mulher pretende lutar para retirar o fato de seus registros. Ainda assim, o superintendente do distrito comentou que o comportamento do garoto atende aos critérios da escola de “assédio sexual”, e a sanção severa é necessário para que ele possa consertar seus caminhos.

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Disponível em: <http://www.techmestre.com/menino-de-seis-anos-de-idade-e-acusado-por-escola-de-assedio-sexual-apos-beijar-a-mao-de-colega-de-classe.html>.
Fonte: <http://www.huffingtonpost.com/2013/12/10/6-year-old-sexual-harassment_n_4420249.html?utm_hp_ref=weird-news>. Acesso em 12 dezembro 2013.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A Natureza Ecológica da Dificuldade


Por Fidelbogen

Há uma ecologia social masculina. Da mesma forma, existe uma ecologia social feminina. Mas antes, há uma ecologia social pura e simples para ambos, um grande círculo que envolve igualmente homens e mulheres, e que transita entre eles. Convenhamos: homens e mulheres vivem no mesmo planeta, suas fisiologias são majoritariamente as mesmas, bebem da mesma água e respiram o mesmo ar, são indispensáveis um ao outro como espécie, e o bem-estar de ambos está interligado em uma infinidade de maneiras que não precisamos ter a esperança de desvendá-las.

E sim, as feministas gostam de trombetear a idéia de que as mulheres são o sexo “ecológico”, aquele que encarna as virtudes de parentesco, de interdependência, de intuição, de sentimento holístico e assim por diante. Eu vou omitir “as mulheres” da discussão aqui, mas eu não posso perder a ironia monumental de que não há nada ecológico no feminismo, o qual sua práxis holística tem sido completamente feminino-solipsista, para não falar de supremacista. Por toda a sua retórica verde, o movimento das mulheres tem persistentemente agido alheio à natureza sexualmente interdependente de bem-estar humano.

Veja bem, o bem-estar das mulheres não é uma caminhonete Monster 4X a qual você pode dirigir em qualquer lugar que quiser, derrubando cercas e canteiros, e passando por cima do bem-estar dos homens, como se tal coisa existisse. Não, você não pode destruir metade de uma ecologia social, sem repercussão sobre a outra metade. Perdoe-me por insistir no óbvio, mas você não pode envenenar apenas metade de um poço. O veneno irá se espalhar rapidamente para a outra metade, e quando isso acontecer, você não pode culpar essa metade pelas conseqüências. Se você jogou o veneno dentro do poço, então VOCÊ é a única culpada.

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CF, Fidelbogen. The Ecological Nature of the Difficulty. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/the-ecological-nature-of-difficulty.html>. Acesso em 15 novembro 2013.

Tradução atualizada em: 23 abril 2014.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Sem o Feminismo Radical, não Haveria, absolutamente, nenhum Feminismo


Por Fidelbogen

Quando você expõe o feminismo radical à luz solar desinfetante do olhar do mundo, pelo menos, em teoria, você o mata. E você mata o resto do feminismo também. Os feminismos moderados devem sua existência à existência do feminismo radical. O feminismo radical é o elemento motriz que mantém TODO o feminismo, dinâmico. Subtraia o feminismo radical do resto do feminismo, e ele cresceria anêmico e desprovido de finalidade, e finalmente, desapareceria.

Isso lança uma luz instrutiva sobre o clichê de que “nem todas as feministas são assim”. Veja você, não é mesmo necessário que todas as feministas sejam “assim”, contanto que algumas feministas sejam. Basta apenas isso. O feminismo em conjunto ara seu sulco destrutivo pelo mundo pelo trabalho combinado de todos os feministas — mesmo os moderados. Mas os radicais são a verdadeira força motriz, dispostos a conduzir o empreendimento em direção a fronteiras inimagináveis. Os moderados, quer eles admitam ou não, servem principalmente para camuflagem, porque não importa o quão longe os radicais desafiem os limites, os moderados sempre irão parecer comparativamente razoáveis — como “bons policiais” nesse jogo imutável.

Compreenda, os feministas moderados não são muito de desafiar limites. Isso é o que os radicais fazem. Mas quando o limite, de fato, é desafiado, pode-se sempre contar com os moderados para preencher o espaço que os radicais insistentes abriram para eles. A corrente dominante está sempre migrando para uma direção mais radical, e por isso o futuro do feminismo liberal é sempre radical.

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CF, Fidelbogen. Without Radical Feminism, There Would be no Feminism at All. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/without-radical-feminism-there-would-be.html>. Acesso em 14 novembro 2013.