sexta-feira, 8 de novembro de 2013
O Crescimento do Mal-Estar entre os Sexos
Por Fidelbogen
O feminismo não tem dado razões para incentivar o crescimento da inteligência moral entre as mulheres em geral, mas, todos os motivos para incentivar o contrário — e culpar os homens pela disfuncionalidade social que se segue.
E o vazio do discurso edificante do feminismo se funde perfeitamente com a propensão humana a ser preguiçosa e desonesta. Esta propensão é comum a ambos, homens e mulheres, mas aqui a tendência é unilateralmente incentivada entre a população feminina: as mulheres são levadas a acreditar que nunca fazem nada de errado, enquanto os homens sofrem uma construção adversa por qualquer palavra ou ação.
Por todas estas razões, não é de admirar que muitos homens analisem as mulheres no conjunto e as vejam como ovelhas cúmplices na melhor das hipóteses, e como odiadoras de homens feministicamente aficionadas, na pior das hipóteses. É uma combinação de fatores que só pode gerar misoginia. Sim: sob certas condições o mofo cresce. Do mesmo modo, sob certas condições a misoginia irá crescer. Dadas as condições necessárias, podemos prever cada consequência.
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Fidelbogen. The Growth of Ill-Feeling Between the Sexes. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/the-growth-of-ill-feeling-between-sexes.html>. Acesso em 08 novembro 2013.
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O Crescimento do Mal-Estar entre os Sexos
2013-11-08T09:11:00-03:00
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Feminismo na Espanha: O Regresso à Inquisição
O autor e apresentador Daniel Estulin do programa “Desde la Sombra” da televisão on-line russa RT (Russia Today) entrevistou o ex-juiz, e agora, advogado, Francisco (Paco) Serrano Castro. No programa de ontem (06/11), Estulin entrevistou aquele quem ele afirma ser “o único homem que ousou enfrentar os grupos de prisão nazifeministas”. O tema do programa foi a lei de violência de gênero e as consequência nefastas para os homens e para as crianças.
“Um milhão de denúncias falsas; mais de 50.000 pais inocentes nas prisões espanholas; mais de 200.000 pais privados do direito de pai para crianças que são dadas como órfãs...”
A Espanha está passando por um processo que viola os direitos de sua população masculina. Para Estulin, esse processo parece irreversível. Existe um sistema legal que permite anular e infringir a presunção de inocência de milhares de homens processados e/ou condenados pelo simples fato de serem homens. Pode haver tal situação no século XXI? Daniel Estulin afirma que: “é um problema que não pode ser trazido a público, porque na Espanha o crucificam”. Bem-vindos ao Renascimento da Inquisição!
Eu só peço um favor à meia dúzia de pessoas que lêem este blog: Assistam a este espetacular programa e compartilhem-no em todos os lugares possíveis.
Muito obrigado.
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Disponível em: <http://actualidad.rt.com/programas/desde_la_sombra/view/110506-feminismo-espana-regreso-inquisicion>
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Feminismo na Espanha: O Regresso à Inquisição
2013-11-07T11:42:00-03:00
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
O “Bom” é Separável do Feminismo
Por Fidelbogen
As nobres ou respeitáveis peças do feminismo não compõem a alma do feminismo porque não pertencem quintessencialmente ao feminismo. Em vez disso, elas pertencem ao mundo em geral, ao universo do discurso humanista liberal, ao corpo da opinião tradicional sobre o jogo limpo, à decência comum, e afins. E se estas fossem desprendidas do feminismo, elas poderiam muito bem navegar sob sua própria bandeira. Certamente, elas não exigem um cognome ultramoderno como “feminismo”. E ainda assim elas obscurecem a presença vital daquele OUTRO feminismo, o tipo não-agradável, que opera apenas para impulsionar a agenda feminino-supremacista.
Já posso ouvir um grito de protesto. “Não, isso NÃO é o que o feminismo realmente é!”
E eu respondo: “Azar o seu. Você teve ANOS para contar ao mundo o que o feminismo realmente é. Agora é o mundo que diz ao feminismo o que o feminismo realmente significa”.
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Fidelbogen. The "Good" is Separable From Feminism. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/the-good-is-independant-of-feminism.html>. Acesso em 06 novembro 2013.
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O “Bom” é Separável do Feminismo
2013-11-06T13:07:00-03:00
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sábado, 2 de novembro de 2013
Feministas e Tradicionalistas são Gêmeos Naturais
Por Fidelbogen
O lado obscuro da natureza feminina é rotineiramente varrido para debaixo do tapete, ou justificado, ou “enfeitado” de várias maneiras. Tal comportamento justificado (chamado muitas vezes de uma forma solta de “cavalheirismo”) tem raízes profundas na cultura em geral. Claramente, então, é muito anterior à década de 1960, quando então o regime radical feminista atual começou.
E esse regime feminista em si é muito mais um desdobramento da cultura historicamente existente do que qualquer outra coisa. Ele não se popularizou na humanidade assim do nada; ele cresceu a partir do que existia. E assim o princípio feminista de que as mulheres nunca fazem nada de errado se baseia na mesma ordem cavalheiresca “patriarcal” da qual ela surgiu. Ela se baseia no ginocentrismo profundo-estrutural da tradição do “açúcar e especiarias”* e perpetua essa tradição de forma dissimulada.
O feminismo não visa encerrar o assim chamado patriarcado, mas transformá-lo em algo controlado, primeiramente, por homens e mulheres feministas e, em segundo lugar, por “Cavaleiros Brancos” ginocentristas provenientes das fileiras dos tradicionalistas. Por fim, o grupo no meio do fogo cruzado será o daqueles homens que, qualquer que seja a combinação de métodos, estarão minimizando o controle feminino sobre suas vidas. Feministas e tradicionalistas ambos nutrem um antagonismo natural para com esse grupo.
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Nota do Tradutor:
"açúcar e especiarias": Refere-se a uma cantiga de roda que data do início do século XIX, atribuída ao poeta inglês Robert Southey, que dizia que meninas são feitas de açúcar e especiarias e tudo que há de bom, enquanto que os meninos são feitos de sapos, caracóis e rabos de cães. Vejamos a letra no original:
"What are little girls made of ?
Sugar and spice, and all things nice,
that's what little girls are made of.
What are little boys made of ?
Frogs and snails, and puppy dogs tails,
that's what little boys are made of"
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Fidelbogen. Feminists and Traditionalists are Natural Bedfellows. Tradução e notas de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/02/feminists-and-traditionalists-are.html>. Acesso em: 02 nov. 2013.
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Feministas e Tradicionalistas são Gêmeos Naturais
2013-11-02T11:47:00-03:00
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013
A Inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha sob o Prisma da Igualdade Constitucional
Por Aldilene Vieira de Freitas e Patrícia de Gouveia Mendes
RESUMO: Objetiva este artigo discutir a abrangência da Lei 11.340/06 – Lei Maria da Penha – ao privilegiar a mulher e excluir da sua proteção o homem, constituindo, dessa forma, uma prática discriminatória, o que fere o Princípio da Igualdade previsto na Constituição Federal, e, conseqüentemente, fundamenta a inconstitucionalidade da referida Lei, por não cingir todos os que sofrem com a violência doméstica e familiar.
Clique no link abaixo para baixar este artigo e lê-lo na íntegra:
A Inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha sob o Prisma da Igualdade Constitucional
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Disponível em:<http://www.esmarn.tjrn.jus.br/revistas/index.php/revista_direito_e_liberdade/article/view/159/169>. Acesso em 31 outubro 2013.
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Disponível em:<http://www.esmarn.tjrn.jus.br/revistas/index.php/revista_direito_e_liberdade/article/view/159/169>. Acesso em 31 outubro 2013.
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08:54
A Inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha sob o Prisma da Igualdade Constitucional
2013-10-31T08:54:00-03:00
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