por Mauricio Trindade
É inegável que o movimento feminista está intimamente ligado ao marxismo, pelo menos na teoria, pois na prática, o ideal de mulher independente financeiramente é muito útil à saúde do capitalismo.
Uma das obras ainda hoje bastante celebrada por feministas é a obra "A Origem da família da Propriedade e do Estado”, de Friedrich Engels, amigo de Karl Marx que reafirmou a tese de sociedades matriarcais em tempos primitivos e considerou que a mulher era explorada pelo homem em meio à hegemonia burguesa, algo que ainda ecoa em feministas mais radicais.
No famoso Manifesto Comunista, Karl Marx e Freidrich Engels dizem:
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Autoritarismo Feminista, Marxismo e o Governo Petista
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Origem do Feminazismo
Texto retirado, traduzido, editado e adaptado da página do blog Erin Pizzey's Blog e postado no extinto site <www.quebrandoosmitos.com.br/>, hoje blog CONSCIÊNCIA, que tem como proprietário o jornalista Márcio de Andrade, na seguinte página ORIGEM DO FEMINAZISMO.
Hoje sabemos que o feminazismo é uma epidemia que se alastra causando desgraça por onde passa, mas como começou tal doença? A feminista "traidora" Erin Pizzey explica como tudo começou.
por Erin Pizzey
Tudo começou em Nova York, quando muitas mulheres ativistas voltaram de Mississipi onde tentaram ajudar os negros a conseguirem o direito de votar. Os homens dos movimentos revolucionários esperam que as mulheres papéis diferentes.
Hoje sabemos que o feminazismo é uma epidemia que se alastra causando desgraça por onde passa, mas como começou tal doença? A feminista "traidora" Erin Pizzey explica como tudo começou.
por Erin Pizzey
Tudo começou em Nova York, quando muitas mulheres ativistas voltaram de Mississipi onde tentaram ajudar os negros a conseguirem o direito de votar. Os homens dos movimentos revolucionários esperam que as mulheres papéis diferentes.
Postado por
Charlton Heslich Hauer
às
14:29
Origem do Feminazismo
2010-08-30T14:29:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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domingo, 29 de agosto de 2010
"Sexo Privilegiado - O Fim do Mito da Fragilidade Feminina"
REVISTA VEJA Edição 1822 . 1° de outubro de 2003
Entrevista: Van Creveld
O sexo oprimido
Historiador diz que os discriminados são os homens e que eles têm menos direitos que as mulheres
...............................................................................................................................
Diogo Schelp
O historiador israelense Martin Van Creveld, de 57 anos, está acostumado a tratar de questões polêmicas. Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, especialista em história militar, Van Creveld é chamado com freqüência para opinar sobre conflitos mundiais, como os que atingem seu país. Lecionou nos principais institutos de estratégia, civis ou militares, do mundo ocidental, incluindo a Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos. Pesquisador respeitado, nos últimos anos Van Creveld tem se dedicado também a estudar outro tema explosivo: a guerra dos sexos. Em seu mais recente livro, O Sexo Privilegiado, publicado neste ano na Alemanha e recheado de estatísticas, ele defende que são os homens – não as mulheres – os verdadeiros oprimidos pela sociedade. Ph.D pela London School of Economics, da Inglaterra, e autor de dezessete livros, entre os quais obras de referência no meio acadêmico, como O Futuro das Guerras e As Mulheres e a Guerra, Van Creveld faz questão de dizer que é casado e vive muito feliz com sua esposa. Na entrevista a seguir, ele explica sua teoria antifeminista.
Entrevista: Van Creveld
O sexo oprimido
Historiador diz que os discriminados são os homens e que eles têm menos direitos que as mulheres
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Diogo Schelp
O historiador israelense Martin Van Creveld, de 57 anos, está acostumado a tratar de questões polêmicas. Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, especialista em história militar, Van Creveld é chamado com freqüência para opinar sobre conflitos mundiais, como os que atingem seu país. Lecionou nos principais institutos de estratégia, civis ou militares, do mundo ocidental, incluindo a Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos. Pesquisador respeitado, nos últimos anos Van Creveld tem se dedicado também a estudar outro tema explosivo: a guerra dos sexos. Em seu mais recente livro, O Sexo Privilegiado, publicado neste ano na Alemanha e recheado de estatísticas, ele defende que são os homens – não as mulheres – os verdadeiros oprimidos pela sociedade. Ph.D pela London School of Economics, da Inglaterra, e autor de dezessete livros, entre os quais obras de referência no meio acadêmico, como O Futuro das Guerras e As Mulheres e a Guerra, Van Creveld faz questão de dizer que é casado e vive muito feliz com sua esposa. Na entrevista a seguir, ele explica sua teoria antifeminista.
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