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sábado, 30 de junho de 2012

“Pig Latin”¹ – Brincando com as palavras


Vamos dar continuidade, então, à Teoria do Ginocentrismo. 

Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique aqui para ler a 2º artigo: A Mesma História Repetida
Clique aqui para ler a 3º artigo: Refutando o Apelo ao Dicionário


Por Adam Kostakis

Leitura N° 4

“É como se a língua comum que usamos todos os dias tivesse um conjunto oculto de sinais, uma espécie de código secreto” - William Stafford

Para recapitular o artigo anterior: os Defensores dos Direitos dos Homens não devem ter medo de brincar com as palavras; de redefinir o debate; de reformular a linguística convencional e usá-la como quiserem. Não tenham medo de fazer um jogo. Usem palavras — e os significados que vocês escolherem para atribuir a elas — para zombar, humilhar e confundir seus inimigos. Vejamos um bom exemplo — temos abaixo um tipo de uso de típica fraseologia feminista, mas com uma diferença importante:

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Gaia — parte 3

Como vai, caro amigo? Dando prosseguimento a série Gaia, entraremos desta vez na penúltima parte da série.

Clique aqui para ler a parte 1
Clique aqui para ler a parte 2

por Angry Harry

Nesta parte, vou explicar como é que o fato de ver os adversários do movimento dos homens, como grandes organismos, pode ajudar os ativistas a moldar as suas perspectivas das batalhas que virão, como também ajudá-los no caminho para as primeiras vitórias até obterem uma melhor compreensão da natureza do “inimigo”.

Em geral, a ideia por trás desta série é ajudar os ativistas a tentarem ver a coisa de longe, de modo que se tornem mais capazes de olhar para o panorama, em vez de serem inundados pelos elementos contidos nela.

sábado, 12 de maio de 2012

Refutando o Apelo ao Dicionário

Vamos ao 3º artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Clique a seguir para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique a seguir para ler o 2º artigo: A Mesma História Repetida



Leitura Nº 3

“Alguma vez você já olhou, realmente, a palavra feminista em um dicionário? Significa: igualdade entre os sexos. Não se trata de odiar os homens. Isto é muito simples e você saberia, se realmente tivesse olhado” – Diva

Na seqüência do artigo anterior, sobre a visão geral do Ginocentrismo do passado e atual, eu proponho haver um ponto comum de culto às mulheres, passando por, e ligando, concepções tradicionais de masculinidade — historicamente expressas naquilo que poderíamos chamar de “patriarcado” — e o feminismo, o qual se apoderou do Estado e de instituições supranacionais, e está prestes a desencadear a perseguição explícita aos homens.

sábado, 14 de abril de 2012

Gaia — parte 2

Continuando a brilhante série do nosso amigo Angry Harry, dessa vez ele toca em temas filosóficos e bastante polêmicos, como as questões do livre-arbítrio e da culpa, aponta os verdadeiros objetivos das "empresas", mostra que é preciso haver um feedback positivo por parte do povo para que as "empresas" cresçam (sem esse apoio, dificilmente as "empresas" sobrevivem) e deixa um alento no fim de seu texto ao dizer que há meios, sim, para se combater essas famigeradas grandes "empresas", tais como a mídia, o Governo, as corporações, as ideologias (como o feminismo, por exemplo) etc.





No meu último post, eu indiquei que organismos biológicos pluricelulares (como as pessoas) e empresas com muitos funcionários (como os governos) têm muitas coisas em comum.

Componentes relativamente simples (células ou pessoas) se juntam para criar estruturas de vida que são muito diferentes de si mesmas, que são muito superioras quando comparadas entre si, que são extremamente alienadas de si mesmas e que são, de fato, muito independentes de si mesmas.

E assim, por exemplo, da mesma forma que cada célula humana não tem a capacidade de desenvolver uma real compreensão dos seres humanos dos quais elas fazem parte, as pessoas que são os componentes de grandes organismos, tais como os governos, também não têm verdadeira compreensão das bestas burocráticas que, coletivamente, elas criaram.

terça-feira, 10 de abril de 2012

A Mesma História Repetida


Este é o segundo artigo (de uma série de doze) sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo


Leitura N° 2

"Não fui feito com o seu molde. Não leio a mesma história repetida" — Pennywise

Meus leitores devem compreender que as preocupações abordadas pela Teoria do Ginocentrismo não estão limitadas ao feminismo. O feminismo é ainda bastante novo em cena, enquanto que o Ginocentrismo tem estado ao redor do mundo desde que a História foi registrada. O Movimento dos Direitos dos Homens visa abordar problemas relacionados com o feminismo, mas não limita sua atenção para estes problemas. Muitos destes problemas já existiam antes do final do século 19, quando surgiu o feminismo propriamente dito, embora eles tenham sido ampliados e agravados desde então. O feminismo é apenas a embalagem moderna do Ginocentrismo, um produto antigo, tornado possível na sua forma atual pelas amplas medidas de bem-estar público do período pós-guerra.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Gaia — parte 1

por Angry Harry

Dos 13 aos 28 anos de idade, por uma razão ou por outra, encontrei-me permanentemente envolvido com o estudo da Biologia. Foi sempre relevante de alguma forma para minha prospectiva carreira ou para minha formação.

E uma das minhas primeiras manifestações de verdadeiro gênio — que, certamente, me colocou em pé de igualdade com Darwin — foi quando me dei conta, depois de apenas 15 anos de estudo, que simplesmente todos os seres vivos eram compostos de células.

Sim. É verdade!

Células, células, células.

Se você é uma cobra venenosa, um fungo viscoso, um verme miserável, ou uma feminista emocionalmente deficiente, você será composto(a) de células.


sexta-feira, 30 de março de 2012

Olhando Fixamente para fora do Abismo


Por Adam Kostakis

"Eu amo uma oposição que tenha convicções" Frederico, o Grande

Leitura Nº 1

A batalha dos sexos tem sido degenerada em uma guerra suja, e estamos, cada um de nós, sendo convocados para essa guerra por forças que não se importam nem um pouco com igualdade nem com justiça.

A propaganda [política], como uma ferramenta de controle, é eficaz somente na medida em que a visão do mundo que ela apresenta está em harmonia com a percepção do mundo vivenciado, dia a dia, por seus alvos. Quanto maior o fosso entre o mundo percebido e o da representação propagandística do próprio mundo, menos eficaz e portanto, menos útil a propaganda será, em última análise. Chegamos a uma conjuntura em que as mulheres estão cada vez mais rejeitando o feminismo por ser irrelevante ou inaplicável às suas vidas, porque o mundo que a ortodoxia feminista descreve não parece ser o planeta Terra. Ao mesmo tempo, estamos nos aproximando do auge do controle feminista sobre o mundo real habitado, o qual combina repressão estatal com tribalismo de gênero, ambas as forças se intensificando exponencialmente à medida que usam umas às outras como alavanca para subir cada vez mais alto.

sábado, 9 de abril de 2011

Como Lidar com Táticas de Constrangimento!


Num certo dia do ano passado, eu pesquisava na net algo que falava sobre direitos dos homens, e, sem querer, acabei encontrando um artigo em um site dos EUA que falava em como lidar com “táticas de constrangimento”. Copiei e colei esse artigo nos “arquivos diversos” do meu notebook, para depois lê-lo. Mas, esqueci desse arquivo. Foi só então que há poucas semanas, encontrei o artigo e o traduzi, acrescentando alguns poucos exemplos e fazendo algumas adaptações ao nosso idioma ou em algo que eu achava repetitivo ou desnecessário.

O Catálogo de Táticas de Constrangimento Antimasculinas

Por Exposing Feminism

From http://menforjustice.net/;-

Bem, as táticas de constrangimento mostram o comportamento histriônico feminino em não querer discutir as coisas usando a lógica. Contudo, as mulheres não são as únicas culpadas de usar essas táticas contra os homens. Homens ginocêntricos também as usam.

As táticas de constrangimento são dispositivos destinados a provocar a insegurança emocional, vergonha ou falsa culpa em um homem e assim, encerrar o debate. Elas são utilizadas para abster qualquer crítica às mulheres, e demonizar os homens que questionam o comportamento feminino. A maioria dessas táticas (se não, todas) são, na verdade, ataques “ad hominem”.

domingo, 29 de agosto de 2010

"Sexo Privilegiado - O Fim do Mito da Fragilidade Feminina"

REVISTA VEJA Edição 1822 . 1° de outubro de 2003
Entrevista: Van Creveld
O sexo oprimido

Historiador diz que os discriminados são os homens e que eles têm menos direitos que as mulheres
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Diogo Schelp

O historiador israelense Martin Van Creveld, de 57 anos, está acostumado a tratar de questões polêmicas. Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, especialista em história militar, Van Creveld é chamado com freqüência para opinar sobre conflitos mundiais, como os que atingem seu país. Lecionou nos principais institutos de estratégia, civis ou militares, do mundo ocidental, incluindo a Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos. Pesquisador respeitado, nos últimos anos Van Creveld tem se dedicado também a estudar outro tema explosivo: a guerra dos sexos. Em seu mais recente livro, O Sexo Privilegiado, publicado neste ano na Alemanha e recheado de estatísticas, ele defende que são os homens – não as mulheres – os verdadeiros oprimidos pela sociedade. Ph.D pela London School of Economics, da Inglaterra, e autor de dezessete livros, entre os quais obras de referência no meio acadêmico, como O Futuro das Guerras e As Mulheres e a Guerra, Van Creveld faz questão de dizer que é casado e vive muito feliz com sua esposa. Na entrevista a seguir, ele explica sua teoria antifeminista.