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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Perseguindo Arco-íris


Oitavo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 8

“Igualdade, corretamente entendida como nossos pais fundadores1 a entenderam, leva à liberdade e à emancipação de diferenças criativas; mal compreendida, como tem sido tão tragicamente em nosso tempo, leva primeiro à conformidade e, em seguida, ao despotismo." — Barry Goldwater

O que é que nos permite viver a vida de uma forma mais significativa? Esta é uma questão com uma longa história, e depois de mais de dois mil anos coçando a cabeça tentando encontrar as respostas, nossa espécie não está muito mais sábia quanto a isso. Respostas são descartadas tão facilmente quanto elas surgem. Talvez a única e verdadeira sabedoria a ser transmitida por séculos de busca espiritual é a de que a solução não pode ser reduzida à percepção de apenas um valor. Esforços para trazer um sistema social baseado em cima da percepção de um valor em particular — seja ele a doutrina religiosa, a vontade da nação, ou a igualdade social — invariavelmente resultaram em repressão generalizada, e não numa era de ouro de paz e virtude como postulada por seus ideólogos. Ao contrário disso, as sociedades que conseguiram criar e manter o espaço para que as pessoas vivessem o que poderíamos chamar de “vidas mais significativas” foram aquelas que mantiveram uma série de valores em equilíbrio. Esta não é uma solução muito empolgante, mas é melhor estar insatisfeito com os grandes mistérios da vida do que se tornar servo ou se transformar num “desaparecido” por um regime, em busca de um imperativo mais atraente.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

VAWA — A Lei “Maria da Penha” dos EUA — Está Morta por Enquanto


Por Charlton Heslich Hauer

Uma boa notícia para os homens americanos. No início já desse ano de 2013, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos da América vetou a renovação da aprovação da VAWA (Violence Against Women Act), que quer dizer: Lei de Violência contra a Mulher. A VAWA era uma lei federal que existia desde 1994, elaborada pelo Senador democrata Joe Biden.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O Pessoal em Contraste ao Político


Mais um espetacular artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo, do genial filósofo Adam Kostakis. Chegamos então a seu sétimo artigo de um total de doze. Mais abaixo estão os links dos artigos anteriores para aqueles que ainda não leram ou querem se lembrar de tudo o que foi feito até o momento. 

Leitura Nº 1: Teoria do Ginocentrismo — Olhando Fixamente para Fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 7

“Eles se orgulhavam de pertencer a um movimento, como algo distinto de um partido, pois sabiam que um movimento não deveria estar vinculado a um programa.” — Hannah Arendt

Na semana passada, vimos como o conceito de dominação tornou-se uma justificativa para a invasão do despotismo. Esse tipo de coisa não deve ser tomado como surpresa pelos leitores atentos, já que praticamente toda palavra-chave no léxico feminista é utilizada de forma semelhante. Se o termo que está sendo discutido é a misoginia ou o estupro ou o patriarcado, a tendência é a de ampliar o seu significado para cobrir o maior campo semântico possível, praticando o máximo possível de contrabando ideológico dentro de uma túnica de justiça. O efeito de tudo isso na vida real é restringir a autonomia masculina através da criminalização das ações dos homens. As possibilidades sem limites para o branqueamento semântico correspondem a longas penas de prisão e multas muito danosas. A intenção é criminalizar a norma. Todo movimento que um homem fizer deve causar um arrepio na espinha dele, deve forçá-lo a olhar por cima do ombro, com uma expressão tomada de pânico, perguntando-se: “qual a nova lei que eu infringi?” Os homens estão a viver em um perpétuo estado de vigilância e culpa presumida — uma existência panóptica1 em que são repetidamente castigados por terem feito o mal. Isto é, de acordo com um padrão moral invasivo e alienígena que eles são convidados a obedecer, não compreender, e certamente, não questionar ou refutar.

sábado, 12 de maio de 2012

Refutando o Apelo ao Dicionário

Vamos ao 3º artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Clique a seguir para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique a seguir para ler o 2º artigo: A Mesma História Repetida



Leitura Nº 3

“Alguma vez você já olhou, realmente, a palavra feminista em um dicionário? Significa: igualdade entre os sexos. Não se trata de odiar os homens. Isto é muito simples e você saberia, se realmente tivesse olhado” – Diva

Na seqüência do artigo anterior, sobre a visão geral do Ginocentrismo do passado e atual, eu proponho haver um ponto comum de culto às mulheres, passando por, e ligando, concepções tradicionais de masculinidade — historicamente expressas naquilo que poderíamos chamar de “patriarcado” — e o feminismo, o qual se apoderou do Estado e de instituições supranacionais, e está prestes a desencadear a perseguição explícita aos homens.

terça-feira, 10 de abril de 2012

A Mesma História Repetida


Este é o segundo artigo (de uma série de doze) sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo


Leitura N° 2

"Não fui feito com o seu molde. Não leio a mesma história repetida" — Pennywise

Meus leitores devem compreender que as preocupações abordadas pela Teoria do Ginocentrismo não estão limitadas ao feminismo. O feminismo é ainda bastante novo em cena, enquanto que o Ginocentrismo tem estado ao redor do mundo desde que a História foi registrada. O Movimento dos Direitos dos Homens visa abordar problemas relacionados com o feminismo, mas não limita sua atenção para estes problemas. Muitos destes problemas já existiam antes do final do século 19, quando surgiu o feminismo propriamente dito, embora eles tenham sido ampliados e agravados desde então. O feminismo é apenas a embalagem moderna do Ginocentrismo, um produto antigo, tornado possível na sua forma atual pelas amplas medidas de bem-estar público do período pós-guerra.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Feministas: Incitadoras e Incitadores de assassinatos!


Por Charlton Heslich Hauer

Atenção, caro leitor. Preste atenção nesse vídeo, se tiver “estômago” para isso.



Vejamos o que Christian J. fala a respeito (NT: citação traduzida do inglês):

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Geraldo Alckmin, feminazista?

Por Charlton Heslich Hauer

Estamos ferrados!

Na semana passada, eu acompanhei uma entrevista ao programa do Jô (mangina-mor da TV “bostileira”) desse que já foi meu candidato a presidente, Geraldo Alckmin.

Pois bem, nela, o Geraldo (hoje, Governador de São Paulo) solta algumas "pérolas" populistas enojadoramente feminazistas.

Primeiro, ele fala do esforço que está fazendo para diminuir a população carcerária feminina em SP. Ele disse que conseguiu reduzir a população carcerária feminina para apenas 5% do total. O curioso é o seguinte. O número de crimes e delitos cometidos por mulheres nos últimos anos em todo Brasil , e, principalmente em SP, aumentou assustadoramente. Um aumento muito, mas, muito maior em termos proporcionais que o percentual de delitos cometidos pelos homens (numa proporção de 3 para 1). O que me faz concuir o seguinte: ESSE GOVERNADOR FEMINAZISTA ESTÁ PROMOVENDO CAMPANHA DE SOLTURA DE CRIMINOSAS, APENAS PELO FATO DE SEREM MULHERES.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Autoritarismo Feminista, Marxismo e o Governo Petista

por Mauricio Trindade

É inegável que o movimento feminista está intimamente ligado ao marxismo, pelo menos na teoria, pois na prática, o ideal de mulher independente financeiramente é muito útil à saúde do capitalismo.

Uma das obras ainda hoje bastante celebrada por feministas é a obra "A Origem da família da Propriedade e do Estado”, de Friedrich Engels, amigo de Karl Marx que reafirmou a tese de sociedades matriarcais em tempos primitivos e considerou que a mulher era explorada pelo homem em meio à hegemonia burguesa, algo que ainda ecoa em feministas mais radicais.

No famoso Manifesto Comunista, Karl Marx e Freidrich Engels dizem: