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domingo, 29 de setembro de 2013

O Feminismo Tem Motivos para Ter Medo


Por Fidelbogen

Os simpatizantes do regime feminista estão ficando com medo. Eu tenho um olfato aguçado, e eu posso sentir o cheiro do medo deles ao vento. Bem, eles devem ter medo. Se eu fosse um deles, também estaria transbordando de medo e culpa, e recuaria com meu escudo com a máxima urgência, fazendo o máximo de controle de danos possível ao longo da minha linha de retirada. Então iria me distanciar por um bom tempo, calmamente lamber minhas feridas e recompor minhas idéias. Sim, é isso o que eu faria se eu fosse um deles. Eu falo a partir de uma posição de empatia. Compreende?

Muito bem. Quando tudo isso acabar, quando a fumaça se dissipar e a poeira assentar, a sociedade pós-feminista diferirá profundamente, tanto da sociedade feminista quanto da sociedade pré-feminista. E será necessário que as lições deixadas pela história sejam incutidas — e eu quero dizer incutidas pedagogicamente! — e será preciso que a cultura seja transformada de tal forma que aquele tipo de coisa nunca, nunca, nunca volte a acontecer.

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Fidelbogen. Feminism Has Reason to be Fearful. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/01/feminism-has-reason-to-be-fearful.html> Acesso em 29 setembro 2013.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Você não Pode Desmontar o Feminismo com Ferramentas Feministas


Por Fidelbogen

Rejeitamos qualquer método de estudar o feminismo que comece adotando a visão de mundo feminista, reconhecendo que qualquer definição feminista de feminismo só pode ser um produto daquela visão de mundo — uma visão de mundo que não compartilhamos! Como filósofos não-feministas, entendemos que você não pode começar dentro do feminismo e, em seguida, discutir o seu caminho para sair dele usando vocabulário e discurso feminista para pavimentar seu caminho.  Não. Como primeiro passo necessário, você deve declarar-se alheio ao feminismo; você deve ocupar a perspectiva Arquimediana e proceder a partir daí.

A feminista radical Audre Lorde uma vez notavelmente observou que “você não pode desmontar a casa do mestre com as ferramentas do mestre.” Como filósofos não-feministas, entendemos o feminismo em termos independentes, e não temos formulado nossas conclusões mediante qualquer cadeia de raciocínio feminista. Portanto, a nossa estratégia é a de reformular toda a discussão, forçando-os a se envolver com nossos problemas sob nossos termos, enquanto elas fazem barricadas nas suas habituais avenidas evasivas.

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Fidelbogen. You Can't Dismantle Feminism With Feminist Tools. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/you-cant-dismantle-feminism-with.html> Acesso em 27 setembro 2013.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Uma Simples Mensagem à População Feminina em Geral


Por Fidelbogen

O feminismo compeliu vocês a se distanciarem 80 quilômetros do país e as deixou lá para cuidarem de si mesmas. Sim, não é sensato pegar carona com estranhos. Agora vocês têm uma caminhada a fazer, mas espero que o exercício seja benéfico. Eu sou o mensageiro.

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Fidelbogen. Simple Message to the General Female Population. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/simple-message-to-general-female.html> Acesso em: 25 set. 2013.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Ser Não-feminista, uma Decisão muito Importante


Por Fidelbogen

Como não-feministas, podemos concordar que o feminismo não é o melhor negócio. É é por isso que não somos feministas. E assim o que quer que cada um de nós individualmente entenda sobre o que seja o feminismo, pelo menos podemos concordar que a palavra feminismo em si não pode significar nada de bom. Podemos concordar que a palavra está contaminada, e que devemos marcá-la com um estigma social. E podemos concordar que não ser um feminista é uma coisa de conseqüência decisiva, e que todo aquele que repudia o feminismo deve fazê-lo com resolução de diamante. Não é leviano dizer que você não é um feminista. É uma decisão importante, e não uma moda passageira que você vai descartar amanhã como uma esperança ilusória, só para arrebatá-la de volta dois dias depois, para assim você poder descartá-la de novo.

Então, novamente, temos que concordar que a palavra feminismo significa algo não-bom. E tendo feito isso, podemos também concordar que o feminismo em si deve ser alvo de intervenções corretivas. Mas, para que isso aconteça, temos de concordar sobre um alvo — o que traz de volta o problema de nós não concordarmos sobre uma definição. Portanto, parece que devemos, finalmente, de algum modo, concordar sobre uma definição de feminismo. E tendo feito isso, podemos finalmente chegar a um alvo consensual, de forma a saber exatamente onde devemos dirigir nossas operações.


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Fidelbogen. To Be Not-Feminist, is a Serious Decision. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/to-be-not-feminist-is-serious-decision.html> Acesso em 25 set. 2013.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Ativismo não é Suficiente


Por Fidelbogen

Fazer coisas boas para os homens — abertura de abrigos a vitimados pela Violência Doméstica, centros para os homens, aprovação de leis favoráveis aos homens, e assim por diante — é tudo muito bom e excelente, mas não ataca a raiz do problema. Apenas faz uma poda dos ramos. Não, o ativismo não é suficiente! O problema é estrutural e sistêmico, e este fato deve ser refletido em nossa retórica e em nossa mensagem. Portanto, você deve atacar a raiz! Além do ativismo, deve haver agitação — um bombardeio contínuo de fala e escrita que ressaltem o mal sistêmico e façam com que o mal fique cada vez mais claro para o mundo em geral. Esse aspecto da revolução é IMPERATIVO, e sem isso, o que você pode muito bem estar fazendo é removendo lama atirando ladeira acima.

Então, da próxima vez que algum babaca feminista, ou pior, algum babaca não-feminista, disser que “você não se preocupa realmente com os homens, e que você é apenas antifeminista”, então tu deves colocar para esse(a) idiota de forma inequívoca:

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Ginocentrismo e Ginonormativismo


Por Fidelbogen

O Ginocentrismo é a prática de colocar a segurança, o conforto e o bem-estar geral das mulheres no centro da preocupação social ou política, e estruturar a vida na missão a serviço de tais interesses. Estende-se não mais do que isso, e NÃO inclui a colocação do ponto de vista feminino no centro de sua visão de mundo. Ou seja, o ginocentrismo não viola o limite de espaço interno por exigir que uma pessoa (do sexo masculino em particular) pense e sinta de determinada maneira. Em suma, o ginocentrismo não é totalitário.

O Ginonormativismo dá um passo a mais. Usando o ginocentrismo como base, o ginonormativismo prioriza o ponto de vista feminino hierarquicamente dentro da cultura, tanto em nível político quanto interpessoal, e pressiona os homens, em particular, a adotar um sistema feminino de valores como um componente autêntico de sua própria personalidade. Desta forma, o ginonormativismo é totalitário. Temos que entender o feminismo como um projeto ginonormativo, embora reconhecendo que ele não poderia ter entrado em funcionamento sem uma base pré-existente de ginocentricidade na cultura tradicional.

A Ginonormativização é essencial para o estabelecimento da supremacia feminina.

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Fidelbogen. Gynocentrism and Gynonormativism.Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/gynocentrism-and-gynonormativism.html >  Acesso em: 04 set. 2013.


domingo, 1 de setembro de 2013

A Transgressão Feminina é Rapidamente Esquecida


Por Fidelbogen

Eu seria capaz de apostar que, se você somasse o mal que os homens fazem no mundo, e o mal que as mulheres fazem, os dois equilibrar-se-iam perfeitamente entre si sobre a balança do carma. Ainda estou para ver alguém mostrar um exemplo contrário plausível. Mas, amigo, você e eu sabemos como o mundo funciona. O delito masculino é considerado inerentemente mais midiático, e tratado como tal. Quando um homem faz algo tremendamente RUIM, isso se transforma, de forma natural, num espetáculo, e as classes tagarelas irão tagarelar sobre isso sem parar. Mas quando uma mulher faz algo tremendamente ruim, ou pior, faz algo pouco espetacular, porém, mais significativamente ruim, a repercussão é uma breve nota — muito parecida com uma pedra que é jogada no mar, a qual faz um respingo e é rapidamente esquecida antes de afundar a perder de vista para sempre.

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Fidelbogen. Female Wrongdoing is Quickly Forgotten. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/female-wrongdoing-is-quickly-forgotten.html> Acesso em: 01 set. 2013.

domingo, 12 de maio de 2013

O Feminismo Não Pode Ser Chamado à Razão


Por Fidelbogen

O feminismo, também conhecido como supremacismo feminino, é uma tendência que vai se revelar insustentável em longo prazo. Se for permitido a continuar, ele vai gerar um futuro de dor, calamidade, destroços humanos e colapso civilizacional. Eu suspeito que muitos de nós não gostariam de ver isso acontecer. Só sei que eu não gostaria.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

É Mais Fácil DESCREVER o Feminismo do que Defini-lo


Por Fidelbogen

A fim de tornar o feminismo uma resposta para si mesmo é preciso reduzi-lo a algo concreto — um alvo de entendimento — em que possa lhe ser imputado responsabilidade. E a nossa busca por esse alvo definido revela um processo dinâmico subjacente que permeia o mundo dos eventos e condições, uma coisa que pode ser mais bem descrita do que definida. Em suma, nós aprendemos a compreender o feminismo como um organismo social, e temos visto que este organismo inclui muitas coisas que você não necessariamente chamaria de feminismo, absolutamente.


sexta-feira, 22 de março de 2013

A “Igualdade” é uma Fraude Feminista


Por Fidelbogen

A definição do dicionário para feminismo é a seguinte: “A doutrina que defende os sociais, políticos, e todos os outros direitos das mulheres em igualdade com os dos homens.”

Esta definição é inadequada devido à natureza problemática do termo “igualdade”, que não tem nenhum sentido estável fora do domínio da Matemática. Consequentemente, o significado pode ser permanentemente renovado, reformulado ou atualizado para que novas demandas de “igualdade” sempre possam ser apresentadas. Assim, nunca haverá “igualdade” o suficiente, e o feminismo nunca vai sair de cena, porque ele sempre vai encontrar nova “desigualdade” na necessidade de correção. Assim, na prática, os bens tangíveis e intangíveis da vida serão desviados em um fluxo unidirecional dos homens para as mulheres e a participação feminina de “igualdade” cada vez mais irá reduzir a participação masculina.

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Fidelbogen. "Equality" is a Feminist Scam. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/equality-is-feminist-scam.html >. Acesso em 22 mar 2013.

quarta-feira, 20 de março de 2013

O Feminismo é um Argumento Esférico


Por Fidelbogen

Um argumento circular é um estilo de lógica falaciosa que pressupõe previamente a verdade de sua conclusão, a fim de estabelecer a verdade dessa mesma conclusão. Ou seja, isso se chama autovalidação. Um argumento circular é fácil de refutar.

Um argumento esférico é uma ecologia de argumentos circulares entrelaçados que se remetem e se validam mutuamente sem nenhuma referência para além do espaço conceitual que sua atividade gera. Um argumento esférico é muito mais complicado do que um argumento circular, o que o torna muito mais difícil de refutar.

Um sistema de lógica cultural pode ser considerado um argumento esférico, e um argumento esférico pode ser considerado um paradigma. Assim, no coração de uma cultura, um paradigma cultural é inserido. E refutar um paradigma cultural é tão difícil como refutar qualquer outro argumento esférico, senão mais.

O Feminismo é um argumento esférico que ganhou o status de um paradigma cultural. Isso é o que o torna tão pavoroso.


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Fidelbogen. Feminism is a Spherical Argument. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/feminism-is-spherical-argument.html>. Acesso em 20 mar 2013.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Aquelas que Amaldiçoam o Feminismo, mas que, na Realidade, São Feministas


Por Fidelbogen

Existem mulheres tradicionalistas que protestam com veemência contra o feminismo, só porque as privou de algum benefício feminino que antigamente elas acreditavam possuí-lo. Nunca que elas dizem uma só palavra sobre o que o feminismo tem feito AOS HOMENS, particularmente. Essas mulheres são totalmente ginocêntricas, e não movem um só músculo a respeito das falsas acusações de estupro, por exemplo. Mas tende piedade de nós, como elas gostam de continuar falando a respeito da morte do cavalheirismo! Maldito seja o feminismo que está matando o cavalheirismo e transformando os homens em estúpidos inadequados para o casamento. Maldito seja o feminismo por levar os homens a objetificar as mulheres! MALDITO seja o feminismo!

Tais mulheres são feministas em tudo, menos no nome. Elas podem ser culturalmente de Direita, mas o feminismo é um produto igualmente de Direita e de Esquerda, já que seria impossível explorar os homens de maneira eficaz, se o ataque não fosse organizado por ambas as extremidades do espectro.

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Fidelbogen. De Facto Feminists Who Curse Feminism. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/de-facto-feminists-who-curse-feminism.html >. Acesso em: 27 fev. 2013.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Você Não Pode Voltar o Relógio


Por Fidelbogen

Se pudéssemos restabelecer o mundo exatamente como ele era, antes do feminismo, nós iríamos restabelecer as mesmas condições — ou as vulnerabilidades — que permitiram, sobretudo, que o mesmo feminismo assumisse o controle. E é exatamente aí onde os antifeministas “troglo-conservadores” (como, Jack Donovan) perdem a oportunidade; uma grande chance. Eles gostariam que o calendário retrocedesse para um determinado status quo pro ante [N. do T.: ou seja, para um específico estado em que se encontrava anteriormente], ignorando, assim, as lições da história. Ora, a essa altura, deveríamos ter aprendido que aquele antigo estado de vida foi, de um modo profundamente conseqüente, a base que deu toda a sustentação ao feminismo. Aquele estado de vida era como um sistema de computador com uma falha de segurança, que permitiu que hackers feministas se aproveitassem da situação. Assim, a fim de garantir que isso não volte a acontecer, temos que reconstruir o firewall do sistema, seguindo um plano muito diferente. E só mesmo uma mudança de paradigma cultural tornará isso possível.

Pois bem. Você deve esquecer a idéia de voltar aos imaginários bons e velhos tempos do “patriarcado”. Isso não irá acontecer, pessoal. Nós não temos para onde ir, a não ser, seguir adiante em direção ao futuro pós-feminista. E como será esse futuro? Bem, eu só posso lhe dizer uma coisa: as feministas irão odiá-lo, assim como os “troglos” também irão. Portanto, prepare-se para viver no fogo cruzado!

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Fidelbogen. You Can't Turn Back the Clock. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/you-cant-turn-back-clock.html>. Acesso em 22 fev. 2013.