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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Ativismo não é Suficiente
Por Fidelbogen
Fazer coisas boas para os homens — abertura de abrigos a vitimados pela Violência Doméstica, centros para os homens, aprovação de leis favoráveis aos homens, e assim por diante — é tudo muito bom e excelente, mas não ataca a raiz do problema. Apenas faz uma poda dos ramos. Não, o ativismo não é suficiente! O problema é estrutural e sistêmico, e este fato deve ser refletido em nossa retórica e em nossa mensagem. Portanto, você deve atacar a raiz! Além do ativismo, deve haver agitação — um bombardeio contínuo de fala e escrita que ressaltem o mal sistêmico e façam com que o mal fique cada vez mais claro para o mundo em geral. Esse aspecto da revolução é IMPERATIVO, e sem isso, o que você pode muito bem estar fazendo é removendo lama atirando ladeira acima.
Então, da próxima vez que algum babaca feminista, ou pior, algum babaca não-feminista, disser que “você não se preocupa realmente com os homens, e que você é apenas antifeminista”, então tu deves colocar para esse(a) idiota de forma inequívoca:
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Charlton Heslich Hauer
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09:20
Ativismo não é Suficiente
2013-09-12T09:20:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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terça-feira, 2 de julho de 2013
Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
Mais um notável artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.
Artigos anteriores desta Teoria:
Leitura Nº 1: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Leitura Nº 7: O Pessoal em Contraste ao Político
Leitura Nº 8: Perseguindo Arco-íris
Por Adam Kostakis
Leitura N º 9
“Não importa se Crítias ou Sócrates é a pessoa refutada. Concentre-se apenas no argumento em si, e pondere, afinal, qual será o destino dele, caso seja examinado.” — Sócrates de Atenas
É necessário, neste momento, deixar de lado o fio da meada que eu vinha construindo, e fazer um desvio no extenso deserto da lógica feminista. A frase lógica feminista vai atingir a maioria dos meus leitores como um contra-senso — senão um oxímoro! — Então deixe-me tranquilizá-los sobre o que eu realmente quero dizer com tentativa de lógica feminista. E não há nada de lógico nisso, eu lhe asseguro.
Em primeiro lugar, por que o uso da lógica é tão ameaçador para as feministas? Sabemos, seguramente, que ela é — com algumas feministas chegando ao ponto de afirmar que a lógica não é outra coisa senão uma ferramenta do patriarcado. Naturalmente, isso é um absurdo. O argumento lógico é, por definição, um conjunto de inferências válidas — por isso, não é possível argumentar contra a lógica. Dito de outra forma, você não pode argumentar contra o raciocínio [lógico], porque a própria tentativa de fazer isso envolve o(a) (tentativa do) uso da razão. A única maneira de atacar a lógica sem usar (ou tentar usar) a lógica seria a de atacá-la mais aleatoriamente — isto é, sem o uso da implicação lógica. Os pontos argumentativos que você fizesse, em ataque à lógica, não deveriam ter nenhuma relação uns com os outros. Você não poderia dizer, por exemplo:
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Charlton Heslich Hauer
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16:05
Falsa Consciência e Manipulação-Kafka
2013-07-02T16:05:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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domingo, 12 de maio de 2013
O Feminismo Não Pode Ser Chamado à Razão
Por Fidelbogen
O feminismo, também conhecido como supremacismo feminino, é uma tendência que vai se revelar insustentável em longo prazo. Se for permitido a continuar, ele vai gerar um futuro de dor, calamidade, destroços humanos e colapso civilizacional. Eu suspeito que muitos de nós não gostariam de ver isso acontecer. Só sei que eu não gostaria.
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Charlton Heslich Hauer
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12:23
O Feminismo Não Pode Ser Chamado à Razão
2013-05-12T12:23:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
É Mais Fácil DESCREVER o Feminismo do que Defini-lo
Por Fidelbogen
A fim de tornar o feminismo uma resposta para si mesmo é preciso reduzi-lo a algo concreto — um alvo de entendimento — em que possa lhe ser imputado responsabilidade. E a nossa busca por esse alvo definido revela um processo dinâmico subjacente que permeia o mundo dos eventos e condições, uma coisa que pode ser mais bem descrita do que definida. Em suma, nós aprendemos a compreender o feminismo como um organismo social, e temos visto que este organismo inclui muitas coisas que você não necessariamente chamaria de feminismo, absolutamente.
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Charlton Heslich Hauer
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11:50
É Mais Fácil DESCREVER o Feminismo do que Defini-lo
2013-04-29T11:50:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
Bombril Volta a Incitar o Ódio e a Discriminação Contra os Homens!
Por Charlton Heslich Hauer
Há quase dois anos, a empresa Bombril lançara vários comerciais que propagavam a misandria, a discriminação, o sexismo, o supremacismo feminino e o rebaixamento das crianças, adolescentes, adultos e idosos do sexo masculino a um patamar de sexo inferior. Seus comerciais tinham o seguinte título de campanha: “Mulheres Evoluídas”.
Em um dos anúncios da Bombril de 2011, a atriz Marisa Orth dizia:
“Homem solta pêlo, faz xixi no chão e, eventualmente até baba... PRATICAMENTE UM CACHORRO… ”
E depois continuava, no mesmo anúncio, com um supremacismo feminino que faria morrer de inveja qualquer nazista:
“Por isso minha AMIGA, você que é UM SER HUMANO SUPERIOR E EVOLUÍDO, tem que ADESTRAR o seu homem para que ele se comporte direito…”
Em outro anúncio, a mesma atriz, Marisa Orth, dizia:
“Homem é tudo bobo”; e
“Homem tem apenas 5 utilidades”
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Charlton Heslich Hauer
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21:16
Bombril Volta a Incitar o Ódio e a Discriminação Contra os Homens!
2013-04-03T21:16:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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sexta-feira, 22 de março de 2013
A “Igualdade” é uma Fraude Feminista
Por Fidelbogen
A definição do dicionário para feminismo é a seguinte: “A doutrina que defende os sociais, políticos, e todos os outros direitos das mulheres em igualdade com os dos homens.”
Esta definição é inadequada devido à natureza problemática do termo “igualdade”, que não tem nenhum sentido estável fora do domínio da Matemática. Consequentemente, o significado pode ser permanentemente renovado, reformulado ou atualizado para que novas demandas de “igualdade” sempre possam ser apresentadas. Assim, nunca haverá “igualdade” o suficiente, e o feminismo nunca vai sair de cena, porque ele sempre vai encontrar nova “desigualdade” na necessidade de correção. Assim, na prática, os bens tangíveis e intangíveis da vida serão desviados em um fluxo unidirecional dos homens para as mulheres e a participação feminina de “igualdade” cada vez mais irá reduzir a participação masculina.
__________
Fidelbogen. "Equality" is a Feminist Scam. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/equality-is-feminist-scam.html >. Acesso em 22 mar 2013.
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Charlton Heslich Hauer
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14:02
A “Igualdade” é uma Fraude Feminista
2013-03-22T14:02:00-03:00
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quarta-feira, 20 de março de 2013
O Feminismo é um Argumento Esférico
Por Fidelbogen
Um argumento circular é um estilo de lógica falaciosa que pressupõe previamente a verdade de sua conclusão, a fim de estabelecer a verdade dessa mesma conclusão. Ou seja, isso se chama autovalidação. Um argumento circular é fácil de refutar.
Um argumento esférico é uma ecologia de argumentos circulares entrelaçados que se remetem e se validam mutuamente sem nenhuma referência para além do espaço conceitual que sua atividade gera. Um argumento esférico é muito mais complicado do que um argumento circular, o que o torna muito mais difícil de refutar.
Um sistema de lógica cultural pode ser considerado um argumento esférico, e um argumento esférico pode ser considerado um paradigma. Assim, no coração de uma cultura, um paradigma cultural é inserido. E refutar um paradigma cultural é tão difícil como refutar qualquer outro argumento esférico, senão mais.
O Feminismo é um argumento esférico que ganhou o status de um paradigma cultural. Isso é o que o torna tão pavoroso.
__________
Fidelbogen. Feminism is a Spherical Argument. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/feminism-is-spherical-argument.html>. Acesso em 20 mar 2013.
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Charlton Heslich Hauer
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11:23
O Feminismo é um Argumento Esférico
2013-03-20T11:23:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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quinta-feira, 14 de março de 2013
A Inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha e o Destino dessa Lei
O artigo que veremos a seguir foi publicado pelo Dr. Arthur Luiz Pádua Marque há pouco mais de dois anos. Natural de Goiânia-GO, o Dr. Luiz Pádua é graduado em Direito pela Fundação Educacional de Votuporanga – SP em 2003, pós-graduado em Direito Público pela Faculdade de Direito Damásio de Jesus. Especialista em Interesses Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos pelo Complexo Jurídico Damásio de Jesus. Foi advogado de abril de 2004 a dezembro de 2007, em São Paulo. Tomou posse como Defensor Público do Estado do Tocantins em janeiro de 2008. Até Janeiro de 2010 exerceu suas funções na Defensoria Pública de Araguaçu, no Núcleo Regional da Defensoria Pública de Araguatins como Diretor; e atualmente é defensor Público da Comarca de Porto Nacional e Coordenador do Núcleo Especializado de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos.
Este artigo ganhou repercussão no meio dos operadores do Direito e nas instituições acadêmicas. Um dos sites onde o artigo foi publicado foi o R2Learning. Curiosamente, quase todos os links que encontrei sobre o artigo, além de serem direcionados para tal site, todos eles foram excluídos. Entrei em contato por e-mail com o R2Learning por duas vezes e eles me informaram que o artigo do Dr. Luiz Pádua tinha sido excluído do sistema e disseram não saber o porquê disso (mas nós sabemos muito bem que o artigo desapareceu porque ele vai de encontro ao SUPREMACISMO FEMININO).
Encontramos depois o mesmo artigo repostado neste blog: Brasil Direito.
Há outros artigos sobre a Inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha na web (inclusive há outro bem mais extenso, do próprio Dr. Luiz Pádua) que poderemos aqui exibi-los futuramente.
Vamos ao artigo, então.
A inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha
A lei 11.340 de 7 de agosto de 2006, em vigência desde 22 de setembro de 2006, popularmente conhecida por lei “Maria da Penha” chegou para complicar ainda mais a aplicação e interpretação de algumas normas constitucionais e infraconstitucionais, colocando em risco o principio da Supremacia da Constituição e ferindo de morte o art 5º, Inc I (Principio da Isonomia), e o artigo 226, parágrafo 8º da Carta Constitucional.
Preleciona o artigo 5º da CF: “Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações nos termos desta constituição”. Preleciona ainda o parágrafo 8º do art. 226 das CF: “O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações”. Diante destes dois preceitos Constitucionais é que faremos um raciocínio lógico respeitando o escalonamento normativo, estando a Constituição Federal no grau máximo da relação hierárquica das normas.
De inicio, devemos ressaltar a grande falha do legislador quando diz no intróito da lei 11.340/2006 e ainda no seu art. 1º que a referida lei tem a finalidade de regulamentar o parágrafo 8º do artigo 226 da CF, um vez que este dispositivo Constitucional não menciona o interesse em coibir a violência contra a mulher, mas fala claramente em coibir a violência no âmbito das relações familiares.
É do conhecimento de todos que nos dias hodiernos a violência contra a mulher ocorre mais freqüentemente.
Atençao! Pauso aqui para fazer uma ressalva de enorme importância.
As mulheres NUNCA foram as maiores vítimas da violência. Ao contrário. Os homens é que sempre foram a maioria esmagadora (nesse caso, eu usaria o trocadilho “maioria esmagada”) dos VITIMADOS por todos os tipos de violência. E em se tratando especificamente da Violência Doméstica, as mulheres também NÃO são as principais vítimas. Em quase todos os países do mundo, pesquisas científicas demonstram que mulheres e homens se agridem em proporções iguais. Já no Brasil, MULHERES SÃO MAIS VIOLENTAS QUE OS HOMENS E AGRIDEM MAIS DO QUE OS HOMENS, como mostra essa pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), publicada no Jornal Cidade:
http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/dia-a-dia/dia-a-dia/29204-Mulheres-agridem-mais-do-que-os-homens-durante-as-brigas-de-casais.
Destacamos também a recente pesquisa feita pelo Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves) da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e que foi publicada no portal da Revista Época, com o título: “Elas Batem. Eles apanham”. Este foi o maior levantamento já feito sobre violência amorosa entre jovens casais brasileiros, e que também ratifica que as moças agridem mais do que os rapazes:
http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2011/10/elas-batem-eles-apanham.html
Infelizmente, há muitos fatores que levam a sociedade a crer nas mentiras feministas e em seus dados NÃO-científicos. O apoio da mídia e dos governos ao SUPREMACISMO FEMININO (também conhecido como “feminismo”) e o doutrinamento feito por feministas durante cerca de 50 anos, são, sobretudo, os principais desses fatores.
Dessa forma, é difícil encontrar pessoas que saiam completamente ilesas do vírus de supremacismo feminino. Nem mesmo operadores do Direito, como, eventualmente, demonstrou o Dr. Arthur Luiz Pádua Marque naquela frase.
Vamos continuar com o artigo do Dr. Luiz Pádua:
Mesmo observando este dado, a lei ora comentada fala genericamente em “mulher”, ou seja, mãe, filha, avó, etc. Se um pai comente violência contra sua filha não terá ele vários benefícios da lei 9099/95 (Ex. Transação Penal, Suspensão Condicional do Processo) e será alcançado pela nova lei; mas se comete qualquer violência contra seu filho (menor, por exemplo) ou contra seu pai (idoso, por exemplo), terá, em tese, vários benefícios da lei 9099/95 e não será abrangido pela lei “Maria da Penha” contraindo ainda a importante proteção à criança ou adolescente e também ao idoso.
Diante do já mencionado, faço a seguinte indagação: Será que não há violência no âmbito familiar contra um filho (sexo masculino) Será que não há violência familiar contra um homem idoso? Será que uma criança de 5 anos de idade, que seja do sexo masculino, tem mais possibilidade de se defender do que uma outra da mesma idade que seja do sexo feminino? Será que um pai com 70 anos de idade não seria tão frágil quanto sua esposa com a mesma idade?
Estes são alguns exemplos que demonstram que a lei 11.340/06 é inconstitucional. Caso afirmem o contrário, deve-se afirmar também que pessoas do sexo masculino não fazem parte do âmbito familiar, pois nossa carta Constitucional (art. 226 parágrafo 8º supratranscrito) garantiu a proteção não só à mulher, mas à pessoa de um modo geral.
Não há nada de razoável nesta lei. O legislador, pensando apenas nos desentendimentos conjugais olvidou-se que no âmbito familiar não há apenas cônjuges; Há filhos, netos, idosos, e assim por diante. Da forma como trouxeram-nos estas normas, Magistrado, Promotores de Justiça, Defensores Públicos, Advogados e Delegados de policia aplicando esta lei no caso concreto estarão sempre contemplando a desigualdade.
Hoje podemos observar que a intenção esposada no principio da isonomia (Igualdade) de fato surtiu efeito. No decorrer das ultimas décadas, ou, para ser mais especifico, após a Carta Constitucional de 1988, as mulheres vêm ganhando cada vez mais o respeito da sociedade e conquistando alguns espaços que nos tempos remotos eram apenas dos homens. Isso é fantástico! O que não podemos permitir é que novas normas, como a lei “Maria da Penha”, ultrapassem o limite do razoável e venham a inverter o sentido da igualdade. Ora, se foi criada um norma pelo Poder Constituinte Originário ordenando que todos serão iguais em direitos e obrigações (cláusula pétrea), não podemos aceitar a aplicação de uma lei que absurdamente afronta o principio da Isonomia (Igualdade).
Em nosso sistema jurídico, quando uma norma infraconstitucional é contrária à Constituição Federal, dizemos que ela é inconstitucional. De acordo com a nossa melhor doutrina, a inconstitucionalidade pode ocorrer em dois momentos e de duas formas distintas. Quando houver vício na fase de iniciativa ou no decorrer do processo legislativo, dizemos que há uma inconstitucionalidade formal (ou nomodinamica).
Por outro lado, quando há incompatibilidade do conteúdo da norma já produzida com uma norma constitucional, dizemos que uma inconstitucionalidade material (ou nomoestática). É importante frisar estes dois aspectos para que fique claro que em nenhum momento houve vicio formal na produção desta lei, o que há, e isso é incontestável, é uma clara inconstitucionalidade material, ou seja, um contrariedade de conteúdo da lei ” Maria da Penha” (Que deveria ter sido rejeitada pelo Poder Legislativo ou vetado pelo Presidente da República em um veto jurídico) para com os art. 5º, inc. I, e art. 226, parágrafo 8º de nossa Carta Constitucional.
A situação atual da nova lei que veio para coibir a violência doméstica ou familiar contra a mulher é a seguinte:
“A partir do momento em que a lei foi votada pelo Poder Legislativo e não vetada pelo Presidente da República, passa-se à fase de promulgação e publicação da lei. A promulgação é apenas uma declaração da validade e executoriedade da lei. Como preleciona José Afonso da Silva em seu curso de Direito Constitucional Positivo, com o ato da promulgação a lei é válida, executória e potencialmente obrigatória. Apesar de existir no mundo jurídico, ela ainda deve ser publicada, uma vez que este é o ato que leva o conteúdo da nova lei ao conhecimento popular. Do ato da publicação tem-se estabelecido qual o momento em que o cumprimento da lei será exigido, ou seja, a partir de quando ela terá vigência”.
A lei “Maria da Penha” passou por todas estas fases. Hoje, encontra-se válida, vigente e aplicável. Tanto que juízes e Tribunais reiteradamente estão aplicando as normas contidas na lei 11.340/ 06.
Finalizando a tese da Inconstitucionalidade da comentada lei, entendo que dois são os possíveis caminhos a serem trilhados:
1º) Sem inviabilizar a aplicação das normas contidas na lei 11.340/06 e antes que a declarem inconstitucional, entendo que outra lei deveria ser produzida no sentido de serem feitas duas correções:
“Nos dispositivos onde está prevista a expressão “proteção à mulher” ou “ofendida”, que seja alterada para “proteção à pessoa” ou “à pessoa ofendida”.
Ao invés de dar a lei o nome de “Lei de Violência Doméstica ou Familiar Contra a Mulher” que lhe batize de “Lei de Violência Doméstica ou Familiar Contra à Pessoa”.
Não sendo produzida esta alteração:
2º) A aplicação da lei 11.340/06 deve ser inviabilizada através de um controle de constitucionalidade na via difusa (incidentalmente), discutindo a matéria do primeiro ao último grau de jurisdição, suspendendo a execução da lei através de resolução expedida pelo Senado Federal (V.52, Inc X da CF) e ainda através do controle de constitucionalidade concentrado, feito através de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade a ser julgada originariamente pelo Supremo Tribunal Federal, neste caso, declarando a invalidação da lei e expurgando-a do nosso sistema.
Creio que de uma forma ou de outra, com a contribuição da doutrina e dos que atuam na área jurídica, um desses caminhos serão seguidos. Assim sendo, será preservado o principio da Supremacia da Constituição evitando uma conseqüente afronta ao Estado Democrático de Direito.
Logo, A LEI MARIA DA PENHA FERE DIVERSOS PRINCÍPIOS E NORMAS CONSTITUCIONAIS, além de ter sido criada em cima de inúmeros pressupostos mentirosos, preconceituosos, sexistas, misândricos e supremacistas femininos. A existência de um paradigma de gênero explicativo da violência contra a mulher é FALSA. Repito: Quase todos os órgãos sérios, científicos e realmente comprometidos com a violência doméstica, de quase todos os países do mundo, provaram que mulheres e homens se agridem em proporções iguais (ver mais dados nas notas finais do texto). Não há diferenças significativas. E mesmo que houvesse (e repito, não há), não se poderia pagar o mal com o mal.
Outro discurso feminazista é o de dizer que sempre houve uma “histórica valorização dos papéis masculinos sobre os femininos”, e que por isso, qualquer discriminação “positiva” (é assim que ginocêntricos chamam) e qualquer ação afirmativa seriam benéficas; uma conferência de tratamento desigual, para fins de nivelamento, a quem está em situação de desigualdade.
Quem disse que todos os papéis masculinos eram privilegiados? Pelo contrário. A grande massa de homens sempre foi massacrada durante toda a história da humanidade. Os homens eram obrigados a trabalhar como burros de carga, em trabalhos completamente insalubres, sem nenhuma condição de trabalho. A grande maioria dos homens, sim, é que esteve em situação de desigualdade em quase todas as esferas da vida. E quem disse que, mesmo se houvesse uma valorização de tais papéis, isso seria motivo para proteger da violência apenas um grupo da população? Uma coisa não tem nada a ver com outra e NÃO EXISTE DISCRIMINAÇÃO POSITIVA. Discriminação é discriminação.
A conferência de tratamento desigual, para fins de nivelamento, a quem está em situação de desigualdade é a mais paradoxal, contraditória, discriminatória e preconceituosa de nossa sociedade, SOBRETUDO PORQUE ESSE TIPO DE TRATAMENTO DISCRIMINA E VIOLA OS DIREITOS NATURAIS E INDIVIDUAIS DOS HOMENS; DIREITOS ESSES ONDE TODAS AS PESSOAS DEVERIAM O TER IGUALMENTE, TAIS COMO: O DIREITO À VIDA, À LIBERDADE, À PROPRIEDADE, ETC. Além disso, é também discriminatório porque está se invertendo os grupos nessa situação. Na verdade, o grupo que sempre esteve em desvantagem foi o grupo dos homens, não o das mulheres. As mulheres sempre tiveram mais privilégios do que os homens. Elas sempre tiveram mais proteção do Estado e atenção dos governos e impérios. Suas vidas sempre tiveram mais importância que a dos homens.
Notemos como esse tratamento é paradoxal e revelador de um supremacismo feminino. Onde um homem possuir, suposta ou verdadeiramente, algum privilégio (ainda que meritório, e portanto, legítimo) em alguma seara, o discurso utilizado por ginocêntricos, feministas e mulheres vitimistas é o de que há uma discriminação contra as mulheres e que essa “discriminação” deve ser extirpada através de coerção estatal. Mas quando as mulheres já possuem supremacia ou privilégio (já conquistados muitas vezes pela força de leis estatais, diga-se) sobre os homens, ainda que essa supremacia esteja na seara dos direitos naturais/individuais, onde todos deveriam o ter igualmente, A IGUALDADE PARA AS MULHERES NÃO É MAIS SUFICIENTE. O discurso de igualdade é jogado no lixo e qualquer discriminação contra os homens é considerada uma “discriminação positiva”. Traduzindo: Estamos diante de uma ideologia totalitária. Estamos diante do FEMINAZISMO!
UM ESTADO QUE CONCEDE UMA LEI PARA PROTEGER DA VIOLÊNCIA APENAS UM GRUPO DA POPULAÇÃO, ESTÁ CONCEDENDO A TAL GRUPO PRIVILÉGIOS ILEGÍTIMOS. ESTÁ CONFERINDO SUPREMACIA DE UMA METADE DA POPULAÇÃO SOBRE A OUTRA METADE. NO MUNDO JURÍDICO, HOMENS E MULHERES DEVERIAM ESTAR EM IGUALDADE, JURIDICAMENTE. DIREITOS LEGÍTIMOS SÃO UNIVERSAIS E TODOS OS SERES HUMANOS DEVERIAM O TER IGUALMENTE. INFELIZMENTE, NUM PAÍS GINOCÊNTRICO E FEMINAZISTA COMO O NOSSO, OS DIREITOS NATURAIS DOS HOMENS (SEXO MASCULINO) E O QUE RESTOU DE SUA AUTONOMIA CORREM SERIÍSSIMOS PERIGOS.
__________
Citação e Fontes: <http://brasildireito.wordpress.com/2010/07/15/a-inconstitucionalidade-da-lei-maria-da-penha/>; <http://www.catolicaorione.edu.br/portal/seminario-juridico-cejur-to-2012-1/>
Notas:
• Tentamos entrar em contato com o Dr. Arthur Luiz Pádua Marque, e, depois de alguns meses, seu assessor disse que o Dr. Pádua só poderia nos atender se fosse pessoalmente. Infelizmente, não pudemos fazer isso, pois moro em outra região do país.
• Números de violência doméstica nos EUA e em outros países:http://www.saveservices.org/reports/ http://www.saveservices.org/wp-content/uploads/Partner-Violence-Reduction-Act1.pdf http://www.csulb.edu/~mfiebert/assault.htm
Atualizado em 22 nov. 2014.
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Aquelas que Amaldiçoam o Feminismo, mas que, na Realidade, São Feministas
Por Fidelbogen
Existem mulheres tradicionalistas que protestam com veemência contra o feminismo, só porque as privou de algum benefício feminino que antigamente elas acreditavam possuí-lo. Nunca que elas dizem uma só palavra sobre o que o feminismo tem feito AOS HOMENS, particularmente. Essas mulheres são totalmente ginocêntricas, e não movem um só músculo a respeito das falsas acusações de estupro, por exemplo. Mas tende piedade de nós, como elas gostam de continuar falando a respeito da morte do cavalheirismo! Maldito seja o feminismo que está matando o cavalheirismo e transformando os homens em estúpidos inadequados para o casamento. Maldito seja o feminismo por levar os homens a objetificar as mulheres! MALDITO seja o feminismo!
Tais mulheres são feministas em tudo, menos no nome. Elas podem ser culturalmente de Direita, mas o feminismo é um produto igualmente de Direita e de Esquerda, já que seria impossível explorar os homens de maneira eficaz, se o ataque não fosse organizado por ambas as extremidades do espectro.
__________
Fidelbogen. De Facto Feminists Who Curse Feminism. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/de-facto-feminists-who-curse-feminism.html >. Acesso em: 27 fev. 2013.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Perseguindo Arco-íris
Oitavo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.
Por Adam Kostakis
Leitura Nº 8
“Igualdade, corretamente entendida como nossos pais fundadores1 a entenderam, leva à liberdade e à emancipação de diferenças criativas; mal compreendida, como tem sido tão tragicamente em nosso tempo, leva primeiro à conformidade e, em seguida, ao despotismo." — Barry Goldwater
O que é que nos permite viver a vida de uma forma mais significativa? Esta é uma questão com uma longa história, e depois de mais de dois mil anos coçando a cabeça tentando encontrar as respostas, nossa espécie não está muito mais sábia quanto a isso. Respostas são descartadas tão facilmente quanto elas surgem. Talvez a única e verdadeira sabedoria a ser transmitida por séculos de busca espiritual é a de que a solução não pode ser reduzida à percepção de apenas um valor. Esforços para trazer um sistema social baseado em cima da percepção de um valor em particular — seja ele a doutrina religiosa, a vontade da nação, ou a igualdade social — invariavelmente resultaram em repressão generalizada, e não numa era de ouro de paz e virtude como postulada por seus ideólogos. Ao contrário disso, as sociedades que conseguiram criar e manter o espaço para que as pessoas vivessem o que poderíamos chamar de “vidas mais significativas” foram aquelas que mantiveram uma série de valores em equilíbrio. Esta não é uma solução muito empolgante, mas é melhor estar insatisfeito com os grandes mistérios da vida do que se tornar servo ou se transformar num “desaparecido” por um regime, em busca de um imperativo mais atraente.
Postado por
Charlton Heslich Hauer
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16:23
Perseguindo Arco-íris
2013-01-24T16:23:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Série sobre Masculinismo: Violência Sexual
Continuação do vídeo sobre violência doméstica. Apresenta uma análise da objetificação sexual, assédio sexual e agressão sexual na sociedade ocidental moderna, especialmente no que afeta o sexo masculino; ela expõe o efeito distorcivo no entendimento e manejo destes fenômenos que tem tido o feminismo, desde o início da segunda onda nos anos 60.
Para fins ilustrativos, você pode estar interessado um pouco em dar uma olhada nesta lista... apenas para desencorajar aqueles que se sentem suficientemente valentes para dizer que eu estou tendo alucinações:
“Esclareço mais uma vez que a compreensão da violência de gênero é totalmente tendenciosa e distorcida por décadas de propaganda enganosa, e que ainda há muito trabalho a fazer se aspiramos abordar esta questão com algum grau de seriedade e responsabilidade”.
José Pablo Bolaños Rigioni
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Charlton Heslich Hauer
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12:03
Série sobre Masculinismo: Violência Sexual
2013-01-04T12:03:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
O Pessoal em Contraste ao Político
Mais um espetacular artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo, do genial filósofo Adam Kostakis. Chegamos então a seu sétimo artigo de um total de doze. Mais abaixo estão os links dos artigos anteriores para aqueles que ainda não leram ou querem se lembrar de tudo o que foi feito até o momento.
Leitura Nº 1: Teoria do Ginocentrismo — Olhando Fixamente para Fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas
Por Adam Kostakis
Leitura Nº 7
“Eles se orgulhavam de pertencer a um movimento, como algo distinto de um partido, pois sabiam que um movimento não deveria estar vinculado a um programa.” — Hannah Arendt
Na semana passada, vimos como o conceito de dominação tornou-se uma justificativa para a invasão do despotismo. Esse tipo de coisa não deve ser tomado como surpresa pelos leitores atentos, já que praticamente toda palavra-chave no léxico feminista é utilizada de forma semelhante. Se o termo que está sendo discutido é a misoginia ou o estupro ou o patriarcado, a tendência é a de ampliar o seu significado para cobrir o maior campo semântico possível, praticando o máximo possível de contrabando ideológico dentro de uma túnica de justiça. O efeito de tudo isso na vida real é restringir a autonomia masculina através da criminalização das ações dos homens. As possibilidades sem limites para o branqueamento semântico correspondem a longas penas de prisão e multas muito danosas. A intenção é criminalizar a norma. Todo movimento que um homem fizer deve causar um arrepio na espinha dele, deve forçá-lo a olhar por cima do ombro, com uma expressão tomada de pânico, perguntando-se: “qual a nova lei que eu infringi?” Os homens estão a viver em um perpétuo estado de vigilância e culpa presumida — uma existência panóptica1 em que são repetidamente castigados por terem feito o mal. Isto é, de acordo com um padrão moral invasivo e alienígena que eles são convidados a obedecer, não compreender, e certamente, não questionar ou refutar.
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Charlton Heslich Hauer
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19:19
O Pessoal em Contraste ao Político
2012-12-11T19:19:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Série sobre Masculinismo: Violência Doméstica — A História Completa
Neste vídeo, Bolanõs explica como o feminismo é um movimento político interessado em promover socialmente, por meio de mitos, de que existe uma deliberada opressão social contra a mulher, e que não há temas que evidenciem tanto a presença desses mitos quanto os temas: Violência Doméstica e Violência Sexual. Sobretudo a Violência Doméstica, que é o tema que ele vai discorrer com:
Uma análise das estratégias por meio das quais a Indústria Feminista da Violência tem gerado histeria em torno da questão da violência doméstica e tem conseguido reunir financiamento para programas de estudo e de tratamento, tem alimentado as forças de polícia e a mídia, e tem se tornado o monstro que é hoje.
A apresentação de informações confiáveis sobre a magnitude do problema da violência doméstica em todo o mundo. Em seguida, apresenta links relevantes para este tópico:
http://www.escorrecto.org/ (Politicamente Incorreto, Estatisticamente Correto. Compilação e meta-análise de dados de mais de 400 estudos sobre a violência íntima, sua incitação e sua taxa por sexo).
http://www.maltrato.eu/novedades_bibliograficas.htm (A violência entre casais: Bidirecional e simétrica. Compilação de pesquisa sobre o assunto.)
http://www.maltrato.eu/novedades_bibliograficas.htm (As mulheres São, No Mínimo, Tão Violentas quanto os Homens, mas esta evidência é ignorada. Trecho interessante do artigo de Melanie Phillips).
Entre outras reflexões igualmente interessantes.
A próxima vez que você ver uma campanha chamando para um “fim da violência contra a mulher”, perguntem-se: como poderíamos fazer... como poder-se-ia modificar essa campanha para que fosse muito mais justa e mais neutra em virtude do que já sabemos acerca das verdadeiras características desse problema,
e como fazer isso antes daquele chamado fazer eco?
José Pablo Bolaños Rigioni
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Charlton Heslich Hauer
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22:44
Série sobre Masculinismo: Violência Doméstica — A História Completa
2012-12-04T22:44:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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domingo, 2 de dezembro de 2012
Série sobre Masculinismo: Introdução ao Feminismo e ao Masculinismo
Por Charlton Heslich Hauer
A partir de hoje, iremos postar uma excelente série de vídeos sobre Masculinismo, de autoria deste grande homem, costarriquenho de San José, psicólogo escolar e coordenador de serviços estudantis, José Pablo Bolaños Rigioni. Esta série tratará dos principais problemas que afetam os homens.
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Charlton Heslich Hauer
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16:20
Série sobre Masculinismo: Introdução ao Feminismo e ao Masculinismo
2012-12-02T16:20:00-03:00
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Violência Doméstica: Mulher mata o filho, corta-o ao meio e o joga para os urubus!
Por Charlton Heslich Hauer
Mais um caso de violência contra o sexo masculino. Dessa vez, contra um menino recém-nascido.
A mulher Ana Paula Bastos, de 18 anos, foi presa, na manhã desta sexta-feira (23), acusada de ter cortado o próprio filho recém-nascido ao meio, com uma faca de cortar carne, no Bairro Morro da Onça, em Esperantina, município da região norte do Piauí. Até agora a polícia encontrou apenas uma das partes da criança, que havia sido jogada no fundo de uma capela. A população descobriu que a criança tinha sido assassinada, depois que viram urubus nos fundos da capela, devorando as vísceras do bebê. (Atenção: ao longo do texto aparecerão algumas cenas fortes).
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Charlton Heslich Hauer
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00:05
Violência Doméstica: Mulher mata o filho, corta-o ao meio e o joga para os urubus!
2012-11-26T00:05:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Vinho Velho, Garrafas Novas
Continuação da Teoria do Ginocentrismo
Por Adam Kostakis
Leitura n º 6
“O que esmaga a individualidade é o despotismo, seja lá o nome pelo qual isso possa ser chamado” — J.S. Mill
Dominação. Muito da análise feminista gira em torno deste conceito. Um homem que bate em sua esposa não está apenas zangado com ela; ele está tentando dominá-la. Um homem que não concorda com uma mulher e discute com ela não está apenas sendo rude, ele está tentando dominá-la. Um estuprador não está realmente com vontade de fazer sexo; seu crime é uma demonstração de poder, ele só queria dominar a mulher.
Vejam vocês, o fato é que todos estes julgamentos absolutamente não são suficientes para aquelas que criticam fortemente o sexo masculino pelo mundo inteiro; pois elas sempre exigem mais combustível para a usina misândrica. Punir verdadeiros criminosos é uma coisa, mas isso, simplesmente, não é gratificante o suficiente para deixar como está — elas precisam articular o que sua “intuição feminina” sempre disse a elas, e vão para o ataque contra todos os homens. O problema, é claro, é que a grande maioria dos homens não ataca as mulheres de alguma forma perceptível qualquer. A solução, que feministas encontraram, é pegar o Dr. Freud e postular algo subconsciente, alguma motivação subjacente — uma mentalidade sombria, sexual, desviante e violenta, que atue como uma explicação universal para o comportamento masculino.
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Charlton Heslich Hauer
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21:16
Vinho Velho, Garrafas Novas
2012-10-31T21:16:00-03:00
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Chegamos a mais um grandioso artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo, desenvolvida pelo brilhante filósofo, Adam Kostakis, com o intuito de refutar a mentirosa e fraudulenta “Teoria do Patriarcado” e de ajudar a fortalecer a consciência em defesa dos Direitos mais básicos de Homens e Meninos.
Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique aqui para ler o 2º artigo: A Mesma História Repetida
Clique aqui para ler o 3º artigo: Refutando o Apelo ao Dicionário
Clique aqui para ler o 4º artigo: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Por Adam Kostakis
Leitura Nº 5
“A maior fraqueza dos homens é sua fachada de força; a maior força das mulheres é sua fachada de fraqueza” — Warren Farrell
Entre os piores erros que os amantes da liberdade podem cometer, está o de estereotipar as feministas como um pequeno e heterogêneo grupo de lésbicas revoltadas que há muito deixaram de ser relevantes. Tome nota: esse estereótipo as ajuda.
Devo repetir: esse estereótipo as ajuda.
Deixemos isso bem claro. Toda vez que você subestimou as feministas, ao considerá-las um bando de bruxas velhas mal-humoradas que ninguém leva a sério, você ajudou a obscurecer o programa delas e, de fato, suas próprias existências como uma forma de poder organizado. Depreciá-las, você deve — mas fazê-lo de uma forma que as exponha, não que as obscureça! O feminismo está muito longe de ser uma relíquia do passado. O movimento feminista é levado muito a sério por aqueles que têm o poder de impor os seus principais objetivos:
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Charlton Heslich Hauer
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20:49
Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
2012-09-14T20:49:00-03:00
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Toda Religião e o Ateísmo estão ficando Feminizados
Por Pro-Male/Anti-feminist Tech
Toda religião e todo ponto de vista religioso por aí afora estão sob o ataque do feminismo e estão em processo de serem feminizados. Existem milhões de exemplos deste fenômeno na Igreja Cristã. O feminismo já infectou o Judaísmo. E o feminismo ainda está em processo de infectar o Islã. Não apenas os religiosos estão sob ataque do feminismo. A comunidade atéia* tem o mesmo problema, como mostrado por elevatorgate. Cada ponto de vista religioso, incluindo o daqueles sem religião, está sob o ataque do feminismo e sendo feminizado em vários estágios. (As únicas exceções podem ser as religiões obscuras e as seitas de grandes religiões, simplesmente porque elas não estão na tela do radar feminista, ainda. Elas não estão imunes, mas não valem o esforço para que o feminismo as invada agora.)
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Charlton Heslich Hauer
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08:56
Toda Religião e o Ateísmo estão ficando Feminizados
2012-08-02T08:56:00-03:00
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sábado, 30 de junho de 2012
“Pig Latin”¹ – Brincando com as palavras
Vamos dar continuidade, então, à Teoria do Ginocentrismo.
Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique aqui para ler a 2º artigo: A Mesma História Repetida
Clique aqui para ler a 3º artigo: Refutando o Apelo ao Dicionário
Por Adam Kostakis
Leitura N° 4
“É como se a língua comum que usamos todos os dias tivesse um conjunto oculto de sinais, uma espécie de código secreto” - William Stafford
Para recapitular o artigo anterior: os Defensores dos Direitos dos Homens não devem ter medo de brincar com as palavras; de redefinir o debate; de reformular a linguística convencional e usá-la como quiserem. Não tenham medo de fazer um jogo. Usem palavras — e os significados que vocês escolherem para atribuir a elas — para zombar, humilhar e confundir seus inimigos. Vejamos um bom exemplo — temos abaixo um tipo de uso de típica fraseologia feminista, mas com uma diferença importante:
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Charlton Heslich Hauer
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23:13
“Pig Latin”¹ – Brincando com as palavras
2012-06-30T23:13:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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sábado, 12 de maio de 2012
Refutando o Apelo ao Dicionário
Vamos ao 3º artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.
Clique a seguir para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique a seguir para ler o 2º artigo: A Mesma História Repetida
Por Adam Kostakis
Leitura Nº 3
“Alguma vez você já olhou, realmente, a palavra feminista em um dicionário? Significa: igualdade entre os sexos. Não se trata de odiar os homens. Isto é muito simples e você saberia, se realmente tivesse olhado” – Diva
Na seqüência do artigo anterior, sobre a visão geral do Ginocentrismo do passado e atual, eu proponho haver um ponto comum de culto às mulheres, passando por, e ligando, concepções tradicionais de masculinidade — historicamente expressas naquilo que poderíamos chamar de “patriarcado” — e o feminismo, o qual se apoderou do Estado e de instituições supranacionais, e está prestes a desencadear a perseguição explícita aos homens.
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Charlton Heslich Hauer
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00:03
Refutando o Apelo ao Dicionário
2012-05-12T00:03:00-03:00
Charlton Heslich Hauer
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