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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A Essência do Feminismo é Visível para os Leigos, Sejam quais Forem os seus Pontos de Vista


Por Fidelbogen

Se os feministas fossem honestos, eles chamariam a si mesmos do que realmente são: supremacistas femininos. Mas eles não podem se dar ao luxo de serem honestos porque eles estão jogando um jogo furtivo e eles precisam ser dissimulados. Assim, eles se chamam de “feministas” porque é mais fácil vender esse nome para o público em geral.

A completa fenomenologia de supremacismo feminino ultrapassa o que qualquer feminista reconhece abertamente ser o feminismo, e a própria palavra feminismo funciona como um desvio da atenção. Então, se nós mobilizarmos nossa compreensão de acordo com categorias feministas, nós nunca vamos parar de olhar para onde o dedo feminista está apontando, e aquele dedo nunca vai nos apontar para a vitória ou para a verdade. De fato, ele nunca vai nos apontar para qualquer coisa a não ser para um futuro supremacista feminino em constante evolução.

E é por isso que devemos muito rapidamente deixar de lado o que feministas dizem sobre o feminismo. Nós não-feministas em geral, os homens em particular, somos os vitimados pela inovação feminista. O impacto é sobre NÓS, por isso temos todo o direito de dizer o que o feminismo é ou não é do nosso próprio objetivo do negócio. Nosso investimento em cima desse ponto é tão válido quanto qualquer outro. Nós sabemos onde o sapato nos aperta.

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Fidelbogen. Feminism's Essence is Visible to Outsiders from Where They Stand. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/feminisms-essence-is-visible-to.html> Acesso em 03 outubro 2013.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Tomando o Controle da Definição e do Discurso


Por Fidelbogen

Em última análise, pretendemos estabelecer duas coisas: em primeiro lugar, o que o feminismo É… e em segundo lugar, se ele é DESEJÁVEL. Até agora, os feministas detiveram o monopólio do discurso neste campo, policiando o pensamento dos caminhos do diálogo que levam até ele ou fora dele, e transformando o mundo da respeitável opinião pública em uma câmara de ressonância, onde apenas as questões feministas são autorizadas a serem levantadas, e apenas as respostas feministas são autorizadas a serem formuladas.

Não é de surpreender, portanto, que feministas concluíram que o feminismo é tão desejável quanto digno de admiração. No entanto, eles sempre têm envolta em névoa a clara e simples definição de feminismo, disponibilizando várias assim chamadas “respostas”, aquelas tais respostas inadequadas, que de verdade não respondem absolutamente nada. E que, se me permite, é o ponto fraco deles em que nós, como candidatos a contrafeministas de verdade, devemos começar a infundir nossas operações.

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Fidelbogen. Taking Control of the Definition and the Discourse. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/01/taking-control-of-definition-and.html> Acesso em 01 outubro 2013.

domingo, 29 de setembro de 2013

O Feminismo Tem Motivos para Ter Medo


Por Fidelbogen

Os simpatizantes do regime feminista estão ficando com medo. Eu tenho um olfato aguçado, e eu posso sentir o cheiro do medo deles ao vento. Bem, eles devem ter medo. Se eu fosse um deles, também estaria transbordando de medo e culpa, e recuaria com meu escudo com a máxima urgência, fazendo o máximo de controle de danos possível ao longo da minha linha de retirada. Então iria me distanciar por um bom tempo, calmamente lamber minhas feridas e recompor minhas idéias. Sim, é isso o que eu faria se eu fosse um deles. Eu falo a partir de uma posição de empatia. Compreende?

Muito bem. Quando tudo isso acabar, quando a fumaça se dissipar e a poeira assentar, a sociedade pós-feminista diferirá profundamente, tanto da sociedade feminista quanto da sociedade pré-feminista. E será necessário que as lições deixadas pela história sejam incutidas — e eu quero dizer incutidas pedagogicamente! — e será preciso que a cultura seja transformada de tal forma que aquele tipo de coisa nunca, nunca, nunca volte a acontecer.

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Fidelbogen. Feminism Has Reason to be Fearful. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em <http://countersnippets.blogspot.com.br/2013/01/feminism-has-reason-to-be-fearful.html> Acesso em 29 setembro 2013.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Uma Simples Mensagem à População Feminina em Geral


Por Fidelbogen

O feminismo compeliu vocês a se distanciarem 80 quilômetros do país e as deixou lá para cuidarem de si mesmas. Sim, não é sensato pegar carona com estranhos. Agora vocês têm uma caminhada a fazer, mas espero que o exercício seja benéfico. Eu sou o mensageiro.

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Fidelbogen. Simple Message to the General Female Population. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/simple-message-to-general-female.html> Acesso em: 25 set. 2013.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Ser Não-feminista, uma Decisão muito Importante


Por Fidelbogen

Como não-feministas, podemos concordar que o feminismo não é o melhor negócio. É é por isso que não somos feministas. E assim o que quer que cada um de nós individualmente entenda sobre o que seja o feminismo, pelo menos podemos concordar que a palavra feminismo em si não pode significar nada de bom. Podemos concordar que a palavra está contaminada, e que devemos marcá-la com um estigma social. E podemos concordar que não ser um feminista é uma coisa de conseqüência decisiva, e que todo aquele que repudia o feminismo deve fazê-lo com resolução de diamante. Não é leviano dizer que você não é um feminista. É uma decisão importante, e não uma moda passageira que você vai descartar amanhã como uma esperança ilusória, só para arrebatá-la de volta dois dias depois, para assim você poder descartá-la de novo.

Então, novamente, temos que concordar que a palavra feminismo significa algo não-bom. E tendo feito isso, podemos também concordar que o feminismo em si deve ser alvo de intervenções corretivas. Mas, para que isso aconteça, temos de concordar sobre um alvo — o que traz de volta o problema de nós não concordarmos sobre uma definição. Portanto, parece que devemos, finalmente, de algum modo, concordar sobre uma definição de feminismo. E tendo feito isso, podemos finalmente chegar a um alvo consensual, de forma a saber exatamente onde devemos dirigir nossas operações.


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Fidelbogen. To Be Not-Feminist, is a Serious Decision. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2013. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2013/01/to-be-not-feminist-is-serious-decision.html> Acesso em 25 set. 2013.

sábado, 13 de abril de 2013

Deus Não Quer que Você se Case


Por Pro-Male/Anti-Feminist Tech

(Aviso:.. Eu não posso falar quais os desígnios de Deus para a sua vida em particular, no entanto, o pensamento acima é verdade para a maioria dos homens)

Isso mesmo. Deus não quer que você se case. Você provavelmente já ouviu muita gente dizer, tal como o Movimento da Ordem para se Casar (tais como Debbie Maken, assim com o pessoal do blog Boundless Brainless [N. do T.: Desmiolado]), que diz que Deus exige que você se case. Isso é falso. Anakin em seu blog, bem como muitos outros têm demonstrado, que o conceito da Ordem para se Casar é falso. Anakin legitimamente recorda que Deus deixa até nós a escolha para o casamento. Afinal, isso não é o Islã, onde tudo ou é halal [N. do T.: permitido] ou haraam [N. do T.: proibido].

sexta-feira, 22 de março de 2013

A “Igualdade” é uma Fraude Feminista


Por Fidelbogen

A definição do dicionário para feminismo é a seguinte: “A doutrina que defende os sociais, políticos, e todos os outros direitos das mulheres em igualdade com os dos homens.”

Esta definição é inadequada devido à natureza problemática do termo “igualdade”, que não tem nenhum sentido estável fora do domínio da Matemática. Consequentemente, o significado pode ser permanentemente renovado, reformulado ou atualizado para que novas demandas de “igualdade” sempre possam ser apresentadas. Assim, nunca haverá “igualdade” o suficiente, e o feminismo nunca vai sair de cena, porque ele sempre vai encontrar nova “desigualdade” na necessidade de correção. Assim, na prática, os bens tangíveis e intangíveis da vida serão desviados em um fluxo unidirecional dos homens para as mulheres e a participação feminina de “igualdade” cada vez mais irá reduzir a participação masculina.

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Fidelbogen. "Equality" is a Feminist Scam. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/equality-is-feminist-scam.html >. Acesso em 22 mar 2013.

quarta-feira, 20 de março de 2013

O Feminismo é um Argumento Esférico


Por Fidelbogen

Um argumento circular é um estilo de lógica falaciosa que pressupõe previamente a verdade de sua conclusão, a fim de estabelecer a verdade dessa mesma conclusão. Ou seja, isso se chama autovalidação. Um argumento circular é fácil de refutar.

Um argumento esférico é uma ecologia de argumentos circulares entrelaçados que se remetem e se validam mutuamente sem nenhuma referência para além do espaço conceitual que sua atividade gera. Um argumento esférico é muito mais complicado do que um argumento circular, o que o torna muito mais difícil de refutar.

Um sistema de lógica cultural pode ser considerado um argumento esférico, e um argumento esférico pode ser considerado um paradigma. Assim, no coração de uma cultura, um paradigma cultural é inserido. E refutar um paradigma cultural é tão difícil como refutar qualquer outro argumento esférico, senão mais.

O Feminismo é um argumento esférico que ganhou o status de um paradigma cultural. Isso é o que o torna tão pavoroso.


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Fidelbogen. Feminism is a Spherical Argument. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/feminism-is-spherical-argument.html>. Acesso em 20 mar 2013.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Aquelas que Amaldiçoam o Feminismo, mas que, na Realidade, São Feministas


Por Fidelbogen

Existem mulheres tradicionalistas que protestam com veemência contra o feminismo, só porque as privou de algum benefício feminino que antigamente elas acreditavam possuí-lo. Nunca que elas dizem uma só palavra sobre o que o feminismo tem feito AOS HOMENS, particularmente. Essas mulheres são totalmente ginocêntricas, e não movem um só músculo a respeito das falsas acusações de estupro, por exemplo. Mas tende piedade de nós, como elas gostam de continuar falando a respeito da morte do cavalheirismo! Maldito seja o feminismo que está matando o cavalheirismo e transformando os homens em estúpidos inadequados para o casamento. Maldito seja o feminismo por levar os homens a objetificar as mulheres! MALDITO seja o feminismo!

Tais mulheres são feministas em tudo, menos no nome. Elas podem ser culturalmente de Direita, mas o feminismo é um produto igualmente de Direita e de Esquerda, já que seria impossível explorar os homens de maneira eficaz, se o ataque não fosse organizado por ambas as extremidades do espectro.

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Fidelbogen. De Facto Feminists Who Curse Feminism. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/de-facto-feminists-who-curse-feminism.html >. Acesso em: 27 fev. 2013.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Você Não Pode Voltar o Relógio


Por Fidelbogen

Se pudéssemos restabelecer o mundo exatamente como ele era, antes do feminismo, nós iríamos restabelecer as mesmas condições — ou as vulnerabilidades — que permitiram, sobretudo, que o mesmo feminismo assumisse o controle. E é exatamente aí onde os antifeministas “troglo-conservadores” (como, Jack Donovan) perdem a oportunidade; uma grande chance. Eles gostariam que o calendário retrocedesse para um determinado status quo pro ante [N. do T.: ou seja, para um específico estado em que se encontrava anteriormente], ignorando, assim, as lições da história. Ora, a essa altura, deveríamos ter aprendido que aquele antigo estado de vida foi, de um modo profundamente conseqüente, a base que deu toda a sustentação ao feminismo. Aquele estado de vida era como um sistema de computador com uma falha de segurança, que permitiu que hackers feministas se aproveitassem da situação. Assim, a fim de garantir que isso não volte a acontecer, temos que reconstruir o firewall do sistema, seguindo um plano muito diferente. E só mesmo uma mudança de paradigma cultural tornará isso possível.

Pois bem. Você deve esquecer a idéia de voltar aos imaginários bons e velhos tempos do “patriarcado”. Isso não irá acontecer, pessoal. Nós não temos para onde ir, a não ser, seguir adiante em direção ao futuro pós-feminista. E como será esse futuro? Bem, eu só posso lhe dizer uma coisa: as feministas irão odiá-lo, assim como os “troglos” também irão. Portanto, prepare-se para viver no fogo cruzado!

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Fidelbogen. You Can't Turn Back the Clock. Tradução de Charlton Heslich Hauer. [s.1.]: CounterSnippets, 2012. Disponível em: <http://countersnippets.blogspot.com/2012/12/you-cant-turn-back-clock.html>. Acesso em 22 fev. 2013.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Série sobre Masculinismo: Acerca da Diferença Salarial


Por José Pablo Bolaños Rigioni

O que dizem os pesquisadores em Ciências Econômicas sobre o mito da diferença salarial entre homens e mulheres: os homens, em média, ganham mais do que as mulheres, mas não por discriminação sexista, mas por outras razões lógicas que nem sequer são levadas em consideração antes de se tirar conclusões precipitadas.

 
 
 
 
“Uma meta-análise de estudos feitos sobre diferença salarial em 63 países, ao longo de três décadas, concluiu que toda informação relativa a salários é extremamente fácil de manipular para tentar demonstrar o que você quiser demonstrar, se não levados em consideração, fatores que mencionei neste vídeo, que são os fatores humanos que tem a ver com a quantidade de horas trabalhadas, que tem a ver com o compromisso da pessoa com o trabalho, independentemente de quais sejam as condições; que tem a ver com a experiência adquirida, que tem a ver com a projeção da pessoa dentro de uma organização, que tem a ver com múltiplos aspectos de seu desempenho no trabalho. E como é muito fácil de manipular essas informações, também é muito fácil superestimar a importância que possa ter o sexismo ou a discriminação de gênero na hora de explicar as diferenças salariais que estão sendo observadas entre homens e mulheres e em seus estudos sobre diferença salarial.
 
Como último comentário, parece-me que é importante destacar que a exploração da mulher no campo de trabalho foi algo que em nenhum momento da história, e em nenhum lugar, foi visto com bons olhos, pois recordemos… recordemos que uma das principais razões pelas quais se estabeleceram horários de trabalhos e salários mínimos, no início da revolução industrial, foi porque foi nesse momento que as mulheres e crianças entraram na força de trabalho e vieram a ser afetadas pelas condições desumanas de trabalho, onde a maioria dos homens teve que enfrentar ao longo de toda a história. Então, como conclusão, parece-me fundamental, essencial e importantíssimo que antes de se propor qualquer medida compensatória, ou antes de apoiar qualquer tipo de proposta nesse sentido, todos nós devemos trabalhar para investigar a profundidade e estabelecer com absoluta, absoluta certeza, em que campos de trabalho, em que indústrias, em que empresas, existem desvios em favor dos homens e, em que outros ou outras, existem desvios em favor das mulheres, para que então possamos propor políticas que permitam, verdadeiramente, eliminar todos os tipos de injustiças que se possam descobrir a respeito da remuneração de ambos os sexos.”
 
José Pablo Bolaños Rigioni 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Perseguindo Arco-íris


Oitavo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 8

“Igualdade, corretamente entendida como nossos pais fundadores1 a entenderam, leva à liberdade e à emancipação de diferenças criativas; mal compreendida, como tem sido tão tragicamente em nosso tempo, leva primeiro à conformidade e, em seguida, ao despotismo." — Barry Goldwater

O que é que nos permite viver a vida de uma forma mais significativa? Esta é uma questão com uma longa história, e depois de mais de dois mil anos coçando a cabeça tentando encontrar as respostas, nossa espécie não está muito mais sábia quanto a isso. Respostas são descartadas tão facilmente quanto elas surgem. Talvez a única e verdadeira sabedoria a ser transmitida por séculos de busca espiritual é a de que a solução não pode ser reduzida à percepção de apenas um valor. Esforços para trazer um sistema social baseado em cima da percepção de um valor em particular — seja ele a doutrina religiosa, a vontade da nação, ou a igualdade social — invariavelmente resultaram em repressão generalizada, e não numa era de ouro de paz e virtude como postulada por seus ideólogos. Ao contrário disso, as sociedades que conseguiram criar e manter o espaço para que as pessoas vivessem o que poderíamos chamar de “vidas mais significativas” foram aquelas que mantiveram uma série de valores em equilíbrio. Esta não é uma solução muito empolgante, mas é melhor estar insatisfeito com os grandes mistérios da vida do que se tornar servo ou se transformar num “desaparecido” por um regime, em busca de um imperativo mais atraente.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Um Menino


Por Vivaldo Coaracy

Escutem uma história que me contaram há muitos, muitos anos. Era uma vez um menino abandonado. Havia muitos outros, é certo, como sempre os há nas grandes cidades, em todas as terras. Mas esta é a história só de um deles.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O Pessoal em Contraste ao Político


Mais um espetacular artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo, do genial filósofo Adam Kostakis. Chegamos então a seu sétimo artigo de um total de doze. Mais abaixo estão os links dos artigos anteriores para aqueles que ainda não leram ou querem se lembrar de tudo o que foi feito até o momento. 

Leitura Nº 1: Teoria do Ginocentrismo — Olhando Fixamente para Fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 7

“Eles se orgulhavam de pertencer a um movimento, como algo distinto de um partido, pois sabiam que um movimento não deveria estar vinculado a um programa.” — Hannah Arendt

Na semana passada, vimos como o conceito de dominação tornou-se uma justificativa para a invasão do despotismo. Esse tipo de coisa não deve ser tomado como surpresa pelos leitores atentos, já que praticamente toda palavra-chave no léxico feminista é utilizada de forma semelhante. Se o termo que está sendo discutido é a misoginia ou o estupro ou o patriarcado, a tendência é a de ampliar o seu significado para cobrir o maior campo semântico possível, praticando o máximo possível de contrabando ideológico dentro de uma túnica de justiça. O efeito de tudo isso na vida real é restringir a autonomia masculina através da criminalização das ações dos homens. As possibilidades sem limites para o branqueamento semântico correspondem a longas penas de prisão e multas muito danosas. A intenção é criminalizar a norma. Todo movimento que um homem fizer deve causar um arrepio na espinha dele, deve forçá-lo a olhar por cima do ombro, com uma expressão tomada de pânico, perguntando-se: “qual a nova lei que eu infringi?” Os homens estão a viver em um perpétuo estado de vigilância e culpa presumida — uma existência panóptica1 em que são repetidamente castigados por terem feito o mal. Isto é, de acordo com um padrão moral invasivo e alienígena que eles são convidados a obedecer, não compreender, e certamente, não questionar ou refutar.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

“A Fera da Penha”!


Por Charlton Heslich Hauer

Neyde Maria Lopes (Rio de Janeiro, 2 de março de 1937), que ficou nacionalmente conhecida como “A Fera da Penha”, é uma mulher que nos anos 60 foi acusada e condenada a 33 anos de prisão em regime fechado por sequestrar, assassinar e incendiar uma criança de 4 anos nos fundos do Matadouro da Penha, no bairro de mesmo nome no subúrbio do Rio de Janeiro.

 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Anatomia de uma Ideologia da Vitimização


Chegamos a mais um grandioso artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo, desenvolvida pelo brilhante filósofo, Adam Kostakis, com o intuito de refutar a mentirosa e fraudulenta “Teoria do Patriarcado” e de ajudar a fortalecer a consciência em defesa dos Direitos mais básicos de Homens e Meninos.   

Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo
Clique aqui para ler o 2º artigo: A Mesma História Repetida
Clique aqui para ler o 3º artigo: Refutando o Apelo ao Dicionário
Clique aqui para ler o 4º artigo: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 5

“A maior fraqueza dos homens é sua fachada de força; a maior força das mulheres é sua fachada de fraqueza” — Warren Farrell

Entre os piores erros que os amantes da liberdade podem cometer, está o de estereotipar as feministas como um pequeno e heterogêneo grupo de lésbicas revoltadas que há muito deixaram de ser relevantes. Tome nota: esse estereótipo as ajuda.

Devo repetir: esse estereótipo as ajuda.

Deixemos isso bem claro. Toda vez que você subestimou as feministas, ao considerá-las um bando de bruxas velhas mal-humoradas que ninguém leva a sério, você ajudou a obscurecer o programa delas e, de fato, suas próprias existências como uma forma de poder organizado. Depreciá-las, você deve — mas fazê-lo de uma forma que as exponha, não que as obscureça! O feminismo está muito longe de ser uma relíquia do passado. O movimento feminista é levado muito a sério por aqueles que têm o poder de impor os seus principais objetivos:

domingo, 12 de agosto de 2012

Um Filósofo que amava seu pai


Por Charlton Heslich Hauer

O maior filósofo de todos os tempos (aquele que "decifrou o enigma do mundo"), Arthur Schopenhauer (1788-1860), sempre amou o seu pai. Mesmo quando seu pai queria que ele fosse comerciante, e que o próprio jovem Arthur fosse completamente contrário a essa idéia, ainda assim, Arthur Schopenhauer honrou e respeitou seu pai, e realizou seu desejo.

terça-feira, 10 de abril de 2012

A Mesma História Repetida


Este é o segundo artigo (de uma série de doze) sobre a Teoria do Ginocentrismo.

Clique aqui para ler o 1º artigo: Olhando Fixamente para fora do Abismo


Leitura N° 2

"Não fui feito com o seu molde. Não leio a mesma história repetida" — Pennywise

Meus leitores devem compreender que as preocupações abordadas pela Teoria do Ginocentrismo não estão limitadas ao feminismo. O feminismo é ainda bastante novo em cena, enquanto que o Ginocentrismo tem estado ao redor do mundo desde que a História foi registrada. O Movimento dos Direitos dos Homens visa abordar problemas relacionados com o feminismo, mas não limita sua atenção para estes problemas. Muitos destes problemas já existiam antes do final do século 19, quando surgiu o feminismo propriamente dito, embora eles tenham sido ampliados e agravados desde então. O feminismo é apenas a embalagem moderna do Ginocentrismo, um produto antigo, tornado possível na sua forma atual pelas amplas medidas de bem-estar público do período pós-guerra.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Olhando Fixamente para fora do Abismo


Por Adam Kostakis

"Eu amo uma oposição que tenha convicções" Frederico, o Grande

Leitura Nº 1

A batalha dos sexos tem sido degenerada em uma guerra suja, e estamos, cada um de nós, sendo convocados para essa guerra por forças que não se importam nem um pouco com igualdade nem com justiça.

A propaganda [política], como uma ferramenta de controle, é eficaz somente na medida em que a visão do mundo que ela apresenta está em harmonia com a percepção do mundo vivenciado, dia a dia, por seus alvos. Quanto maior o fosso entre o mundo percebido e o da representação propagandística do próprio mundo, menos eficaz e portanto, menos útil a propaganda será, em última análise. Chegamos a uma conjuntura em que as mulheres estão cada vez mais rejeitando o feminismo por ser irrelevante ou inaplicável às suas vidas, porque o mundo que a ortodoxia feminista descreve não parece ser o planeta Terra. Ao mesmo tempo, estamos nos aproximando do auge do controle feminista sobre o mundo real habitado, o qual combina repressão estatal com tribalismo de gênero, ambas as forças se intensificando exponencialmente à medida que usam umas às outras como alavanca para subir cada vez mais alto.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A violência contra a mulher!

por "the Truth"

Esse texto foi retirado do blog de um amigo nosso. O texto é bom, apesar de que temos que lembrar que a violência contra o homem é infinitamente maior do que contra a mulher. Não esquecendo que a questão da violência contra a mulher também é importante,  entrementes, a sociedade deveria refletir em primeiro lugar o que fazer diante da violência contra o homem. Mas, vamos ao texto.

A violência contra a mulher!

Hoje o post vai falar sobre a violência contra a mulher. Vou falar principalmente das causas dessa violência: Algumas dessas causas são:

1. A forte tensão hormonal masculina
2. A sexualização excessiva da sociedade
3. A perda de poder do homem