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domingo, 20 de setembro de 2015

O Estado totalitário feminista


Recentemente, a “juíza” Tatiana Dias da Silva do DF condenou o Deputado Jair Bolsonaro a pagar R$ 10 mil à Deputada Maria do Rosário por ele simplesmente ter dito a esta que ela “não merecia ser estuprada”. Além do pagamento da indenização, a juíza Tatiana Dias da Silva OBRIGOU o deputado a publicar a sentença em sua página oficial no canal Youtube, sob pena de multa de R$ 1 mil. Parece que está decretado o fim do foro privilegiado dos parlamentares do sexo masculino, sempre que estes se dirigirem a uma mulher. Como a decisão foi em 1ª instância, Jair Bolsonaro, que considerou a sentença “injusta”, disse que vai recorrer.

O curioso é que, há dois anos, a mesma Maria do Rosário havia chamado de “estuprador” o Deputado Bolsonaro, mas esta não sofreu nenhuma sanção penal nem nenhuma reprovação por parte da mídia ou da sociedade . Maldito Estado “machista” e “patriarcal”.

Em sua página no Facebook, Maria do Rosário, como de costume, incitou o sentimento de manada nas mulheres e o ódio contra homens e meninos ao dizer que “foi uma vitória de todas as mulheres”. Como vemos, a regra desta mulher é a infinita malícia e a canalha.

A tabelinha entre as duas “empoderadas discriminadas”, a do Poder Legislativo e a do Poder Judiciário, me fez lembrar dos principais objetivos do feminismo, elencados por Kostakis, os quais nunca é demais repeti-los:

(1) A expropriação dos recursos dos homens para as mulheres.
(2) A punição de homens.
(3) Aumentar (1) e (2) em termos de alcance e intensidade, indefinidamente.

Não duvidarei se, num futuro próximo, o Estado totalitário feminista permitir apenas duas opções aos homens diante das mulheres: Ou cultuá-las como deusas sagradas ou se calar diante delas. Do contrário, bastará qualquer mulher se declarar ofendida, e, voilà: O Estado totalitário feminista agirá “tratorando o homem.


sábado, 12 de setembro de 2015

Sobre a Solidão




por Arthur Schopenhauer

Bastar-se a si próprio, ser um todo em tudo por si mesmo e poder dizer omnia mecum porto mea [levo comigo tudo que tenho] é, seguramente, a qualificação mais favorável à nossa felicidade. Daí a máxima de Aristóteles: felicitas sibi sufficientium est [a felicidade é dos que bastam a si mesmos (Ética a Eudemo, 7, 2)], que nunca devemos nos cansar de repetir. (No fundo, é a mesma idéia presente na sentença muito bem torneada de Chamfort, posta como epígrafe neste livro*.) Pois não se pode contar com certeza mais que consigo mesmo; ademais, as dificuldades e as desvantagens, os perigos e os inconvenientes que a sociedade traz consigo são inumeráveis e inevitáveis.

Não há caminho que nos distancie mais da felicidade que a grande vida, a vida de festas e banquetes, a high life; porque seu objetivo é transformar nossa miserável existência em uma sucessão de alegrias, de delícias e de prazeres, um processo que inevitavelmente culmina na decepção e na desilusão; assim como seu acompanhamento obrigatório, o hábito das pessoas de mentir umas para as outras. [1]