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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Sobre a neoplasia maligna misândrico-nazifeminista chamada “Luciana Genro”




Todos sabem que a candidata a presidente Luciana Genro do PSOL não passa de uma misândrico-nazifeminista (ou, simplesmente, feminista... dá no mesmo). Suas ideologias trazem evidências mais do que suficientes de que ela não considera homens e meninos como seres humanos, nem que eles sejam merecedores de direitos como seres humanos que são. A verdade é que ela odeia homens e meninos, com exceção de dois pequenos subgrupos de homens:

1) Ela não odeia homens que cometem crimes contra outros homens. Na verdade, o sonho dela (e de todas as outras feministas) era que fossem libertados das cadeias todos aqueles homens que cometeram crimes contra outros homens, pois, para ela, misandrista que é, quanto mais houver pessoas (mulheres e homens) criminosas livres para cometer mais assassinatos contra indivíduos do sexo masculino, melhor. Afinal, ela sabe que o número de crimes contra mulheres é infinitamente menor do que o número contra homens (mais de 91% do total de vitimados por homicídio são homens). Em contrapartida, ela defende cada vez mais leis draconianas contra os homens (como a lei maria da penha — uma lei inconstitucional que vem violando os direitos humanos mais básicos dos homens), não só em termos de alcance, mas também, de intensidade (mesmo sabendo que os homens é que são os maiores vitimados pela violência doméstica no Brasil). Não nos surpreendamos se chegarmos a ver em breve a Luciana Genro defender a prisão perpétua, ou até mesmo a pena de morte, para todo homem que tenha sido APENAS ACUSADO de ter cometido a mínima ofensa a uma mulher.

Como disse Adam Kostakis:
Existem provavelmente tantas racionalizações para a misandria quanto existem indivíduos feministas — nós teríamos que explorar os detalhes íntimos da vida de uma pessoa feminista, particularmente sua cultura mental, para chegar a uma conclusão sobre quando e por que ela decidiu culpar um sexo inteiro por cada um de seus inconvenientes. O que é comum a todas essas pessoas é a hostilidade à masculinidade, ou seja, a tudo aquilo que é característico do sexo masculino. Quando o entusiasmo inicial provocado pela condescendência mútua no ódio sexual desvanece, as linhas de comunicação entre as feministas permanecem em aberto. O feminismo fornece mais do que a oportunidade de catarse. A feminista logo percebe que ela não precisa restringir-se a câmaras de eco, mas pode tentar experimentar uma mudança real. A emoção corre através dela na idéia de não apenas depreciar, mas, na verdade, de prejudicar os homens. Apoiada por um movimento amplamente organizado, generosamente e institucionalmente financiado — movimento conectado — aquele que goza de uma auspiciosa reputação como defensor da maior virtude do nosso tempo, a igualdade — ela se lança a trabalhar. O feminismo é o sonho de uma misandrista.

2) Ela finge não odiar homens homossexuais, e sua campanha em favor deles é pura afetação. Verdadeiramente falando, ela não tem nenhum apreço ou sensibilidade para com os homens homossexuais. Finge tê-lo justamente pelo fato destes, quase sempre, não se identificarem com os homens, mas sim, com o sexo feminino. Todas misândrico-feministas como a Luciana Genro têm ódio de tudo aquilo que é característico do sexo masculino. Por isso o desejo delas de reconstruir os homens à imagem e semelhança delas. Além disso, a Luciana sabe que quanto menos pessoas se identificarem como homens, mais fácil de nazifeministas como ela exigir do Estado, de forma ilimitada, mais privilégios ilegítimos femininos em detrimento de homens e meninos. Por isso a tentativa sistemática de jogar homens homossexuais contra homens heterossexuais e vice-versa. Ela sabe que quanto mais homens guerrearem-se entre si, isso traz como consequência mais poder para as feministas.

A Luciana Genro exerce um papel estratégico nessas eleições, que é o de fazer as outras feministas, Dilma e Marina, parecerem mais moderadas. Feministas sempre jogaram com essa tática, com a dicotomia Feministas Bem-intencionadas e Feministas Radicais. Afinal, como a Luciana Genro é uma mistura imensurável de tudo que pode haver de mais podre em uma pessoa: mentiras, ódio, injustiça, falsidade, dissimulação, mendacidade, arrogância, petulância, vitimização, ressentimento, alienação, fanatismo, marxismo, comunismo, ultraconservadorismo radical (este em relação a sua visão ginocêntrica de mundo e aos dogmas da seita feminista), etc., “até o PT parece tragável” (como bem frisou o colunista Rodrigo Constantino)!

Por isso que no domingo que vem, dia de eleições no Brasil, todo ser humano com lucidez e sanidade mental não deve(ria) votar em candidatas e candidatos feministas, os quais só visam privilégios femininos (privilégios, estes, ilegítimos, diga-se), e incitar mais discriminação e ódio contra homens e meninos.