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terça-feira, 22 de abril de 2014

Lista de Privilégios Femininos


“… a sociedade sempre fez a vida dos homens ser mais difícil que a das mulheres. Desde o início dos tempos os homens foram criados para produzir e dar, e as mulheres sempre para receber e reproduzir. Os homens sempre tentaram dar à companheira uma vida mais fácil, mais segura e mais confortável. Recentemente, o feminismo ajudou as mulheres a ter privilégios adicionais. Portanto, elas são, realmente, ainda mais privilegiadas que no passado, e os homens, ainda mais oprimidos.” MARTIN VAN CREVELD


Históricos e Ilegítimos Privilégios Femininos


Alistamento Militar

Aposentadoria

Expectativa de Vida

Fraude de Paternidade
  • Mulheres são beneficiárias de uma lei inconstitucional, verdadeiramente falando, que é a lei de alimentos gravídicos, que obriga um homem a pagar pensão alimentícia, ainda no período de gravidez, mesmo sem a necessidade de exame que comprove a paternidade e da indenização dada ao suposto pai caso o resultado seja negativo. 
  • Mulheres que cometem fraude paternidade raramente são punidas, e além disso, quando os pais descobrem que não são os verdadeiros pais, estes ainda são duplamente punidos, obrigados a assumirem os filhos que não são seus, sendo imputados por uma “paternidade sócio-afetiva”.  

Guarda dos Filhos 

Educação

Política Eleitoral e Partidária

Programas Sociais e Políticas Públicas

Saúde

Sistema Penal
  • Dos mais de meio milhão de encarcerados no Brasil, apenas 5,5% são do sexo femininoNão consigo pensar em nenhum outro lugar da sociedade pós-moderna onde seja tão dominado pelos homens do que o sistema penal — algo que, no interesse da igualdade entre os sexos, precisa mudar. A nossa sociedade ginocêntrico-feminista costuma considerar crimes apenas aqueles cometidos majoritariamente pelos homens. Além disso, e não menos importante, temos um problema gravíssimo que é a discriminação da aplicação das penas. Homens sempre foram tratados com mais rigor do que as mulheres, mesmo quando estas cometem crimes proporcionalmente iguais.

Violência Doméstica

Mais múltiplos privilégios femininos  

“30 privilégios que tenho como mulher na sociedade matriarcal”:

1 – Trabalhar ou não para mim é uma escolha, enquanto para o homem, trabalhar é uma obrigação. 
2 – Ninguém afirma que sou uma agressora em potencial só por causa de meu gênero.
3 – A “Justiça” normalmente está o meu favor em relação à guarda dos filhos, por eu ser mulher.
4 – Se cometo um crime, minha condenação provavelmente será bem menor que a de um homem que cometeu o mesmo crime.
5 - Me aposentarei 5 anos mais cedo que um homem.
6 – Provavelmente viverei mais que a média dos homens.
7 – Não preciso passar pelo Alistamento Obrigatório.
8 – Se sou agredida pelo sexo oposto, ninguém me ignora nem ri de mim.
9 – Tenho menores chances de ser assassinada que um homem.
10 – Nós mulheres sofremos pouquíssimos acidentes de trabalho em comparação ao que os homens sofrem.
11 – Quando saio com um homem, é esperado que ele que pague a conta.
12 – Minha beleza é exaltada.
13 – Na escolha de um parceiro, o sexo oposto não se importa tanto quanto a minha condição financeira ou com qual carro que dirijo.
14 – Quando choro, sou ouvida e consolada, e não ignorada.
15 – Os investimentos para a minha saúde é levado a sério pelos órgãos governamentais.
16 – Meu gênero não é frequentemente tão extorquido financeiramente através de divórcios.
17 – Se sou agredida pelo sexo oposto não sou considerada como “frouxa”, se revido a agressão, não sou atacada pela sociedade.
18 – Não somos levadas à cometer suicídios tanto quanto os homens.
19 – Usufruo de todas as tecnologias e invenções existentes graças à criatividade dos homens e de seus árduos trabalhos.
20 – Provavelmente não irei pagar pelo meu próprio casamento, nem comprar minha aliança.
21 – Meu gênero representa apenas uma pequena fração dos moradores de rua.
22 – Nós mulheres controlamos a maior parte do consumo das famílias brasileiras. Gastamos nosso dinheiro e o dinheiro dos homens.
23 – Possuo uma delegacia exclusiva para meu gênero.
24 – Sou considerada mais amorosa e imprescindível às crianças só por ser mulher
25 – Minha virgindade é valorizada, e não motivos para piada.
26 – Minha vida é vista como mais valiosa que a vida de um homem: em naufrágios ou em desastres naturais, a vida da mulher tem preferência.
27 – Sou sexualmente mais livre que um homem: Qualquer hora que eu desejar sexo, surgirão pretendentes aos montes.
28 – Durante toda a historia da humanidade, meu gênero se encarregou de ficar com os trabalhos mais leves e se manter nos ambientes mais seguros da ordem social.
29 – Nunca houve alguém que afirmasse que ser fêmea é um acidente biológico.
30 – Não existe um movimento social do sexo oposto focado para ensinar ódio ao meu gênero.


Nota: Este artigo está em eterna construção! E por quê? Porque os privilégios femininos parecem ser infinitos.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Os X%: Sobre o que o feminismo realmente é, e porque quem valoriza a liberdade deve lutar contra ele


Por Paul Elam



Itália, Estados Unidos, Congo, Reino Unido, Coréia do Sul, Dinamarca, Austrália, México, Índia, Japão, Canadá e Espanha. Trata-se de uma lista bem diversificada (e apenas parcial) de países; uma mistura de Oriente e Ocidente; uma grande mistura de línguas e culturas que abrangem todo o planeta. Não obstante serem diferenciados em termos de normas sociais e de governança, não obstante o acentuado contraste que há entre eles à primeira vista, todos esses lugares têm um fator muito poderoso e proeminente que inextricavelmente percorre o tecido de sua própria existência, unindo-os.

Trata-se do mesmo fio condutor comum que agora percorre muitas outras conhecidas entidades como: o Pentágono, a Federal Express, a União Européia, os partidos políticos conservadores, o gênero musical Rock and Roll, o Primeiro Ministro da Inglaterra, quase todos os códigos penais da Terra, o Parlamento Australiano, a música country, os partidos políticos liberais, todas as 500 maiores empresas norte-americanas do ranking da Fortune, a Oxford, a Fox News, as Nações Unidas, o Exército da Salvação, a Fundação Ford e o The New York Times.

O que todas essas instituições, esses países, essas culturas, corporações e criações têm em comum, em maior ou menor grau, geralmente maior, é o fato de terem sido impactados pela propagação e pela influência do feminismo de gênero.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

O que é Ginocentrismo?




O Ginocentrismo (do grego, gino: “mulher, fêmea”) é a prática, consciente ou não, de fazer valer o ponto de vista feminino (ou especificamente feminista); de colocar a segurança, o conforto e o bem-estar geral das mulheres no centro da preocupação social ou política, e estruturar a vida na missão a serviço de tais interesses. Resumidamente falando, o Ginocentrismo é o sacrifício masculino para o benefício das mulheres. Esta idéia tradicional foi a norma histórica do mundo, e sempre esteve conosco desde os primórdios. Assim, o Ginocentrismo já existia muito antes do surgimento do feminismo propriamente dito.  Aos homens sempre lhes coube o dever de poupar as mulheres de qualquer sacrifício, e de privá-las e protegê-las de qualquer dor.  Mediante suas ações, os homens afirmaram (e renovaram) o Ginocentrismo, e se fizeram pela nobreza, pelos governos ou pelo Estado e suas respectivas forças coercitivas, pelo próprio instinto protetor, pela honra do nome, pelo cavalheirismo, ou pelo feminismo, o que se vê é que a essência do Ginocentrismo tem permanecido inalterada. Continua sendo um dever peculiarmente dos homens sacrificarem sua própria essência, seu ser, sua identidade, seu bem-estar e sua própria vida em nome das mulheres.