Por Charlton Heslich Hauer
Você se lembra do caso da médica racista, caso este que teve uma certa repercussão nacional?
Em outubro de 2009, uma mulher (médica sergipana), por ter chegado atrasada para o check-in de um vôo para a Argentina, onde passaria lua-de-mel, começou a atacar um homem (funcionário da Gol), agredindo-o verbalmente de “cachorro” e com frases do tipo “é um povo bando de analfabeto morto de fome que não tem onde cair morto nem tem dinheiro pra comprar feijão pra comer... esse nêgo morto de fome”. Além disso, ela ainda disse que se ele precisasse dos serviços dela como médica, ele morreria. Ela também derrubou um computador no chão, invadiu seu ambiente de trabalho e jogou vários pertences do homem vitiMADO no chão, além, também, de humilhar outros funcionários da Gol.
Ela deveria ter sido presa em flagrante, já que o crime é inafiançável! Mas não foi isso que aconteceu. PELO FATO DA AGRESSORA SER MULHER, E DO VITIMADO SER UM HOMEM, o delegado Washington Okada nem deu importância ao caso. Foi só então que indignado, o homem agredido foi à Delegacia e prestou queixa. Veja a reportagem completa no vídeo abaixo:





