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sábado, 12 de janeiro de 2013

Entrevistas com Lobão


Por Charlton Heslich Hauer

Você irá acompanhar duas de grandes entrevistas dadas pelo cantor Lobão. A primeira, dada a Rádio CBN em 2011, Lobão critica veementemente o ex-Ministro da Cultura, Gilberto Gil, que fortaleceu, segundo Lobão, a “Máfia do Dendê” no Brasil (em alusão à invasão da música baiana, aos cantores Caetano Veloso, Gilberto e Flora Gil, que supostamente, comandavam os rumos da cultura no país), onde cantoras como Ivete Sangalo e Cláudia Leite receberam milhões e milhões de reais, e assim conquistaram, definitivamente, o status de supremacia.

É fácil ver que há anos, Ivete Sangalo manda e desmanda no Brasil. Nunca vi um cantor tão endeusado no país quanto ela. Nunca houve um cantor que estivesse tanto na mídia quanto ela. Nunca houve um cantor que ganhasse tanto dinheiro quanto ela. A condição “sacrossanta” e de inviolabilidade de Ivete Sangalo é tão grande, que ela esculhamba os homens em seus shows, prega o supremacismo feminino, e fica por isso mesmo.

Há muito também que escolheram a sucessora de Ivete Sangalo: a Cláudia Leite. Ela vem ganhando milhões há anos, com músicas misândricas. Ela é mais um fruto da mistura da máfia do dendê com a misandria. Há diversas músicas misândricas de tal medíocre “cantora”. Peguemos apenas um trecho de uma de suas músicas como prova:

“Safado, cachorro, sem-vergonha, eu dou duro o dia inteiro, e você, colchão e fronha”.

São essas as cantoras endeusadas no país. Cantoras como essas nada mais são que lixo; a maior das mediocridades; o pó embaixo do cocô do cavalo.




A segunda entrevista de Lobão que postarei aqui foi dada ao programa de TV, Alto-Falante, da Rede Minas, em agosto do ano passado. Lobão detona a produção e o atual panorama musicais brasileiros, o atual rock brasileiro (muito diferente da verdadeira “essência” do rock), as "cantrizes" brasileiras com nome duplo, os intelectuais de Esquerda, a máfia do Dendê, os Buarque de Hollanda e seu domínio cultural e político (com gente na imprensa, no governo e em todo lugar), a reverência à Tropicália, o culto ao pobre, entre outros. Lobão faz críticas ácidas, dignas de alguém que tem inteligência, grande senso crítico, caráter e coragem para expor a verdade.

Há um momento nessa entrevista em que Lobão dá um recado a todos envolvidos com a música, que nós, da comunidade masculina, deveríamos refletir bastante a respeito e tomarmos para nós mesmos, esse recado:

“Enquanto não tiver um Movimento que faça ‘assim’ (‘dê uma banana’) para o que veio anteriormente, a gente não vai crescer...”

Vamos ver:




É exatamente o que eu penso a respeito de como deveria ser o Movimento dos Homens. Um Movimento que abdicasse de nossos papéis tradicionais, provedores, ginocêntricos, e que cobrasse das mulheres uma verdadeira contribuição para a construção e manutenção da sociedade, do contrário, que elas fossem forçadas a sair — que é o trato que sempre foi dado aos homens.