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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Série sobre Masculinismo: Acerca da Diferença Salarial


Por José Pablo Bolaños Rigioni

O que dizem os pesquisadores em Ciências Econômicas sobre o mito da diferença salarial entre homens e mulheres: os homens, em média, ganham mais do que as mulheres, mas não por discriminação sexista, mas por outras razões lógicas que nem sequer são levadas em consideração antes de se tirar conclusões precipitadas.

 
 
 
 
“Uma meta-análise de estudos feitos sobre diferença salarial em 63 países, ao longo de três décadas, concluiu que toda informação relativa a salários é extremamente fácil de manipular para tentar demonstrar o que você quiser demonstrar, se não levados em consideração, fatores que mencionei neste vídeo, que são os fatores humanos que tem a ver com a quantidade de horas trabalhadas, que tem a ver com o compromisso da pessoa com o trabalho, independentemente de quais sejam as condições; que tem a ver com a experiência adquirida, que tem a ver com a projeção da pessoa dentro de uma organização, que tem a ver com múltiplos aspectos de seu desempenho no trabalho. E como é muito fácil de manipular essas informações, também é muito fácil superestimar a importância que possa ter o sexismo ou a discriminação de gênero na hora de explicar as diferenças salariais que estão sendo observadas entre homens e mulheres e em seus estudos sobre diferença salarial.
 
Como último comentário, parece-me que é importante destacar que a exploração da mulher no campo de trabalho foi algo que em nenhum momento da história, e em nenhum lugar, foi visto com bons olhos, pois recordemos… recordemos que uma das principais razões pelas quais se estabeleceram horários de trabalhos e salários mínimos, no início da revolução industrial, foi porque foi nesse momento que as mulheres e crianças entraram na força de trabalho e vieram a ser afetadas pelas condições desumanas de trabalho, onde a maioria dos homens teve que enfrentar ao longo de toda a história. Então, como conclusão, parece-me fundamental, essencial e importantíssimo que antes de se propor qualquer medida compensatória, ou antes de apoiar qualquer tipo de proposta nesse sentido, todos nós devemos trabalhar para investigar a profundidade e estabelecer com absoluta, absoluta certeza, em que campos de trabalho, em que indústrias, em que empresas, existem desvios em favor dos homens e, em que outros ou outras, existem desvios em favor das mulheres, para que então possamos propor políticas que permitam, verdadeiramente, eliminar todos os tipos de injustiças que se possam descobrir a respeito da remuneração de ambos os sexos.”
 
José Pablo Bolaños Rigioni 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Perseguindo Arco-íris


Oitavo artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo.


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 8

“Igualdade, corretamente entendida como nossos pais fundadores1 a entenderam, leva à liberdade e à emancipação de diferenças criativas; mal compreendida, como tem sido tão tragicamente em nosso tempo, leva primeiro à conformidade e, em seguida, ao despotismo." — Barry Goldwater

O que é que nos permite viver a vida de uma forma mais significativa? Esta é uma questão com uma longa história, e depois de mais de dois mil anos coçando a cabeça tentando encontrar as respostas, nossa espécie não está muito mais sábia quanto a isso. Respostas são descartadas tão facilmente quanto elas surgem. Talvez a única e verdadeira sabedoria a ser transmitida por séculos de busca espiritual é a de que a solução não pode ser reduzida à percepção de apenas um valor. Esforços para trazer um sistema social baseado em cima da percepção de um valor em particular — seja ele a doutrina religiosa, a vontade da nação, ou a igualdade social — invariavelmente resultaram em repressão generalizada, e não numa era de ouro de paz e virtude como postulada por seus ideólogos. Ao contrário disso, as sociedades que conseguiram criar e manter o espaço para que as pessoas vivessem o que poderíamos chamar de “vidas mais significativas” foram aquelas que mantiveram uma série de valores em equilíbrio. Esta não é uma solução muito empolgante, mas é melhor estar insatisfeito com os grandes mistérios da vida do que se tornar servo ou se transformar num “desaparecido” por um regime, em busca de um imperativo mais atraente.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Algumas Novas Categorias de Linguagem de Constrangimento


Por Pro-Male/Anti-feminist Tech

Estas não são as novas categorias de linguagem de constrangimento recém-definidas. Independentemente, elas devem ser adicionadas ao Catálogo de Linguagem de Constrangimento Antimasculina. Você pode agradecer ao manboobz por inspirar esta postagem, já que ele usou as duas.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

VAWA — A Lei “Maria da Penha” dos EUA — Está Morta por Enquanto


Por Charlton Heslich Hauer

Uma boa notícia para os homens americanos. No início já desse ano de 2013, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos da América vetou a renovação da aprovação da VAWA (Violence Against Women Act), que quer dizer: Lei de Violência contra a Mulher. A VAWA era uma lei federal que existia desde 1994, elaborada pelo Senador democrata Joe Biden.

Série sobre Masculinismo: Violência Sexual

 
Continuação do vídeo sobre violência doméstica. Apresenta uma análise da objetificação sexual, assédio sexual e agressão sexual na sociedade ocidental moderna, especialmente no que afeta o sexo masculino; ela expõe o efeito distorcivo no entendimento e manejo destes fenômenos que tem tido o feminismo, desde o início da segunda onda nos anos 60.
 
Para fins ilustrativos, você pode estar interessado um pouco em dar uma olhada nesta lista... apenas para desencorajar aqueles que se sentem suficientemente valentes para dizer que eu estou tendo alucinações:
 
 

 
 
 
 
“Esclareço mais uma vez que a compreensão da violência de gênero é totalmente tendenciosa e distorcida por décadas de propaganda enganosa, e que ainda há muito trabalho a fazer se aspiramos abordar esta questão com algum grau de seriedade e responsabilidade”.
 
José Pablo Bolaños Rigioni
 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mulher Mata Homem com Facada em Salvador-BA


Um homem de 32 anos foi morto com uma facada no lado direito do tórax na manhã deste domingo (30) no bairro da Massaranduba, em Salvador. Everson Jesus Vinagre foi socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu ao ferimento.

De acordo com informações da 3ª Delegacia Territorial (DT/Bonfim), a companheira da vítima é apontada como autora do crime, que ocorreu durante uma discussão entre os dois na rua Luciano Amorim, por volta de 9h30. A acusada fugiu com uma criança e ainda não foi localizada. Vizinhos especulam que ela tenha ido para a Ilha de Itaparica.

O casal morava junto numa casa na avenida Vivenda de Massaranduba e também de acordo com moradores das proximidades, Everson bebia e espancava a mulher.

O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).

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Disponível em: http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/mulher-mata-marido-com-facada-durante-discussao-na-massaranduba/

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Meu comentário:
Mais um homem assassinado por mulher. E sabe qual é a segunda coisa mais trágica nisso tudo, além, claro, da mulher ter roubado a vida desse homem? Ela vai ficar impune. Perceberam como o site Correio 24 Horas fez questão de publicar o que TERIAM dito os moradores das proximidades? “Everson bebia e espancava a mulher.” E essa é senha. Qualquer mulher hoje pode matar qualquer homem que ela queira. E nem precisa alegar que havia sido agredida. Basta dizer que vinha sido ameaçada. Atenção, homens! Construam uma “parede de tijolos” em torno de si próprios, pois o próximo poderá ser você, mesmo que você NUNCA tenha feito nada contra uma mulher.