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domingo, 23 de dezembro de 2012

Um Menino


Por Vivaldo Coaracy

Escutem uma história que me contaram há muitos, muitos anos. Era uma vez um menino abandonado. Havia muitos outros, é certo, como sempre os há nas grandes cidades, em todas as terras. Mas esta é a história só de um deles.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O Pessoal em Contraste ao Político


Mais um espetacular artigo sobre a Teoria do Ginocentrismo, do genial filósofo Adam Kostakis. Chegamos então a seu sétimo artigo de um total de doze. Mais abaixo estão os links dos artigos anteriores para aqueles que ainda não leram ou querem se lembrar de tudo o que foi feito até o momento. 

Leitura Nº 1: Teoria do Ginocentrismo — Olhando Fixamente para Fora do Abismo
Leitura Nº 2: A Mesma História Repetida
Leitura Nº 3: Refutando o Apelo ao Dicionário
Leitura Nº 4: "Pig Latin"¹ – Brincando com as palavras
Leitura Nº 5: Anatomia de uma Ideologia da Vitimização
Leitura Nº 6: Vinho Velho, Garrafas Novas


Por Adam Kostakis

Leitura Nº 7

“Eles se orgulhavam de pertencer a um movimento, como algo distinto de um partido, pois sabiam que um movimento não deveria estar vinculado a um programa.” — Hannah Arendt

Na semana passada, vimos como o conceito de dominação tornou-se uma justificativa para a invasão do despotismo. Esse tipo de coisa não deve ser tomado como surpresa pelos leitores atentos, já que praticamente toda palavra-chave no léxico feminista é utilizada de forma semelhante. Se o termo que está sendo discutido é a misoginia ou o estupro ou o patriarcado, a tendência é a de ampliar o seu significado para cobrir o maior campo semântico possível, praticando o máximo possível de contrabando ideológico dentro de uma túnica de justiça. O efeito de tudo isso na vida real é restringir a autonomia masculina através da criminalização das ações dos homens. As possibilidades sem limites para o branqueamento semântico correspondem a longas penas de prisão e multas muito danosas. A intenção é criminalizar a norma. Todo movimento que um homem fizer deve causar um arrepio na espinha dele, deve forçá-lo a olhar por cima do ombro, com uma expressão tomada de pânico, perguntando-se: “qual a nova lei que eu infringi?” Os homens estão a viver em um perpétuo estado de vigilância e culpa presumida — uma existência panóptica1 em que são repetidamente castigados por terem feito o mal. Isto é, de acordo com um padrão moral invasivo e alienígena que eles são convidados a obedecer, não compreender, e certamente, não questionar ou refutar.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Série sobre Masculinismo: Violência Doméstica — A História Completa


Neste vídeo, Bolanõs explica como o feminismo é um movimento político interessado em promover socialmente, por meio de mitos, de que existe uma deliberada opressão social contra a mulher, e que não há temas que evidenciem tanto a presença desses mitos quanto os temas: Violência Doméstica e Violência Sexual. Sobretudo a Violência Doméstica, que é o tema que ele vai discorrer com:

Uma análise das estratégias por meio das quais a Indústria Feminista da Violência tem gerado histeria em torno da questão da violência doméstica e tem conseguido reunir financiamento para programas de estudo e de tratamento, tem alimentado as forças de polícia e a mídia, e tem se tornado o monstro que é hoje.

A apresentação de informações confiáveis sobre a magnitude do problema da violência doméstica em todo o mundo. Em seguida, apresenta links relevantes para este tópico:

http://www.escorrecto.org/  (Politicamente Incorreto, Estatisticamente Correto. Compilação e meta-análise de dados de mais de 400 estudos sobre a violência íntima, sua incitação e sua taxa por sexo).

http://www.maltrato.eu/novedades_bibliograficas.htm (A violência entre casais: Bidirecional e simétrica. Compilação de pesquisa sobre o assunto.)

http://www.maltrato.eu/novedades_bibliograficas.htm (As mulheres São, No Mínimo, Tão Violentas quanto os Homens, mas esta evidência é ignorada. Trecho interessante do artigo de Melanie Phillips).

Entre outras reflexões igualmente interessantes.
 
 
 
 
A próxima vez que você ver uma campanha chamando para um “fim da violência contra a mulher”, perguntem-se: como poderíamos fazer... como poder-se-ia modificar essa campanha para que fosse muito mais justa e mais neutra em virtude do que já sabemos acerca das verdadeiras características desse problema, e como fazer isso antes daquele chamado fazer eco?
 
José Pablo Bolaños Rigioni 


domingo, 2 de dezembro de 2012

Série sobre Masculinismo: Introdução ao Feminismo e ao Masculinismo


Por Charlton Heslich Hauer

A partir de hoje, iremos postar uma excelente série de vídeos sobre Masculinismo, de autoria deste grande homem, costarriquenho de San José, psicólogo escolar e coordenador de serviços estudantis, José Pablo Bolaños Rigioni. Esta série tratará dos principais problemas que afetam os homens.