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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

O Maior Brasileiro de Todos os Tempos é um HOMEM!



Por Charlton Heslich Hauer


 
A Rede de televisão SBT exibiu nesta quarta-feira (3), a grande final do programa “O Maior Brasileiro de Todos os Tempos”.

Com impressionantes 71,4% dos votos do público, pela internet e via SMS, o HOMEM Francisco de Paula Cândido Xavier (1910-2002), conhecido como Chico Xavier, foi eleito o maior brasileiro de todos os tempos. Resultado mais do que justo, diga-se de passagem.

Nascido no seio de uma família humilde, era filho de João Cândido Xavier, um vendedor de bilhetes de loteria, e de Maria João de Deus, uma dona de casa católica. Segundo biógrafos, a mediunidade de Chico teria se manifestado pela primeira vez aos quatro anos de idade, quando ele respondeu ao pai sobre ciências, durante conversa com uma senhora sobre gravidez. Ele dizia ver e ouvir os espíritos e conversava com eles.

 

Teve uma infância muito sofrida. Sua mãe faleceu quando Francisco tinha apenas cinco anos de idade. Incapaz de criá-los, o pai distribuiu os nove filhos entre a parentela. Nos dois anos seguintes, Francisco foi criado pela madrinha e antiga amiga de sua mãe, Rita de Cássia, que logo se mostrou uma pessoa cruel, vestindo-o de menina e batendo-lhe diariamente, inicialmente por qualquer pretexto e, mais tarde, sob a alegação de que o "menino tinha o diabo no corpo".

Não se contentando em açoitá-lo com uma vara de marmelo, Rita passou a cravar-lhe garfos de cozinha no ventre, não permitindo que ele os retirasse, o que ocasionou terríveis sofrimentos ao menino. Os únicos momentos de paz que tinha consistiam nos diálogos com o espírito de sua mãe, com quem se comunicava desde os cinco anos de idade. O menino viu-a após uma prece, junto à sombra de uma bananeira no quintal da casa. Nesses contatos, o espírito da mãe recomendava-lhe "paciência, resignação e fé em Jesus".

A madrinha ainda criava outro filho adotivo, Moacir, que sofria de uma ferida incurável na perna. Rita decidiu seguir a simpatia de uma benzedeira, que consistia em fazer uma criança lamber a ferida durante três sextas-feiras em jejum, sendo a tarefa atribuída ao pequeno Francisco. Revoltado com a imposição, Francisco conversou novamente com o espírito da mãe, que o aconselhou a "lamber com paciência". O espírito explicou-lhe que a simpatia "não é remédio, mas poderia aplacar a ira da madrinha", esta sim passível de colocar em risco a sua vida. Os espíritos se encarregariam da cura da ferida. De fato, curada a perna de Moacir, Rita de Cássia melhorou o tratamento dado a Francisco.

Como podemos ver, Chico foi, assim como milhões de homens e meninos pelo mundo afora,  mais uma vítima de uma MULHER COVARDE, MONSTRUOSA E CRIMINOSA. O que ratifica de uma vez por todas que a VIOLÊNCIA (doméstica ou não) DA MULHER CONTRA HOMENS E MENINOS sempre existiu e sempre foi impune.

 

Não é a primeira vez que o nome Chico Xavier — que, em 1981, concorreu até ao Prêmio Nobel da Paz — é visto em enquetes.


 
                                         

Em 2006, acabou sendo eleito, por votação popular, como “O Maior Brasileiro da História”, através de enquete da revista “Época”, e, em 2009, como “O Mineiro do Século”, em pesquisa feita pela rede Globo Minas.

Chico figura, ainda, até hoje, em primeiro lugar, na categoria religiosos, do site de votação “Who Popular”, voltado a mostrar quem são “As pessoas mais conhecidas do mundo”.

Embora nunca tenha buscado destaque pessoal, essas enquetes, indiscutivelmente, ajudaram a colocar em evidência não só o nome do mais conhecido médium espírita do mundo mas da doutrina que abraçava, o Espiritismo.

Jornais, revistas, canais de TV chegaram, inclusive, a destinar amplo espaço, em seus noticiários, para falar sobre ambos, atraindo a atenção de milhares de pessoas não espíritas.

Chico também era uma ponte de conforto para milhares de mães que buscavam nele a esperança de contato com os filhos já mortos. Um trabalho que passou a ter notoriedade graças ao seu empenho e disciplina.

Ao longo de sua vida, Chico Xavier se preocupou em consolar as pessoas que tinham perdido seus entes queridos. Ele tinha o objetivo de difundir uma mensagem de amor através do dom da mediunidade, por isso superou todas as críticas e acusações.

O líder espiritual foi um dos maiores divulgadores do espiritismo no Brasil. Ele psicografou mais de 400 livros, sem nunca receber nada em troca. Toda renda, desde o seu primeiro livro, foi destinada a instituições espíritas e a seus trabalhos sociais, que ajudou sempre os mais necessitados.


 


Chico Xavier. Um homem de sensibilidade. Um homem magnânimo! Um homem altruísta! Um homem humilde. Um homem caridoso. Um nobre homem.

Chico Xavier. Um homem de amor.




 


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Fonte: Portal SBT; Wikipedia; Centro Espírita de Caridade Dias da Cruz; Mundo das Tribos.

Atualizado em: 09 dezembro 2012