Chegamos ao fim da magnífica série Gaia, de autoria daquele que é pioneiro no ativismo pelos Direitos dos Homens e no combate ao feminismo, o grande pensador e psicólogo britânico, Angry Harry. Nessa última parte da série, o Angry Harry finaliza com maestria, orientando os Ativistas pelos Direitos dos Homens a quem eles devem tentar influenciar; evidenciando o imensurável valor que a Internet possui para o Movimento pelos Direitos dos Homens, impulsionado, sobretudo, pelos “homens-que-sentam-diante-de-telas”, fundamentais nesse processo, diga-se de passagem; fomentando qual deve ser tipo de pensamento que todo ativista dos homens deve ter, a quem os ativistas dos homens devem atrair a atenção e o que os ativistas precisam, primordialmente, combater e resolver, tudo isso facilitado pelo fato de que os ativistas dos homens possuem muitas coisas em comum.
Assim, isso é só uma prévia do que vem por aí. O texto é relativamente longo, mas, tenho certeza de que todo homem, sobretudo aquele que representa e defende, verdadeiramente, os homens e seus direitos, deve lê-lo.
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Por
Angry Harry
Uma das principais queixas feitas por ativistas das mais variadas convicções é que, em geral, o público não parece se preocupar com as coisas que os próprios ativistas são tão obcecados.
As
“sheeple”1 — como os ativistas costumam qualificar as pessoas comuns — não parecem se importar com o que está acontecendo ao redor delas.
E o pior, essas pessoas parecem fazer simplesmente tudo o que lhes é dito para fazer.
As pessoas que são massa de manobra não parecem se opor às altas taxas de impostos. Isso não parece perturbar suas vidas, que estão, cada vez mais, governadas e mal-administradas pelas outras pessoas. Elas não parecem fazer muito barulho pelo fato de que suas fronteiras nacionais não estão sendo fortemente policiadas. E, no que diz respeito ao movimento dos homens, é incrivelmente estranho que a maioria dos homens não parece se importar com a maneira em que eles têm sido gradualmente emasculados, demonizados e discriminados em muitas áreas de suas vidas.
Os gritos dos ativistas... parecem, em sua maioria, cair em ouvidos surdos
Os gritos dos ativistas, destinados a despertar milhões de pessoas para apoiar a “causa deles”, parecem, em sua maioria, cair em ouvidos surdos.
Por quê?