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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Advogada afirma que os homens continuam sendo discriminados!

 
Em 1999, a advogada, licenciada em Filosofia e então presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) em Caxias do Sul (RS), Eliana Giustopublicou um artigo denominado Guarda de Filhos — Homens Também São Discriminados.

Aproveito para fazer uma pequena crítica a ela, apenas com relação ao termo “tambémusado no subtítulo do artigo, já que para mim, esse termo já se configuraria, em si, uma discriminação contra os homens. Talvez ela tenha escrito dessa forma para não jogar muita luz nos olhos de quem não está acostumado, e assim, não gerar mais polêmica do que o próprio conteúdo do artigo geraria. Ou talvez, ao utilizar o também, ela tenha constatado algo que ela mesma não enxergava anteriormente. Bem, como seu artigo é grandioso, tentemos ignorar isso e nos concentrar apenas nos fatos constatados por ela em sua experiência como advogada.

No artigo em si  que pode ser encontrado em .PDF, no 2º link dessa página,  ou em visualização rápida, aqui  ela já afirmava que os homens são discriminados no Direito de Família. 

Que os homens são discriminados nesse ramo do Direito, e em quase todas as outras esferas da vida que consigamos pensar, não é nenhuma novidade para aqueles que possuem um real compromisso com os fatos, com a verdade. Mas como há inúmeras forças colossais pró-femininas e em detrimento dos homens, convenhamos que é preciso muita coragem para poder dizer a verdade nesse sentido.

Em 2008, ou seja, nove anos depois de ela ter publicado aquele artigo, ela publica um texto denominado E os homens? Continuam sendo discriminados , com o intuito de mostrar que até então não havia acontecido nenhuma mudança favorável aos homens nas questões de Direito de Família. 

Desde já, quero muito  parabenizar a doutora Eliana Giusto por ser uma das poucas pessoas nesse assunto a estarem compromissadas com a verdade num mundo cada vez mais misândrico e ginocêntrico. Enfim, vamos ao texto.


Por  Eliana Giusto  
 
Nove anos se passaram desde que, indignada, escrevi um artigo sobre a discriminação dos homens no Direito de Família.
   
Como nada mudou, pergunto-me: por quê?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A violência contra a mulher!

por "the Truth"

Esse texto foi retirado do blog de um amigo nosso. O texto é bom, apesar de que temos que lembrar que a violência contra o homem é infinitamente maior do que contra a mulher. Não esquecendo que a questão da violência contra a mulher também é importante,  entrementes, a sociedade deveria refletir em primeiro lugar o que fazer diante da violência contra o homem. Mas, vamos ao texto.

A violência contra a mulher!

Hoje o post vai falar sobre a violência contra a mulher. Vou falar principalmente das causas dessa violência: Algumas dessas causas são:

1. A forte tensão hormonal masculina
2. A sexualização excessiva da sociedade
3. A perda de poder do homem


sábado, 9 de abril de 2011

Como Lidar com Táticas de Constrangimento!


Num certo dia do ano passado, eu pesquisava na net algo que falava sobre direitos dos homens, e, sem querer, acabei encontrando um artigo em um site dos EUA que falava em como lidar com “táticas de constrangimento”. Copiei e colei esse artigo nos “arquivos diversos” do meu notebook, para depois lê-lo. Mas, esqueci desse arquivo. Foi só então que há poucas semanas, encontrei o artigo e o traduzi, acrescentando alguns poucos exemplos e fazendo algumas adaptações ao nosso idioma ou em algo que eu achava repetitivo ou desnecessário.

O Catálogo de Táticas de Constrangimento Antimasculinas

Por Exposing Feminism

From http://menforjustice.net/;-

Bem, as táticas de constrangimento mostram o comportamento histriônico feminino em não querer discutir as coisas usando a lógica. Contudo, as mulheres não são as únicas culpadas de usar essas táticas contra os homens. Homens ginocêntricos também as usam.

As táticas de constrangimento são dispositivos destinados a provocar a insegurança emocional, vergonha ou falsa culpa em um homem e assim, encerrar o debate. Elas são utilizadas para abster qualquer crítica às mulheres, e demonizar os homens que questionam o comportamento feminino. A maioria dessas táticas (se não, todas) são, na verdade, ataques “ad hominem”.