Em 1999, a advogada, licenciada em Filosofia e então presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) em Caxias do Sul (RS), Eliana Giusto, publicou um artigo denominado Guarda de Filhos — Homens Também São Discriminados.
Aproveito para fazer uma pequena crítica a ela, apenas com relação ao termo “também”, usado no subtítulo do artigo, já que para mim, esse termo já se configuraria, em si, uma discriminação contra os homens. Talvez ela tenha escrito dessa forma para não “jogar muita luz nos olhos” de quem não está acostumado, e assim, não gerar mais polêmica do que o próprio conteúdo do artigo geraria. Ou talvez, ao utilizar o “também”, ela tenha constatado algo que ela mesma não enxergava anteriormente. Bem, como seu artigo é grandioso, tentemos ignorar isso e nos concentrar apenas nos fatos constatados por ela em sua experiência como advogada.
No artigo em si — que pode ser encontrado em .PDF, no 2º link dessa página, ou em visualização rápida, aqui — ela já afirmava que os homens são discriminados no Direito de Família.
Que os homens são discriminados nesse ramo do Direito, e em quase todas as outras esferas da vida que consigamos pensar, não é nenhuma novidade para aqueles que possuem um real compromisso com os fatos, com a verdade. Mas como há inúmeras forças colossais pró-femininas e em detrimento dos homens, convenhamos que é preciso muita coragem para poder dizer a verdade nesse sentido.
Em 2008, ou seja, nove anos depois de ela ter publicado aquele artigo, ela publica um texto denominado E os homens? Continuam sendo discriminados …, com o intuito de mostrar que até então não havia acontecido nenhuma mudança favorável aos homens nas questões de Direito de Família.
Desde já, quero muito parabenizar a doutora Eliana Giusto por ser uma das poucas pessoas nesse assunto a estarem compromissadas com a verdade num mundo cada vez mais misândrico e ginocêntrico. Enfim, vamos ao texto.
Aproveito para fazer uma pequena crítica a ela, apenas com relação ao termo “também”, usado no subtítulo do artigo, já que para mim, esse termo já se configuraria, em si, uma discriminação contra os homens. Talvez ela tenha escrito dessa forma para não “jogar muita luz nos olhos” de quem não está acostumado, e assim, não gerar mais polêmica do que o próprio conteúdo do artigo geraria. Ou talvez, ao utilizar o “também”, ela tenha constatado algo que ela mesma não enxergava anteriormente. Bem, como seu artigo é grandioso, tentemos ignorar isso e nos concentrar apenas nos fatos constatados por ela em sua experiência como advogada.
No artigo em si — que pode ser encontrado em .PDF, no 2º link dessa página, ou em visualização rápida, aqui — ela já afirmava que os homens são discriminados no Direito de Família.
Que os homens são discriminados nesse ramo do Direito, e em quase todas as outras esferas da vida que consigamos pensar, não é nenhuma novidade para aqueles que possuem um real compromisso com os fatos, com a verdade. Mas como há inúmeras forças colossais pró-femininas e em detrimento dos homens, convenhamos que é preciso muita coragem para poder dizer a verdade nesse sentido.
Em 2008, ou seja, nove anos depois de ela ter publicado aquele artigo, ela publica um texto denominado E os homens? Continuam sendo discriminados …, com o intuito de mostrar que até então não havia acontecido nenhuma mudança favorável aos homens nas questões de Direito de Família.
Desde já, quero muito parabenizar a doutora Eliana Giusto por ser uma das poucas pessoas nesse assunto a estarem compromissadas com a verdade num mundo cada vez mais misândrico e ginocêntrico. Enfim, vamos ao texto.
Por Eliana Giusto
Nove anos se passaram desde que, indignada, escrevi um artigo sobre a discriminação dos homens no Direito de Família.
Como nada mudou, pergunto-me: por quê?





